…Curtimos o restante do dia, não fomos embora tarde porque na segunda eu iria começar a trabalhar agora de carteira assinada, não podia dar mole…
Quando chegamos em casa, minha mãe estava radiante, felicidade transbordando, ficamos no sofá com a TV ligada sem assistir nada, rsrsrsrs, a gente só se beijava, se tocava, se acariciando,a gente só desgrudava pra ir ao banheiro.
–Ai amor, como a mamãe conseguiu ficar tanto tempo longe de vc, a última vez que vc me fudeu tem mais de um mês.
–Sim mãe, eu queria te dar espaço pra você curtir a Vânia, assim como vc me dá espaço quando estou com alguém.
–Eu sei amor, mas nós não podemos nos negligenciar assim, temos que dar um jeito filho, de pelo menos uma vez por semana, eu quero mais, sou viciada no meu amor, mas pelo menos uma vez, temos que fazer.
–Desculpe mãe,mas eu não concordo.
Minha mãe se afastou de mim, deu nitidamente pra ver sua cara de decepção, seus olhinhos perderam o brilho, eu passei a mão em seu rostinho, meu polegar apertou seus lábios, e ela abriu a boca pra chupar meu dedo, e só então eu continuei.
–Mãe, agora que eu não quero que vc fique com outra mulher sem eu estar presente, tenho que te amar três vezes por semana.
Ao me ouvir, seu sorriso voltou, e seus olhos brilharam novamente.
–Ai amor,você quer matar a sua mãe do coração, mas filho, quando você tiver com uma namorada, eu quero que você dê atenção a ela, três vezes é muito.
–Vamos fazer assim, eu agora não estou com ninguém, vou dar a despedida que vc permitiu a Roseli, e de vez enquanto com minha tia.
–Filho, a mamãe não permitiu ou deixou de permitir, você é que manda na mamãe.
–Mãe, somos iguais na relação…
Ela me interrompe brava.
–Não, assim eu não quero, eu te amo muito meu amor, eu sou sua propriedade, sua, se vc mandar, eu faço, se quer bater no rosto da mamãe,deixar ele todo vermelho, mamãe deixa, quer cuspir na cara da mamãe, mamãe adora, quer mijar na mamãe, eu só aceito submissa, se vc quer ficar com outro mulher na minha frente, quer que eu partícipe, quer só que eu olhe, a mamãe aceita, por favor meu amor, promete pra mamãe que eu serei sua propriedade!
Não sei porque mamãe estava tão doce e submissa comigo, talvez por medo de eu ir embora, eu não sei, e isso não importava, se ela quisesse mandar em mim, eu aceitaria, se ela quiser igualdade, ótimo, na verdade ela é que era meu porto seguro, mas mamãe queria que eu fosse o seu ponto de apoio, e eu aceito de bom grado, como diz Roseli, eu preciso melhorar meu emocional, vou trabalhar nisso, então, depois de beijar a boquinha gostosa da minha mãe.
–Sim mãe, eu sou seu dono, de hoje até o fim, eu mando no seu corpo, dos fios de cabelo até seu pezinho lindo.
–Aiiii filho, ouvir você falando assim, minha boceta até pulsa.
–Hummmm, safada, mãe de quem são esses olhos grandes que você tem?
–São seus meu amor, são pra ver seu corpo pelado, sua rola grossa, que tanto me dá prazer.
–E esse narizinho perfeitamente alinhado ao seu lindo rosto?
–É seu meu amor, ele é só pra te cheirar, o perfume do seu corpo, do seu suor quando estamos fodendo.
Enquanto ela cada vez mais safada respondia, eu já estava com meus dedos dentro dela.
–E de quem é essa boca chupadora de rola e engolidora de porra?
–É sua amor, só sua rola e só a sua porra bebê.
Depois da última resposta, apesar de sexy e provocante pra caralho, eu começo a rir, tiro os dedos dentro dela, aperto levemente seu queixo, e a questiono.
–Mãe, nessa história que estamos contando,eu sou a chapeuzinho vermelho e você é a loba má?
Ela também começa a rir no meu colo, e esbraveja comigo.
–Amor, porque você quebrou o clima , estava tão gostoso, mas ficou estranho né, é a chapeuzinho que faz as perguntas.
Ela agora se levanta do meu colo e ficamos de frente um pro outro no sofá, ela passa suas pernas sobre a minha, me deixando com a visão da sua boceta totalmente aberta, ela me beijava com tanto carinho e tanto amor.
