Minha vida sexual estava em sua plenitude, ainda mais agora depois de levar minha tia e depois minha mãe pra cama. Tia Paula durante o dia, dona Rita às noites, e com isso eu praticamente não sobrava tempo nem muita energia pra buscar outras garotas nesse instante, embora ambas estivessem bem tranquilas em me dar essa liberdade caso eu tivesse essa intenção.
Na verdade, eu até tinha, mas não era exatamente uma garota... Depois de tanto carimbar ambas as filhas, eu estava agora curioso se existia esse mesmo espaço junto à mãe delas. Minha vó irá completar 57 anos em alguns dias, ainda dando um caldo respeitável, e eu vinha gradualmente aumentando minha presença ao seu lado, com notórias segundas intenções.
Se Paula e Rita exibiam aqueles corpos impecáveis, elas certamente herdaram isso de Renata, minha charmosa, carismática e exuberante vó, que mesmo respeitando todos os limites que sua idade impunha, ainda causava um respeitável frisson entre os machos. Sempre muito discreta e recatada, mas ela nunca perdia a chance de deixar sua marca por onde passava. Seja seu penteado, vestidos, acessórios, perfume, seu discreto e sensual rebolado, o tom de voz ou simplesmente o brilho em seus olhos, minha vó estaria certamente na lista de desejos de boa parte dos homens com quem ela convivia. Seu cabelo vivia quase sempre preso num rabo de cavalo, mas eventualmente seus fios morenos apareciam soltos, quase tocando seus ombros, exibindo agora algumas mechas mais grisalhas. Ela tinha plena consciência de que seu charme não dependia da tintura que aplicasse em seus cabelos.
Sua casa ficava no meio do caminho entre minha tia e minha mãe, então era quase trivial eu organizar horários e trajetos para estar mais presente em seu dia-a-dia. Almoço aqui, shopping ali, ajudar no jardim aqui, organizar o porão ali, e com isso eu começava mais e mais a participar de sua vida. Ela morava sozinha, nunca fez questão de depender de nenhuma das filhas ou parentes para cuidar dela, e realmente sua disposição e energia eram notáveis.
Eu precisava descobrir os caminhos para ficar mais íntimo dela, e descobri que o fogão seria meu aliado. Ela sempre prezou por comer com qualidade, e desde cedo eu sempre tive muito interesse em cozinhar, então talvez a escolha certa de algumas refeições com ela poderia começar a alargar esse espaço que eu estava conquistando.
Não exatamente na forma e ritmo que eu desejava, mas a aproximação foi aumentando. Ela assumia pouco a pouco um papel de chef de cozinha, corrigindo algumas falhas nas minhas técnicas e temperos, e isso foi criando a tão esperada cumplicidade que eu buscava com ela. Eu não era exatamente fã de ser educado e direcionado, sempre preferi fazer minhas explorações culinárias por conta própria, mas eu considerava esse um preço muito justo para me aproximar dela.
Um assado aqui, um arroz ali, um filé gratinado, uma salada caprese, e aos poucos a gente foi acertando a mão, não apenas na cozinha em si, mas no espaço em dividir impressões e sentimentos, que era meu objetivo desde o início.
Ela conversava sobre o que ainda esperava da vida, da falta que sentia de um contato mais íntimo e de quanto ela precisava se sentir valorizada. Eu ria bastante com ela, completando sempre com respostas carinhosas, tentando levantar sempre sua autoestima e dando espaço a ela para se abrir cada vez mais com esse neto. Mal sabia ela onde eu pretendia chegar...
Devo confessar que oportunidades e acidentes se combinaram de maneira quase mágica, eu parecia ter uma ajuda invisível para que nossos laços ficassem cada dia melhores. O molho de tomate que acidentalmente escorreu por sua blusa teve que ser rapidamente removido antes que resultasse numa queimadura, e esse prestativo neto não titubeou em sacar fora sua blusa, limpar todo o seu sutiã do resto de molho que insistia em escorrer e aplicar um pouco de gelo em seu peito para evitar uma queimadura. Aquilo ainda estava muito longe de ser uma experiencia efetivamente erótica, mas convenhamos que ver minha vó usando apenas seu sutiã e apalpar um pouco de seus seios me deixou bem contente, suas curvas eram insinuantes, e eu sentia que estava caminhando por um terreno que prometia o que eu tanto ansiava.
