Ensinei aos cornos como se fode uma mulher de verdade

Um conto erótico de Quase Alguém
Categoria: Grupal
Contém 2879 palavras
Data: 30/01/2026 13:38:54

Terça-feira, carnaval bombando, muita bebida, beijos, alegria, tudo que um jovem quer. Já faziam 3 dias que eu havia comido Marília, namoradinha do meu vizinho Armando, primeiro a buceta no banheiro do bar dele, depois o cuzinho na frente dele, no sofá em sua sala de estar. Depois disso, trocamos mensagens quentes, mas nada muito além disso. Apesar de eu amar o quanto aquela ninfeta era safada, precisava curtir as festas com meus amigos também e sabia que ela não poderia me acompanhar já que vivia amarrada ao corno manso.

A tarde na terça, enquanto eu descansava entre um bloquinho e outro, recebi algo menos provocativo, mas igualmente excitante.

"Oi, gatinho. Mais tarde uns amigos do Armando vão vir aqui pra um churrasco. Quer colar?"

"Hmmm... Sei não, Marília. Ele não vai se importar?"

"Não, relaxa. Eu te dou um presente se você vier."

Eu não poderia negar, estava cansado por conta da bagaceira nos últimos dias, mas meu pau não e eu tava doido pra meter na Marília novamente.

Voltei pra casa lá pelas 19h, banhei e fui para o quarto, acabei cochilando deitado na cama. Acordei uns 30 minutos depois e terminei de me arrumar. A casa do Armando era próxima então, antes de ir, resolvi confirmar se não teria dores de cabeça e recebi uma resposta bem direta:

"Só se for na de baixo"

Eu ri pra cacete disso e foi o último pingo de motivação que eu precisava para ir lá. Ao chegar, Armando veio me receber, me cumprimentou, abraçou e foi me levando até o espaço onde fazia a recepção dos amigos. Me apresentou a todos os presentes, eram uns 5 casais de amigos, alguns mais novos, outros mais velhos, mas chamava atenção a beleza das mulheres que estavam ali, independente da feiura dos maridos. Além disso, no meio deles, uma conhecida, Rafaela, que era filha de um dos casais, mas não procurei saber qual. Armando me serviu uma cerveja, era meio bizarro ele agir daquela maneira, não conseguia entender o motivo dele gostar tanto do cara que enrabava a sua namorada novinha, mas ficaria ainda pior.

Quando cheguei até Marília, ao invés do protocolar abraço e beijo na bochecha, ela me agarrou e me beijou na boca. E foi um beijo daqueles. Eu correspondi meio em choque, sem entender nada e com medo de um dos amigos do velho se revoltarem, mas todos pareceram cagar pra isso.

Me sentei ao lado dela num balcão que dava de frente para a churrasqueira, comandada por Armando. Enquanto todos curtiam a comida boa e as bebidas, eu observava tudo calado, meio em choque ainda pelo beijo. Passei quase todo o tempo quieto, apenas comentei com Marília sobre as carnes, com Armando sobre futebol, mas nada muito profundo.

Eu já tinha bebido bem logo cedo, então acabei me segurando tambem. Perto das 22h, Rafaela e seus pais foram até os anfitriões para se despedir e eu fui ao banheiro, me aliviar e processar aquilo tudo. Saindo de lá, me deparei com Marília parada na porta, como numa armadilha, esperando por mim.

Ela me empurrou de volta no banheiro e começamos a nos pegar, eu estava mais solto agora, imaginei que se não tinha problema me beijar na frente de todos, também não teria nos pegarmos ali. Foram beijos quentes e minhas mãos passearam pelas curvas daquele corpo perfeito. Quando cheguei aos peitos e fiz menção de abaixar o vestido para chupa-la, Marília me parou:

- Não, gato, aqui não, ainda não.

Eu a encarei sem entender nada, já estava com o pau pronto para meter.

- Ué. Vai querer esperar o pessoal sair?

Marília riu bastante nessa hora, se arrumou olhando para o espelho e começou uma explicação:

- Essas pessoas não são amigos íntimos do Armando. Quer dizer, até que são, mas não do tipo amigos de trabalho ou de infância.

- Ué. Como assim? - Indaguei.

- Sabe que o velho tem histórico de namorar novinhas né? Então, ele já não dá conta do recado a um tempo e se recusa a fazer tratamento. Numa dessas, a menina chifrou ele e ele pegou gosto pela coisa.

