Queime Puta traidora, Queime!

Um conto erótico de contradio
Categoria: Heterossexual
Contém 7218 palavras
Data: 08/01/2026 00:18:27

🚨 ALERTA 🚨

>> Este conto apresenta cenas de violência. Quem for sensível a este tipo de conteúdo, não leia, por favor.

Logo, sabendo disso, vamos começar essa vingança?

“Antes de embarcar numa jornada de vingança, cave duas covas.”
— Confúcio.

***

Minha esposa, Daiane, é aquela beleza clássica que chama a atenção em qualquer shopping de luxo: magra, olhos azuis penetrantes, sardas salpicadas sobre a pele pálida e um cabelo loiro natural que custa uma fortuna para manter brilhante. Ela já tinha me traído uma vez, antes de nos casarmos, na época em que namorávamos na faculdade. Eu, tolo e apaixonado, a perdoei.

Desde o início do ano, notei algumas mudanças de atitude que batiam exatamente com o comportamento da Daiane da época da traição na faculdade. Depois, veio a queda drástica na nossa vida sexual. Comecei a ter preocupações sérias sobre a fidelidade da minha esposa. O primeiro passo, e o mais fácil, seria rastrear a localização dela. Ativei o aplicativo "Buscar Meu iPhone" no celular dela sem que ela soubesse.

Dois dias depois, eu estava sentado no meu escritório, revisando planilhas, quando notei que o celular da minha esposa estava em casa. Sendo uma corretora de imóveis de alto padrão, ela ia a muitos lugares visitar clientes, mas definitivamente não ficava na nossa casa em uma tarde de quarta-feira. Falei para o meu chefe que precisava de um horário de almoço estendido e dirigi para casa.

Entrei no nosso condomínio fechado, passei pela portaria acenando e parei na garagem. Encontrei apenas o carro da minha esposa. "Talvez ela só tenha passado para pegar alguns documentos", pensei, tentando me enganar. Entrei em casa e, no fundo, eu já sabia que ela era uma vagabunda. Do quarto no andar de cima, ouvi a voz dela:

— Vem, sua puta, chupa com mais força!

Mas não era a voz dela, era um homem falando com ela. E logo em seguida, a voz dela:

— Isso, enche minha boca!

Caminhei silenciosamente até o lado de fora da porta do quarto e posicionei meu celular passando apenas a lente pela fresta da porta entreaberta, filmando o que acontecia lá dentro. Eu podia ver o vídeo na tela do meu celular enquanto capturava a ação em alta definição.

No quarto, minha esposa estava de quatro na cama, completamente nua. Ajoelhado na frente dela, com o pau socado na boca dela, estava nosso vizinho, o João. E, metendo no cu da minha esposa por trás, estava nosso outro vizinho, o Kevin. Ambos casados, pais de família, com filhos pequenos que brincavam na rua do condomínio. A cama estava coberta com um lençol de borracha preto que eu nunca tinha visto antes. Aquilo foi definitivamente planejado.

A bunda da Daiane estava num tom vermelho vivo. Eu podia ver as marcas de mãos estaladas na pele branca dela. O João também tinha uma pegada firme em ambos os mamilos da Daiane, puxando-os com uma violência desnecessária. O Kevin puxou o pau para fora do cu da Daiane e deu um tapa de mão aberta, estalado e forte, na buceta dela. Eu pude ouvir o som do tapa ecoando facilmente até o corredor. A palma da mão do Kevin bateu contra a abertura dela enquanto os dedos estalavam no clitóris. Kevin estapeou a buceta dela sete vezes seguidas. A cada tapa, Daiane arqueava as costas um pouco mais, gemendo abafado pelo pau na boca, até que suas costas estavam tão arqueadas que o cu dela apontava diretamente para o teto.

Eu nunca soube que ela podia se dobrar daquele jeito. Eu também nunca soube que ela gostava de dor durante o sexo. Eu tinha tentado ser mais bruto com ela uma vez, e ela me cortou do sexo por mais de um mês dizendo: "Eu não sou esse tipo de garota, sou uma mulher de respeito". Pura mentira.

Dava para ver por que o Kevin estava castigando a buceta dela. Quando o Kevin tirou o pau do cu da Daiane, o anel do ânus dela ficou escancarado, parecendo que ele poderia facilmente deslizar três dedos ali dentro sem lubrificante. Quando o Kevin deu o último tapa, o cu da Daiane já tinha contraído de volta para o tamanho de uma moeda de dez centavos, parecendo que mal caberia um lápis. Uma vez fechado e apertado, Kevin socou o pau de volta no rabo da Daiane com força total, fazendo-a gritar em volta do pau do João, engasgando.

João gritou:

— Troca!

João tirou o pau da boca da Daiane com um som de estalo úmido e Kevin tirou o pau do cu dela. Os dois circularam a Daiane, dando um "high-five" e rindo enquanto passavam um pelo outro. Kevin então enfiou o pau, ainda sujo de merda e lubrificante anal, na boca da Daiane, e João deu alguns tapas na buceta dela antes de enterrar o pau todo no rabo dela de uma vez só. João começou a socar o pau com força, impiedosamente, no cu da Daiane. Kevin agarrou o cabelo da minha esposa com uma mão, forçando a cabeça dela, e começou a foder a boca dela com brutalidade. A outra mão do Kevin puxava e torcia os mamilos da Daiane com tanta força que eu pensei que ele ia arrancá-los fora. Quanto mais forte ele puxava, mais alto Daiane gemia em volta da rola na boca dela.

