Depois fomos para o quarto e dormimos a noite toda abraçados, no dia seguinte pela manhã, fomos tomar o café no hotel eram umas 10 horas, por se tratar de um hotel com mais pessoas de empresa, estávamos nós e um casal com uma criança. Pegamos nosso café e ficamos conversando alisando a mão um do outro, ela já estava de saia e camisa para ir trabalhar e eu com a roupa do dia anterior amassada, a criança mexeu na porta da escada e incêndio e trocamos um olhar com risos, ela levantou para pegar mais comida e alisou minha perna e meu pau ainda na calça e sussurrou no meu ouvido “achei que já estaria duro lembrando de ontem “ e saiu rebolando e rindo. Eu fiquei olhando enquanto ela pegava coisas e conversava com a mulher do casal que também pegava comida, provavelmente falavam da criança e sorriam. Ela se agachou brincando com a criança e me olhando com as pernas abertas, me mostrando sua calcinha e sorrindo. O casal se levantou para ir embora, e ela vai para a mesa e se sentou do meu lado eu lhe dei um beijo e fui no seu ouvido “ Porque você quis me mostrar sua calcinha? ... “ coloquei a mão na sua coxa e fui subindo ela e quando encostou meu dedo na calcinha fiz o contorno de sua buceta apertando, então terminei “ .. Ela é grande e bege, era melhor nem usar “ eu levantei e ela ficou me olhando com cara de que queria me xingar, se levantou e veio atras de mim.
Ela agarrou meu braço e ficou esperando com a cabeça deitada no meu ombro, com um sorriso malicioso olhando a chuva, enquanto o manobrista trazia o carro, abri a porta para ela e dei a volta quando me sentei ela estava me encarando com cara de safada e falou “ Você tem razão” e então colocou a calcinha na minha mão. Sai com o carro e joguei no porta luvas, quando fechei o porta luvas pus a mão em suas coxas e ela abriu as pernas e deu aquela respiradinha, alisei a mão por suas coxas e quando encostei em sua buceta ela já estava molhada e facilitando meus dedos de brincarem dentro dela, eu enfiei os dedos com vontade, tirando um gemido gostoso em resposta “ Vai chegar no seu trabalho toda molhada em sem calcinha, vão perceber que a mãe, londrina séria é uma safada...” ela ficou virada para janela olhando a rua e as pessoas, mordendo o lábio, dois dedos bem no fundo de sua buceta e meu dedão começa a alisar seu clitoris e continuei falando “ .. com certeza alguém vai sentir esse cheiro e pensar, o essa vadia estava aprontando antes de vir para o trabalho ...“ ela abriu mais as pernas e mordeu o lábio mais forte e com uma das mão começou a alisar meu pau por sobre a calça, ela se movia lento nos meus dedos, e abria meu zíper “ Ainda vai chegar com a mão cheirando a pau ... “ ela sorriu e deu uma respiradinha, continuou olhando para fora e soltou um gemido mais intenso, apertando meu pau que ja estava em sua mão, quando meu dedão começou a balançar seu clitoris de forma mais intensa “ … hummm, suas amigas vão ficar perguntando com quem da empresa, e os homens olhando sua saia sem marca de calcinha … “ eu acelero mais o movimento e ela geme mais intenso, apertando minha mão com as coxas e encostando a cabeça na janela, ela agora alisa com um dos dedos o pre-semem na cabeça do meu pau enquanto me punheta “ … é realmente você está querendo chamar a atenção e passar a imagem de safada .. “ ela sorria e gemia mais forte com a cabeça na janela e a umidade entre suas pernas se intensificava mais ainda “ … vai chegar só com a mão cheirando a pau? “ ela gemeu mais forte e sorriu maliciosamente virando o rosto para mim e suas pernas tremeram, espremendo minha mão que brincava em sua buceta e ela respondeu com um sorriso lindo “ Seu filha da puta ... “ e foi abaixando em direção a meu pau, enquanto eu parava o carro do outro lado da rua do prédio onde ela trabalhava, a chuva caia forte, “ … só não coloca essa mão melada em mim, por favor “ e então colocou meu pau em sua boca e começou a me chupar de maneira rápida ainda dando uns espasmos. Ela nem precisou me chupar muito para eu gozar na sua boca, ela deixou um pouco babar, e engoliu o resto levantado o rosto e puxando o quebra sol e olhando o rosto no espelho. Nós olhamos lembrando do estacionamento da farmácia e rimos junto, ela passou um batom e me deu um beijo no rosto, e sorrindo antes de sair correndo para atravessar a rua na chuva falou “ Vem me busca a noite e eu te conto se acharam que eu era uma vadia. “
