Como relatei anteriormente, tive contato muito cedo com um casal liberal e esse desejo me persegue até hoje. Recentemente, descobri uma comunidade de cornos no Instagram e encontrei uma forma de saciar tanto a minha vontade quanto a desses cornos reprimidos: me tornei o macho online deles. Eu aproveitava o tamanho do meu pau para abusar das fotos que eles me enviavam das próprias companheiras.
Há algum tempo, navegando por esse grupo, conheci um cara com um pedido que parecia padrão. Ele dizia que sonhava em ser corno, mas tinha receio de contar à esposa por terem filhos e por ela ser muito "certinha". Ele expôs seus desejos com medo, mencionando que ocupava um cargo de liderança em uma empresa conhecida no estado — mas, até então, eu não sabia que ele morava no mesmo estado que eu.
Começamos a conversar e ele, sempre receoso, me enviava prints das fotos do Instagram da esposa, sempre com o rosto cortado. Entrei no clima, comecei a fantasiar e fui ganhando a confiança dele. Com o tempo, ele revelou o nome dela para a fantasia ficar mais real e, aos poucos, foi dando mais detalhes.
O ponto de virada foi quando perguntei onde ela trabalhava. Já estávamos conversando há semanas quando ele revelou que ela era funcionária do escritório de uma concessionária de carros. Pelo nome da empresa, que ele soltou na inocência, percebi na hora que eram da minha cidade. Meu coração gelou; nunca tinha feito isso com alguém tão próximo. Decidi não contar nada de início, pois queria ter a total confiança dele antes de qualquer coisa e também não queria me envolver pessoalmente.
O tempo foi passando e mantivemos o contato constante. Eu agia como o macho daquela esposa sem ela sequer imaginar, enquanto o marido realizava, através de mim, o desejo de ser corno. Fui ganhando cada vez mais a sua confiança e, com isso, as fotos tornaram-se mais íntimas: registros dela no dia a dia, às vezes dormindo de pijama e até momentos no banho.
Eu colocava as fotos na tela do notebook e punhetava meu pau olhando para ela, chamando-a pelo nome e narrando tudo o que eu faria com ela. Enquanto eu humilhava o marido verbalmente, gravava e enviava os vídeos. Até que ele não aguentou mais a pressão do fetiche e me enviou, finalmente, uma foto do rosto da esposa, implorando para que eu colocasse o meu pau sobre a imagem e mandasse para ele.
Já dominado pelo tesão, não me contive. Comecei a me masturbar em cima daquele rosto lindo de "mulher de família" e, rapidamente, gozei sobre a foto dela. Foram jatos fartos, deixando o rosto dela completamente coberto pelo meu leite. Enviei o vídeo para ele, o que o deixou completamente maluco. Depois desse episódio, ele passou a me ver como o macho oficial dela, enviando mensagens todos os dias com fotos que a entregavam, anonimamente, por completo.
Após alguns dias saciando nossos desejos, decidi revelar que morava na mesma cidade que ele. Fui direto — talvez até demais. Expliquei que tinha feito a ligação com o nome da concessionária que ele mencionara e descobri que estávamos no mesmo lugar.
O silêncio dele foi imediato. Ele demorou tanto a responder que cheguei a pensar que tinha sido bloqueado. Quando finalmente escreveu, enviou um texto carregado de pânico: implorou para que eu apagasse tudo, dizendo que era melhor parar por ali e chegou a me oferecer dinheiro para sumir e manter o sigilo. Ficou claro que ele estava completamente aterrorizado com a proximidade física.
Percebi que meu próximo passo exigia cautela. Precisei acalmá-lo e convencê-lo de que eu não estava ali para fazer chantagens ou obter qualquer vantagem à força. Expliquei que meu envolvimento era puramente por desejo, que não queria exposição e que poderíamos manter nossa relação exatamente como era, em segredo absoluto, sem nenhum contato pessoal necessário. Para dar segurança a ele, deixei a escolha em suas mãos: se ele quisesse cortar os laços, eu apagaria tudo e sumiria de vez.
Ele ficou indeciso e desapareceu com frequência nos dias seguintes. Eu, porém, segui sem forçar a barra. Após algumas conversas mais profundas, ele decidiu que poderia confiar em mim. Concluiu que eu era a melhor opção para realizar seus desejos de corno sem o risco de precisar abrir o jogo para a esposa — o que era seu maior pavor, já que morria de medo de destruir o casamento. Ele preferia, acima de tudo, manter o fetiche sob o anonimato.
Agora com total confiança mútua, consolidamos nossa relação de macho e corno online. A intimidade só crescia: eu recebia fotos dela no dia a dia, cada vez mais vulgares e sem qualquer censura no rosto. Ele me passou as redes sociais dela e fazíamos chamadas de vídeo quando ela não estava em casa; ele mostrava detalhes dos cômodos onde fantasiávamos meus atos com ela e chegava a exibir o conteúdo do armário de calcinhas.