–Eu te amo tanto filho, se vc soubesse como fico devastada quando me trata mal, me chamando de Regina.
– Mas este é seu nome mãe.
–Para os outros, pra você não, me chame de tudo, menos de Regina.
–Mas agora você é minha propriedade mãe, você acabou de passar seu corpinho pro meu nome, então eu te chamo do que eu quiser, inclusive pelo seu nome.
–Por favor amor, eu faço tudo que vc quiser, tudo.
–É mesmo mãe! seu cuzinho tá bem judiado! Posso judiar mais dele então?
–Meu cu é seu filho, pode vir.
E eu fui, fodemos até às 23:00 naquele dia, e voltei a fazer minha mãezinha amorosa e putinha de depósito da minha porra, quando terminamos, eu ia pro meu quarto, ela me impediu.
–Vem amor, pra minha cama, amanhã vou trazer todas as suas coisas pro nosso quarto.
–Mas mãe, eu acordando cedo e indo dormir tarde, vou te acordar e incomodar.
–Tão lindo, tão gostoso, e tão bobinho,vc acha que eu não estou acordada quando sai, e quando chega amor.
–Mas não precisa mãe, prefiro que você descanse.
–E que mãe que descansa com o filho fora de casa amor, a não ser que não queira dormir com a mamãe.
–Eu amo dormir com vc mãe, tá combinado, pode fazer minha “mudança”
E assim fomos dormir, depois de um final de semana que começou problemático, mas no fim, eu e a mulher da minha vida, nos entendemos, e como entendemos.
A minha vida realmente estava mudando, o meu primeiro salário na vida, bateu exatamente com o último salário pensão que eu recebia pela morte do meu pai; financeiramente não mudou nada, eu cada vez aprendia mais com meu tio, e ele era bom, o'que ele não tinha de talento ele compensa com esforço e suor, ele sempre me dizia, seja líder e não chefe, o chefe manda, o líder dá o exemplo, sempre chegue primeiro, e saia por último, e se a empresa não te valoriza, saia, não desconte nos clientes e nos funcionários.
Larissa e eu, estávamos sempre juntos, antes ela só ia aos sábados, depois que comecei a trabalhar todos os dias, ela começou a ir depois da aula, direto pra empresa, e nós dois sempre que tínhamos um tempo, estávamos nos beijando escondido.
–Ai Lari, isso não está certo, preciso pedir pro seus pais .
–Lipe, é tão gostoso sentir seus lábios nos meus, mas se vc falar com minha mãe, ela te manda embora na hora.
–Eu sei, promete, que me espera até você fazer 18 anos, aí eu peço pra eles.
–Sim, eu prometo tudo pra vc, agora deixa eu te dar um último beijo, já estamos sumidos há muito tempo.
Sempre que isso acontecia, ela voltava pra loja com um sorrisão no rosto, logo em seguida eu ia, e meu tio me dava uma olhada daquelas pra mim com cara de bravo, e depois sorria, e assim o ano voou, eu já estava habilitado, eu e minha mãe estávamos em estado de êxtase, já estava com 19 anos e Larissa com 17, eu cada vez mais conseguia poder na loja, praticamente eu tinha o mesmo conhecimento que meu tio, só não o mesmo salário, mas isso nunca importou pra mim, eu estava trabalhando lá por uma pessoa, Larissa, minha anjinha bunduda de olhos escandalosamente azuis.
