Taylor e o Velho Preto - "Old Habits Die Screaming"

Um conto erótico de Henrique Thoreau
Categoria: Heterossexual
Contém 1934 palavras
Data: 29/01/2026 22:36:23

Era uma noite quente de verão em Nashville, e Taylor Swift, aos 36 anos, ainda era a mesma deusa pop que dominava o mundo. Mas naquela casa isolada nos arredores da cidade, longe dos flashes e dos contratos milionários, ela era outra pessoa. Ela era a puta particular de Clarence, o velho zelador negro de 68 anos que um dia limpava os estúdios dela nos anos 2000.

Clarence era tudo que o mundo esperava que ela desprezasse: gordo, barrigudo, com a pele escura e enrugada, cabelo branco ralo e crespo, dentes amarelados. Seu corpo era pesado, flácido em alguns lugares, mas o pau dele... ah, o pau dele era uma aberração. Grosso como o pulso dela, longo o suficiente para fazer sua barriga se distender quando entrava fundo, veias pulsantes e uma cabeça inchada que parecia feita para abrir caminho à força. E Taylor era viciada nele.

Tudo começou em 2008. Ela tinha 18 anos, ainda virgem de verdade, e Clarence, então com 50, foi chamado para consertar o ar-condicionado do trailer de turnê. Ele a pegou se masturbando no camarim, com os dedos enfiados na buceta molhada, gemendo baixinho. Em vez de sair, ele fechou a porta, baixou a calça e mostrou o monstro. Taylor congelou, olhos arregalados, mas a buceta dela se contraiu de desejo imediato. Ele a fodeu ali mesmo, em pé, com ela de costas contra a parede, as pernas tremendo enquanto aquele pau velho e grosso a rasgava pela primeira vez. Ela gozou três vezes antes dele encher a bucetinha dela de porra quente e grossa. Desde então, nunca mais parou.

Agora, quase duas décadas depois, Taylor tinha tido dezenas de namorados famosos: atores, cantores e agora estava noiva de um jogador da NFL. Todos bonitos, ricos, jovens. Todos achavam que a possuíam. Nenhum sabia que, toda vez que terminava um relacionamento ou mesmo durante ele, Taylor dirigia até a casinha caindo aos pedaços de Clarence, no subúrbio pobre, e se entregava completamente. E agora seu noivo, Travis Kelce, não imaginava que secretamente dividia o corpo da estrela pop com um preto velho.

Naquela noite, ela chegou de carro alugado, sem motorista, sem segurança. Vestia um casaco longo preto por cima de lingerie preta de renda — sutiã meia-taça que mal segurava os peitos fartos, calcinha fio-dental que já estava encharcada só de pensar nele. Bateu na porta três vezes, o código deles.

— Chegou cedo, putinha — ele grunhiu, voz rouca de anos fumando. — Cadê o corno do teu noivo?

Taylor baixou os olhos, mordendo o lábio inferior. O coração batia forte, a buceta latejava.— Ele está em Kansas City com o resto do time. Tem um jogo importante amanhã. Eu vou viajar amanhã pra vê-lo jogar, mas antes preciso de você, Clarence. Sempre preciso.

Ele riu, um som gutural e cruel, e a puxou para dentro pela cintura. Fechou a porta com o pé. O cheiro da casa era uma mistura de mofo e cigarro. Ele a empurrou contra a parede da sala, rasgou o casaco dela com as mãos grandes e calejadas.— Tira tudo, vadia. Quero ver essa buceta rosinha que só pensa no meu pau.

Taylor obedeceu tremendo. O sutiã caiu, os peitos balançando, bicos duros e rosados. A calcinha desceu pelas coxas, revelando a buceta depilada, inchada, brilhando de tesão. Clarence cuspiu na mão e esfregou no pau, que já estava totalmente duro, apontando para cima como uma clava escura.

— De joelhos. Mostra o quanto você ama ser minha puta secreta.

Ela caiu de joelhos no chão sujo, sem hesitar. Abriu a boca e ele enfiou sem cerimônia, segurando a cabeça dela com as duas mãos. O pau entrou até a garganta, fazendo-a engasgar, lágrimas escorrendo. Ele fodia a boca dela como se fosse uma buceta, batendo na cara de leve com a base grossa quando saía, saindo e entrando ritmicamente por minutos, fazendo-a babar tanto que os peitos dela ficaram encharcados de saliva. Taylor chupava com fome, a língua rodando na cabeça inchada, sugando as veias pulsantes, gemendo em volta da carne grossa.

