Dessa vez, não foi Rafael

Um conto erótico de Marcos
Categoria: Gay
Contém 2829 palavras
Data: 01/01/2026 18:32:58
Última revisão: 02/01/2026 01:31:19

Era sábado, e fazia calor.

Marcos estava em casa, vestido como sempre ficava quando não esperava ninguém: camiseta velha, bermuda masculina, chinelo. Nada de espelho, nada de Marina naquela manhã, pelo menos não ainda. O dia prometia ser comum, e isso era quase um alívio.

A campainha tocou perto das dez.

Marcos estranhou. Não lembrava de encomenda, visita, nada marcado. Abriu a porta com a expressão de quem ainda estava organizando a própria manhã.

Do outro lado, um rapaz alto, uniforme da operadora, mochila apoiada em um ombro.

— Bom dia — disse ele, fácil, como quem já fala antes de ser convidado.

- Vim fazer a troca de um equipamento aqui da residência.

Marcos franziu o rosto.

— Troca? Mas… ninguém me avisou de nada.

Lucas deu um meio sorriso, desses treinados pela rotina.

— Pois é. A central anda falhando nisso. — Levantou a prancheta. — Mas é coisa rápida. Se você preferir, posso voltar outro dia.

Marcos hesitou menos do que esperava.

— Não… pode entrar.

Quando Lucas passou pela porta, Marcos sentiu o atraso da memória.

— Espera… — disse. — Você não é o técnico que veio aqui da outra vez? Com o Rafael?

Lucas virou o rosto, surpreso só o suficiente para parecer interessado.

— Sou eu mesmo.

O nome “Rafael” ficou no ar por um segundo a mais do que deveria.

Lucas entrou, olhou ao redor com curiosidade prática, e começou a falar enquanto abria a mochila. Falava fácil demais. Sobre o calor, sobre visitas de sábado, sobre prédios onde nada funciona direito.

Marcos respondia. Marina observava.

Lucas fechou a mochila com um estalo discreto e passou os olhos mais uma vez pelo aparelho recém-trocado.

— Pronto. — disse. — Agora é só observar por uns dias, mas em tese está tudo certo.

Marcos assentiu, mas ninguém se moveu imediatamente.

A televisão estava ligada, um programa qualquer passando sem atenção real.

Lucas ficou de pé perto do sofá, apoiando o peso em uma perna só, como quem não tinha pressa. Marcos percebeu isso com um atraso curioso.

— Quer… beber alguma coisa? — perguntou, quase automático.

Lucas arqueou uma sobrancelha, rindo.

— Se eu não estivesse trabalhando, até uma cerveja eu aceitava.

Marcos sentiu o rosto esquentar.

— Cerveja eu tenho… — disse, mais solto do que imaginava.

Lucas riu de verdade dessa vez.

— Água tá ótimo. Antes que eu me complique.

Marcos foi até a cozinha. Marina foi junto. Não no sentido literal — o corpo continuava o mesmo, a camiseta larga, a bermuda masculina. Mas por dentro, ela estava ali. Observando o jeito como Lucas ocupava o espaço da casa, como falava como se já tivesse estado ali outras vezes.

Quando voltou com o copo, Lucas agradeceu com um sorriso aberto, desses que não pedem nada, mas também não afastam.

— Sábado é o melhor dia pra essas trocas — comentou ele. — Casa vazia, menos reclamação depois.

— Pois é — Marcos respondeu. — Normalmente não avisam nada…

— Normal da central — Lucas riu. — Eles avisam quando lembram.

O silêncio que veio depois não foi constrangedor. Foi… curioso.

Lucas olhou ao redor, como quem finalmente repara no ambiente depois do trabalho feito.

— Você mora sozinho?

— Com meu pai — Marcos respondeu. — Hoje ele não está.

— Melhor assim — Lucas disse, sem pensar muito. — Menos gente em cima.