Eu estava incrédulo, achei que Armando era inexperiente nesse lance de ser corno, mas aparentemente ele já tava nessa a algum tempo e gostava muito.

- Esse pessoal aí gosta de coisa também, especialmente swing, eles são as pessoas que o velho chama pra foder as namoradas.

A conversa ia pra um caminho ainda mais estranho do que eu poderia imaginar, mas era excitante demais. Apesar de mais velhas que Marília, como eu disse antes, eram mulheres gostosas, apesar dos esposos nem tanto.

- E nós vamos fazer algo com eles? - Perguntei meio ansioso.

- Depende de você. Se quiser, você me come só pro corninho ver.

- Bom, eu já estou aqui né, melhor aproveitar uma experiência nova.

Marília me beijou e deu mais uma ajustada na aparência, então saímos do banheiro e fomos em direção a área onde os outros estavam.

Chegando lá, os outros casais pareciam já ter começado a festa. Dois estavam se pegando firme, os outros dois estavam trocados e as mulheres dancavam sensualmente para os maridos alheios. Meu pau estava duro pra caralho, eu queria interagir e meter em todas elas, mas não tinha certeza de como me portar.

- Finalmente aqueles dois foram embora. Eu avisei pra não trazer as filhas. - Disse Armando, que assistia tudo atras do balcão.

Marília se aproximou dele e abaixou suas calças, botando seu pau pra fora. Apesar de visivelmente excitado com a visão dos outros, Armando ainda estava mole. Marília o punhetou até que ele ficasse mais firme, então voltou até mim. Os outros casais estavam presos em suas próprias histórias e, naquele momento parecia que as coisas ficariam mais ou menos naqueles termos.

- Se bem que aquela Rafaela era um tesão de menina né. - Disse Marília beijando meu pescoço. - Acho que você ficaria feliz em comer duas novinhas hoje.

Eu apenas sorri e agarrei ela, pressionando sua buceta contra meu pau. Nos beijamos e Marília me sarrava de leve, enquanto eu apertava forte sua bunda. Ainda nos beijos, ela enfiou a mão na minha cueca e sorriu ao sentir meu pau duro, se distanciou um pouco e agachou, abaixou toda a minha roupa de baixo de uma só vez, exibindo minha ereção e mordendo os lábios ao vê-la.

- Olha aqui, Armando. É assim que o pau de um homem tem que ser. Duro... - Ela me engoliu num movimento único e depois tirou a pica babada da boca. - Gostoso, melado. Pronto para dar o que eu quero.

Nesse momento, os outros casais deram uma leve parada, todos atentos para o boquete delicioso que Marília fazia em mim. Tínhamos pulado um passo e acho que isso estimulou os outros também. Era uma área ampla, com uma pequena mesa de centro em madeira maciça, algumas poltronas ao redor e um sofá maior mais próximo a mesinha. O balcão ficava logo a esquerda, pouco depois da última poltrona e a mesa maior, onde todos comiam ficava em frente a ele.

Eu estava parado atrás da primeira poltrona, de pé, sentindo a garganta de Marília apertando minha pica. Armando seguia atrás do balcão, olhando para nós e se masturbando. Os outros casais se espalharam, dois no sofá e os outros dois cada um em uma poltrona. As roupas começaram a cair e o clima ficou mais quente. Eu tirei a camisa e Marília se levantou e virou de costas para mim, desci o zíper do vestido até o fim, deixando-o cair e revelando seu corpo perfeito, que não tinha nada cobrindo embaixo.

Ela era, sem dúvida, a mais gostosa das cinco mulheres e tinha um ar tentador de luxúria que me causava arrepios e deixava meu pau tomar conta dos meus impulsos.

Depois de nua, ela me puxou até a poltrona, eu me sentei, ela ajoelhou e voltou a mamar. Logo na nossa frente, no sofá maior, um coroa tinha posto a linda mulata que a acompanhava deitada de costas e pernas abertas e chupava sua buceta, ela gemia olhando para mim e Marília e segurava firme a cabeça do homem contra si. O casal que os acompanhava no sofá já estava metendo, a mulher na mesma posição e o cara por cima, num frango assado.