No final do dia fui buscar ela, para jantarmos, como choveu o dia todo estava transito, parei o carro e ela entrou rindo “ Estou vendo que o dia foi interessante “ ela abriu um sorriso “ É pode se dizer que algumas pessoas mudaram como viam ... “ quando o carro começou a andar lhe dei um beijo e encarei ela como quem pergunta e ela sorriu mais ainda “ ganhei até uma cantada, ou melhor, um convite para um after” eu ri no volante “ e recusou? Não se fazem mais mulheres solteiras como antigamente “ ela deu uma risada “ Se fosse você tinha me levado para uma sala de reunião né, ja fez isso comigo “ eu sorri, “ Verdade, ou a escada de incêndio. Você sempre gostou desse risco né “ ela me olhou sorrindo “ Quando desci do carro lembrei a vez da farmácia e como eu era inocente, ou melhor, como eu ainda não sabia o que gostava ... “ ela ficou vermelha e balançou a cabeça sorrindo “ .. Varias vezes eu ficava pensando nisso, nessas nossas loucuras era tão a gente “ eu peguei na sua mão “ Ainda é “ ela deitou a cabeça no meu ombro “ É ... “ ela repetiu fraco “ .. hoje sou uma mãe e eu fui embora, e “ eu cortei o que ela poderia falar ou não “ Quem te disse que voce errou? Você tinha uma vida a viver, viveu e espero que intensamente, gerou frutos e esta aqui, no meu ombro e na expectativa de onde ou como vou te comer “ ela deu um tapa na minha perna e falou tentando parecer brava “ Eu estou falando sério ” mas falhou miseravelmente “ Então não lamente, apenas viva, aproveite e faça o que gosta com alguém que gosta muito de você e te respeita exatamente como você é está hoje “ ela foi o resto do caminho quieta pensando entramos na garagem do meu prédio.
Entramos no apartamento, ela passou a mão na bancada da cozinha e sorriu para mim, “ Foi a primeira parte que conheci do seu apartamento “ eu peguei ela pela cintura e sentei ela na bancada e a beijei fui até seu ouvido “ Nunca mais cozinhei sem lembrar daquele dia “ fui passando a mão pelas suas coxas e levantando sua saia, ela encostou a testa na minha e moveu os lábios sem falar nada e me beijou, levantou a bunda para que eu conseguisse erguer sua saia toda e e deu uma tremidinha “ gelado “, e abriu um pouco as pernas sua buceta se moveu em câmera lenta descolando os lábios úmidos, eu continuei o beijo abrindo sua camisa, beijei os corações no seu ombro e mordisquei ela me apertou com força, sua camisa ja estava toda aberta e tirei um de seus peitos para fora “ É eles cresceram “ ganhei um tapinha, e após a respiradinha ela me puxou de encontro a eles e quando comecei a beijar e chupar eles com força ela falou entre gemidos e me segurando pelos cabelos “ E você gostou deles assim? “ eu sorri enquanto apertava eles um contra o outro e lambendo seus dois mamilos ao mesmo tempo. Meus dedos ja alisavam seu clitoris enquanto minha boca iniciava a descida pela sua barriga e então uma mordidinha na sua tatuagem, de pimenta na virilha e uma lambida forte começando na parte de baixo da sua buceta até chegar ao seu clitoris. Ela deitou o corpo sobre a bancada se apoiando pelos cotovelos, então quando ergui meus olhos nos olhamos nos olhos e ela gemeu sorrindo, jogando a cabeça para tras, eu continuei chupando seu clitoris e a posição me permitiu lamber até sua o cu e voltar para sua buceta, ela gemeu mais alto quando a língua passou no seu cu, eu repeti o movimento de lamber ela toda e novamente o gemido foi mais intenso quando chegou em cu, “ Saudade do meu toque aqui ? “ eu lambi e chupei seu cu e depois comecei a circular com o dedo “ Só vai com calma que até hoje só com teve toques ai, então faz tempo que ... “ ela parou a frase no meio quando meu dedo deslizou todo para dentro e minha língua amaçou seu clitoris “ delicia, seu filha da puta. “ eu comecei a mover o dedo “ ganhou esse