Seu Roberto e dona Sandra tinham muito mais tranquilidade agora que eu e meu tio tomamos conta da empresa deles como se fosse nossa, já tinha recebido um aumento, não muito, mas tudo bem. Eu e minha mãe ainda curtia lua de mel, fodiamos em qualquer lugar da casa, uma vez por mês eu mamãe, titia e o tio, fazíamos umas safadeza juntos, eu e Roseli tivemos nossa despedida, ela foi pro Canadá morar com Natália, falávamos de vez enquanto, ela virou grande amiga da minha mãe, e às vezes conversávamos online os quatro, eu e Natália e nossas mães , assuntos do cotidiano, sem nenhum teor sexual, a Dra Vânia fez contato com minha mãe, minha mãe me falou que agora ela iria me provar que não teve nada com o idiota do amigo da Dra, mas eu não quis,eu mandei ela por fim em qualquer aproximação da Dra, isso não importava mais, eu amo minha mãe, e seu comportamento comigo me diz que ela me ama dez vezes mais, então foda-se a Dra, minha mãe a bloqueou e apagou seu contato, fizemos um sexo bem selvagem depois disso, tudo estava perfeito, mas mundo perfeito não existe, e o nosso sofreu um duro golpe, quando recebemos ligação de Minas, era uma quinta feira meio dia, eu e meu tio estava na loja, minha avó sofreu um AVC, meu tio era forte, difícil de chorar, mas ele desabou, era a mãe dele, ele só tinha dois laços sanguíneo, eu e a mãe dele, e a mãe tinha sofrido um AVC, na verdade ainda não sabíamos direito, era muita informação desencontrada que vinha das amigas de igreja dela, teríamos que ir, meu tio estava perturbado, mas eu o apoiei, como ele sempre me apoiou.
–Tio, temos que ir agora pra Minas.
–O ônibus só sai à noite.
–Que ônibus tio, vamos de carro, minha mãe já está arrumando as nossas coisas, ela falou que a tia Elaine, também está arrumando as suas.
–Vou pegar um Uber aqui, e vou pra casa então.
Os olhos vermelhos de tanto chorar, atordoado, perdido, a loja estava um caos, não por causa dos clientes, de trabalho, nada, mas por que aquela notícia impactou a todos, éramos queridos por todos, e eles também sentiram, dona Sandra e seu Roberto, nos autorizou a viajar e ficar o tempo que fosse necessário, perguntou se meu tio precisava de dinheiro adiantado, meu tio não respondeu, estava longe, eu respondi por ele.
–Não, obrigado, não precisamos, só teremos que ir mesmo.
Eles assentiram, quando a gente ia sair, eu entreguei a chave da minha moto pro tio, dei um chacoalhão nele .
–Tio, acorda porra, preciso de você ligado, vai com minha moto, e de lá vai pra casa, eu e a mãe estamos esperando vcs dois, vc consegue tio?
–Sim Felipe, eu consigo filho.
Naquele mesmo dia pouco depois das 15:00 horas, já estava na estrada, eu dividia o volante com minha mãe, pra deixar o tio que ainda estava em estado de choque na dele, só parávamos pra usar banheiro e tomar alguma coisa, ninguém tinha fome, se de ônibus a viagem durava dez horas, fizemos em 7 horas, e quando chegamos, fomos direto pro hospital, aí descobrimos que o estado da minha avó, era uma grande incógnita ela teve um AVC, estava na UTI, em coma induzido, mas os médicos nos disse que devido ter sido socorrida rápida, ela estava na igreja, as chances dela eram boas, mas só quando ela saísse do coma , é que poderia ter certeza de alguma coisa, até lá poderíamos esperar qualquer coisa, do pior a uma melhora total.
Minha mãe, meu tio, e minha tia Elaine se revezava em dormir no hospital, e durante o dia, pelo menos dois ficavam no hospital, eu insistia para pegar um turno, mas eles não permitiam, então eu era o motorista,o buscador de comida, roupa, qualquer coisa que facilitasse a vida deles e me permitisse ser útil, já havia uma semana que estava em Minas, e a situação era a mesma. E na sexta meu tio, e minha tia dormiram em casa, e minha mãe no hospital( só podia dormir um acompanhante),às 6:00 horas da manhã, eu levei tia Elaine, meio dia busquei a minha mãe, quando chegamos na casa da minha avó, meu tio tinha feito a comida, então almoçamos, e ele me deu uma ordem.
–Felipe, eu conversei com seu Roberto, e ele revelou que está puxado, mas que darão conta, mas depois liguei pra um dos meninos, e ele falou que está um caos, tá muito movimentado, então filho, eu preciso que vc volte pra São Paulo.
–Mas tio, eu quero ficar aqui com vcs, também estou preocupado com a vó.
Minha mãe só ouvia atenta, enquanto almoçava.
–Todos estamos preocupados Lipe, mas não tem o que fazer, a sua mãe e a Elaine ficam e me apoia e me ajuda, e vc volta pra loja, pra ajudar eles.
–Tio, eu não quero..
Meu tio me interrompeu com voz alterada, claramente cansado, mas foi firme e duro comigo.
–Não se trata de você Felipe, se trata de nos apoiar, desculpa Lipe, mas com vc lá eu consigo ficar mais tranquilo, sei que lá, vc é muito mais útil que aqui filho.