Os casais na poltrona estavam como eu e Marília, os homens sentados e as mulheres mamando de joelho, um dos homens olhava fixamente a bunda da minha acompanhante, que estava completamente exposta e de costas para ele. Quando percebi, pedi que Marilia se levantasse e assim ela o fez, me levantei também e comecei a exibir seu corpo delicioso para ele. Abria as nádegas expondo o anelzinho, ela, ciente do que eu fazia, dedava a pepeca e piscava o cuzinho, até olhou para ele sobre os ombros e sorriu quando eu dei um tapa. Depois desse breve show, o homem gozou, na boca da mulher do amigo, que estava na poltrona do lado sendo mamado pela mulher do outro. Uma loucura.

Virei Marília de costas pra mim e a coloquei apoiada sobre a mesinha ao centro, agachei atrás daquele rabo lindo e enfiei minha cara. Me acabei lambendo a buceta e o cuzinho dela, que gemia como uma cadela no cio, se exibindo para os homens e mulheres que assistiam aquilo. O segundo casal na poltrona começou a meter, o homem sentado ainda e a mulher cavalgando de costas, com olhar fixo em Marília e no seu escândalo excitante. No sofá, ambos os casais estavam fodendo também, as mulheres completamente abertas e tomando rola. Os gemidos daquelas gostosas chegava a superar a música que tocava ao fundo, sentia Marília piscar de tesão na minha língua, forçando-se contra mim, que enterrava a boca nela.

Me levantei e fiquei atrás dela, assim que a cabeca da rola encostou em sua entrada, ela mesma fez força pra trás, engolindo-me com uma fome voraz. Marília gritou de prazer e tomou a frente no movimento, eu fiquei um tempo admirando ela rebolar em mim enquanto sua buceta engolia todo meu membro, depois, resolvi tomar uma atitude e dar mais um show para os casais que fodiam e nos assistiam.

Segurei firme sua cintura e comecei a meter do jeito que ela gostava, forte, firme, sem muita velocidade, mas enterrando até meus ovos baterem nela. Armando veio se aproximando e ficou do nosso lado direito, se masturbando ainda e com olhar fixo na namoradinha que estava tomando pica. Naquela posição, ele não demorou a gozar, se afastando um pouco para que o jato não atingisse Marília.

Ela olhou pra ele, sorriu e afastou meu corpo com uma das mãos, depois segurou meu pau e direcionou para o cu, eu enterrei assim que senti encostar. Ela gemeu de prazer, me dando sinal verde pra seguir metendo como fazia na sua buceta.

- Queria te ver gozar igual da última vez, com esse gostoso me enrabando. - Disse ela já ofegante. - Mas você não consegue se controlar nem na frente dos seus amigos. Corno brocha.

Eu estava me segurando, queria gozar, mas não podia fazer feio. No primeiro espasmo do anel dela acompanhado de um gemido intenso, eu soube que ela estava quase tambem. Bati na sua bunda e soquei o mais forte que consegui, sentindo seu cu pulsar ao redor do meu pau. Ela nem avisou que ia gozar, apenas se contraiu e fez ainda mais barulho e eu a acompanhei. Segurei firme sua cintura, tentando enfiar até as bolas nela e leitar aquele cuzinho gostoso.

Ajudei ela a se levantar e sentamos juntos na poltrona, Armando estava largado proximo ao balcão. Nas poltronas, o homem que gozou primeiro estava se masturbando, agora assistindo, na poltrona ao lado, sua esposa cavalgar um outro cara e beijar a mulher que ele havia gozado na boca. No sofá, os homens gozaram na buceta de suas companheiras e acho que uma delas tambem teve um orgasmo, mas a mulata gostosa não.

Quando a festa na poltrona chegou ao ápice, Marília, que estava sentada no meu colo, começou a me esfregar de leve. Com exceção da mulata, todos pareciam estar completamente relaxados e apenas assistiam o comeco de mais um round meu com a ninfeta gostosa.

A moça que estava ao lado se levantou, sua buceta escorria a porra do marido que tinha gozado a pouco, ela se aproximou de Marília e deu um beijo em sua boca. Depois, encostou no ouvido dela e sussurrou algo que eu não ouvi, Marília apenas acenou que sim com a cabeça. Então Marília se levantou e ela ajoelhou na minha frente, segurou meu pau com força e começou a masturbar, sem olhar pra mim em nenhum momento. Marília saiu do recinto e voltou pouco depois, ficou atrás da poltrona me massageando enquanto a mulata deliciosa começava uma mamada. Ela não tinha a habilidade da ninfetinha, mas compensava com fome, chupava forte e sem pudor algum, como se a muito não provasse uma pica.