— Diz, Taylor. Diz que você é minha puta. Diz que nenhum desses riquinhos de merda chega aos pés do meu pau velho.

Ela gemia em volta do pau, babando, tentando falar.

— Eu... sou sua puta... Clarence... só sua... nenhum pau me faz gozar como o seu...

Ele puxou o cabelo loiro dela para trás, forçando-a a olhar para cima.

— Mais alto. Declara direito.

— Eu sou a puta particular do Clarence! — ela gritou, voz rouca. — Meu vício é seu pau enorme, preto e grosso! Eu volto sempre porque preciso ser humilhada por você, preciso sentir você me rasgando, me enchendo de porra!

Ele sorriu, satisfeito, e a levantou como se ela não pesasse nada. Jogou-a no sofá velho, de barriga para baixo, bunda empinada. Cuspiu no cuzinho dela — ele adorava foder o cu dela sem preparar direito — e enfiou dois dedos grossos, abrindo caminho.— Você tentou me largar quantas vezes mesmo? — ele perguntou, rindo enquanto enfiava o pau na buceta dela de uma vez, até o talo.

Taylor gritou, o corpo arqueando, unhas cravando no tecido rasgado do sofá.

—vezes... mas eu sempre volto... ahhh, caralho... seu pau é tão grosso... me rasga...

— Porque você é uma viciada em rola preta velha, né? — ele grunhiu, metendo forte, a barriga batendo nas nádegas dela.

Cada estocada fazia os peitos dela balançarem, os bicos roçando no tecido áspero. Ele alternava o ritmo: devagar e profundo, sentindo cada centímetro da buceta apertada ao redor do pau, depois rápido e brutal, como se quisesse quebrá-la. Taylor gozava sem parar, o corpo convulsionando, squirt jorrando pelas coxas, molhando o sofá. Ele não parava, virava-a de frente, abria as pernas ao máximo, e continuava metendo, olhando nos olhos dela enquanto torcia os mamilos rosados, puxando-os até ela chorar de prazer misturado com dor.

— Olha pra mim enquanto eu te fodo. Diz que você me ama. Diz que ama ser controlada por mim.

— Eu te amo, Clarence... amo ser sua escrava sexual... amo quando você me humilha... me usa... me enche de porra... por favor, goza dentro de mim...

Ele acelerou, o pau inchando ainda mais. Grunhiu alto, segurando os quadris dela com força, e gozou fundo, jatos grossos e quentes enchendo a buceta dela até transbordar. A porra escorria para fora, misturada com o mel dela, pingando no sofá. Mas Clarence não amoleceu por completo; ele saiu da buceta, ainda semi-duro, e a virou de novo, posicionando a cabeça contra o cu apertado.

— Agora o cu, vadia. Quero te foder todos os buracos essa noite. Até o sol raiar.

Cuspiu no anelzinho rosado e empurrou devagar, a cabeça grossa abrindo caminho. Taylor gritou, as unhas arranhando o sofá, mas o corpo dela traía: o cu piscava de tesão, querendo mais. Ele enfiou centímetro por centímetro, até o pau inteiro estar enterrado no intestino dela, a barriga pressionando as nádegas. Começou a meter devagar, saindo quase todo e voltando fundo, esticando o cu ao limite. Taylor gozava só com isso, sem tocar na buceta, o clitóris inchado latejando no ar. Ele acelerou, puxando o cabelo dela como rédeas, batendo na bunda com a mão aberta, deixando marcas vermelhas.

— Declara, puta. Diz que ama levar no cu de um velho gordo como eu.

— Eu amo... amo levar no cu seu, Clarence! Amo ser rasgada por esse pau enorme... me fode mais... me faz sua puta de cu!

Ele fodeu o cu dela por quase uma hora, alternando posições: de quatro no sofá, depois em pé contra a parede, com ela empinada e as pernas tremendo, depois de lado no chão sujo, com uma perna erguida para ele meter mais fundo. Gozou no cu dela duas vezes nessa rodada, enchendo o intestino com porra quente que escorria pelo rego quando ele saía, deixando o cu aberto e piscando.

