Incesto a 3 - O FILHO, O PRIMO E O PAI

Um conto erótico de Sèven RJ
Categoria: Gay
Contém 3764 palavras
Data: 31/01/2026 17:29:10

O FILHO

Meu nome é Alan, tenho 25 anos, corpo normal, moreno, cabelos pretos e boa pinta. Meus pais são separados e moro com meu pai, fica mais perto para trabalhar e estudar. Meu pai se chama Pedro, 48 anos, branco, peludo, usa barba e é parrudo, um pouco mais alto do que eu (tem 1,80), ficando grisalho e muito másculo. Ele sempre esteve com alguma namorada, mas nada demais. Chegou a levar algumas em casa, mas só para transar. Eu tive namoradas, mas sempre curti caras, só que nunca tive coragem de fazer alguma coisa, por medo de meu pai descobrir e por insegurança.

Meu pai veio me falar que um primo ia morar com a gente temporariamente. O pai dele, irmão do meu pai, foi transferido para outro estado e não podia perder a oportunidade e meu primo precisava terminar o período da faculdade. Enzo era mais novo que eu, tinha 19 anos, muito branco, cabelos castanhos, magrinho e liso, e mesmo morando na mesma cidade, eu não tinha contato. Era muito bonito e um pouco afeminado. A família evitava comentar sobre ele, e como tivemos raras vezes juntos eu não sabia coisa alguma dele.

Moramos em uma casa bem grande, com quatro suítes e ele ia ocupar uma, em nada iria me atrapalhar nem à dinâmica da casa, já que ele estudava o dia todo e também tínhamos empregada. Fiquei preocupado em relação ao meu pai, pois ele era meio marrento e poderia ter algum tipo de preconceito.

Meu primo chegou e a rotina da casa seguiu. Meu pai falava com ele de maneira reservada, mas sempre com cordialidade e em momento algum fez comentários. Eu percebia que Enzo era discreto em sua vida. Saía cedo e chegava tarde, e às vezes jantava com a gente. Ajudava em algumas coisas e conversava o básico, mas sempre simpático. Perto do meu pai ele ficava mais calado, mas era atencioso.

Já tinha quase seis meses que Enzo estava morando conosco e estávamos adaptados uns aos outros e meu pai não teve nenhuma reação negativa, estava super bem, apesar de alguns problemas no trabalho.

Um amigo me convidou para passar o fim de semana na casa de praia dele. Na sexta-feira, eu fiz minha mochila para viajar depois do trabalho e avisei ao meu pai que só voltaria no domingo. No sábado de tarde, a parte elétrica da casa teve uma pane e chamamos um técnico que disse que só poderia resolver na segunda-feira, pois tinha que comprar material e não tinha nada aberto. Como não tinha como ficar lá sem luz e fazia muito calor, resolvemos voltar para o Rio, depois de várias tentativas de resolver o problema. Meu amigo me deixou em casa quase uma da manhã. Ao entrar, vi que o carro do meu pai estava estacionado ao lado do meu e a scooter de Enzo, também. Procurei não fazer barulho para não acordá-los. Sem acender luzes, me dirigi para meu quarto. Quando passei pelo quarto do Enzo, vi que a porta estava aberta. Dei uma olhada e estava vazio, com a cama desfeita. Segui e vi que a porta do quarto do meu pai estava encostada, com o abajur aceso. Parei na porta para ouvir o que ele poderia estar assistindo ou fazendo e escutei alguns gemidos abafados. Fui para o meu quarto. Meu pai tinha levado alguém já que meu primo saiu com algum amigo. Deixei a mochila e voltei curioso para o corredor. Ouvi mais gemidos e sussurros, parecia a voz do Enzo. Empurrei devagar a porta e vi meu pai nu, em pé ao lado da cama e Enzo, sentado na cama, chupando o pau dele. Fiquei parado olhando, sem fazer barulho, congelado. Meu pai, peludo, parrudo, segurando a cabeça do rapaz, que gemia lambendo e chupando. Não tive como não perceber os pelos, os pentelhos e as pernas do meu pai. Mesmo evitando, o pensamento de que meu pai era um homem gostoso me perseguia e agora o vendo ali, nu e de pau duro, fiquei excitado. Seu pau, grosso e cheio de veias, era sugado com vontade pelo sobrinho afeminado e delicado, que segurava seu saco peludo e grande. Minha boca ficou seca de nervoso e comecei a ter uma ereção.