De certa forma, aquilo serviu para ela relaxar mais um pouco comigo, suas roupas, desde sempre muito conservadoras, ficaram cada vez mais leves e descontraídas, inclusive com direito e shortinho e camiseta sem sutiã, algo que nunca antes nenhum de nós tinha observado ela vestir. Se ela parecia se sentir confortável assim comigo, quem sou eu pra reclamar! Que pernas mais bonitas ela tinha... um pouco de celulite, talvez uma ou outra estria, mas nada que tirasse o charme e encanto daquelas pernas cuidadosamente torneadas.
Genética, genética, genética... eu passava diariamente a rola em suas filhas, então era inevitável comparar aqui e ali não apenas as duas entre si, mas principalmente agora com a mãe delas. Minha vó não era exatamente uma boneca como as filhas, mais de cinco décadas faziam alguma diferença, sua barriga já não era mais lisinha, a cintura um pouco mais larga, os seios balançavam um pouco mais ao sabor da gravidade, seus quadris pareciam um dedo ou dois mais largo que das filhas, mas tudo isso tinha um efeito muito positivo de erotismo para mim, ela não tinha nada broxante. Os poucos traços de idade que ela começava a exibir eram bem mais sutis que de muitas mulheres mais novas que minha tia. Ela assim não precisava de muita maquiagem ou acessórios para parecer jovem e bem atraente, sua boca ainda era um charme, seu rebolado era discreto, mas com certeza atraía olhares, seja com seus discretos vestidos ou bem realçados com suas calças jeans que modelavam seus quadris, e devo confessar que abusei de água gelada nela para ver se ela também entraria no clube do farol aceso das filhas.
Não tive muito sucesso nisso, mas as brincadeiras naturalmente evoluíam, eu estava agora muito mais próximo dela do que já estive com muitas namoradas, e mais tarde ela confidenciaria sentir o mesmo em relação a mim. Segurar suas mãos, acariciar seus braços, beija-la carinhosamente no canto da boca ou sentir seus cachos grisalhos entre meus dedos começava a ficar uma rotina gostosa entre nós. Sem falar do tesão absurdo que eu sempre senti por cabelos...
A evolução natural partiu para abraços mais longos e apertados, e diversas vezes eu dava meu abraço nela por trás, enlaçando sua cintura e conferindo mais um pouco daquele corpinho tão gostoso, sem muita reclamação dela nesse sentido. Sentia que meu espaço estava crescendo, e num dia calhou dela estar com uma blusa de lacinhos e um shortinho bem esvoaçante, algo bem de menina, e eu com uma bermuda intencionalmente sem cueca. Cheguei para mais um abusado abraço por trás, e quando minha virilha encaixou em seus quadris, minha ereção foi imediata.
Ela percebeu o que estava acontecendo, e não pareceu muito confortável com isso. “Será que meu neto nutre desejos por mim?!?”, ela me confessaria a dúvida mais tarde... Contudo, ao invés de repreensão, ela apenas não retribuiu o carinho como costumava fazer, então fiquei mais alguns poucos instantes cutucando ela, e logo partimos de volta pro fogão.
O stress se tornou perceptível, ficou uma espécie de elefante branco dentro da cozinha, e na hora de comermos, o assunto veio à tona.
- Hoje caiu uma ficha em mim que há muito tempo eu não percebia...
Eu sabia o rumo que a conversa ia tomar, só não sabia ainda ao certo como abordar tudo aquilo.
- A gente tem se aberto muito um pro outro, acho bem gostoso isso, mas eu nunca podia imaginar que alguém com minha idade pudesse despertar o desejo num jovem que deveria estar passando o rodo direto por aí.
Para minha surpresa, não era exatamente uma crítica, mas quase um elogio.
- Como assim, vó? Se em algum momento eu fui desrespeitoso com a senhora, por favor me avisa, eu nunca vou querer o mal da senhora.
- Seu bobinho... não estou reclamando, não, eu devo confessar que estou até surpresa de ver um pau duro tão perto assim de mim. Já faz tempo que seu vô partiu, e desde então eu nunca mais tive um homem, e você sabe que isso fez muita diferença pra mim.
