A Vida Secreta de Tiago (Capítulo 30)

Um conto erótico de Luv24
Categoria: Homossexual
Contém 1694 palavras
Data: 05/01/2026 14:52:07
Última revisão: 08/01/2026 12:42:19
Assuntos: Gay, Homossexual

“Aula de Resistência”

Quinta-feira, seis e meia da manhã. O céu ainda escuro, ar fresco depois da chuva noturna.

Tiago saiu de casa cedo, mochila leve nas costas, short de moletom cinza folgado, regata branca grudada no corpo, tênis confortáveis. Caminhou rápido pelas ruas desertas, o coração batendo forte de expectativa.

A escola estava silenciosa, portões já abertos para os funcionários, luzes fracas nos corredores comuns.

Ele entrou pelo lateral, desviou da secretaria e foi direto ao bloco das salas de aula.

A sala de William — que também servia de depósito de material esportivo — tinha a porta entreaberta, luz acesa lá dentro.

Tiago empurrou devagar, entrou e trancou por dentro.

William já estava lá, de short preto curto de malha e regata justa da mesma cor, pele escura brilhando de suor depois do aquecimento. Alongava-se no chão, pernas abertas, tronco inclinado, músculos das costas e braços saltando definidos.

Olhou para Tiago e abriu um sorriso largo.

— Chegou cedo, piranha. Sabia que você não ia resistir a começar o dia levando vara.

Tiago largou a mochila no chão, aproximou-se, olhos grudados no suor que escorria pelo pescoço dele.

— Bom dia, professor. Não aguentei esperar. Teu corpo suado logo cedo… já tô duro só de olhar. Esse cheiro de macho… porra, me deixa louco.

William se ergueu devagar, suor reluzindo na pele negra, até colar o volume crescente no abdômen de Tiago.

— Senta na minha cadeira, aluno safado. Vamos trocar uma ideia antes da aula particular começar pra valer.

Tiago sentou, pernas bem abertas, o short já marcando o pau latejando.

William ficou de pé diante dele, mãos nos quadris, o volume enorme pulsando no tecido apertado.

Conversaram baixo, olhares famintos, o ar pesado de tesão.

— Sua vadia gorda… esse rabinho tá pronto pra aguentar minha piroca preta? Tá pronto pra ser arrombado, filho da puta? — perguntou William, mão descendo para apertar o próprio cacete, esticando o short.

— Pronto e louco pra sentir, professor. Sonhei a noite toda com você me rasgando. Quero você me enchendo até não aguentar mais — respondeu Tiago, voz rouca, esfregando o pau por cima do tecido.

William apertava a base com força, gemendo baixo ao ver Tiago se contorcer.

— Caralho, professor… você é gostoso pra cacete. Esse volume… essa pica monstruosa, peitoral definido, tudo suado… quero chupar você agora. Me deixa engolir essa rola grossa até você gemer meu nome.

William baixou o short com pressa e libertou o membro enorme, grosso, veiudo, cabeça rosada babando pré-gozo.

— Então mama, safado. Mostra pro teu professor como você engole cacete como profissional.

Tiago, ainda sentado, inclinou-se e engoliu até o talo de uma vez, garganta relaxada acomodando o pintão, olhos marejados.

Chupava forte, subindo devagar, língua rodando na glande sensível, mão massageando as bolas pesadas e lisas.

— Isso… engole essa rola preta toda. Sente o gosto? É tudo teu, vadia.

Tiago cuspia grossos jatos de saliva, deixando escorrer pelas veias salientes, depois lambia a cabeça devagar, circulando o freio, sugando o pré-gozo salgado que não parava de vazar.

— Tua pica babada… delícia de lamber. Tão grossa que mal cabe na minha boca. Dá mais leitinho pra mim? Goza na minha língua…

Masturbava rápido na base enquanto sugava a cabeça como vácuo, mão torcendo levemente, fazendo William arquear as costas.