O PRIMO

Me chamo Enzo, tenho 19 anos. Sou magro, liso e corpo um pouco feminino (cintura fina etc). Por ser afeminado, sofria tanto assédio quanto bullying, às vezes da mesma pessoa. Geralmente quem debochava de mim, queria ter alguma coisa, mas eu evitava. Meus pais pouco falavam sobre isso. Só sentia atração por homens mais velhos, mas nunca cheguei a ficar com alguém.

Quando meu pai foi promovido, eu disse que precisava terminar o semestre da faculdade para depois me transferir, não queria atrapalhar meus estudos. Ele falou sobre ficar na casa do tio Pedro e, para ser sincero, adorei. Sempre achei ele um homem gostoso demais, e mesmo sabendo que ele era mulherengo e que eu não tinha chance, aceitei, pois, só de estar perto, vê-lo de sunga na piscina ou sem camisa em casa, já seria maravilhoso. Tinha meu primo que era um pouco mais velho do que eu e muito gato, mas a gente não interagia. Mesmo um pouco tenso, resolvi ir, afinal não ia atrapalhar a vida deles, já que meu curso é integral e meus pais custeariam minhas despesas.

Nos primeiros dias fui me acostumando com a casa e convivendo com eles. Sempre muito simpáticos, me deixaram bem à vontade. Jantamos juntos, conversamos amenidades e de vez em quando assistimos algum filme. Reparei em meu primo: bonito, já formado, inteligente, mas não tinha namorada! Tinha um corpo gostoso, tudo no lugar e era bom de papo. Como assim, sozinho?! Mas, minha atenção ia para meu tio: alto, parrudo, os braços peludos e a barba começando a ficar grisalha! Rosto másculo, jeitão de macho raiz! As pernas grossas, o andar de macho e a voz grossa, me deixavam louco! Mas eu não podia fazer nada, seria um vexame. Eu dormia imaginando ele em cima de mim, eu abraçado a ele, com meu rosto em seu peito cabeludo e forte. Até o cheiro dele eu imaginava!

Em alguns dias da semana eu tinha aula somente de tarde na faculdade, e eu aproveitava para puxar assunto com ele. Começamos a nos aproximar. Reparei que sempre que estava perto da hora de Alan chegar, ele terminava a conversa. Minha mente começou a viajar! Excitado e ansioso, resolvi provocar, eu precisava de uma resposta, meu tesão já não cabia mais em mim.

Depois de um mês com eles, eu acordei cedo e disposto. Alan já tinha saído e o tio Pedro estava na piscina. Acenei e apareci com uma sunga bem pequena e apertada e fui dar um mergulho. Notei que ele não parava de olhar para minha bunda. Deitei na borda para pegar sol. Senti que ele estava um pouco agitado. Deitei de costas, com a bunda bem empinada, mas sempre sério! Depois mergulhei e nadei em sua direção para puxar papo. Meio sem jeito, ele inventou uma desculpa e levantou. No dia seguinte, sábado, meu primo já tinha ido para rua, eu coloquei a mesma sunga e passei por ele dentro de casa, indo para a piscina. Senti seus olhos em mim. Perguntei se ele queria pegar sol comigo e, meio ríspido, disse que não. Fiquei envergonhado, não devia ter tentado dois dias seguidos. Voltei para meu quarto. Será que ele ia falar com meu pai? Fiquei preocupado! Resolvi que tinha que sair de lá, ia arrumar um local para ficar. Coloquei um short curto, uma camisa apertada e fui falar com ele. Pedi desculpa e disse que achava melhor eu ficar em um lugar só meu. Ele perguntou por que, desviando o olhar, mas olhando para minha bunda pelo vidro da porta. - Não quero incomodar o senhor nem Alan, adoro vocês e me sinto melhor ainda quando o senhor está perto, mas não quero atrapalhar! - respondi. Percebi que ele estava um pouco suado e ajeitava o pau na bermuda.