- Imagina, vó, a senhora ainda põe no bolso muitas mulheres que andam por aí.
- Até parece... olha por exemplo sua mãe e sua tia! Elas ainda parecem duas meninas, e já passei do prazo de validade.
Em relação às filhas, eu não ousaria contestar minha vó... aquelas duas eram regularmente conferidas pelo meu caralho, e eu não via a hora de conferir que ela estava redondamente enganada em relação a si própria.
- Bobinha, é obvio que não... a senhora pode até ter mais tempo de estrada que elas, mas eu posso garantir que seu charme ainda sobra pra todo lado.
- Charme, ruga, estria, celulite, pé de galinha, mas não sei, não... pelo tamanho que eu senti aí embaixo hoje, parece que ainda devo ser bem interessante, né?
-Ah... não sei as palavras corretas para isso, mas se eu pudesse ter na cama alguém do nível da senhora pra passar a vara todo dia, pode ter certeza que eu não ia reclamar nada!
- Menino, que é isso, até parece... você ia querer alguém que você pudesse usar e abusar por dentro e por fora, imagina eu estar nesse nível?
- Por favor, vó, não se ofenda com minha sinceridade... Muitos homens me invejariam hoje por estar aqui ao lado de uma mulher tão charmosa, elegante e sensual como a senhora. Confie em mim, seu corpo ainda impõe respeito, e olha que, na prática, nem conheço muita coisa dele, só o pouco que a gente convive aqui.
- Como assim? Você acha que eu uso roupa demais? Você pretende me ver em trajes ainda menores?
- Perguntar pro bode se ele quer tomar conta da horta, vó? Obviamente a resposta só pode ser SIM! Pode ter certeza que, por exemplo, a senhora não ficaria nada mal dentro de um biquini, exibindo essas pernocas roliças, as dobrinhas dessa bunda arrebitada, esses peitos muito lindos ou ainda esse pacotinho que a senhora esconde aí embaixo, pode ter certeza que esse humilde neto não ia reclamar nem um pouco.
- Seu besta, para com isso, eu não tenho mais 20 anos, não... tenho quase o triplo disso! Imagina cada coisa besta que você descreveu aí!
- E se pudesse ser ainda menos que um biquini, vó, pode ter certeza que esse seu neto continuaria sem reclamar nada... Eu posso dizer que já tive boas mulheres em meus braços, e quisera muitas dessas mulheres chegassem aos 30 ou 40 com o corpo que a senhora exibe hoje, vó. Não tem nada sobrando aqui ou ali, não... tudo é bem certinho na senhora. Preciso confessar, sim, que desde aquele dia do molho de tomate, em que fiquei acariciando seu colo e esbarrando nos seus peitos, minhas intenções não são exatamente as mais ingênuas do mundo. Perdão pelo vocabulário, mas eu penso bastante na mulher formidável que a senhora esconde debaixo dessas roupas, incluindo seu peito, bunda, pernas e tudo mais, e acho a senhora não faz ideia de como é gostosona...
Numa de nossas deliciosas conversas mais adiante, ela me confessaria que esse molho de tomate rendeu a ela sensações e experiências idênticas, ela deixou de me ver como apenas um neto e isso começou a despertar de volta sua sexualidade, que até então ela julgava adormecida ou quase enterrada.
- Mas você é meu neto, falando assim dos meus peitos ou sei lá o que mais você imagina da minha cintura pra baixo... a gente não deveria nem estar tendo esse tipo de conversa!
- Um neto muito orgulhoso da vó que tem. Ao invés de uma velha caquética, de coque e bengala, que cria gatos, assiste novela, resmunga da vida e coleciona rugas, a senhora tem energia pra tudo, e de quebra ainda entrega toda essa magia.
- Magia, tá bom, faz de conta que eu acredito... meu querido, me responde só uma coisinha: você por acaso tem fantasias comigo?
- A pergunta é sobre descabelar meu palhacinho, vó? É isso que quer escutar? Olha, não vou mentir, não, pode ter certeza que já rolou muita bronha pensando nisso tudo aí dentro desse seu shortinho. Digamos assim que milhões de brasileirinhos já foram devidamente sacrificados em homenagem à suas coxas, bunda, peitos, boca, tudo isso pra nem falar dessa pata de camelo... a senhora não faz ideia de quanto que é gostosa.