As últimas palavras saíram com a voz embargada, e ele chorou, larguei minha comida, e corri pra abraçar meu tio pedindo desculpas a ele.
–Desculpa tio, eu vou, pode ficar tranquilo, vc é meu herói tio, aguenta firme.
Meu tio enxugou os olhos, tomou água, e fez um último pedido.
–Eu quero te pedir uma coisa também Lipe, amanhã vc vai embora, mas antes eu queria que vc “acalmasse” a Elaine, eu já falhei duas vezes essa semana, começamos a brincar, meu pau levanta, e quando vamos fazer amor, eu fico preocupado, e deixo ela na mão, tá foda.
Minha mãe intervém.
–Totalmente compreensível Nielson, você está sob muita pressão, na verdade,todos estamos nessa angústia de não saber e não poder fazer nada, eu e o Felipe também não fizemos nada, mas fica tranquilo que a Elaine vai ser bem tratada pelo meu amorzinho, ela merece.
Levei meu tio pro hospital, e mais tarde iria buscar a tia, na volta comprei a passagem de volta pra São Paulo, e voltei pra casa de vó, deixei o carro na porta, tomei um banho, e minha mãe já estava no quarto sonolenta, ela estava cheirosa, aparentemente tinha tomado um banho antes de deitar, eu cheguei por trás, beijando suas costas sua nuca, passei a mão pelo seu corpo e percebi, minha mãe estava nua.
–Oi mamãe, está peladinha pro seu filho é?
–Sim meu amor, a mamãe também precisa do seu carinho, vamos ficar um tempo separados, você brinca com a mamãe?
Eu subi em cima dela, posicionei o pau na entrada da boceta dela.
–Hoje mãe, eu quero fazer amor com o meu amor.
Com a voz embargada, ela me pergunta.
–Como filho, eu não entendi direito.
–Vc é meu amor mamãe e quero fazer amor com o meu amor.
Mamãe chorou, e pediu para eu penetrá-la .
–Que emoção amor, você nunca me chamou de amor, come a sua amada, come.
E eu entrei, fiz amor gostoso com minha mãe, minha maravilhosa mãe, não fizemos preliminares, ela ouvir eu a chamar de meu amor, deixou minha mãe tão molhada e com tanto tesão, que facilitava minhas metidas nas carnes tenra de minha mãe. Ficamos meia hora no papai e mamãe, toda vez que ela ia gozar, eu parava, beijava, e ela reclamava.
–Naaaaaaão para amor…
–Shiiiiiiiiiiu, vc não fala, só geme.
–hummmmmmm, aaaaaaaaaaaaai
E eu voltava a bombar lento, mas fomos interrompidos por palmas na porta da casa.
–Amor, não pára, eles vão embora.
Eu concordei, e continuei penetrando minha mãe, quando ouvimos um grito alto.
–Regina, eu sei que está aí amiga, precisamos por o papo em dia amiga.
Minha mãe revirou os olhos de ódio, e esbravejou debaixo de mim.
–Caralho, é a vadia da Lúcia
–Lucia, quem é Lúcia mãe?
–Ahhhh, é a sua sogri…. Desculpa filho, é a mãe da Laninha.
–Ahhhh, entendi, é a sua amiga tóxica, fica aí peladinha, eu vou lá escorraçar ela.
–Filho, eu não gosto dela,mas não vai ser mal educado com ela.
–Deixa comigo mãe.
Vesti uma calça moletom sem cueca, claramente não disfarçava a minha ereção, e corri pra atender a porta.
–Ei, calma, para de gritar, minha mãe está dormindo, passou a noite no hospital com a minha avó.
–Me desculpa não sabia, você é o Felipe? Nossa Felipe, como vc está bonito garoto.
–Sim sou Felipe, e você é?
–Sou a Lúcia, mãe da Laninha, ou você esqueceu também?
–Desculpe Lúcia, é por causa da minha vó, a cabeça está a mil, tudo bem com vc, com a Laninha?
–Tudo bem Felipe, eu entendo, estamos bem, a Laninha casou.
–Que bom, espero que ela esteja feliz.
–Mais ou menos, casamento tem seus altos e baixos, ela vai adorar saber que você está aqui, manda mensagem pra ela.
–Eu? Ué, você não falou que ela casou?
