Após aquela noite intensa de descobertas com minha namorada e meu irmão, a semana seguiu relativamente tranquila. A faculdade ocupava quase todo o meu tempo, e não havia espaço, ou coragem para que algo entre nós três se repetisse. Mas foi numa quarta-feira que as coisas começaram, aos poucos, a mudar.
Naquele dia, Patrícia tinha compromissos com o karatê. Eu voltei para casa mais cedo, precisava organizar algumas coisas para o restante da semana. Tomei um banho demorado e, sem pensar muito, vesti uma calcinha qualquer, acabei escolhendo uma boxer, daquelas que desenham perfeitamente o bumbum e uma camiseta grande, larga, que descia até o meio das minhas coxas.
Depois de resolver algumas coisas no quarto, fui para a sala e me sentei no sofá, colocando uma série qualquer na televisão. Pouco tempo depois, Leandro chegou. Naquele dia ele não teria aula na faculdade, então também ficaria em casa.
Após o banho, ele apareceu usando uma bermuda de tactel, própria para ficar em casa, e sem camisa. Sentou-se ao meu lado no sofá e passou a assistir à série comigo, como se fosse apenas mais uma noite comum.
Me ajeitei no sofá de forma despretensiosa. Senti a camiseta subir um pouco mais do que o normal, deixando minhas pernas mais expostas. Percebi o olhar de Leandro pousar ali por alguns segundos a mais, mas não disse nada. Apenas permaneci, sentindo aquele olhar silencioso sobre mim.
Mesmo depois da primeira vez e agora, logo após o ménage com Patrícia, nós nunca falávamos sobre o que havia acontecido. Era como um elefante enorme no meio da sala, visível demais para ser ignorado, pesado demais para ser nomeado.
Quebrei o silêncio.
— E o trabalho? Está conseguindo vender bastante na corretora?
Ele virou o rosto na minha direção.
— Está indo bem, sim. Esse mês as coisas estão ótimas, até me surpreendi. Consegui bater a meta antes do previsto.
Sorri.
— Nossa, que coisa boa. Então temos que sair para beber e comemorar, né?
Ele riu de leve.
— Verdade. A gente podia organizar alguma coisa para o fim de semana. Tem uma baladinha nova na cidade que eu quero conhecer. O que acha?
— Ah, sim… ouvi falar — respondi. — Vamos, sim. Falo com a Patrícia e a gente vai. Acho que vai ser legal.
— Pois é… vamos mesmo.
— Vamos — repeti, quase automática.
O silêncio que se seguiu foi diferente. Denso. Incômodo. Parecia ocupar todo o espaço entre nós.
Até que Leandro falou de novo, a voz um pouco trêmula, talvez por nervosismo:
— Quer terminar de assistir lá no meu quarto? A TV de lá é maior.
Naquele instante, eu entendi perfeitamente a intenção por trás do convite. Meu coração acelerou. Com a voz baixa, quase um sussurro, respondi:
— Vamos, sim.
Nos levantamos e caminhamos até o quarto dele, assim que entramos, nos olhamos um para o outro, e sorrimos como dois bobos, eu falei:
Vamos fazer isso de novo? Mas precisa ser segredo tá? Não quero que Patricia saiba disso por enquanto.
Leandro sorria, consentia com a cabeça e ia se aproximando de mim, eu tiro minha blusa ficando apenas de calcinha com os seios de fora, ele se aproxima mais, leva a mão em minha cintura e começa a me beijar, o beijo vai se envolvendo cada vez mais, meus seios tocam seu peito nu, me causando arrepios, suas mãos deslizavam por minhas costas apertando minha bunda com força, e diz:
A sua bunda é um tezão sabia maninha?
Eu sorria, toda sacana, sentindo a mão dele apertar minha bunda e alisar ela, e digo:
Seu tarado …
Riamos um para o outro, e eu levo a mão na bermuda dele, puxando ela para baixo, revelando seu pau para mim logo em seguida, e digo:
AFF, que rola gostosa
Começo a punheta-la, deslizando minha mão nela e vou me ajoelhando no chão do quarto, levo minha boca nela e dou um beijo na cabecinha e digo:
Ti ficando viciada nesse pauzão.
Ele ria para mim, e eu começo a coloca-lo na boca, inicio um boquete bem gulosa, chupando aquela rola toda, fazendo ela sumir na minha boquinha, deixando ela toda molhada com minha saliva em um vai e vem mais intenso, com minha cabeça contra a rola dele.