Marcos riu baixo. Marina sentiu o riso também.

Houve um instante em que Lucas olhou direto para ele. Não foi rápido. Não foi invasivo. Apenas um olhar sustentado por um segundo a mais do que o necessário para educação.

— Você mudou um pouco desde a outra vez — comentou Lucas, casual.

Marcos sentiu o estômago apertar.

— Mudei?

— Não sei… — Lucas deu de ombros. — Tá mais solto. Naquele dia você quase não falava.

Era verdade. E Marina percebeu que não tentou negar.

— Acho que era a situação — respondeu Marcos. — Muita gente, correria.

Lucas assentiu, como se entendesse mais do que estava sendo dito.

— Rafael também é mais quieto — comentou. — Eu já falo demais.

— Dá pra perceber — Marcos respondeu, e sorriu.

O sorriso ficou no ar.

Lucas tomou o último gole de água e apoiou o copo na pia, sem pressa de ir embora. Olhou o celular por cima, mas não desbloqueou.

— Bom… — começou. — Em tese, era só isso.

A frase ficou incompleta.

Ele não se mexeu.

Marcos também não.

Marina percebeu, com uma clareza nova, que não estava encolhida. Estava de pé, apoiada no batente da porta, sentindo o próprio peso distribuído no corpo, o calor da casa, o tecido da roupa tocando a pele. Não havia urgência em desaparecer.

— Se der qualquer coisa estranha… — Lucas continuou. — Esse tipo de aparelho às vezes pede um retorno.

— Imagino — Marcos respondeu.

Lucas tirou um cartão do bolso da mochila e colocou sobre a mesa.

— Meu contato direto. Mas eu devo voltar amanhã ou na segunda pra conferir se ficou tudo redondo.

Marcos pegou o cartão.

— Certo.

Lucas caminhou até a porta, abriu, e antes de sair virou o corpo só o suficiente para olhar de novo.

— A cerveja… — acrescentou, com um meio sorriso — eu volto pra conferir o aparelho… e pra isso também.

O sábado ainda ecoava em Marcos quando ele acordou no domingo. Não havia planos, nem certezas — apenas a lembrança da visita inesperada do dia anterior e da sensação estranha que ficara depois que Lucas foi embora. Não era ansiedade declarada, mas também não era indiferença. Era algo no meio, um estado de atenção nova.

Ele passou a manhã em casa como sempre fazia aos domingos. Tomou banho sem pressa, cuidou do corpo com mais atenção do que admitiria se alguém perguntasse. Passou creme nos braços, no pescoço, nas pernas. Não porque esperava algo, mas porque, se algo acontecesse, queria estar pronto. Vestiu-se como Marcos: camiseta simples, bermuda, nada que chamasse atenção. Ainda assim, havia um cuidado silencioso ali.

O dia avançou devagar. Marcos arrumou a casa, almoçou por volta do meio-dia e tentou se ocupar com coisas banais. Por volta das treze horas, depois de olhar o celular mais vezes do que precisava, resolveu mandar mensagem. Nada insinuante, nada além do normal. Apenas para confirmar.

A resposta demorou mais do que Marcos esperava. Não minutos contados, mas o suficiente para ele pegar o celular duas vezes sem admitir que estava esperando. Quando a notificação finalmente apareceu, ele estava no sofá, a televisão ligada sem som.

Lucas:

“Então… o domingo encheu de chamados de última hora.”

Marcos leu, esperou mais.

Lucas:

“Se tudo correr como esperado, sua casa deve ser a última do dia.”

O coração deu um salto pequeno demais para justificar, grande demais para ignorar.

Lucas:

“Depois de tanto trabalho, aceito até uma cerveja 😂”

Marcos releu a última mensagem. O emoji deixava tudo em suspenso — piada, convite ou só o jeito fácil de Lucas falando. Ele não respondeu de imediato. Bloqueou o celular, apoiou a cabeça no encosto do sofá e respirou fundo. O domingo, que até então era só mais um, agora tinha um possível fim.