–Sim, mas e daí, só para relembrar os bons momentos, ela me disse que apesar de ser inexperiente,sua rola era de respeito, e como vcs têm uma história.
–Me desculpa Lúcia, eu nunca vou esquecer a Laninha, porque perdi a virgindade com ela, mas nunca tivemos uma história, e tem mais, estou apaixonado, estou namorando, e eu não traio.
–Hummm, entendi, você é igual a sua mãe né? Ela também era assim, era uma safada quando estava solteira, mas era só arrumar um namorado, com seu pai então, parou até de sair, pra se dedicar a ele.
–Muito bom ouvir isso, depois que tudo isso passar ela te procura pra vcs conversar, ela também está apaixonada de novo.
–É mesmo, e qual o nome do sortudo?
–Era melhor ela mesmo falar, mas devido a coincidência,vou te falar, o nome dele é Felipe, é um cara bacana,trata a minha mãe muito bem, mas quando minha avó, se Deus quiser se recuperar, vem aqui conversar com ela, porque sair, vai ser difícil, como vc mesma disse, quando minha mãe está apaixonada, ela se dedica integralmente ao homem dela.
–Tudo bem, parece que está me expulsando.
–É que eu estava fazendo sexo com meu amor.
–Por isso que está com o pau duro? Espera ai, como assim, fazendo sexo?
Eu peguei no pau por cima da calça, dei uma balançada.
–Sexo virtual Lúcia, sexo virtual.
Ela engoliu seco, mordeu o lábio inferior, e disse.
–Avise pra puritana que estive aqui.
Quando voltei pro quarto, minha mãe que já é uma gostosa, estava de quatro, rosto no colchão, com a mão esquerda abriu a bunda, e dois dedos da mão direita em um entra e sai sexy e perverso no cuzinho, ela tirava os dedos e piscava o botãozinho pra mim, seus dedos entravam lascivamente no seu cuzinho guloso, ela olhava com sua carinha safada pra mim, e com um dos dedos que estava no seu buraquinho, ela me chamava, e apontava pro cuzinho.
–Amor, vem fazer amor com o bumbum da mamãe, vem.
–Vc é uma pervertida mãe.
Eu fui, abaixei e lambi seu anelzinho, deixei bastante saliva e penetrei.
–Ainnnnnnn, que gostoso, como é bom ter sua rola no cuzinho da mamãe, mete forte amor, mamãe precisa gozar, e vc também.
Eu movimentava meus quadris pra frente,pra trás, e rebolava no interior do seu rabo,levando mamãe ao delírio, e ela forçava o esfíncter, pra fora,e fechava no meu pau, eu já estava quase gozando, implorei pra ela.
–Goooooooza mãe, não vou aguentar mais,eu tô quase lá.
–Eu também amor,soca forte e fundo,foooorte e fuuuuuuuuuu, aaaaaaaaa, gozzzzz, que pica gostosa amor.
Ouvir os gemidos da minha mãe, enquanto ela mastigava meu caralho com seu cu, me fez,esporrar muita porra dentro dela, gozamos praticamente juntos
–Desculpa mãe, eu sabia que você queria na boca, mas não consegui me segurar.
–Tudo bem amor,foi lindo sentir sua explosão, no rabinho tarado e guloso da sua putinha quer dizer que estou namorando com o Felipe, ele é bacana e eu estou apaixonada por ele é?
–Eu menti mãe?
–Não, a sua mãe realmente está apaixonada por Felipe, e ele faz essa puritana aqui uma verdadeira puta, rsrsrsrs.
Eu dormi ali aconchegado nas pernas da mamãe, por volta das 23:00 horas, eu fui buscar a tia, e eu e ela namoramos até tarde, ela estava muito tarada, e gozou muito. No domingo, estava na rodoviária pra pegar o ônibus pra São Paulo, minha mãe me chamou de lado.
–Amor, a mamãe precisa te pedir algo, mas estou com tanta vergonha.
–Vergonha de mim mãe, depois de tudo que fizemos.
–Lipe, eu não tenho vergonha do que fazemos, pelo contrário, rsrsrsrs.
–Então, o'que é mãe?
–Amor,eu não sei quanto tempo vamos ficar sem se ver, e sem namorar, e eu estava pensando,se vc não permite que eu e a Elaine, possamos de vez enquanto, dar prazer uma pra outra? Pronto, que vergonha,falei.