Leandro gemia de tezão, segurando meu cabelo em formato de rabo de cavalo, forçando o quadril na minha boca me fazendo engasgar com o pau dele atolado na minha boquinha.
Eu sentia minha buceta pegando fogo por baixo da calcinha, enquanto vou mamando com vontade, sentindo cada centímetro daquele pau atolado na minha boca.
Depois de alguns minutos, mamando aquele caralho grosso, Leandro me manda ficar de 4 na cama dele, eu obedeço, tirando a calcinha e ficando de 4 bem empinada, ele então cai de boca na minha buceta, me fazendo gemer alto, toda dengosa, sentindo ele engolir minha buceta com vontade.
Eu estava prestes a gozar, quando me afasto, pedindo pra ele meter em mim, ele sorria, e se levanta, ficando com a rola atrás de mim e começa a meter na minha buceta, sinto aquela rola enorme entrando dentro de mim, cada centímetro dela me fazendo gemer alto , ele segura em minha cintura, começa um vai e vem intenso, forte e sem dó , metendo na minha buceta com força.
Leandro se anima, apertava minha bunda, dava tapas com força, me fazia gemer alto, e dizia:
NOSSA GABI, que RABÂO GOSTOSO …
Eu sorria, empinava, rebolava, sentia ele me comer com força quando sinto o dedo dele, brincar no meu cuzinho, na hora eu me arrepio e me assusto ao mesmo tempo, dou um sorriso e digo:
E iii , vai com calma ai
Ele sorria, tirando o pau da minha buceta e pergunta:
Posso meter no seu cuzinho mana?
Eu falo:
Tem que ir pegar o lubrificante e a camisinha, tem lá no quarto.
Leandro então corre até o meu quarto, procura mas não acha, então eu vou ajuda-lo e abro a gaveta onde estava.
Começo a caminha junto com ele para voltarmos ao quarto e ele diz:
Qro comer seu cuzinho lá na garagem, com voce empinada no capô do carro.
Eu ria, mas concordava, caminhamos até lá e assim que chegamos voltamos a nos beijar, me ajoelhava novamente e começo a mama-lo ali na garagem, assim que o pau dele esta bem duro, coloco a camisinha nele e pego o lubrificante, logo depois estou toda empinadinha, encostada no carro dele.
Leandro bate na minha bunda e começa a meter o pau no meu cuzinho, eu tentava relaxar o maximo possível e logo o pau dele começa a entrar em mim, aos poucos indo fundo no meu cuzinho.
Ele começa o vai e vem, estava louco de tezão, alucinado, era a primera vez que faziamos anal, Leandro então começa seu vai e vem, eu fico ali, em pé, escorada naquele carro toda empinada com meu irmão fodendo meu cuzinho.
Era tezão de mais para ele, em pouco tempo Leandro anuncia que iria gozar, então ele tira o pau de dentro de mim e puxa a camisinha e me manda ajoelhar no chão.
Eu faço isso, e logo em seguida, Leandro começa a gozar, no meu rosto e seios, me deixando toda lambuzada.
Ele diz:
Sabia que você fica linda toda lambuzada com minha porra?
Eu apenas ria, lambia o pau dele e logo me levanto, indo para o banheiro me lavar, sentindo meu cuzinho todo sensível depois de aguentar aquela rola imensa dentro dele.
Saio do meu quarto já vestida, vou até o quarto de Leandro, ele estava na cama, também tinha tomado um banho e eu deito ao lado dele. Sem melosidades, apenas eu de um lado e ele do outro, vendo TV, quando Leandro diz:
É maninha … você viciou no meu pau e eu nessa sua bunda …
Eu dou um tapa no braço dele e digo:
Seu idiota
Ele ria para mim e fala:
Seu boquete é uma delicia … mas sua namorada mama melhor .
Dou um beliscão no braço dele e falo:
Vai lá pedir pra ela então vir aqui te chupar, já que o meu nao é bom.
Leandro ria e falava:
Olha que mando mesmo em kkkk duvida?
Nessa hora meu coração gela um pouco e eu digo:
Ela não vai vir, ela está no Karatê, depois tem que resolver umas coisas.
Leandro pega o celular, manda mensagem para Patrícia e diz assim pra ela:
Sua namorada está em um sono bem pesado … quer vir aqui? Senti saudades da sua boca.
Eu vejo aquilo e logo vejo Patricia respondendo:
Quer que eu vá até o outro lado da cidade só pra te mamar?
Leandro fala:
Sim, você vem?
Continua …