- Menino besta... imagina isso, se masturbar pela própria vó! Para com isso, não tem vergonha, não? Eu nem sei como lidar direito com isso tudo! Seu vô foi meu primeiro namorado, e também o único homem na minha vida, eu nunca cogitei sequer beijar outro homem além dele, e agora meu neto vem falando tudo isso, de pau duro aqui na minha frente.
Missão dada, missão cumprida... desci a bermuda, exibindo a ela minha trolha que, convenhamos, não estava exatamente em repouso no meio de uma conversa como aquela.
- Se você fala disso aqui, vó, pode ter certeza que a única responsável por isso é a mulher que a senhora guarda dentro dessas roupas. Perdão mais uma vez pelo meu francês, vó, mas eu acho esse seu rabo formidável... puta que pariu, é coisinha de cinema, que bunda bem redondinha a senhora tem. Fico imaginando seus peitos, parecem bem gostosos de chupar e morder também, eu mamaria esses biquinhos até ficar roxo, e o dia que a senhora fosse chupar meu pau, pode ter certeza que eu ia ficar metendo na sua garganta, isso tudo pra nem falar da sua pata de camelo, eu fico só imaginando o tamanho que deve ter essa sua buceta e a sorte que o vô teve com a senhora naquela cama. A senhora é muito gostosa, boa pra caralho, quisera eu ter uma namorada assim como a senhora, meu cacete ia viver em carne viva.
Ela titubeou um pouco, meio que rindo de tanta informação, nitidamente envaidecida, porém ainda um pouco incrédula. Ela depois desamarrou bem lentamente o laço sobre seu ombro esquerdo, deixando cair pros lados e permitindo entrever parte de seu seio, desnudando seu mamilo e um pouco de sua aréola para mim.
- Olha bem o que você está falando... imagina você por acaso se isso aqui excita alguém!
Era óbvio que excitava sim, e pra caralho... meu cacete estilingou na mesma hora, meu sonho começava a tomar forma ali na minha frente. Aréolas rosadas pareciam ser um ingrediente fundamental das mulheres dessa família, e minha vó não fugia à essa regra, e eram grandes como as de minha mãe. Por sinal, seus seios pareciam ainda maiores que os de mamãe, “mas ainda cabe certinho na minha boca, eheheh”.
Me levantei, terminei de tirar minha bermuda e camiseta, e me posicionei por detrás dela, cuidando apenas de não ficar esfregando minha rola nela. Puxei sua cadeira um pouco de lado e massageei um pouco seu pescoço e ombros, até então a gente não tinha enveredado pelo caminho das massagens que eu tanto explorava em suas filhas. Algumas frases curtas, sussurradas estrategicamente em seu ouvido pra diminuir a tensão naquele momento, junto com pequenos beijos e sopros em seu pescoço e nuca, além de leves mordiscadas no lóbulo de sua orelha, todos devidamente retornados com sorrisos e uma respiração profunda dela. Se aquilo não era a prévia de uma foda, eu precisava urgentemente fazer um curso sobre isso...
O clima sexual era já indisfarçável, afinal eu fazia tudo isso com minha pica de fora, apontada na direção dela, não precisava ser nenhum expert em sedução pra dizer onde aquilo ia terminar, e não demorei em também desamarrar o outro laço, deixando agora sua blusinha escorregar em direção à cintura, exibindo ambos os exuberantes seios em sua plenitude para mim. Ela mencionou que não se considerava digna de uma capa de Playboy, mas na prática, sabendo que muitas daquelas supostas musas não seriam mais interessantes que ela, mas apenas bem retocadas num Photoshop, minhas mãos tinham agora o privilégio de conferir que ela ainda colocava no bolso muitas das melhores mulheres que eu já tinha levado pra cama, por sinal bem mais novinhas que ela. Enquanto eu acariciava aqueles seios tentadores, murmurei em seu ouvido:
- Ah, dona Renata... a senhora não faz ideia do estrago que essas tetas fazem, dá só uma olhada aqui no tamanho da piroca aqui atrás da senhora. Tem muita mulher que pagaria uma fortuna pros cirurgiões chegarem na metade do que a senhora tá ostentando aí agora.