A idade e aparência de Clarence Williams escondiam sua verdadeira natureza, ser uma máquina sexual cuja resistência física seria capaz de humilhar jovens atletas. Orgulhosamente descendente de ex-escravos reprodutores, Clarence contava como seus ancestrais emprenhavam não apenas as jovens negras que colhiam algodão nas plantations do Tennessee, mas também as mulheres e filhas de seus antigos senhores. E assim como elas Taylor Swift, a maior artista do mundo, vira-se viciada no magnetismo animal e primitivo daquele preto velho pauzudo.

Já passava da meia-noite quando ele a arrastou para o quarto, um cômodo apertado com uma cama velha e rangente. Jogou-a na cama de bruços, montou em cima e enfiou na buceta de novo, fodendo como um animal, a cama batendo na parede. Taylor gritava, gozando em squirts que molhavam os lençóis, o corpo suado colado ao dele. Ele virava-a, metia na boca enquanto ela lambia a porra misturada do pau, depois voltava para a buceta, depois para o cu, rotacionando os buracos como se ela fosse um brinquedo pessoal.

— Você é minha boneca de foda, né? Todos os buracos meus pra usar quando eu quiser.

— Sim... todos os buracos são seus... fode minha boca... minha buceta... meu cu... me enche de porra em todos!

Pela madrugada adentro, ele a fodeu em posições depravadas: missionário com as pernas dela nos ombros dele, cavalgada reversa com ela rebolando no pau enquanto ele apertava a bunda, 69 onde ele chupava a buceta encharcada enquanto ela engolia o pau até a garganta, engasgando e babando. Ele gozava na boca dela, fazendo-a engolir cada gota, depois na buceta, no cu, nos peitos, espalhando a porra com as mãos grossas, forçando-a a lamber tudo.

Taylor perdia a conta dos orgasmos, o corpo exausto mas implorando por mais, declarando o tempo todo:— Eu sou sua vadia... sua escrava de pau... não vivo sem esse pau me destruindo... me humilha mais... me fode até eu não aguentar andar!

Clarence ria, incansável, o pau endurecendo de novo e de novo, abusando do corpo dela sem piedade. Por volta das 4 da manhã, ele a pegou no colo, encostou na parede do quarto e fodeu em pé, as pernas dela enroladas na cintura gorda dele, o pau martelando fundo na buceta enquanto ele mordia os peitos, deixando marcas. Gozou mais uma vez, enchendo-a até transbordar, a porra escorrendo pelas coxas dos dois.

Finalmente, quando o céu começava a clarear, ele caiu na cama ao lado dela, ofegante. Taylor se arrastou até ele, deitou a cabeça na barriga peluda, lambendo o pau amolecendo, limpando os restos de porra e gozo com a língua.

— Você tentou parar de novo essa semana, né? — ele perguntou, acariciando o cabelo dela com dedos grossos.

— Tentei... mas eu estava em casa, sozinha, e comecei a me tocar pensando no seu pau... não aguentei.

— Boa menina. — Ele riu baixo. — Quando voltar do jogo do corno eu quero vc aqui de novo. Quero te foder mais, a noite toda, até você implorar pra parar. E você não vai parar, né?

— Não... eu nunca paro... — ela sussurrou, beijando a barriga dele, lambendo o suor salgado.

Clarence acendeu um cigarro, soprando a fumaça no rosto dela.

— Isso mesmo. Você é minha. Sempre foi. Sempre vai ser. Agora vai pra casa, toma banho, viaja pra ver o corno jogar e finge que é a Taylor Swift perfeita pro mundo. Mas depois volte pra ser minha puta.

Taylor se vestiu devagar, o corpo dolorido em todos os buracos, a buceta e o cu inchados e cheios de porra seca. Antes de sair, ajoelhou-se mais uma vez e beijou a cabeça do pau dele.

— Obrigada, Clarence. Obrigada por me lembrar quem eu realmente sou.

Ele apenas sorriu, satisfeito, sabendo que ela voltaria. Sempre voltava. O vício era forte demais. O controle, absoluto. E o segredo, eterno.

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Comentários

Foto de perfil de Inkubus 👹

Saúde invejável desse Clarence... 70 anos e nesse pique kkkkk

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