O colchão baço do porão da igreja testemunhava a geografia de uma perversão sem fronteiras. Larissa não era mais uma participante; era um território conquistado, um experimento em limites humanos. A fama digital, em vez de envergonhá-la, acendeu um pavio de autodestruição gloriosa. Ela queria mais. Queria o inominável.
“Pastor… Vilmar…”, ela arrastou as palavras, a voz rouca de tanto gritar. “Quero sentir… tudo. Me arrebenta de verdade.”
Valdomiro trocou um olhar com o irmão. Um sorriso predatório se desenhou nos lábios de ambos. Era o que eles esperavam. O estágio final da criação deles.
Vilmar foi primeiro. Com as mãos ensaboadas com um lubrificante gel e barato, ele começou a explorar, dedo após dedo, enquanto Valdomiro a segurava pela cintura. Larissa gritava, mas eram gritos de incentivo. “Mais! Por favor, mais!” Quando a mão inteira de Vilmar, fechada em um punho, desapareceu dentro dela com um som úmido e obsceno, Larissa teve um orgasmo tão violento que seu corpo arqueou como um arco, os olhos revirando, um jato de squirt atingindo o chão de concreto a metros de distância. Era uma sensação de dilaceração, de posse total, de aniquilação do eu. Ela adorou.
“Olha o buraco que fizeram na esposa do corno”, rosnou Valdomiro, observando o ânus completamente distendido e pulsante. “Parece a boca de um túnel. O Bruno nunca vai encontrar o paraíso aqui, não é, puta?”
“NUNCA!”, ela urrou, babando. “O CU É DOS SENHORES! O BRUNO É UM LIXO, UM CORNO BURRO! ELE MERECE SÓ AS MIGALHAS QUE EU DEIXO! O PRATO PRINCIPAL É DO PASTOR E DO VILMAR!”
Valdomiro, então, tirou o cinto de couro grosso que usava nas calças. Não era para segurá-las. Com um estalo seco no ar, a primeira cinta atingiu as costas de Larissa, deixando uma marca vermelha e instantânea. Ela gritou, mas seu quadril empinou mais, oferecendo-se.
“Isso! Bate mais! Bate nessa puta do seu irmão!”, ela incitava, dirigindo-se a Vilmar, que ainda tinha o braço dentro dela, movendo-se lentamente, revirando suas entranhas.
Vilmar, com a mão livre, deu tapas fortes em seu rosto, deixando as bochechas vermelhas. “Vagabunda! Cadela da igreja! O Bruno acha que tem uma dona de casa? Ele tem é um urinol de porra, um saco de lixo!”
A humilhação verbal fluía tão livremente quanto os fluidos corporais. Eles inventavam detalhes. “O Bruno bebe a minha porra no café que você faz!”, Valdomiro gritava, aplicando outra cintada. “Ele lambe o chão onde você escorre quando a gente termina!”
“ELE LAMBE TUDO! É UM CÃO SUBMISSO! UM CORNO ORDEIRO!”, Larissa respondia em êxtase, cada insulto ao marido sendo uma faca que ela própria empunhava, cortando os últimos fios de lealdade. Ela gozava novamente, um tremor convulsivo que fazia seu corpo todo estremecer.
O ritual tornou-se uma liturgia da crueldade. Eles faziam fila. Enquanto um a possuía com o braço, o outro a usava de outras formas, ou simplesmente a espancava com as mãos, com o cinto, com um cabo de vassoura enfaixado. Cada hematoma era uma medalha. Cada xingamento a Bruno, um hino.
“Ele trabalha que nem um jumento pra sustentar o motel onde a gente te arromba!”
“A casa que ele paga é o nosso puteiro particular!”
“Ele é a nossa maior diversão! O palhaço que paga a festa!”
Larissa repetia tudo, acrescentava seus próprios detalhes cruéis, lembrando da impotência sexual do marido, de seus hábitos mesquinhos, transformando-o no vilão perfeito da fantasia deles. O sexo com Bruno era um pensamento repugnante. Ela o tratava com frieza glacial e desdém aberto. Qualquer aproximação dele era recebida com um olhar de nojo e um “sai de perto, você me enoja”.
Bruno, afundado em uma depressão confusa, via sua esposa se transformar em um estranho hostil e belo, cujo corpo sempre parecia marcado por “acidentes domésticos” inexplicáveis. E ele, em sua ingenuidade devastadora, procurava o Pastor Valdomiro.
“Pastor, a Larissa… ela mudou. Está tão agressiva. E está sempre machucada…”
Valdomiro colocava uma mão paternal no ombro de Bruno, seus dedos que horas antes haviam torturado a esposa do homem agora transmitindo uma falsa solidariedade. “Meu filho, o inimigo ataca com força os lares abençoados. Larissa pode estar sob ataque espiritual, possessão de um espírito de agressividade e frieza. São as tentações da carne se manifestando. Continue orando. Continue sendo o esteio. E,” ele baixava a voz, como quem compartilha um segredo sagrado, “não tente forjar a intimidade agora. O corpo dela pode estar sendo um campo de batalha espiritual. Deixa comigo e com o Vilmar, nós fazemos sessões de libertação com ela. É forte, mas necessário.”
Bruno agradecia, com lágrimas nos olhos, pela dedicação do seu pastor. Enquanto isso, no porão, Larissa, com o ânus dilatado e latejante, as costas pintadas de vergões roxos, beijava os sapatos sujos de Valdomiro depois de ter bebido a mistura de seus fluidos e dela mesma de um balde.
Ela não era mais humana. Era um monumento vivo à perversão, uma criatura que só encontrava o êxtase na própria aniquilação e na humilhação ritualística do homem que, por um acaso do destino, ainda assinava sua certa de casamento. E os dois homens, o pastor e o segurança, eram seus deuses demolidores, atendendo a todas as suas preces distorcidas com braços, cintos e palavras que a mantinham presa para sempre ao abismo que eles mesmos cavaram. A igreja, lá em cima, cantava hinos de louvor. No subsolo, o coro era de gemidos, estalos de couro e hinos de ódio ao corno que, sem saber, bancava a cela do próprio inferno.
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