Alguns segundos depois, desbloqueou o aparelho e digitou, sem pensar demais, antes que o cuidado excessivo o fizesse recuar.

Marcos:

“Então tá combinado. Sua cerveja já tá gelando 😅 kk”

Ao enviar, sentiu algo diferente do dia anterior. Não nervosismo — mas uma leveza nova. Como se, pela primeira vez, não estivesse apenas reagindo às coisas. Estava participando.

Marcos fez questão de deixar a casa arrumada antes da visita. Nada exagerado, apenas o suficiente para que tudo parecesse no lugar. Algumas horas depois, seu celular vibrou. Era Lucas: “Chego em 15 minutos.” Marcos leu rapidamente e respondeu apenas com um seco “Ok.”

Marcos estava no sofá quando ouviu o som de um carro estacionando na frente da casa. Pouco depois, o barulho do motor desligando ecoou pelo quintal. Quase simultaneamente, o celular vibrou com uma nova mensagem de Lucas: “Cheguei.” Marcos levantou-se e foi até a porta. Quando abriu, Lucas entrou com o jeito descontraído de sempre, mochila nas costas, sorriso fácil. — Dia pesado, mas finalmente cheguei — disse, com aquele tom brincalhão que parecia dissolver a formalidade. Marcos respondeu com algumas palavras soltas, tentando acompanhar o ritmo do técnico, comentando sobre o trânsito e os chamados do dia, enquanto Lucas já se acomodava, gesticulando com naturalidade e tomando espaço na sala.

Lucas passou os olhos pela sala enquanto se aproximava da TV, não como quem inspeciona um defeito, mas como quem repara pela primeira vez.

— A imagem continua boa? Alguma queda de sinal desde ontem? — perguntou, casual.

— Não, tá tudo certo — respondeu Marcos, com um leve sorriso.

Lucas se agachou rapidamente para conferir os cabos, ajeitou o aparelho, viu que estava tudo certo e endireitou o corpo.

— Pronto, serviço finalizado — disse, deixando escapar um sorriso brincalhão. — E a cerveja… ainda tá de pé? Meu dia foi cansativo, riu.

Sem esperar resposta, Lucas se acomodou no sofá, abrindo um pouco os botões da camisa do uniforme e sentando-se de pernas afastadas, relaxado demais para ser só educação. Marcos foi até a cozinha, pegou uma lata de cerveja e entregou a Lucas. O técnico pegou o controle da TV e trocou para qualquer canal, ainda sorrindo. Marcos percebeu, ao retornar, como Lucas estava confortável, ocupando o espaço com naturalidade, algo que não passava despercebido para Marina.

Marcos entregou a cerveja e também se sentou. Lucas tomou dois goles da cerveja antes de olhar para ele e disse:

— Não pegou nada pra você? Assim vou sentir que estou sozinho aqui. Deu uma leve risada. Quer beber também? — perguntou, oferecendo a lata.

Marcos nem respondeu, apenas pegou a lata e tomou um gole, e sentiu que aquele simples gesto carregava uma intimidade inesperada.

Lucas terminou aquela lata e perguntou se poderia tomar mais uma. Marcos atendeu e buscou, desta vez se sentando um pouco mais perto. Era difícil explicar, mas ele sentia algo no ar. Lucas queria mais que apenas conversar.

O técnico abriu sua segunda latinha e, com um sorriso fácil, ofereceu para Marcos, que aceitou.

Enquanto tomava um gole, Lucas olhou em volta e comentou:

— Sua casa está mais arrumada desde ontem… me sinto bem aqui.

Depois, desviou o olhar para as pernas de Marcos, ainda vestidas de forma casual, e disse com um tom brincalhão, mas apreciativo:

— Suas pernas são bem grossas hein e lisas.