Eu considerei se o vídeo que eu tinha já era o suficiente, quando ouvi a Daiane dizer, com a voz embargada de tesão:

— Eu preciso de vocês dois no meu cu agora!

Os dois caras rapidamente se deitaram de costas na cama, com as bundas e os sacos escrotais pressionados um contra o outro, e as pernas entrelaçadas. Definitivamente não era uma posição normal para dois homens "heterossexuais". Parece que a Daiane tinha adestrado eles muito bem.

Daiane agachou sobre os paus deles, agarrou as duas rolas com uma mão para alinhá-las, e foi se baixando. Do meu ângulo, eu podia ver perfeitamente ela enfiando os dois paus grossos no próprio cu ao mesmo tempo. Assim que ela conseguiu colocar as cabeças das rolas para dentro, ela se apoiou nos joelhos sobre o peito do Kevin e forçou os dois membros até o talo dentro do rabo. Ela deu um gritinho agudo quando forçou o último centímetro para dentro e começou a rebolar e socar a bunda com força contra eles. Alguns minutos depois, Daiane estava quicando freneticamente nos paus deles enquanto esfregava o próprio clitóris. Kevin agarrou os mamilos dela, um em cada mão, e começou a puxar como se fossem alavancas. Depois de cerca de dez minutos, João grunhiu, gozando. Kevin deve ter gostado da sensação do pau do João pulsando contra o dele, porque gemeu alto e começou a gozar também. Com os paus enterrados fundo no rabo dela, Daiane moeu a bunda contra eles até que terminassem de bombear tudo dentro dela.

Assim que terminaram de gozar, Daiane saiu de cima dos paus, escorregou rapidamente para baixo e começou a lamber as rolas para limpá-las. Isso colocou a bunda da Daiane bem em cima do rosto do João. O cu da Daiane estava destruído, um naufrágio completo, totalmente esgarçado, inchado e num tom de vermelho vivo quase roxo. Porra começou a escorrer do cu arrombado dela, passando pela buceta e descendo pelas coxas. João começou a lamber a porra das pernas dela, seguindo o rastro enquanto escorria em direção à boca dele. Depois de cerca de um minuto, Daiane disse algo para o Kevin. Kevin saiu de baixo dela e deu a volta para enfiar a língua e o rosto no cu da Daiane. Kevin começou a lamber e sugar a porra direto da fonte, do ânus dela.

O fluxo de porra parou de descer pelas pernas da Daiane, já que a cara do Kevin estava pressionada contra o cu arrombado, servindo de rolha. Então, João enfiou dois dedos de cada mão na buceta da Daiane e abriu a vagina dela. João então se inclinou e lambeu todo o "suco de rabo" que tinha sobrado na buceta da Daiane, e depois começou a chupar com força o clitóris inchado dela.

Daiane levantou a cabeça do pau do João e disse:

— Vocês são uns come-bunda tão bonzinhos, lambam meu rabo até ficar bem limpinho!

Daiane agarrou os próprios mamilos e puxou com força. Eu podia ver o rosto dela ficando vermelho com o esforço de empurrar a buceta e o cu para fora com tanta força (o famoso prolapse). O cu vermelho e inchado dela se abriu consideravelmente para engolir mais do rosto do Kevin. Gritando alto, Daiane começou a tremer toda enquanto gozava. Ela começou a esguichar — ou mijar — por toda a cara do João. Antes que eu pudesse descobrir o que era, João moveu a boca para a buceta dela, para engolir o que quer que estivesse jorrando.

A essa altura, o cheiro de suor, porra, bunda e mijo empestiava o quarto, vazando para o corredor. Infelizmente, o cheiro de cu arrombado e sujo era o dominante. Com meu estômago embrulhado de nojo, senti que tinha vídeo suficiente para qualquer coisa que eu decidisse fazer a seguir.

Desci para a cozinha, peguei uma bebida para mim e considerei minha nova situação. Eu agora sabia que minha esposa era uma vadia traidora. Também percebi que ela era uma pervertida nojenta na cama. Eu não queria mais aquela mulher.

Dizendo em voz alta para ninguém além de mim mesmo:

— Eu preciso de um plano. Eu preciso queimar essa cadela.

Parado na cozinha, ponderando, tive um pensamento e disse a mim mesmo em voz alta:

— É, é exatamente isso que eu vou fazer.

Fui até a adega climatizada e tirei todas as garrafas, exceto um vinho tinto encorpado, e as escondi no armário da despensa. Peguei dois dos comprimidos para dormir dela — uns tarja preta fortes que ela usava para "apagar" —, triturei-os até virarem pó e coloquei dentro da única garrafa de vinho que deixei, já aberta para "respirar", na bancada.

De volta à sala de jantar, peguei meu notebook e sentei à mesa. Parei para ouvir o que estava acontecendo lá em cima. Pelos gemidos, gritos e sons de tapas, eles estavam começando o segundo round. Entrei na internet e removi a Daiane do meu plano de saúde, do testamento e do seguro de vida. Separei nossas finanças nos aplicativos do banco. Baixei uma minuta de divórcio consensual pronta e comecei a preencher. Algum tempo depois, ouvi o chuveiro do andar de cima ligar. Eles ficaram lá dentro por mais de uma hora.

Nossa escada termina de frente para a porta de entrada, que fica diretamente oposta à nossa sala de jantar. Quando os três desceram, rindo e conversando, eu disse, com a voz calma:

— Vocês estão tão fudidos. Eu mandei o vídeo da foda de vocês para as esposas de vocês. Divirtam-se com os divórcios.

Todos os três congelaram em choque no patamar da escada.

João foi o primeiro a se recuperar. Ele gritou, vermelho de raiva:

— O que você fez, seu filho da puta?!