–Uai mãe, mas vocês já fizeram sem eu e meu tio estar juntos, porque está pedindo?
–Isso foi antes de vc dizer que eu só posso com você junto,esqueceu?
–Não mãe, não esqueci, mas isso não se aplica a tia,eu confio na tia.
–Mesmo assim filho, acordo, é acordo, você tem que autorizar.
–Está bem meu amor, quando vcs duas foram chupar a boceta uma da outra, me manda uma mensagem,aí eu autorizo.
–Está bem amor, obrigada, te amo, e fica tranquilo, qualquer coisa que acontecer em relação a sua avó,eu te aviso.
–Obrigado mãe, não importa a hora viu, me avise.
Depois daquela conversa, entrei no ônibus, na segunda pela manhã eu já estava na loja trabalhando,nem fui pra casa, o dia estava tranquilo,organizei um monte de coisas, a Larissa chegou, me abraçou forte, senti o perfume da minha linda, enquanto trabalhava esquecia dos problemas de saúde da minha avó, mas era só está ocioso, que as lembranças de Minas voltavam. Duas semanas se passaram, minha vó já tinha saído do coma induzido, já tinha acordado, e as notícias eram boas, ela estava falando de modo arrastado, e com dificuldade para andar, mas com fisioterapia e fonoaudióloga, ela teria uma vida quase normal, mas agora iria precisar de cuidados, cuidados esse que tia Elaine, fez questão de se responsabilizar.
Era uma quarta feira,e eu estava no estoque, dando uma organizada nas coisas, quando ouço uma voz suave, doce, que eu tanto gostava de ouvir.
–Oi Lipe, é aqui que você está escondido, correndo de serviço é?
–Oi Lari, estava aqui esperando vc.
Brinquei com ela, ela já estava muito mais confiante em relação a nós.
–É mesmo? Cheguei, o'que vai fazer?
Eu a puxei pra um beijo, cheio de adrenalina e tesão, passei a mão em todo seu corpinho, enfiei a mão por baixo da sua blusa que cobria toda a sua barriga, seios e seus lindos braços, enquanto eu acariciava seus corpo,com os lábios colados,ela ofegava.
–Nossa Lipe, que fogo você está.
–Desculpa gatinha, vc me tira do sério, tem algum problema, quer que eu pare?
Era verdade, ela me tirava do eixo, acrescenta eu está há um grande tempo sem amar a minha mãe, então eu estava em ebulição.
–Teremos problema se vc parar, estou adorando.
Me senti confiante com sua frase, e finalmente toquei seus seios, senti pela primeira vez aquela carne macia na palma da minha mão, eu sentei, e a puxei pro meu colo,e voltei dar atenção ao seus seios de médio pra grande, seus mamilos, estavam duros, excitada pelo meus toques, ela gemia na minha boca, meu pau já a empurrava pra cima, e ela percebeu.
–Ai Lipe, tá tão gostoso, e você também está gostando né?
–Claro que estou,mas por que você acha isso?
Ela passou a mão por baixo da bunda, pressionando meu pau.
–Por que ele está muito duro, não está?
–Sim, você gosta de sentir ele duro na sua mão?
Ela estava embriagada de tezão em um clima de erotismo que ela nunca tinha sentido antes, e com a voz mais doce e inocente do mundo, ela me pediu.
–Lipe, eu nunca vi um na minha vida, deixa eu ver o seu.
–O meu o'que? Fala, e eu deixo.
–Tô com vergonha.
–Não precisa ter, eu estou aqui com você, e eu te amo, vc confia em mim?
–Sim, eu confio, eu quero ver seu pau Lipe, o primeiro pau da minha vida, eu quero que seja o seu.
Eu desabotoei a minha calça, abri o zíper, e tirei pra fora, ela na empolgação, pôs a mão, e ficou parada, me olhando nos olhos, sem saber o que falar, ou fazer, eu quebrei o gelo.
–Sua mão é tão macia e gostosa, brinca um pouquinho com ele, pra cima e pra baixo ela finalmente sai do transe.
–É tão duro, é assim que é pra fazer?
E começou a me punhetar, não era a melhor punheta da minha vida, mas era a mão dela,da garota que eu me apaixonei aos 15 anos. Então só esse fato, já era maravilhoso, eu continuei a beijá-la e acariciar seus peitos e seus mamilos, mas ela agora queria vê minha pica na sua mãozinha, pra baixo pra cima, pra baixo pra cima, eu sempre com muito cuidado e muito amor, ia ensinando ela como me dar prazer.