- Olhem seus cornos frouxos, assim que pau de homem tem que ser, duro sempre. - gritou Marília para os homens que seguiam anestesiados de prazer. - Aposto que essas várias com vocês queriam o mesmo que ela.

A mulher levantou a cabeca e olhou Marília, que sorria olhando para os outros, então estendeu a mão e pegou a camisinha que Marilia tinha buscado, abriu, colocou na boca e vestiu minha rola, punhetou mais um pouco e então se levantou e virou de costas. Ela tinha uma bunda muito linda, sua pele era marrom escuro, lisa e macia, a cintura contrastava bem, deixando as curvas ainda mais lindas. Teve um pouco de dificuldade para por tudo dentro, mas quando sentiu a bunda encostar no meu colo, começou a cavalgar com força.

Armando se sentou ao lado do marido da mulher, que estava duro outra vez vendo a esposa sentar em mim. Marília foi até eles e se sentou no meio, pegou o pau deles e começou a masturbar, enquanto Armando dedava a bucetinha melada dela. O outro casal no sofá estava inerte, sorriam assistindo tudo, mas não se mexeram. Os da poltrona, agora cada um com sua mulher, admiravam a cena se tocando, mas nada muito escancarado.

A mulher sentava gostoso, dava pra ver que queria algo que seu marido não proporcionou. O sêmen dele escorria ainda da buceta dela, a medida que ela subia e descia em mim, cada vez mais forte. Eu puxei seu corpo pra trás e ela ficou rebolando, uma das minhas mãos massageava seus peitos, a outra dedava a bucetinha.

- Olha aqui, veja como fazer sua mulher gozar. - Eu disse me direcionando ao marido dela. - É disso que você gosta não é, preta gostosa?

Ela gemia e acenava que sim, ainda rebolando mas cada vez mais devagar. Eu a apertei ainda mais contra mim e intensifiquei a massagem no seu clitóris.

- Goza pra mim, gostosa. Mostra pro seu marido como é bom ser comida de verdade.

Foi a deixa para ela chegar lá, sozinha gemendo naquela sala, enquanto todos ouviam atentos seu orgasmo. Ela jogou o corpo pra trás e ficou parada em cima de mim, ofegante e relaxada. Armando e o marido gozaram juntos com a punheta de Marília, que soltou eles assim que sentiu o primeiro jato. Depois, ela se levantou e puxou a mulata pelo braço, colocando-a entre Armando e seu marido. Se ajoelhou na minha frente e arrancou a camisinha, então começou a me mamar.

- Venham aqui. - Disse para as outras que estavam observando.

As mulheres se levantaram e ficaram ao meu redor, Marília pediu que eu me levantasse, esfregou bem a mão no meu pau e esfregou na boca delas.

- Olhem que delícia. É o gosto da minha buceta, do meu cu, da minha saliva e do pau gostoso dele - Disse enquanto as mulheres lambia sua mão. - Assim que pau de homem tem que ser, gosto de todos os buracos, sem pena de putinhas que nem vocês.

Marília voltou a se ajoelhar e colocou os braços para trás, uma das mulheres segurou sua cabeça e conduziu até minha pica outra vez. Comecei a foder sem dó aquela boquinha linda, sentia as bolas batendo no seu queixo e ela gemia enquanto engasgava com minha rola. O tesão tomou conta e eu gozei, comecei na garganta depois tirei e jorrei no rosto e nos peitinhos perfeitos que ela tinha. Eu caí pra trás e me sentei no sofá, Marília levantou e beijou as mulheres, que revezavam entre beijos e lamber minha porra delas.

Daquela posição eu não saí mais. Marília voltou a sentar no meu colo depois de limpa pelas outras e ficou lá comigo, vendo todos se arrumarem e sair.

Eu sequer me levantava para cumprimenta-los, estava completamente entorpecido pelo prazer da experiência.

Quando todos saíram, Armando foi banhar e eu me arrumei pra sair tambem.

Marília me acompanhou, ainda pelada, até o portão, nos beijamos gostoso numa despedida e ela terminou a noite com a melhor frase que eu poderia ouvir.

- Peguei o numero da novinha filha daquele cara. Quero que você me ajude a foder ela, vou até convencer de gravar e mostrar pro Armando e pro papaizinho.

Eu ri de alegria, dei mais um beijo nela e me retirei. Fui pra casa lembrando de cada segundo da noite e imaginando como seria comer as duas gostosas de uma vez...

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Comentários

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Gostoso demais fazer festa assim, com.todos trancando e gorando juntos

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