Marcos riu da observação e, numa mistura de brincadeira e provocação, levou as pernas em direção a Lucas, pousando-as suavemente sobre seu colo. O gesto era casual, mas o contato criou uma tensão clara, algo que nenhum dos dois podia ignorar. Lucas sorriu, ajeitou-se levemente e manteve o olhar fixo, deixando que o silêncio carregado dissesse o que ainda não precisavam falar.

Lucas deslizou as mãos levemente sobre as pernas de Marcos, como se brincasse, mas cada toque parecia provocar uma corrente elétrica silenciosa. Marcos sentiu arrepios percorrerem o corpo, uma mistura de calor e alerta que o ativou por completo — e Marina, observando por dentro, notava cada reação com intensidade. Ele percebeu o volume de Lucas crescendo contra a calça, uma novidade que despertava algo novo nele também. O próprio corpo de Marcos respondeu, aumentando a sensação, mas ele não recuou. Estava confiante, seguro de si, ciente de que o desejo estava ali e podia ser explorado, sem precisar de artifícios ou peças femininas para provocar atenção.

Marina se levantou lentamente, removendo as pernas de cima de Lucas com um cuidado quase ritual. Fez que ia buscar mais uma latinha de cerveja, mas cada movimento era observado, pesado de intenção. Lucas não desviou o olhar: cada curva do corpo, cada gesto, cada detalhe chamava a atenção dele. Quando ela voltou com a latinha, Lucas a puxou suavemente para sentar por cima dele, quase entrelaçando as pernas. O choque inicial de Marina deu lugar a uma mistura de ousadia e excitação; ela sentia o próprio coração acelerado, a respiração mais curta. Lucas tomou a cerveja da mão dela, abriu um gole rápido e já ofereceu de volta. Ela aceitou e, colocando a lata de lado, sentiu o contato firme das mãos dele na cintura. O corpo de Lucas se aproximou, guiando um rebolar lento sobre a calça, provocando arrepios que percorriam toda a sua pele. Cada movimento era intencional, nada carinhoso, tudo voltado para o desejo e para a reação que provocava em ambos.

Lucas ajustou Marcos sobre o próprio colo, conduzindo-o com firmeza e ao mesmo tempo com um ritmo lento. Cada movimento parecia calculado, instigante, e a mão de Lucas deslizava pelo corpo de Marcos, explorando cada curva, sentindo a reação dele. Aos poucos, os dedos encontraram caminho para dentro do shorts de Marcos, apalpando sua bunda com cuidado, mas de forma intensa. Marcos, sem recuar, colocou as mãos sobre os ombros de Lucas, envolvendo-o levemente e sentindo o calor que se formava entre os dois. Cada toque, cada suspiro parecia acender algo que nenhum dos dois havia sentido até então.

Lucas pegou a cerveja que ainda estava ao lado no braço do sofá, deu mais um gole, quase como se fosse um ritual, e a devolveu cuidadosamente. Sem pressa, suas mãos deslizaram até o cinto, começando a desabotoá-lo devagar, como se cada segundo fosse parte de um jogo silencioso de provocação e desejo. Marcos permaneceu ali, sentindo a proximidade, absorvendo cada gesto, enquanto a tensão crescia entre eles de maneira quase palpável.

Lucas afrouxou o cinto e abaixou levemente as calças, revelando o volume evidente em sua cueca. O ar ficou mais denso, carregado de tensão e expectativa. Marcos se afastou por um instante, respirando fundo, e então decidiu se despir dos shorts e da cueca, ficando nu diante de Lucas. Marina, escondida ali, sentia a excitação crescer com cada segundo, cada movimento, cada gesto entre eles.

Lucas, igualmente tomado pela vontade, apenas baixou um pouco sua própria cueca e se aproximou de Marcos, fazendo um gesto silencioso, quase provocativo, chamando-o de volta. Sem hesitar, Marcos voltou, entrelaçando novamente suas pernas com as de Lucas, posicionando-se de forma que tudo se encaixasse. Houve pequenas tentativas, ajustes necessários, mas quando finalmente aconteceu, um gemido escapou de Lucas.