— Porra, Tiago… essa boca foi feita pra chupar macho. Mais forte, piranha… engole tudo de novo.

Tiago tirou a regata devagar, expondo os peitos gordos e macios, mamilos já rígidos de tesão.

Apertava os próprios peitos, balançando-os provocante, beliscando os bicos até gemer alto.

— Olha meus peitos pra você, professor… grandes e macios. Aperta eles enquanto eu chupo… quero tuas mãos neles.

William esticou as mãos grandes, apertando junto: dedos afundando na carne macia, polegar roçando os mamilos, fazendo Tiago arquear o corpo.

— Esses peitos são perfeitos… tão gordos, minha puta. Vou foder eles hoje, vou gozar neles se você pedir bonitinho.

Tiago esfregava os peitos na rola dura, o membro quente deslizando no vale suado, cabeça rosada roçando e batendo nos bicos sensíveis.

Comprimia os peitos ao redor do cacete com força, criando uma punheta russa perfeita, subindo e descendo devagar no início, depois acelerando.

Chupava a glande a cada movimento para cima, língua rápida rodando, sugando o pré-gozo que escorria.

— Arromba meus peitos, William… sente como são quentes e macios pro teu pintão. Olha como engolem tudo… caralho, tua rola tá pulsando aqui dentro.

William gemia grave, quadril empurrando, fodendo o vale com mais força.

— Porra, que peitos deliciosos… aperta mais forte, garoto. Vou te foder assim até você implorar.

Tiago chupava e masturbava ao mesmo tempo, mão rápida na base, boca faminta na cabeça.

De repente, William segurou a cabeça dele com as duas mãos e meteu na boca com força controlada, bolas batendo no queixo.

— Toma rola na garganta, vadia… relaxa pra mim. Isso, boa puta. Sente meu pau preto te invadindo até o fundo!

Tiago engasgava de leve, mas não parava, olhos cravados nos de William, garganta apertando o membro a cada investida.

William não parava de acariciar os peitos, beliscando e torcendo os bicos, fazendo Tiago gemer em volta da pica.

Depois se beijaram com fome, línguas se entrelaçando, Tiago com gosto forte de pau na boca, William lambendo os próprios lábios.

— Teu beijo com sabor de rola… me deixa doido, safado.

William se agachou, olhos no nível dos peitos, e começou a mamar com vontade animal: sugando um de cada vez, dentes mordiscando de leve, baba escorrendo pelo peito de Tiago.

— Esses peitos… delícia de chupar. Tão sensíveis… olha como os bicos endurecem na minha boca. Geme alto pra mim, Tiago.

Tiago gemia sem controle, mãos no cabelo de William, empurrando a cabeça contra o peito.

— Chupa mais forte, professor… morde eles… são teus, caralho. Me faz doer de tesão.

William posicionou a rola entre os peitos de novo e socou forte, punheta russa violenta e ritmada, pau deslizando no vale babado, cabeça batendo no queixo.

— Sente minha pica fodendo teus peitos? Aperta mais, filho da puta… me faz gozar assim!

Tiago se levantou ofegante, tirou short e cueca de uma vez, pau duro balançando.

Deitou de costas na beira da mesa, pernas abertas ao máximo, rabinho piscando de ansiedade.

William se ajoelhou, lambeu o cu devagar no começo, língua traçando o anel rosado, circulando, pressionando.

Depois chupava forte, barulho alto de sucção ecoando na sala vazia.

— Teu rabinho tá cheiroso… limpinho pra mim. Abre mais, vadia… deixa eu entrar com a língua.

Fodia o buraco com a língua, enfiando fundo e girando, abrindo aos poucos.

Tiago empurrava a cabeça dele contra a bunda, quadril se mexendo sozinho.

— Come meu cu, professor… abre ele com essa língua grossa. Enfia mais… porra, tô latejando. Me prepara pro teu pauzão.

O cu ficou encharcado de baba, brilhando, aberto e relaxado.

Tiago desceu da mesa, inclinou-se sobre ela, bunda empinada, mãos abrindo as nádegas.