O João é uns cinco centímetros mais alto que eu e uns dez quilos mais pesado, embora a maior parte seja gordura de picanha e cerveja.

— Eu acabei com o seu casamento, assim como você fez com o meu.

— Eu vou quebrar a sua cara! — ele gritou, descendo os degraus pesadamente.

Antes que o João pudesse criar coragem suficiente para agir conforme a ameaça, eu me levantei e puxei duas facas de churrasco, daquelas de chef, afiadíssimas, que eu tinha escondido sob um guardanapo de pano na mesa. Dei um passo à frente, ficando a poucos metros do trio, com uma faca grande em cada mão. Encarando apenas o João, eu disse:

— Você sente a mesma coisa, Kevin? Quer vir também?

— Não, cara, eu não quero fazer parte disso. Tô fora.

— Então vaza. A porta é ali.

Apontei para a porta com a faca na minha mão esquerda, sem tirar os olhos do João. Kevin saiu correndo pela porta como um rato.

— Lá se vai o seu reforço, João. Agora somos só você e eu. Eu nunca gostei de você, João. Sempre soube que você era um merda, mentiroso e traíra. Você nunca gostou de mim porque eu sei o que você realmente é.

João, espumando de raiva, sibilou:

— Eu vou tirar essa faca de você e enfiar no seu cu.

Dei um passo mais perto, apontando a ponta da faca para o rosto dele.

— Vai em frente, tenta a sorte. Quando você tentar agarrar a faca que está na sua cara, eu vou afundar a outra faca de 20 centímetros direto na sua barriga gorda. Ou talvez você seja muito lento, e eu enterre esta aqui no seu olho esquerdo primeiro.

João me encarou com ódio nos olhos, mas hesitou.

— Vem, machão, estou ansioso para sentir minha faca entrando na sua carne. — Sorri com maldade para ele. — Vem, grandão, eu mal posso esperar para te foder. Eu quero tanto te matar agora. Vou te dar um incentivo: eu vou comer a sua esposa depois disso, já que ela sempre gostou mais de mim do que de você. Especialmente agora que eu sei que tenho um pau muito maior para oferecer.

Eu sabia que ele morria de ciúmes da amizade que a esposa dele tinha comigo, e o comentário sobre o pau maior foi só a cereja do bolo, porque era verdade. O rosto do João ficou roxo.

— Qual é o problema, valentão? Você vive dizendo no condomínio o quanto você é brabo. Que nunca foge de uma briga. Bem, aqui está sua chance.

Avancei rapidamente, estocando a faca em direção ao rosto dele. João recuou bruscamente, tropeçando. Se ele não tivesse se mexido, estaria sem o olho esquerdo agora.

A expressão do João mudou. Depois de quase perder um olho, ele percebeu que eu estava falando muito sério. Eu pude perceber pelo medo nos olhos dele e pela mancha escura de mijo que começou a aparecer na calça dele.

Encarando o João enquanto ele terminava de mijar nas calças, eu sabia que ele não faria nada além de falar. Eu disse com uma voz condescendente:

— João, você está mijando no meu piso de porcelanato. Sai da porra da minha casa.

— Vai se foder! — ele gritou, com a voz falhando, e correu porta afora.

Assistindo ele correr pela rua do condomínio, falei alto para ninguém em particular:

— Pena. Eu realmente odeio o João. Eu queria muito ver ele sangrando no chão.

Daiane estava pálida e aterrorizada, encolhida no pé da escada. Fechei a porta da frente, tranquei e me virei para ela, dizendo alegremente:

— Vamos lá, querida, vamos ter uma conversinha. Cuidado, não pise no mijo do "valentão".

Sentei-me novamente à mesa de jantar e coloquei as duas facas de volta sob o guardanapo, mas ao alcance da mão. Fiz sinal para a Daiane se sentar à minha frente, e ela correu para a cadeira, trêmula. Visivelmente abalada pelo que eu tinha feito com o João, Daiane disse com uma voz chorosa e contrita:

— Amor, me desculpa, eu sinto muito...

Enquanto olhava os papéis na minha frente, respondi com minha voz normal:

— Sim, você sente. Você é uma desculpa patética de ser humano.

Antes que a Daiane pudesse inventar outra desculpa estúpida, empurrei os papéis pela mesa para que ela pudesse vê-los.

— Eu preenchi essa minuta de divórcio. Como é consensual e não temos filhos, vamos resolver em cartório. Vamos dividir tudo 50/50, regime de comunhão parcial. Eu vou te dar a casa (que ainda tem financiamento) e vou ficar com meus investimentos e a previdência privada. Já transferi minha metade da conta conjunta e da poupança para minha conta pessoal. Paguei o saldo dos cartões de crédito e cancelei todos os seus adicionais. Eu quero você fora da minha vida o mais rápido possível, então estou sendo justo para tornar esse divórcio rápido. Mas não haverá pensão alimentícia. Nem um centavo.

Embora ainda tremendo, todo o arrependimento desapareceu num piscar de olhos.

— Nem fodendo! Eu conheço meus direitos. Você ganha muito mais que eu. Eu quero pensão e a casa quitada!

— Você gostaria de ver o vídeo que seus pais, sua família religiosa do interior e seus amigos chiques vão ver? De fato, acho que qualquer futuro namorado que você tiver deveria receber uma cópia. Adeus ao sonho de casar com outro conta bancária recheada.

Virei a tela do meu celular para ela, onde eu tinha pausado o vídeo mostrando ela com dois paus no rabo.

— Isso é chantagem! É crime!