Marcos se permitiu relaxar, apoiando a cabeça no ombro de Lucas, que conduzia a situação com firmeza. Cada movimento transmitia desejo e controle, um ritmo natural que eles exploravam juntos.

Marcos era conduzido por Lucas, mas não se limitava a seguir passivamente. De vez em quando, dava quicadas em Lucas, sentindo cada toque, cada pressão, sentindo tudo. Gemidos escapavam sem que ele percebesse, misturados aos sons de Lucas. Marcos sentia seu pau duro roçar na barriga de Lucas por cima da camisa e sentia grandes apertões em sua bunda, quase como tapas.

Lucas não se segurava, acelerando os movimentos e aproximando-se ainda mais. Sussurrou no ouvido de Marcos:

- Quero gozar, quero te encher. Sua voz carregada de desejo, deixando claro o quanto estava prestes a atingir seu limite.

Mas Marcos tinha uma surpresa, interrompeu Lucas lentamente e disse que queria terminar aquilo em seu quarto, Lucas não questionou, apenas o seguiu, subiram as escadas com os olhos de Lucas vidrados naquela bundinha.

Entraram no quarto, Marcos pediu que Lucas esperasse na cama, enquanto ia ao banheiro do quarto, lá resolveu que vestiria uma calcinha, não porque precisava e sim porque gostava, Marina estava solta. Olhou viu a vermelha que havia ganhado de presente de Rafael, mas por algum motivo sentiu que aquilo seria traição, optou por vestir a preta, seu volume mal cabia ali mais, voltou ao quarto e parou onde Lucas pudesse ver.

O técnico não disse nada, apenas se levantou foi até Marcos olhando cada detalhe, se posicionou atrás, inclinou a frente de Marcos na direção da cama e disse:

- Você é um putinho delicioso!

Já com a cabeça e tronco na cama, Marcos sentiu Lucas deslizar as mãos sobre sua bunda, afastar a calcinha preta, passar dedos sobre seu cuzinho e pressionar levemente, mas o que Marcos queria estava vindo, Lucas retirou sua mão puxou forte a calcinha para o lado, a ponto de ouvir um estalo como se tivesse rasgado, abriu a bunda e sem gentileza enfiou seu pau. Marina gemeu alto, talvez aquele fosse o gemido mais alto que já tivesse dado.

Lucas socava sem calma, preenchia Marina por inteira, levou suas mãos até a cintura dela e começava a puxá-la acelerava o movimento mesmo parecendo impossível, até que não aguentou mais, num grande urro encheu Marcos, que sentiu suas pernas tremerem, sua bunda relaxar, dessa vez não tinha gozado, mas senti tudo molhado embaixo de si na cama.

Lucas claramente cansado, retirou seu pau de dentro de Marcos e se deitou na cama, Marcos se deitou ao seu lado, ficaram ali um tempo, Marina só tinha pensamentos positivos e orgulhosos, mas vinha a questão se deveria contar aquilo para Rafael.

Ao se recomporem Lucas ainda pediu mais uma cerveja, a qual Marcos buscou usando calcinha e desfilando, em certo momento perceberam que o estalo que haviam ouvido havia mesmo rasgado a calcinha, Lucas prometeu trazer outra para ela, após algum tempo se vestiu para ir embora, Marina ainda ofereceu um banho juntos, mas Lucas optou por recusar naquele momento, antes de Lucas ir, Marcos disse:

- Nas próximas vezes me chame de Marina.

Estava claro que haveria uma volta.

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Teus contos até poderiam ser interessantes se não fosse a enrolada de sempre, já que é para enrolar faz direito, descreva melhor os técnico físico e dotes por exemplo

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