Como ele estava sem camisa, observei seus pelos do peito forte, seu suvaco e pescoço grosso, eu também estava nervoso. Ele segurou no meu ombro e disse que eu devia ficar. Senti sua mão suada e tremi. Por impulso, ou sei lá o quê, abracei ele e agradeci. Ao passar meus braços por seu pescoço, cheguei mais perto e senti seu calor e seu pau duro. Seus braços envolveram minha cintura, e, de maneira rápida, me virou e me abraçou por trás. Seu pau volumoso roçava nas minhas costas, eu não acreditei naquilo! Tio Pedro rasgou minha camisa e começou a alisar meus mamilos, cintura e barriga. Eu senti o seu membro pulsando. Apesar de cheio de tesão e de ter imaginado mil coisas antes, eu não sabia o que fazer, mas ele soube me conduzir perfeitamente. Primeiro para o seu quarto!

Meu tio trancou a porta e me jogou na cama, já tirando a bermuda e mandando eu ficar nu e ficar de bruços. Ele deitou sobre mim. Senti seu membro na minha bunda, seus pelos nas minhas costas e sua boca na minha nuca. Ele lambeu meu pescoço, mordeu e falou sacanagens. Eu estava envolvido e me entregando. Desceu pelas minhas costas, elogiou minha pele lisa. Quando chegou mais embaixo, beijou, mordeu e abriu minhas nádegas, deixando aparente meu cuzinho virgem e quente. Começou a falar baixinho do meu cu rosa clarinho, que era delicioso, apertado e liso! Meu tio começou a lamber e enfiar a língua em mim. Eu me empinava e contorcia, jamais tinha imaginado tal prazer, tão gostoso! Era uma mistura de beijo, chupada, lambida e mordiscadas. Eu sentia sua saliva me molhando, seu dedo querendo entrar e ele forçou mais, dizendo que sentia o calor do meu rabo. Quando ele tentou enfiar o dedo, eu reclamei. Falei que era virgem e que nunca tinha feito nada.

Tio Pedro parou e perguntou se era verdade. Eu disse que sim e que na verdade eu estava me guardando para ele, queria perder a virgindade com ele, queria ser dele para sempre! Percebi seu nervosismo e ao mesmo tempo empolgação! - Então esse cuzinho nunca viu um pau? Percebi que é apertado, mas jamais imaginaria… bonito desse jeito, 19 anos e… virgenzinho! Bom demais! - disse meu tio e voltou a apertar minha bunda e meter a língua. Depois voltou a esfregar seu pau e tentou meter, mas a grossura não permitiu, reclamei e ele parou, com o pau todo babado de tesão.

Era só o começo.

O PAI

Sou Pedro, pai do Alan e tio do Enzo. Sou parrudo, grande, tenho barba e pelos e gosto demais de sexo. Me divorciei da mãe do Alan, que linda e excelente como mulher e pessoa, mas não era muito ligada a sexo. Eu sempre gostei de novas maneiras e locais, mas ela nunca topava. Sexo anal? Nem pensar! Ela elogiava meu pau, dizia que era grosso e bonito, porém que não sentia prazer, e sim, dor. Acabamos nos separando. Fiquei com várias mulheres, tive namoradas, mas quando encontrava uma que curtia, não fazia tão bem e acabava reclamando.

Um dia reencontrei um amigo de juventude. Fomos beber uma cerveja e ele abriu o jogo: curtia homens e era passivo. Como tínhamos a intimidade do passado, ele contou alguns detalhes. Claro que fiquei de pau duro! Eu adorava comer cu e tinha ali um cara conhecido que queria dar o cu! Eu não senti tesão nele, só pensava em meter. Quando ele falou que curtia levar pica na pressão, eu me levantei e chamei ele para minha casa. Na época, Alan ainda morava com a mãe. Comi o cara a noite toda. A bunda era lisa, gulosa e de pele cuidada. A partir dali, passei a comer alguns caras que fossem afeminados, que me lembrassem uma mulher e que tivessem o corpo feminino. Namorava mulheres e pegava no sigilo.