— Não é minha culpa se as esposas do João ou do Kevin espalharem o vídeo que eu mandei para elas. Elas devem te odiar de verdade por destruir as famílias delas.

Apontei para os papéis na frente dela e disse:

— Assina. É o melhor acordo que você vai conseguir, e quanto mais você demorar, mais provável é que esse vídeo caia no grupo de WhatsApp do condomínio e da família.

Ela leu por cima, chorando de raiva, e assinou onde eu tinha marcado.

— Ótimo. Vou dar entrada nisso no cartório ainda hoje. Estou me mudando, então vou entrar e sair nos próximos dias para pegar minhas coisas. Já avisei no trabalho que vou tirar o resto da semana de folga. Então, se não se importa, por favor, só cala a boca e fica na sua enquanto eu saio daqui.

— Eu não vou deixar você levar o que quiser. Eu tô de olho em você!

— Tudo bem. A escolha é sua.

Com isso, levantei e saí de casa, supostamente para levar os papéis, mas na verdade fui alugar uma van pequena.

Quando voltei para casa com a van alugada, Daiane estava sentada no sofá, com uma taça de vinho na mão — aquele vinho "especial" que eu tinha deixado. Ela estava completamente nua.

— Estou gravando, então talvez você queira colocar uma roupa — avisei.

Ela sorriu para mim, lasciva, e abriu bem as pernas.

— Você não me ama mais?

Eu não respondi, embora quisesse muito. Queria fazer um comentário sarcástico sobre o ânus, a buceta, os mamilos e o clitóris dela, tudo inchado e arrombado. Mas o tratamento do silêncio estava irritando ela muito mais, então fiquei quieto.

— Você sabe que vai sentir falta desse corpo!

Encarei a buceta dela por um momento, fazendo uma cara de quem sentiu um cheiro de peixe podre. Então, sem dizer uma palavra, subi para o nosso quarto e comecei a empacotar minhas roupas. Ela me seguiu e se deitou na cama de costas. Agarrando os tornozelos, puxou os pés contra a bunda e abriu os joelhos.

Enquanto eu empacotava, ela tentou suas desculpas e tentou me seduzir por cerca de 20 minutos. Começou a esfregar a buceta e disse:

— Sinto falta do seu pau grande. Vem me foder e pegar sua buceta de volta.

Depois que falhei em responder a qualquer coisa que ela disse ou sequer olhar diretamente para ela, ela escorregou da cama quando eu estava de costas e começou a esfregar o corpo nu nas minhas costas.

— Vamos lá, bebê, eu deixo você comer meu cu.

Ela raramente me deixava foder o cu dela e não tinha deixado em muitos anos. Agora eu sabia por quê. Um pau só não era suficiente para preencher aquela caverna.

Ela estendeu a mão e agarrou meu pau, encontrando-o completamente mole. Minha raiva e nojo estavam felizmente anulando meu tesão. Ela finalmente percebeu que eu não ia falar e que a nudez dela não estava me excitando. Ela soltou meu pau e caminhou até a porta do quarto. Parou na porta e gritou comigo:

— Talvez se você fosse melhor na cama, eu não teria que dar para outros homens!

Não parei de empacotar, nem olhei para ela. Em todos os anos que estivemos juntos, eu sempre respondi aos avanços sexuais dela. Não conseguir provocar nenhuma reação em mim, verbal ou física, a deixou furiosa.

Daiane desceu as escadas pisando duro, gritando comigo enquanto ia:

— Se você tivesse sido um marido melhor, eu não teria procurado fora! Se você me desse mais atenção, não estaríamos tendo esse problema!

Seu último surto, ela gritou do pé da escada:

— Você nunca mais vai me comer até pedir desculpas por me tratar tão mal!

Pensei comigo mesmo: "Uau, que desastre de pessoa."

Enquanto eu carregava algumas das minhas coisas para a van de mudança, ela sentou no sofá com seu roupão de seda, bebendo o vinho batizado e assistindo TV. Fingiu que não me notava.

Cerca de uma hora depois, quando eu passava pela sala carregando uma caixa, vi que a Daiane estava dormindo profundamente. Entrei na cozinha e examinei a garrafa de vinho. Estava quase vazia. Caminhei até a Daiane e dei um empurrão nela. Estava apagada. Gritei o nome dela no ouvido. Nenhuma resposta.

Sentindo-me satisfeito, sorri e disse em voz alta:

— Adoro quando um plano dá certo.

Deslizei a aliança de casamento e o anel de noivado de diamante do dedo dela e coloquei no meu bolso.

Coloquei o celular dela em modo avião e o escondi no fundo de uma gaveta da cozinha cheia de tralhas. Fechei todas as persianas da casa. Cobri o vidro da porta da frente por dentro com um cobertor preto grosso (blackout) que eu tinha comprado mais cedo. Cobri as janelas das portas da garagem também. Desliguei a campainha. A casa parecia um túmulo.

Passei o resto da noite empacotando tudo o que eu queria da casa, incluindo as joias caras dela que eu tinha dado e os utensílios de cozinha importados que ela amava. Fiz isso primeiro, caso as coisas não saíssem como planejado.

Os comprimidos dela duram oito horas e ela sempre acorda grogue por uma hora depois. Enquanto está sob o efeito, minha esposa é literalmente impossível de acordar. Então, a cada seis horas, eu triturava outro comprimido, colocava o pó na boca aberta dela e derramava um pouquinho de vinho para ajudar a descer. Ela tossia um pouco, mas engolia pelo reflexo.