costume de me xingar, agora “ ela deu gemeu “ Desculpe, mas voce me xingava antes “ eu ri começando a forçar um segundo dedo enquanto minha língua empurrava seu clitoris de um lado para o outro, “ Você gostava, de ser minha puta, ate se vestiu como uma em Curitiba ... “ ela deitou completamente na bancada com um gemido mais forte “ e gostava com força, não é Puta “ ela soltou uma risada entre gemidos “ Sim, eu gostava … “ meus movimentos aceleraram tando com o segundo dedo que entrou quando com a boca no seu clitoris e um dedo na sua buceta, e ela começou a gemer e tremer fechando as pernas no meu rosto e apertando meus dedos com a buceta e com o cu “… eu quero. “. quando ela terminou seu orgasmo, eu avirei ela de costas e puxei suas pernas para fora da bancada apoiando seus pés no chão e deixando ela com a barriga e os cotovelos apoiados na bancada, abaixei minha calça e enfiei de uma vez em sua buceta, fiquei enfiando e tirando com força fazendo nossos corpos se chocarem e ecoar o som pelo apartamento, a saia dela estava enrolada na cintura, eu comecei a puxar seu corpo contra o meu segurando pela saia como se fosse uma alça e com a mão solta eu dava tapas de leve e firmes na sua bunda, seu corpo se chocava contra o meu e ela gemia cada vez mais alto “ Ta querendo chamar a atenção dos vizinhos? “ eu acelerei as puxadas pela sua saia e ela riu gemendo mais alto e falou o ofegante “ Eu não ligo para eles “ eu ri e comecei a virar ela em diração a porta, como estávamos no canto da bancada só de virar seu corpo ficou bem próximo a porta então eu abri a porta, ela se segurou na porta tentando segurar os gemidos e meus “ Ué? Não é voce que não ligava para os vizinhos “ ela continuou segurando porta e começou a tremer como doida, gozando com meu pau dentro dela, eu parei deixando ela respirar e fechar a porta, ela olhou por cima do ombro ainda tendo espasmos “ E ai voce quer que eu não te xingue “ eu encostei minha boca na sua “ Pode xingar, minha Puta ... “ ela me beijou e começou a rebolar com mais intensidade, quando soltamos eu ri começando a me mover novamente, só que dessa vez mais lento “ e não quer abrir a porta? “ ela me encarou “ Você é doido “ mas foi abrindo a porta ao mesmo tempo que eu cuspia e começava a alisar e brincar no seu cuzinho sem soltar sua saia e tirar meu pau de dentro da sua buceta. Ela gemia mais alto e empinava a bunda contra meu dedo, eu tirei o pau de dentro dela e alisei no seu cu e ela encostou a porta “ Não vai deixar a aberta? “ eu comecei a alisar a cabeça na entrada do seu cu e ela ficou parada olhando de lado para tras “ Faz muito tempo, eu vou gritar “ eu continuei alisando e encaixei ele na entrada “ Então não quer ? “ ela abaixou a cabeça deixando seu cabelo cair sobre seu rosto e empinando mais a bunda jogando para tras fazendo a cabeça entrar deu um gritinho e depois falou “eu disse que ia gritar e não que não queria, mas espera um pouco “. Eu esperei um pouco e comecei a empurrar meu pau para dentro puxando ela pela saia, ela só soltava um som gemido tentando conter, eu puxei quase tirando e voltei ele com mais força e ela deu outro gritinho, fiz mais uma vez e quando o grito foi menor eu comecei a meter com um pouco mais de intensidade, em dado momento ela olhou com um sorriso malicioso começou a rebolar e abriu a porta novamente, eu empurrei seu corpo metade para fora, dava para ouvir o elevador orando em andares e as vezes a porta de incêndio batendo, mas ela continuava rebolando e eu metendo segurando ela pela saia. Quando eu acelerei ela sabia que eu estava para gozar e começou jogar a bunda mais para tras, com mais força tentando fazer meu pau entrar inteiro, mas ainda tinha resistência e então eu tirei e gozei nas suas costas e na sua bunda, ela ficou ofegante de quatro com o cu aberto e piscando, olhou por cima do ombro antes de fechar a porta e entrar “ Estava com saudade de ser sua Puta, e fazer assim por tras. “ eu dei um tapa na sua bunda e um beijo longo “Nós vamos matar toda a saudade e nossas vontades. Minha Linda” ela sorriu e foi no meu ouvido “ Sua puta.”.