Veio a história de Enzo ir morar comigo. Eu já sacava o rapaz e tinha um tesão enorme nele. Delicado, esguio, bunda arrebitada e lisinho. Foi melhor do que eu podia imaginar. No começo evitei, tinha que pensar, afinal, ele morava na minha casa! Bom, ele acabou na minha cama, como foi escrito.

Na nossa primeira vez, depois que ele me disse que era virgem, bateu mais tesão, mas sabia que tinha que ir com calma. Voltei a chupar e lamber aquele cuzinho quente e comecei a brincar com os dedos. Eu nunca tinha beijado ou feito carícias em outros caras, somente metia e ia embora, mas, desde o começo, senti vontade com Enzo. Fiz ele deitar de costas e deitei ao seu lado. Beijei sua boca carnuda enquanto passava o dedo em volta do seu cuzinho. Ele foi relaxando. Deitou por cima de mim e disse que precisava realizar um sonho. Me beijou e foi em direção ao meu pau. Mamou gostoso, sua inexperiência me dava mais prazer. Tentava colocar tudo na boca, cheirava, esfregava no rosto. Com a língua, brincava com a baba que escorria, saboreava com cara de safado. Depois de bem a vontade, fizemos um meia nove e em seguida passei lubrificante no meu pau e nele. Coloquei de bruços e deitei por cima. Com a bunda empinada, ele chamava meu cacete, rebolando devagar, em seu instinto de passivo doido para dar. Encaixei e comecei a meter. Esfreguei meu peito em suas costas e lambi sua nuca. Enzo relaxou e a cabeça foi entrando. Senti suas pregas dilatando, o calor do seu rabo gostoso e enfiei a cabeça toda. Ele gritou e mandou parar. Sussurrei em seu ouvido para ter calma, que ia passar, logo ele ia chamar por mais. E assim foi. Acostumado com a cabeça, empinou a bunda e meti mais. Seus gemidos eram de dor e prazer, ele choramingava e apertava o lençol com força e eu metia mais, devagar e sem parar. Vendo seu suor e lágrimas, parei de novo. Nunca tinha sentido um cu tão apertado e quente. Faltava ainda metade e eu fui tirando devagar, para meter de novo. Deixei só a cabeça e ele choramingou, dessa vez pedindo para meter tudo. Fui enfiando devagar, agora até o talo. Ele estava vermelho e suado, meu peito deslizava nas suas costas e senti sua bunda no meu corpo. Rouco, ele gemia e revirava os olhos. Tirei de novo até a cabeça e repeti e fui aumentando a velocidade. Eu estava completamente envolvido naquele prazer, em seu corpo liso e magro. Comecei a estocar com mais força. Sem tirar o pau, ficamos de lado. Levantei sua perna e continuei metendo, alisando suas coxas e dizendo o quanto ele era gostoso. Em outra volta, mudamos e ele sentou no meu pau. Acostumado, mas ainda reclamando de dor, cavalgou devagar, rebolou e gemeu gostoso. Apoiado no meu peito peludo, suas mãos delicadas me apertavam. Seu pauzinho fino chorava de tesão, era muita baba que escorria dele, parecia estar gozando. Eu não aguentei e ainda sem tirar de dentro, coloquei ele de costas, deitado, com as pernas nos meus ombros e comecei a meter com mais rapidez. Alisando meu pescoço e meu peito, Enzo começou a pedir mais: - Tio, acho que vou gozar, eu não sei o que faço, está doendo… estou sentindo prazer e dor… o senhor é melhor do que eu imaginei! Mete, goza comigo, tio, goza, eu vou gozar agora! - gemeu meu sobrinho. Meu pau já estava no ponto e comecei a despejar nele todo meu esperma. Instintivamente, meti mais forte, dei umas três estocadas, jorrando todo meu gozo naquele corpo delicado. Ele gozava junto comigo. De seu pau pequeno saiu muita porra, melando seu corpo do umbigo ao peito. Quando acabamos, ainda sem tirar, ele me puxou e me beijou. Meu pau ainda dentro dele, eu sentia o calor melado.