Às 8:00 da manhã de quinta-feira, acordei e fiz meu café da manhã. Fui lá fora e reorganizei o quintal. Usei um cadeado para trancar o portão lateral. Dei a Daiane outra dose de "remédio" e a carreguei para fora, colocando-a na espreguiçadeira da piscina. Amarrei algumas cordas entre as palmeiras do jardim e pendurei toalhas de praia grandes. Não que fosse provável alguém ver por cima dos muros altos, mas caso os vizinhos olhassem das janelas do segundo andar, pareceria que estávamos secando toalhas perto da piscina. Na realidade, era para criar um bloqueio visual para que ninguém visse minha esposa nua "bronzeando".

Continuei carregando a van durante o dia, levando as coisas para um depósito e itens pessoais para um apart-hotel. A cada seis horas, eu dava a ela outra dose. A cada hora, eu ia lá fora e ajustava a espreguiçadeira, garantindo que ela não ficasse na sombra das toalhas e que estivesse sempre apontada diretamente para o sol escaldante do meio-dia. Não queríamos um bronzeado desigual.

Por volta do meio-dia, alguém começou a esmurrar nossa porta da frente. Espiei pela fresta da janela da frente. Eram as esposas do Kevin e do João. Ouvi elas gritando:

— Sai daí, sua vagabunda, eu vou quebrar sua cara!

— Você não pode se esconder pra sempre, seu lixo!

Eu tinha alugado a van pequena para caber na garagem fechada. Vi elas tentarem entrar pelo portão lateral, mas estava com o cadeado novo. Felizmente, elas não pularam o muro. O cobertor preto dava a impressão de que a casa estava completamente escura e vazia. Como a casa parecia deserta, elas foram embora depois de uns 5 minutos xingando.

No final do dia, Daiane estava vermelha como um camarão. Depois do pôr do sol, levei-a para dentro e coloquei no sofá. Liguei o ventilador de teto no máximo para mantê-la fresca (e não acordar com o calor). Ajustei meu alarme novamente para me acordar a cada 6 horas para mantê-la inconsciente.

Sexta-feira de manhã, às 9:00. Carreguei Daiane de volta para a espreguiçadeira no sol. Surpreendentemente, por volta das 13:00, a dor da queimadura solar foi forte o suficiente para acordá-la, mesmo dopada. Observei-a cambalear pela porta dos fundos, gemendo.

— Daiane, meu Deus, o que aconteceu com você? Você está tão queimada! Aqui, deita no sofá e bebe essa água.

Deitei-a no sofá e dei um copo de água gelada que eu já tinha preparado. A água tinha outro comprimido dissolvido. Depois que ela apagou de novo, carreguei-a de volta para a espreguiçadeira sob o sol inclemente das duas da tarde.

Voltei para dentro, esvaziei duas garrafas de vinho na pia e lavei muito bem a garrafa batizada e o copo de água que ela usou. Não podia deixar provas.

Depois do pôr do sol, levei Daiane para dentro e coloquei no sofá. Eu podia sentir o calor irradiando do corpo dela a meio metro de distância. A pele dela já estava começando a formar bolhas d'água. Tinham sido dois dias de céu limpo, sol a pino e índice UV extremo. Deixei o sedativo passar.

Removi todos os cobertores das janelas. Abri as persianas. Tirei o cadeado do portão lateral. E removi as cordas e toalhas do quintal. A cena do crime estava limpa.

Às 20:00, cutuquei a barriga vermelha e queimada da Daiane com o dedo. Ela não acordou. Tentei de novo uma hora depois. Daiane acordou gritando, num pânico de dor:

— NÃO ME TOCA! AI!

— Daiane, eu preciso te levar para o hospital. Você bebeu demais, caiu no sono no sol e se queimou muito feio.

— Onde eu estou? Dói muito!

Daiane estava muito grogue e confusa.

— Meu Deus, Daiane, tenho que te levar para a emergência, você está horrível! Seu rosto está todo inchado.

Daiane tentou colocar o roupão de seda, gritando de dor quando o tecido tocou a pele em carne viva. Tive que carregá-la até o carro. As solas dos pés dela estavam tão queimadas de ficarem expostas que ela não conseguia nem pisar no chão. Coloquei-a no banco do passageiro e dirigi para o hospital, assobiando baixinho, o marido preocupado perfeito.

Após admiti-la na emergência do hospital, o médico saiu e me fez algumas perguntas.

— Quantas horas ela ficou no sol?

— Não sei. Eu me mudei recentemente. Por sorte, voltei em casa para pegar alguns itens quando a encontrei no sofá. Acho que ela ficou bêbada e dormiu no sol o dia todo. Doutor, ela vai ficar bem?

— Sim, mas não saberemos a extensão total dos danos até conseguirmos diminuir o inchaço.

— Quão ruim é?

— Ela tem queimaduras de segundo grau por toda a frente do corpo. Pode até ter algumas queimaduras de terceiro grau em algumas partes. Ela está com insolação grave, então estamos hidratando ela para baixar a febre e o inchaço. Vou atualizá-lo quando souber mais.

Depois que o médico saiu, dei uma espiada na Daiane. Tinham colocado gaze para queimaduras sobre toda a frente do corpo dela. Havia um curativo de gaze sobre a vagina dela. Eu tinha garantido que as pernas e a buceta dela ficassem bem abertas e sempre apontadas para o sol inclemente.

Uma enfermeira bonita se aproximou e me fez algumas perguntas.

— O senhor é o marido?

— Ex-marido.

— Bem, pode fornecer as informações do convênio dela?

— Não posso. Eu a tirei do meu plano de saúde. Não acho que ela tenha outro. Vai precisar perguntar a ela quando acordar.