Enchi então a mão em seus peitos, sacudindo um e outro como que se estivesse conferindo o peso deles. Certamente minha intenção não era exatamente compara-la com suas filhas, mas realmente seu peito não era nada de se jogar fora. Certamente um pouco mais flácido que das filhas, uma marquinha ou outra de estrias que seria inevitável em sua idade, mas ainda eram bem firmes e sensuais, deliciosos de serem saboreados. Amassei mais um pouco e depois dei um apertão forte neles, então belisquei ambos os bicos e estiquei, conferindo assim os limites que eu tinha conquistado com ela até ali.
- Meu Deus, o que você pensa que está fazendo?
Seus bicos já estavam completamente eretos, nesse sentido ela não devia nada pra suas filhas, era algo muito bonito admirar o quanto ela exibia de tesão em seus mamilos. Puxei e torci com força.
- Nada especial, vó... apenas mostrando pra senhora que não sou apenas eu que está gostando disso aqui.
- Mas como assim? O que eu faço agora?
Respondi pousando delicadamente o dedo sobre seus lábios, convidando-a a não interferir no que ia acontecer ali. Percorri seu rosto, acariciando-a carinhosamente enquanto soltava a presilha de seus cabelos, percorrendo meus dedos entre suas melenas, e então os ajeitei com cuidado por detrás das orelhas, conferindo toda a pele de seu rosto, deixando meus dedões deslizarem por sobre seus lábios. Pronto, eu sabia que estava perto de começar, não tinham agora muitos obstáculos a serem vencidos.
- Mas...
Com olhar muito incisivo, coloque novamente o indicador sobre seus lábios, pedindo seu silêncio. Ela ficou paralisada alguns instantes, sem reação alguma. Tomei ela então pelas mãos e a conduzi de pé, de frente a mim, e sua blusinha terminou de escorregar até seus pés, que ela apenas cuidou de chutar fora. Minhas mãos foram novamente em busca de suas tetas e senti que ela procurava sem muita certeza meu pau para tocar. Mais um passo dado!
Dei meio passo pra trás, dei a ela uma boa visão de toda a minha virilha, e com os olhos sinalizei pra ela ir adiante. Seus dedos logo me tocaram, mesmo que ainda um tanto hesitante. Ela, com um pouco de timidez, parecia querer percorrer todo a extensão dele, acariciando com a ponta dos dedos, sem ainda agarra-lo com firmeza. Explorou um pouco minhas bolas e logo voltou pro mastro.
Segurei suas mãos, fazendo com que ela agora empunhasse minha pica com mais firmeza. Com movimentos suaves, ela conduzia então a primeira punheta que faria em mim. Seus olhos arregalavam quase incrédulos, mas ela continuava em silêncio, sem demonstrar ainda entender plenamente tudo que acontecia ali.
Agarrei ela pela cintura e a puxei contra meu corpo, aproximando de sua boca. A gente estava quase colado um no outro, levando o stress sexual ao limite que inevitavelmente resultaria num beijo. Para minha felicidade, ela tomou a iniciativa e me deu um longo selinho. Era sutil e discreto, mas também era mais um degrau vencido. Agora era a minha vez, segurei forte sua cabeça e avancei em sua boca, tascando um beijo de cinema, buscando sua língua com a minha. Mais um pequeno instante de hesitação, mas ela logo retribui de volta, se rendendo ao meu beijo.
Suas mãos agora seguravam com mais firmeza minha rola, a punheta começava a tomar força e velocidade, e eu voltei para seus peitos, buscando qual seria a melhor forma de excita-la ainda mais.