Tirei o pau devagar, a pedido dele. Olhei o resultado: sangue e esperma escorrendo e seu cu dilatado e inchado. Levantei ele devagar, peguei no colo e levei para o banheiro. Enzo disse que estava com dor na barriga e no cu. Meu pau estava assado de tanto movimento naquele cuzinho apertado. Rimos e nos abraçamos. A partir dali, começamos uma relação de muito sexo.

Eu achei que ele poderia ser empolgação e depois Enzo ia querer me trocar por Alan ou outro jovem. Cheguei a falar alguma coisa, mas ele disse que ficaria comigo para sempre, e que o máximo que poderia acontecer seria uma sacanagem a três sem penetração, junto comigo, que era uma fantasia dele. Falei que eu também tinha essa fantasia. Mesmo sendo muito sacana, nunca tinha feito. Confesso que fiquei meio nervoso, mas ele me acalmou dizendo que fantasia só se realiza uma vez.

Continuamos nossa vida normal aos olhos dos outros, mas sempre dormindo juntos.

O FILHO, O PRIMO E O PAI

Fiquei parado vendo meu pai e Enzo. Com o pau duro, encostei devagar na parede para ver melhor. A cena era deliciosa e ao mesmo tempo me deixava confuso. Enzo e meu pai pareciam ter uma intimidade muito grande, um carinho, e ao mesmo tempo uma energia sexual que transbordava! Meu primo segurava com sua pequena mão o pau imenso do meu pai e tentando engolir todo o cacete. A outra alisava o saco grande e peludo, enquanto meu pai segurava e alisava seus cabelos lisos. A maneira que ele mamava e esfregava o rosto nos pentelhos crespos, começaram a me excitar mais, eu estava quase me masturbando ali. Meu pau é grande, mas não tanto quanto o do meu pai, e já apertava na cueca. Fui ajeitar e esbarrei na porta. Arregalei os olhos e vi que os dois me olharam, surpresos. Meu primeiro impulso foi sair correndo, mas meu pai foi rápido e estendeu a mão para mim. - Vem, Alan. Depois a gente conversa, mas, vem, fica com a gente! - disse ele com voz baixa.