Virei abruptamente e saí do hospital.

No dia seguinte, dois policiais da civil apareceram na nossa casa enquanto eu empacotava. Um oficial fazia perguntas enquanto o outro policial olhava ao redor do andar de baixo e do quintal. Ele passou a maior parte do tempo olhando na cozinha e na lavanderia.

— Podemos fazer algumas perguntas sobre a queimadura solar da sua esposa, que a colocou no hospital?

— Você quer dizer minha futura ex-esposa, Daiane? Estamos nos divorciando.

— Entendo. Pode nos dizer quando foi a última vez que viu sua esposa sem queimaduras de sol?

— Isso seria quinta-feira. Passei aqui algumas vezes para pegar minhas coisas. Ela estava sentada no sofá.

— Poderia dizer se ela estava tomando sol na quinta?

— Sim, ela tinha uma tonalidade vermelha bonita por todo o corpo.

— Que horas foi isso?

— Por volta das 20h.

— Como você conseguiu determinar a extensão do bronzeado dela?

— Ela estava pelada. Peguei ela na quarta com dois paus ao mesmo tempo, dos nossos dois vizinhos, e ela estava tentando me convencer a não me divorciar dela.

— Entendo. Quando a viu novamente?

— Vi ela na sexta de manhã, quando vim pegar mais algumas das minhas coisas.

— Ela estava tomando sol então?

— Sim. Ela entrou quando me viu dentro da casa. Estava completamente nua, bêbada e se sentindo mal. Ela de novo me ofereceu sexo de forma vulgar e ficou puta quando recusei.

— Peguei minhas coisas e saí. Ela estava de volta se estendendo ao sol quando estava indo embora. Tinha uma garrafa de vinho com ela.

— Sua esposa normalmente bebe muito?

— Ela geralmente bebe algumas taças de vinho enquanto toma sol. Quando a encontrei na sexta à noite, havia três garrafas vazias na bancada. Ela normalmente não consome três garrafas, a menos que esteja tomando sol com as amigas. Mas ela bebe mais quando está deprimida. E ela estava definitivamente deprimida sabendo que não vou continuar casado com uma vadia.

— Pode nos dar os nomes das amigas com quem ela costuma tomar sol?

— Posso dar os nomes das duas melhores amigas dela com quem ela bronzeia. Mas infelizmente, elas a odeiam agora.

— Por quê?

— Aqueles dois caras que eu disse que peguei dando para ela ao mesmo tempo. Eram os maridos delas.

— Entendo. Sua esposa alega que você a drogou e a deixou no sol.

— Ela me culpa por ser uma idiota? Eu sempre disse a ela para não beber quando tomava aqueles comprimidos idiotas para dormir.

— Então sua esposa toma comprimidos para dormir?

— Sim. Ela tem receita médica. Ela toma como se fossem balas quando quer dormir, está deprimida ou com dor. Honestamente, ela gosta de tomar e beber. Eles deixam ela completamente chapada.

— Entendo. Bem, obrigado por falar conosco.

Enquanto se viravam, dei a eles minha melhor expressão confusa. Achei que era um toque legal e estava honestamente curioso sobre o que estavam pensando. Honestidade é sempre a melhor política com a polícia.

Assim que a polícia saiu, troquei minha van pequena por uma van grande de mudança. Eu precisava de espaço para móveis e itens grandes da garagem.

Na segunda-feira, coloquei a casa à venda, antecipando que precisaria da alavancagem em breve.

Dois dias depois, Daiane ligou:

— Amor, pode me trazer algumas roupas?

— Não, não vai rolar. Por que você não pede para o João ou o Kevin fazerem seus serviços?

— Amor, eu preciso da sua ajuda. Você não pode me perdoar um pouquinho?

— Você já teve seu pouquinho de ajuda de mim. Tive que carregar sua bunda patética até o carro e te levar para o hospital. Nunca mais me ligue.

E desliguei.

Quando Daiane saiu do hospital, eu tinha tirado tudo da casa, exceto suas roupas mais velhas, maquiagem, nossa cama e o lençol de borracha. Eu tinha encontrado o lençol de borracha escondido no fundo do cesto de roupas sujas, num saco plástico zipado grande. Não deixei lençóis, cobertores ou travesseiros na cama, apenas o lençol de borracha. O mesmo lençol de borracha que ela não tinha tido chance de lavar. Tenho certeza de que o quarto estava bem fragrante quando ela chegou em casa, especialmente porque desliguei o ar-condicionado central antes de sair. Bem quentinho para o retorno da minha esposa queimada pelo sol.

Guardei o que queria numa unidade de armazenamento alugada. Tudo o que eu não queria, ou que a Daiane iria querer no divórcio, vendi num brechó ou joguei fora. Queimei todo o álbum de casamento, deletei todas as cópias digitais e queimei o vestido de noiva dela.

Ambos contratamos advogados e me comuniquei exclusivamente através deles. Daiane me enviou centenas de mensagens de texto e e-mails. A maioria pedidos de desculpas, mas algumas ameaças também. Especialmente quando ela chegou em casa do hospital e descobriu que eu tinha limpado o lugar.

Daiane tentou contestar os papéis de divórcio que havia assinado. Ela precisava de dinheiro. Ela se tornou uma vampira, tendo que evitar o sol a todo custo. Apenas o calor do sol na roupa causava dor nela. Claro, ela teve que largar o emprego de corretora de imóveis. Quem quer que um monstro cheio de bolhas, que tem que evitar o sol, mostre uma casa?