Seus bicos continuavam durinhos, ela depois me confessaria que realmente aquilo mexeu bastante com ela, despertando um tesão que ela não via há muitos anos. Girei ela de costas pra mim e puxei com força, encaixando-a junto ao meu corpo, e senti ela se remexendo dengosamente contra minha virilha. Minhas mãos vão em busca de seus peitos estufados e depois descem até sua cintura, conferindo toda a sua silhueta. Desfiz o laço de seu shortinho, que sem dificuldade alguma desliza para o chão, sem qualquer resistência dela, agora era apenas sua calcinha nos separando. E não era exatamente uma calcinha de velha, não... era uma lingerie branca bastante sensual que eu conferia ali, rendada e com laços, deixando bem visível seus pelos pubianos. E convenhamos que estava ensopada... Ela mais tarde confessaria que a escolha não havia sido por acaso, era consciente para me provocar, mesmo antes dela ter plena consciência de toda a expectativa sexual que eu carregava por ela. Talvez não tão claro e explicito quanto eu, mas suas intenções não eram mais ingênuas que as minhas, ela havia escolhido uma roupa intima que excitasse o neto que tanto a enchia de carinho o tempo todo, era óbvio que ansiava tomar uma chinelada.
Virei-a novamente de frente pra mim e agora era hora de encher minhas mãos em sua bunda, que confirmava toda a minha expectativa sobre ser deliciosa. Tasquei outro beijo forte e fiquei apalpando generosamente enquanto puxava, apertava, beliscava e esticava, sentindo com força seus quadris sob meu controle. Quando consegui respirar novamente, disparei:
- Vó, isso aqui agora é um momento sem volta... Se aqui na cozinha já tá nesse nível, se a gente for agora pro seu quarto, você sabe muito bem tudo que vai acontecer lá, então se for pra gente parar, tem que ser aqui e agora, e a gente faz de conta que nunca aconteceu nada.
Besteira minha, pelo menos do meu lado, isso não tinha a menor pretensão de acontecer... como se fosse trivial ter uma mulher daquelas em seus braços e depois fingir que nada havia acontecido.
Ela gradualmente fechou o semblante e ficou alguns instantes pensativa... a resposta podia ser qualquer uma, e absolutamente nada ali transparecia claramente o que ela iria decidir. Respeitei seu silencio e muito contrariado, soltei aquela bunda gostosa.
- Eu não sei ao certo o que eu quero, mas você não parece carregar nenhuma dúvida sobre isso... eu ainda tô bem confusa, mas não vou negar que estou gostando e também querendo mais, só não sei muito bem como vai ser tudo isso depois. É sério mesmo que você vai comer sua própria vó?
- Não pretendo outra coisa! Usando todas as letras do alfabeto que eu tenho direito, eu me sentiria muito honrado agora em arrebentar essa sua buceta e enche-la com a minha gala, mas a senhora teria que permitir isso, jamais iria funcionar sem o seu consentimento.
Mais um breve e silencioso instante de reflexão, que aos meus olhos pareceu durar uma infinidade, e ela então me segura pelas mãos, conduzindo em direção ao seu quarto.
- Sei lá o que vai ser da minha vida depois disso, mas não vou ficar pensando nisso agora. Já vi que a gente vai trepar mesmo, então vamos lá, faça valer esse momento!
Trepar... essas eram as palavras claras em sua boca! Não costumo desobedecer ordens tão incisivas como essa! Chegando no quarto, me ajoelhei em frente dela e puxei sua calcinha até o chão. Estava ali e agora, minha vó, inteiramente desnuda na minha frente, em pelo, com seu mel escorrendo pelas coxas, praticamente me implorando para penetra-la. Mais um sonho se realizando!
Caralho, eu estava agora passando o rodo em cada uma das saborosas mulheres dessa família, e não era exatamente uma surpresa, mas minha vó era realmente muito gostosa! Alisei suas coxas e ventre, sentindo sua pele inteira arrepiada, e agarrando sua bunda, caí de boca e dente em sua vulva, chupando aquela pata de camelo que eu tanto cobiçava. Chupei muito, logo depois deitei ela sobre sua cama e dei o maior banho de língua que já devo ter feito na minha vida. Caí absurdamente de boca em cada pedacinho dela, só tomando cuidado apenas de não deixar nenhum chupão muito visível, que depois ia ser difícil de explicar pro resto da família. Quando praticamente minha boca caiu desfalecida, ela me joga na cama e com sua xota, me massageia por inteiro, me dando me carimbando de buceta da cabeça aos pés, algo que até aquele momento eu nunca tive na minha vida. Agarrei-a mais uma vez na cama, passei meus braços por baixo dela, encaixei minha piroca em seus grandes lábios, agarrei seus cabelos, deslizei sem piedade buceta adentro e comecei a meter nela com desejo animal. Eu não pretendia parar de bombar naquela deusa, que delícia de mulher...