–Lari, passa a mão esquerda na cabeça, e cospe na mão pra lubrificar, aí os movimentos ficam muito gostosos.
–Ai Lipe, cuspir na mão, não é nojento?
–Não dando prazer, não batendo punheta pra mim.
–Hummmm, então é isso que estou fazendo, batendo uma pra vc, que legal, mas ainda estou com vergonha.
–Me dê sua mãozinha aqui, você tem nojo de mim, posso cuspir na sua mãozinha?
–Eu não tenho nojo de vc Lipe, pode, vc pode cuspir na minha mão.
Eu cuspi bastante saliva, ela levou ao meu pau, e ao perceber como deslizava para cima e pra baixo, ela enlouqueceu e começou a fazer mais rápido, eu já não conseguia beijá-la,por que ela queria ver o meu pau duro e melado, assim que começava a secar, ela mesmo cuspiu na cabeça do meu pau, eu enlouqueci de tesão,mas tive que interromper a melhor sensação da minha vida, pra ser cavalheiro com ela, era a primeira vez dela,não podia assustá lá.
–Lari, agora você tem que decidir algo muito importante.
–E o que é Lipe?
–Ou você para agora de bater uma pra mim, e está tudo bem, ou vc continua, e eu vou gozar na sua mão.
–O primeiro pau que eu vejo, é o seu, e eu amaria que o primeiro esperma também fosse o seu, eu vou até o fim, até você gozar pra mim.
–Que bom ouvir isso, é especial pra mim que você esteja se divertindo, na hora que eu for gozar coloque a sua mão esquerda na frente, está bem.
Ela só assentiu com a cabeça e continuou, cuspia no meu pau, e me punhetava,eu já não estava aguentando,dei o sinal pra ela, e comecei a jorrar todo meu esperma, a sua mãozinha ficou cheia, o chão também,eu fiquei estupefato, e ela, estava radiante, sua mãozinha direita, ainda brincava com meu pau, e toda serelepe e curiosa, ela me faz uma inocente pergunta.
–É sempre assim, esse tanto, foi por isso que me pediu pra por a mão na frente?
–Sabe Lari, eu estou há tanto tempo te amando, que não seria digno da minha parte que eu gozasse menos que isso. E sim, pedi pra por a mão se não faríamos uma bagunça.
Ela estava ajoelhada à minha frente, levou a mão cheia de esperma até o nariz, e falou.
–O cheiro não é tão ruim igual as meninas falaram, elas falaram que o cheiro e o gosto era ruim.
–Você quer sentir o gosto?
Seu rostinho ficou vermelho, ela fechou os olhos corada de vergonha, encostou a cabeça no meu corpo, com a voz fraca ela respondeu.
–Tenho vontade, eu sei que você quer que eu faça, mas estou morrendo de vergonha.
Eu peguei um pano, limpei sua mão, e a acalmei.
–Está tudo bem, não temos pressa, faremos tudo que você quiser e a hora que você quiser, você confia em mim?
–Sim,eu confio em vc Lipe, sabe, vc falou que se eu não tivesse posto a mão, teria feito uma bagunça, mas, sei lá, uma bagunça de vez em quando não é ruim.
Eu a olhei carinhosamente, dei um beijo nela, e enquanto passava a mão do queixo até suas bochechas, circulando o dedo em seus lábios, eu cochichei no ouvido dela.
–Nós faremos uma bela bagunça, e vc ficará linda.
Ela sorriu, entendendo minha mensagem subliminar, ela despediu de mim, e saiu, eu aguardei mais um pouco, e sai também, feliz, claro, tinha acabado de gozar, mas também, por que foi com ela
E eu percebi seu comportamento submisso também, mas ainda era só uma impressão.
Era um sábado, quando minha mãe chegou, assim que ela abriu a porta nos abraçamos forte, fazia tempo que a gente não se via, logo atrás, meu tio com sua bolsa, olhos fundos, cansado, mas com um sorriso e um abraço apertado em mim, fiquei esperando o terceiro indivíduo aparecer, mas nada.
– Ela não vem amorzinho,sua tia vai cuidar da sua avó
Olhei pro meu tio indagando:
–Até quando tio, ela vai ficar até quando?