Ela alegou que havia assinado os papéis de divórcio sob coação e que eu tinha roubado tudo da casa. Ela também queria pensão alimentícia. Felizmente, a casa vendeu antes de nos divorciarmos. Quando ameacei impedir a venda da casa e não assinar a transferência do valor para ela, ela concordou em não contestar mais o divórcio. Eu sabia que ela estava desesperada por dinheiro.

Um mês após o divórcio, depois de escurecer, houve uma batida forte na porta do meu apartamento. Olhando pelo olho mágico da porta, vi que era minha ex-esposa. Eu não tinha falado com ela desde que a deixei no hospital. Ela parecia ter bebido.

Eu sabia que esse dia chegaria. Abri a porta e ela se empurrou para dentro do apartamento.

— O que você quer, Daiane?

— Quero uma bebida.

— Tem uma garrafa de vinho na geladeira.

Ela abriu a porta da geladeira, pegou a garrafa de vinho já aberta e tomou um grande gole direto da garrafa. Ela então pegou uma taça e a encheu, esvaziando a garrafa de vinho. Com sua taça cheia na mão, Daiane sentou no meu sofá.

Com meu tom mais sarcástico, disse:

— Por que você não fica à vontade?

— Vou ficar — Daiane respondeu, igualmente sarcástica. Ela tirou a jaqueta leve e sentou de volta no meu sofá. Ela estava usando uma blusa minúscula tipo cropped que era basicamente um biquíni. Ela tinha uma expressão presunçosa, arrogante e esnobe no rosto que eu tinha visto muitas vezes demais.

Sentei na frente dela. Olhei para ela com um olhar duro. Ela tinha muito mais rugas e pintas escuras no rosto. A pele dela tinha descascado pesadamente e estava muito irregular, com manchas brancas, vermelhas e cinzas. Ela não tinha maquiagem, então suponho que os médicos devem ter dito que maquiagem poderia levar à infecção.

A maior mudança foi no nariz dela. Agora, o nariz dela era visivelmente maior. Em vez de um narizinho bonito, ela tinha uma bagunça inchada e cheia de cicatrizes. Ela também deveria ter deixado a jaqueta. O corpo dela tinha mais pintas escuras que o rosto e a pele parecia muito pior.

Daiane sempre se orgulhou muito de sua aparência e sempre se vestia com roupas bonitas para chamar a atenção dos homens e conseguir o que queria comigo. Eu sabia que Daiane estaria insegura com sua aparência. Acho que parte do motivo dessa visita era uma tentativa de aumentar a autoestima, conseguindo um pouco daquela velha e testada adoração de mim. Não fiz nenhum esforço para esconder minha falta de interesse em como ela parecia agora.

Daiane visivelmente murchou sob meu olhar e sua arrogância evaporou.

O que ela esperava? Ela é uma narcisista acostumada a conseguir o que quisesse dos homens com um sorriso fofo e um rebolado. A queimadura solar a havia envelhecido 25 anos. Em vez de 25 anos de perda lenta de atenção dos homens, ela havia se tornado invisível para os homens da noite para o dia. Especialmente para mim.

— O que você quer, Daiane?

Com um sorriso caloroso:

— Quero que você me dê outra chance.

— Amor é confiança. Eu não confio em você. Em vez de melhorar nosso relacionamento, você egoisticamente escondeu a Daiane selvagem e excitante de mim e deu essa parte de você para outros. Não importam suas razões, ou o que você diga agora, suas ações dizem que eu não valia o esforço.

— Isso não tirou nada do nosso relacionamento. Eu ainda era a mesma dona de casa que sempre fui.

— Você deveria ter usado essa energia para dar vida ao nosso relacionamento, não envenenar ele.

Eu conhecia Daiane bem o suficiente para saber que ela veio preparada com um roteiro bem ensaiado. Pela expressão surpresa no rosto dela, eu tinha acabado de descarrilar o diálogo de abertura dela.

— O que você realmente quer, Daiane?

O sorriso dela desapareceu.

— Quero que você pague minhas contas médicas. Você não deveria ter me tirado do seu plano de saúde. Ainda não estávamos oficialmente divorciados.

— Na verdade, é assim que funciona num divórcio. Separamos nossas finanças e não coabitamos mais. É assim que é feito.

Olhando para mim por baixo de suas novas pálpebras caídas:

— Você fez isso comigo, você me deve. Vou para a polícia se não me ajudar.

— Bem, esse porco não vai voar. A polícia veio há meses e me questionou. Como nada aconteceu desde então, ou durante nossa audiência de divórcio, ninguém acredita na sua história maluca.

— Eu sei que você fez isso comigo!

— O quê? Deixei você se deitar ao sol ficando bêbada e dormindo? Não sabia que havia uma lei contra isso.

— Como você pôde? Você me ama!

— Errado. Amava você. Passado.

Ficamos em silêncio por alguns momentos, e ela disse com sua voz mais lastimável:

— Eu preciso da sua ajuda. Tenho uma montanha de contas médicas, estou sem dinheiro e preciso de mais tratamento de pele. Talvez até enxertos de pele para consertar certas coisas.

Olhando para mim com olhos muito tristes:

— Eu ainda te amo. Eu sei que você me amava. Ainda poderíamos nos amar.

Acho que a queimadura de sol tinha estragado os ductos lacrimais dela. Eu podia ver que ela estava tentando chorar para conseguir simpatia.

— Por que você não pede ajuda ao Kevin ou ao João? Eles também conseguiram te amar, não?

Olhando para mim com uma expressão estranha de culpa, raiva e arrependimento:

— Eles estão divorciados, quebrados e não querem nada comigo.