Sem saber o que fazer, eu fui. Eles mantiveram a mesma posição. Meu pai repetiu que depois a gente ia conversar e me puxou para perto deles. Enzo olhou para ele e ele disse que iriam realizar suas fantasias e o fez voltar a chupar seu pau. Mesmo assustado, meu pau não baixava. Meu pai abriu minha bermuda e fez um gesto para que eu tirasse. Minha cueca estava totalmente melada e ele riu. Tirei minha roupa e fiquei ali. Enzo começou a segurar meu pau e me masturbar lentamente. Eu olhava para meu pai, nu, de pau duro. Reparei melhor nas veias do pau, os pentelhos fartos, o peito, o pescoço grosso e seus braços peludos. Meu pai me segurou pela cintura e puxou para ele, ficamos encostados um no outro. Com a outra mão, moveu a cabeça de Enzo em direção ao meu pau. Segurando agora os dois membros, Enzo começou a chupar. Gemi baixo, ainda tenso. Meu pai começou a alisar minha bunda, descobrindo meu corpo. Enfiou o dedo no meu rego até chegar no meu cu. Eu fechei os olhos, mas ele segurou meu rosto e ficamos nos olhando enquanto ele me acariciava e eu era chupado Meu pai manteve meu primo naquela posição, engolindo nossos paus, cada hora um. Sem tirar os olhos de mim, ele me passou a mão pelas minhas costas, me deixando arrepiado. Segurou minha nuca. Meu pai se aproximou e colocou sua boca sobre a minha, em um beijo quente, onde enfiou sua língua que buscava a minha e alisava minha gengiva e dentes e senti sua barba no meu rosto. Sua língua percorria minha boca, alisava minha língua e depois ele sugava, mordia e lambia meus lábios, parecia que ia me engolir, a cada movimento em que sentia seu hálito e sua saliva. A sensação do beijo junto com a boca de Enzo no meu pau quase me fez gozar até que meu pai me fez sentar ao lado do meu primo. Fiquei olhando de perto ele chupar meu pai. Passou a língua pela cabeça, meteu todo na boca. Eu já estava salivando e admirando aquele mastro roliço e grande, quando Enzo tirou da boca e o colocou na minha. Instintivamente comecei a chupar. De olhos abertos, apreciava os pelos pubianos negros e a barriga do meu pai. Comecei a alisar sua perna e segurar suas bolas grandes. Senti pela primeira vez o gosto da baba transparente, que saía abundante daquele caralho grosso. As veias pulsando nos meus lábios me tiravam do sério. Enzo começou a chupar junto comigo, começou pelo saco e eu na ponta, e, sem tirar a boca, mudamos de posição algumas vezes. Meu pai gemia e segurava nossas cabeças. Fizemos uma “coreografia” no pau dele, sempre sem tirar nossas bocas. Entre chupadas e linguadas, meu pai começou a arfar. A respiração aumentou e olhei para cima para ver aquele homem grande prestes a ter um orgasmo monumental. No começo do urro do meu pai, Enzo puxou para si, recebendo os primeiros jatos de esperma na boca. Eu observei hipnotizado pela cena. Ao final do terceiro jato, ele colocou na minha direção, abri a boca e recebi uma jorrada que também espalhou pelo meu rosto e mais uma que foi toda na minha boca. Senti o gosto amargo e ácido, forte e marcante e ao mesmo tempo que eu engolia, ele apertava o pau para sair tudo. Tirei as últimas gotas do leite espesso e quente e puxei Enzo para me chupar, queria gozar em sua boca, mas meu pai, de maneira sutil, evitou. Gozei junto com Enzo, mas sem nos tocar mais. Meu pai falou: - A única porra que entra nele é minha, não leva a mal, meu filho. Depois a gente conversa. - disse baixo com sua voz grossa.

Ficamos recuperando a respiração, em silêncio. Sem graça, peguei minha roupa e fui para o meu quarto, quase correndo.

Eu estava sentado na minha cama, ainda sentindo o gosto do esperma do meu pai e as sensações daquela noite, e meu pai entrou. O pau grande, meia bomba, balançava. - Alan, amanhã eu explico tudo. Eu e Enzo estamos… sei lá, estamos! E pintou uma fantasia de fazer a três, mas com alguém de confiança. E não tinha ninguém melhor do que você. Vamos conversar somente eu e você, ok? Só a gente.

Ele me puxou e deu outro beijo, colando seu corpo no meu. - Adoro sentir o gosto da minha porra na boca de outro. - falou, se afastando.

O olhar do meu pai para mim me fez estremecer de tesão. Mais coisas estavam por vir.

***

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Foto de perfil de Seven RJSeven RJContos: 116Seguidores: 120Seguindo: 1Mensagem Escrevo histórias reais. Escrevo relatos meus, de amigos e de pessoas que gostam da minha narrativa e me procuram para que eu possa contar as suas histórias e experiências. Escrevo pensando no leitor, que vai se identificar, seja pela realidade ou fantasia que tem. Alguns relatos viraram livros, por terem se tornado relações que envolveram pessoas e sentimentos depois do tesão inicial. Conheça meus livros na Loja Kindle da Amazon. Procure por mim lá: CM Sèven. Instagram já em atividade: @_cmseven_ Quer contar sua história? seven2002@bol.com.br

Comentários

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Caralho, acordei cedo, li o texto delicioso, pau duro de tesão e a bronha foi inevitável, gozei litros. Que situação maravilhosa muito bem descrita. Real ou ficção estás de parabéns. Obrigado por compartilhar.

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