Oito horas da manhã. Buscava o que fazer, no meio da última semana de férias – férias que passei todo o tempo sem viajar. Neste dia, tentei ler, tentei navegar, tentei ver série... A inquietude vigorava.
Nove horas da manhã. Decisão: vou passar o dia na praia de nudismo. Peguei umas cervejas e apetrechos necessários. Dez horas da manhã eu estava ultrapassando o portão do condomínio, vestido numa regata verde e um short jeans (que já fora calça e bermuda – agora estava escroto todo).
Meio do caminho, parei numa lanchonete à beira da rodovia. Um sanduíche e um suco. Desci com o tal short, que, à primeira sentada, expôs a cabeça da minha rola. Não sei se a garçonete viu (provavelmente sim), mas fiquei na minha. Comi, fui ao banheiro, paguei, voltei à estrada.
Pouco mais de meio-dia (mais nuvens que sol – do jeito que gosto), estacionava sob uma árvore. Peguei as coisas, paguei o estacionamento e desci para a praia. Atravessei a parte vestida, sem camisa e enfiado só no short escroto.
Despi-me no local próprio para isso, e me dirigi a meu recanto preferido – que é também o de quanto LGBT+ frequenta a praia. Pouca gente. À sombra de uma árvore, vizinho a um casal gay, estendi a canga, arrumei o que tinha para organizar, abri uma cerveja, depois me deitei de bruços, cabeça sobre os braços, plug vibrando enfiado no cu... Vontade de dormir, só sentindo a brisa do mar acariciando meu rabo.
Olhei um pouquinho para o casal vizinho. Um tinha uma poderosa rola endurecida; o outro parecia frágil, de óculos, cabelo preso com um rabo de cavalo, pica mais tranquila. Desejei-os, mas logo os levei à categoria de platônicos. Cochilei ouvindo o barulho das ondas nas pedras. Comi. Bebi. Passeei pela areia...
Cerca de quatro horas da tarde, juntei minhas coisas. O casal já havia partido. Fui embora, cruzando no caminho de volta com rolas duras, punhetas e carícias mais intensas. Minha rola endureceu, mas meus planos eram outros. Coloquei o short escroto e fui para o estacionamento.
Chegando ao carro, entrei em contato com um hostel nudista que conhecera um ano atrás, cujo dono me comera, na ocasião. Havia vaga disponível. Despi-me do short e rumei para lá. O próprio dono me abriu o portão, escondendo sua nudez de algum eventual transeunte. Desci pelado e o abracei, nossas rolas se encontrando.
Tomei um banho, peguei meu plug-vibrador e fui para uma das cadeiras da piscina. O dono sentou-se a minha frente para nos atualizarmos. Notei-lhe um plug brilhoso também enfiado no cu. Enfiei o meu, enquanto ele acompanhava o movimento. Veio até mim, com a desculpa de conhecer o brinquedinho, em pouco tempo massageava meu cu com seus dedos, sua rola rígida na minha frente, minhas pernas sobre as suas.
O meu plug foi esquecido, e ele chegou-se a mim, enfiando sua rola no meu cu. Meus pés enganchados nos seus ombros. Fomos mais safados nesta foda que na da primeira vez. Dois rapazes, um hóspede e o sócio do dono passavam para lá e para cá, enquanto ele me fodia. Num contorcionismo, catou minha rola e me aplicou um delicioso boquete. Logo gozei e ele engoliu toda minha lava.
Instantes depois, ele se levantou e foi fumar um baseado, enquanto eu mergulhava na piscina. Água deliciosa. Quando saí da água, conversamos sobre política, sobre a caminhada idiota que teve até raio, falamos sobre vários outros assuntos.
Nove e pouco da noite, fui para a cama. O outro hóspede, na cama ao lado, largou o celular em que navegava, puxou assunto: de onde eu era, se eu já conhecia o hostel... essas coisas. Enquanto conversávamos, eu, de bruços, tentava enfiar o plug no cu, que ia saindo aos poucos, o que me obrigava a empurrá-lo e a gemer sempre que ele tocava na minha próstata.
Ele perguntou sobre os movimentos que eu fazia. Respondi que era um vibrador anal, para meus dias de carência. Cantada certeira. Ele perguntou se podia ver. Claro que sim! Veio para minha cama, tocou no plug enfiado no meu rabo, acariciou e elogiou minha bunda; louvei a maciez de sua carícia. Falei também que não precisava mais do brinquedinho, retirei-o, deixando meu cu piscando (que ele comentou).
Veio para o lado da minha cama, apresentando-me a rola necessitando de um boquete. Passei a língua com carinho em toda sua extensão, chupei, suguei, engoli-a até senti-la na garganta – ele gemia e eu lubrificava bem seu pau.
Então ele voltou à posição que estava antes, acariciou mais minhas nádegas e meu furico, deitou-se sobre mim e senti sua rola me penetrando e me estocando. Ele comentava que eu tinha um cuzinho delicioso. Eu gemia obscenidades sobre a pica que me comia. Durante alguns momentos, apenas o barulhinho sensual da rola me comendo. Eu fechava o olho, sentia as enfiadas e gemia de prazer.
Foi quando pus a mão ao lado da cama e senti umas pernas. Ué... havia mais alguém na penumbra do quarto. Meu tesão se intensificou, que sou louco por uma transa com plateia. Logo reconheci o corpo do dono, que se punhetava assistindo à foda, enquanto beijava a boca do cara que me comia. Minha mão subia pelo seu corpo, lambi e beijei seus mamilos, acariciei sua bunda e seu cu.
Eu sentia o delicioso suor do que me comia alagando minhas costas. Entre gemidos, falou que iria gozar. Supliquei que gozasse dentro de mim, e pude sentir seu pau pulsando e os jatos de porra me invadindo. Ele gritava e gania, gozando. Descansou um pouco sobre mim e foi para o chuveiro.
O dono se encontrava no banheiro, colocando um defumador. Comentou, sorrindo, que viera na maior das inocências, acender a fumacinha para espantar os insetos da noite, e quando abriu a porta que viu o cara me fodendo, a pica endureceu e resolveu aproveitar também. A rola ainda estava duraça.
Entrei sob a ducha, junto com meu fodedor. Após o banho, voltamos para nossas camas e continuamos nossa conversa. Ficamos sabendo um do outro, trocamos telefone, e finalmente fomos dormir. Eu, o mais satisfeito, por ter dado o cu duas vezes em tão pouco tempo.
No dia seguinte, cedinho, me despedi dos dois, com beijos na boca e abraços – as rolas querendo ação, mas a exiguidade de tempo cortando qualquer possibilidade. Comi alguma coisa e fui embora. Na viagem de volta, eu sentia meu cu piscando, meu corpo sensível, a rola endurecendo cada vez que eu trazia à memória os deliciosos acontecimentos da véspera.
E no restante do dia, o tesão me acompanhou. Constatei que dar o cu me fazia mais sensível, mais ousado, com mais vontade de dar outra vez e outras vezes.