— Algumas semanas depois da nossa separação, o João veio ao meu apart-hotel e queria transar. Acho que ele pensou que poderia recuperar a masculinidade me fodendo. Ele não conseguiu ficar de pau duro. Eu podia ver nos olhos dele que eu o lembrava do momento em que ele mijou nas calças de medo de você. Ele saiu do meu apartamento me xingando de velha seca. Ele nunca gostou de você e estava roendo ele por dentro o fato de ter recuado para você de forma tão espetacular. O pior é que a esposa dele tinha visto o vídeo que você mandou e estava esperando em casa por ele. Ela viu que o João tinha se mijado e sabia que você tinha causado isso. Ela até tirou fotos.

Eu tinha transado com a esposa do João várias vezes desde aquele dia. Ela me perguntou por que o João tinha se mijado e eu contei. Depois, ela sempre mencionava meu nome quando falava com o João. Com a permissão dela, enviei uma foto de sexo para o João toda semana. Nada que qualquer um pudesse dizer que era ela e eu, mas o suficiente para o João saber. Paramos de transar algumas semanas atrás, mas eu tinha muitas fotos. E sim, eu me certifiquei de que ele pudesse ver que meu pau realmente era maior.

Não me esforcei tanto com o Kevin. Não havia mais nada para destruir depois que ele perdeu a família. De várias formas, Daiane tinha admitido durante algumas de suas mensagens bêbadas e culpadas que o João a tinha perseguido, mas ela tinha seduzido o Kevin. Daiane queria um ménage e achava o Kevin bonitinho e jovem. Em um dos churrascos do João, eu tinha visto o quão empolgado o Kevin ficou quando a Daiane respondeu às cantadas inocentes dele. Depois da primeira vez que transaram, Kevin quis terminar, dizendo que foi um erro. Mas João e Daiane chantagearam o Kevin para continuar, com fotos que o João tinha tirado secretamente. Kevin aprendeu da maneira mais difícil como os traidores são vulneráveis.

— Você realmente assustou o João a ponto de ele mijar nas calças.

Daiane me olhou com excitação nos olhos brilhantes. Ela estava relembrando a excitação do momento. A deixou exultante. Os olhos dela me diziam que ela estava esperando que tivesse sido um esforço meu para reconquistá-la. Encarei ela com uma expressão morta até essa esperança deixar os olhos dela.

— Quanto ao Kevin, a esposa dele se refere a ele como "come-bunda" para todo mundo, até para os filhos. Ela nunca vai deixar o Kevin, ou qualquer outra pessoa, esquecer. Ela enviou seu vídeo para todos que ele conhece, incluindo a família dele e a minha. Encontrei o Kevin no supermercado, para ver se poderíamos nos encontrar. Ele começou a chorar e caiu no chão berrando. Saí quando a polícia apareceu. Ele está mais quebrado que o João.

Eu podia ver o olhar assombrado nos olhos dela enquanto ela relembrava a forma como Kevin e João tinham olhado para ela e o que ela tinha feito para destruir os casamentos deles. Daiane tomou um grande gole de vinho da taça tentando aliviar a dor.

— Por que você não oferece sexo pervertido a eles? Funcionou antes.

— Eu não posso fazer sexo.

— Por quê, pegou uma doença venérea?

— Não. A queimadura de sol.

— Ai. Os mamilos doem tanto assim?

— Você não tem ideia. Meus mamilos estão horrivelmente sensíveis. Tenho que colocar gaze sobre eles constantemente. Até uma brisa sobre eles é dolorosa.

— Pelo que vi, você gosta desse tipo de coisa. Mas não acho que seus peitos sejam o que João e Kevin estão realmente interessados. Eu me lembro que eles gostam do seu cu.

Não, os ductos lacrimais dela ainda funcionam. Daiane explodiu em soluços e meio que gritou:

— A queimadura de sol queimou meu clitóris!

— O quê?

Entre os soluços, ela disse:

— Meu clitóris foi queimado pelo sol tão gravemente quanto o resto de mim. Depois que a pele descascou, perdi toda a sensibilidade no clitóris. Os médicos disseram que a sensibilidade pode voltar, mas não consigo sentir nada mais. Não consigo mais ter orgasmo.

Daiane soluçou mais forte nas mãos.

Deixei ela chorar por alguns minutos. Eu podia ver que ela estava esperando que meu coração se partisse e eu a pegasse nos braços. Em vez disso, peguei a taça de vinho e entreguei a ela. Ela bebeu alguns grandes goles, fungou e me deu um pequeno sorriso.

Inacreditável! Ela pensou que poderia simplesmente me reconquistar com algumas lágrimas, uma roupa sexy e um sorriso? Depois de arrancar meu coração e me tratar como papel higiênico, ela ainda esperava que eu estivesse lá para ela, para fornecer apoio financeiro e emocional.

Sorri para mim mesmo. Eu tinha napalmeado a vida fácil dela. Agora era hora de esmagar toda esperança restante e tirá-la completamente da minha vida.

Quando Daiane viu meu leve sorriso, ela parou de chorar e me deu seu sorriso mais caloroso. Fui até ela, levantei ela puxando levemente seu braço e a guiei até a porta da frente. Na porta aberta, ela se virou e pressionou o corpo contra o meu. Ela olhou amorosamente nos meus olhos e perguntou:

— Você não me ama mais?

Olhando profundamente nos olhos dela, lentamente fechei a porta e disse:

— Por quê? Tudo sobre você que eu amava se foi.

Derrotada na minha soleira, fechei lentamente a porta na cara dela.

***

[FIM]

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Eita bagaceira.

A esposa foi queimada literalmente.

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