Ela gemia muito gostoso, podia até fazer um bom tempo que ela não trepava, mas nem por isso ela parecia ter perdido a maestria nessa técnica. Pelo visto meu vô se divertiu bastante ali com ela, ela sabia muito bem como meter, tinha bastante energia e desejo, me jogou num 69 muito gostoso, me dando o primeiro boquete, depois trocava de lugar comigo, ora tomando rola, ora subindo em cima de mim e cavalgando com muita vontade, balançando seus seios na minha cara e tomando uma bela mordida naqueles bicos pontudos. Ela rebolava até melhor que as filhas, me apertava e gemia bem gostoso, me chupava, arranhava e mordia. Que delícia absurda de mulher, puta que pariu, e eu apenas cuidei para certificar de que ela primeiro gozasse na minha benga, pra depois eu derramar tudo dentro dela, cumprindo assim a promessa que havia lhe feito na cozinha. Que mulher mais gostosa, puta que pariu...
Um minuto ou dois para gente respirar, e o sujeito lá embaixo já acordava novamente e pedia mais. Por mim, eu queria partir logo bunda adentro, não ia deixar de conferir a mesma pérola que eu tanto cobiçava em suas filhas. Minha exploração logo mostrava que minha vó curtia anal, que legal... ajeitei ela e dei continuidade, descarregando todo o meu tesão, metralhando agora aquela bunda até quase não ter mais forças nem pra respirar. Não tinha outra definição, aquilo era um presente dos céus para mim!
Por sinal, até aquele momento eu nem tinha parado direito para avaliar, muito crua e friamente, o quanto minha vó seria efetivamente gostosa ou não. E sem muita surpresa, depois de checar duplamente pedacinho por pedacinho dela, seu traseiro arrebitado era simplesmente delicioso, e todas as demais curvas daquele corpo seguiam o mesmo padrão alto de qualidade de suas filhas, minha vó era gostosa da cabeça aos pés, um tesão de mulher, sem absolutamente nada que jogasse contra ela, além de gostar e entender bastante de sexo. Abençoada genética... acho que nunca na minha vida eu cogitava trepar tanto como nessas últimas semanas.
Naquele dia ainda rolou uma estocada no chuveiro e mais uma depois no sofá, fora o olhar malicioso que a gente trocava o tempo todo, denunciando a nova cumplicidade que havíamos conquistado, e com isso, além do fogão, o sexo se tornaria nossa nova rotina. Minha vó entrava agora oficialmente na lista de mulheres que eu pretendia foder o máximo que podia, pro resto da vida.
Certamente ao menos da minha parte, isso por um bom tempo ainda seria um segredo para minha mãe e minha tia, não fazia muito sentido eu compartilhar isso com elas, embora talvez ao longo do tempo isso viesse naturalmente à tona. A grande questão agora na minha mente era... quem poderia ser a próxima da lista?
Do lado da minha mãe, eu já tinha devorado sem dó cada uma das encantadoras bucetas disponíveis, mas do lado do meu pai, a lista não era necessariamente pequena. O divórcio deles ocorreu pouco depois de se tornar público que, fora do casamento, tinha nascido a Patrícia, sua filha que mês que vem irá completar 16 anos, além de Sara, sua outra filha que completará 20 anos agora no final do ano. Nunca houve exatamente uma proximidade entre nós, isso sempre foi uma questão muito mal resolvida, mas depois de tantos anos, talvez valesse a pena buscar uma aproximação com eles, principalmente agora depois de todo esse chá de buceta que o incesto vinha me proporcionando.
Devo confessar que apesar da falta de proximidade, ambas as minhas irmãzinhas já mereceram respeitáveis punhetas, sem nunca esquecer de minhas tias, primas e principalmente minha madrasta. Me sinto hoje, por sinal, na obrigação moral de reverenciar meu pai pelo bom gosto que ele sempre demonstrou ter em relação às suas mulheres, e por vias que eu não exatamente havia planejado, o destino parecia ter reservado para mim o próximo nome dessa lista!