–Ela não vem mais filho.
–Não, o que você fez com a tia, eu não vou te perdoar,se você fez algo errado com ela.
Meu tio deu um sorriso, mas com um aperto na voz.
–Nao Lipe, jamais faria algo para magoar sua tia, eu vou me despedir da empresa, retirar os móveis lá da casa,e vou embora filho, sua avó precisa de cuidados, Elaine já ficou por lá, e eu não posso ficar sem minha mulher.
–Mas e serviço tio, como vai fazer?
– Ainda não sei, mas Deus vai dar um jeito.
As coisas iam mudar drasticamente, meus tios indo embora, dona Sandra e seu Roberto me deram o cargo do meu tio, e a vida seguia, faltava dois meses pro aniversário de 18 anos de Larissa, eu e ela sempre que podia íamos namorar no estoque, ela sempre batia uma pra mim, mas não me permitia levar meus dedos na bocetinha dela, mas eu tinha paciência, muita paciência, e em uma tarde que dona Sandra saiu pra dar um orçamento de reforma, Larissa chegou ao meu lado com cara de sapeca, e ordenou.
–Vai fazer algo lá no estoque, daqui a pouco eu vou atrás.
Eu só dei uma piscadinha pra ela, e fui, 5 minutos depois ela chega.
–Lembra que prometeu gozar no meu rosto?
–Eu não prometi isso não.
–Tá bom!! Você falou que ia adorar fazer uma bagunça, e ficou passando a mão no meu rosto.
–Ah, isso eu lembro, só não imaginei que ia querer.
–Eu quero tudo com vc, estou ficando louca por vc, e hoje eu preparei pra vc fazer essa bagunça e eu me limpar depois mas e aí, você quer ou não?
Eu a puxei para um beijo, minhas mãos passeando em seu corpo, pena ela não me deixar conhecer sua vagina ainda.
–Só se eu fosse louco de negar gozar nesse rostinho angelical, você ficará linda.
Ela tirou sua blusa me revelando pela primeira vez seus lindos e macios peitos, abaixou frente as minhas pernas, desabotoou minha calça e tirou meu pau pra fora, ela já fazia isso sem nenhuma vergonha, ela me punhetava, e sem precisar falar nada ela cuspia no meu pau, enquanto fazia isso ela gemia baixinho,com vergonha de eu a ouvir, eu não forçava ela, eu sentia o hálito dela a centímetros da minha rola, ela com aqueles olhos azuis me olhando, e querendo o meu comando pra ela abocanhar, mas eu não dava, ela respirava com dificuldade, o cheiro do meu pênis entrando em suas narinas, ela estava molhada, tinha que estar, seu gemidos e sua necessidade de me punhetar era um vício inebriante pra ela, ela sorria baixinho quando eu gemia pra ela.
–Goza Lipe, goza no meu rosto, vc quer, eu sei que vc quer.
As duas mãos pra cima e pra baixo, e eu anunciei.
–Tá vindo Lari, vou gozar gatinha.
Só deu tempo de olhar pra baixo, ela fechou os olhos e os lábios, e eu sujei todo rostinho dela, era esperma pra todo lado, escorrendo pelos peitos, ela abriu os olhos, a cena era linda.
–Eu já vi você gozar umas 4 vezes, e sempre fico surpresa com a quantidade, todo homem é assim?
– Não sei linda, só sei que vc está linda, posso tirar uma foto?
–Você vai mostrar para alguém?
–Só pra nós dois.
–Se ninguém vai ver,então pode.
Tirei uma de olhos fechados, tirei outra de olhos abertos, mais uma com meu pau em cima do seu rostinho, assim que tirei, ela se limpou, nós nos beijamos, e saímos, eu feliz, e ela simplesmente radiante, minha loirinha bunduda de olhos azuis, agora com meu esperma no seu rostinho angelical…
PS: agradeço a todos pelas leitura e as estrelas, batermos a meta novamente, e assim vou me empolgando pra continuar essa série, o próximo capítulo está (na minha opinião) empolgante, na próxima sexta será lançado, estou nos últimos detalhes.
Eu leio e respondo todos os comentários, e se não mexer na estrutura da história, eu incorporo na história, as vezes deixando de fazer algo que incomodou, ou até mesmo escrevendo algo nos meus textos, os mais atentos perceberam, então se vcs tiverem alguma opinião fiquem a vontade, comentem.