— Me arromba agora, William… enfia essa piroca preta até o talo. Quero você me rasgando.

William abriu o buraco com os polegares, cuspiu grosso dentro.

Alinhou a cabeça rosada e penetrou até o fundo de uma vez, gemidos roucos escapando dos dois.

— Caralho, que cu apertado… toma tudo, vadia. Sente meu cacete te enchendo? Tá me sugando gostoso.

Meteu com força logo de cara, bolas batendo alto na bunda, som ecoando.

Levantou uma perna de Tiago, segurando a coxa, socando mais fundo e angular, acertando a próstata a cada estocada.

— Isso, professor… mais fundo! Me fode como a puta que eu sou… tá batendo no ponto certo!

Tiago gritava sem parar, mãos agarrando a mesa, corpo tremendo.

William inclinou-o mais, puxou o cabelo com força, rosnando no ouvido enquanto bombava violento.

— Gritar assim vai acordar a escola inteira, puta gorda… mas continua, adoro te ouvir implorar.

Apoiou a outra perna na mesa, abrindo completamente, metendo sem piedade.

William saiu devagar, pica brilhando de baba, ficou completamente nu, regata no chão.

Tiago alisava o corpo negro suado com mãos trêmulas: peitoral largo, abdômen tanquinho, coxas grossas, rola latejando.

— Teu corpo é perfeito, professor… músculos duros, pau gigante. Me deixa louco te tocar assim… todo quente e suado.

William deitou de costas na mesa, pica apontando pro teto.

— Monta em mim, vagabunda. Cavalga essa vara até gozar.

Tiago montou de costas, mãos no peitoral dele, desceu devagar sentindo cada centímetro invadir.

Quicava devagar no começo, depois acelerou.

— Caralho, professor… tua piroca me abre tanto… enche tudo. Meus peitos tão pulando pra você.

William erguia o quadril e metia rápido de baixo, mãos apertando os peitos com força.

— Cavalga mais rápido… sente minhas bolas batendo na tua bunda? Goza pra mim, vadia… goza com meu pau te arrombando.

Tiago gritava louco, peitos pulando descontrolados, até gozar forte, porra voando longe, corpo convulsionando.

— Tô gozando, professor! Puta merda… não para!

Descansaram um instante, Tiago deitado sobre ele, ofegantes, beijos preguiçosos.

Desceram da mesa, beijaram fundo enquanto William massageava os peitos sensíveis.

Tiago deitou de costas de novo, pernas pro alto.

William deitou em diagonal, uma perna de Tiago no ombro, penetrou de lado, devagar, curtindo o aperto diferente.

— Nessa posição, safado… teu cu me suga de outro jeito. Toma devagar… sente cada centímetro.

Meteu enquanto dava tapas ritmados nos peitos, apertando e beliscando.

— Bate mais forte… marca meus peitos, professor. Quero lembrar de você o dia todo.

Colocou as duas pernas nos ombros, socou fundo e rápido, pau entrando até o limite.

Depois posicionou Tiago na beira da mesa, coxas abertas com força nas mãos.

Bombava forte e constante, peitos de Tiago dançando com a violência.

— Olha esses peitos balançando… porra, vadia, você é perfeita pra levar rola.

William avisou rouco, voz falhando:

— Vou gozar, puta… abre essa boca.

Tiago desceu rápido, ajoelhou, boca aberta, língua de fora.

William se masturbou frenético, pica latejando na cara dele.

— Toma leitinho quente… engole tudo, safado.

Explodiu na boca, jatos grossos e quentes inundando a língua, escorrendo pelos cantos.

Tiago engoliu tudo com vontade, sugando até a última gota, lambendo o pau limpo.

— Delícia de porra, professor… grossa e doce. Me alimentou direitinho.

A manhã de quinta começava com o professor de educação física dando a melhor aula de resistência que Tiago poderia querer.

E o feriado se aproximava, cheio de possibilidades.

Continua...

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