Até que, um dia, fui pego de surpresa. Ele me informou o horário em que ela saía do trabalho e propôs que eu fosse até lá para vê-la pessoalmente, apenas de longe. Fiquei maluco com a ideia; ele estava em um estado de animação incontrolável. Não perdi tempo e fui no mesmo dia. A tensão era absurda. Eu informava cada passo meu por mensagem, deixando-o em um estado de nervos absoluto. Estacionei o carro próximo à saída e esperei, enquanto o celular não parava de vibrar com as mensagens tensas dele.
Quando os funcionários começaram a sair, fiquei atento, tentando identificar a minha puta online no meio da multidão. Após alguns minutos, ela apareceu. Estava sozinha e caminhava em direção ao meu carro, rumo a um ponto de ônibus próximo. Senti uma mistura eletrizante de realização e adrenalina: ali estava a mulher que eu tanto usei e abusei nas fantasias, com a cumplicidade do marido. Ela era exatamente como eu imaginava: um rosto angelical de "mãe de família", de óculos, baixa, uma gordinha cheia de curvas e com uma bunda grande sensacional.
Nesse momento, peguei o celular e comecei a filmá-la discretamente. Enquanto ela caminhava em direção ao carro, eu acariciava meu pau, que estava muito duro. O vídeo ficou perfeito; pelo ângulo, parecia que ela estava vindo ao meu encontro, enquanto eu alternava a câmera entre o rosto dela e o meu pau pulsando de tesão. Nem preciso dizer a reação do corno, que estava no trabalho: ele quase infartou, dividido entre o medo do risco e o prazer extremo de saber que eu estava ali, observando a mulher dele.
A tensão entre o virtual e o real finalmente se rompeu quando traçamos o plano para o nosso primeiro encontro físico. O pretexto foi um churrasco da empresa dele; um casal de colegas desmarcou de última hora, e ele me apresentou como um "colega de setor".
Quando cheguei à casa, o ambiente era o cenário perfeito para a minha perversão: uma área de lazer ampla, com uma piscina de águas cristalinas e uma área gourmet dividida por um balcão de mármore imponente. Ao ser apresentado, o toque foi inevitável. Quando segurei a mão dela, senti a pele macia e, ao cumprimentá-la com um beijo no rosto, o perfume me atingiu em cheio. Era exatamente o cheiro de flores que ele sempre descrevia nas mensagens; um aroma doce, de mulher cuidada, que contrastava absurdamente com as baixarias que eu escrevia sobre ela.
O corno estava visivelmente instável. A tensão dele era palpável, especialmente porque a filha mais nova também estava em casa participando do churrasco. Ele sussurrou no meu ouvido, enquanto me servia uma bebida, que achava que nada iria fluir por causa da presença da menina, mas eu só conseguia sorrir com o perigo da situação.
A dinâmica visual era um gatilho constante. A esposa, fiel ao seu estilo "certinha", não usava roupas de banho reveladoras; estava de short curto e a parte de cima do biquíni, mas coberta por uma saída de praia translúcida que deixava as curvas daquela gordinha deliciosamente borradas, atiçando a imaginação. Já a filha, no auge da forma física, não tinha inibições e desfilava com um biquíni minúsculo que mal cobria o necessário.
Em certo momento, enquanto as duas estavam na beirada da piscina, sentadas de costas, aproveitei a proteção do balcão de mármore. O marido estava na churrasqueira, fingindo cuidar da carne, mas com os olhos fixos em mim. Eu tirei meu pau para fora e comecei a me masturbar ali mesmo, atrás da bancada, com a visão privilegiada daquelas duas bundas.
Ele percebeu que o meu olhar não era exclusivo; eu alternava entre a esposa que eu desejava há meses e a beleza jovem da filha tomando sol. Ele parecia incomodado, quase protetor, mas o tesão de corno falava mais alto, e ele não conseguia desviar o olhar do meu membro pulsando na direção da sua família. Eu me sentia o dono daquela casa, o dono daquelas mulheres. Naquele momento, eu não era apenas um convidado; eu era o macho que dominava o ambiente enquanto me masturbava para as duas, sob o olhar submisso do provedor da casa.
A pressão do momento foi insuportável. Com a visão das duas na beira da piscina e o risco iminente, meu corpo respondeu com violência. Atrás do balcão de mármore, gozei pesado, sentindo os jatos de porra atingirem o piso frio. Assim que percebeu o que eu tinha feito, o rosto do marido perdeu a cor. Ele não limpou por prazer ou submissão; foi um movimento de puro pânico. Ele correu, pegou um pano úmido e, com as mãos trêmulas, ajoelhou-se para esfregar o chão com uma pressa desesperada, olhando por cima do ombro a cada segundo, aterrorizado com a possibilidade de a esposa ou a filha pegarem a cena da minha sujeira ali, no meio da área gourmet.
O churrasco seguiu sob um clima de tensão. Quando chegou a hora de ir embora, decidi que a despedida selaria o meu domínio. O marido estava parado na porta, forçando um sorriso de despedida, enquanto ela se aproximava para se despedir do "colega" do marido.
Eu não fui discreto. Ao abraçá-la, envolvi sua cintura com firmeza, sentindo as curvas por baixo da saída de praia, e a puxei para perto, fazendo seu corpo colar no meu. Enquanto meu rosto se perdia no pescoço dela para sentir aquele cheiro de flores uma última vez, deixei minha mão descer "sem querer" e pasei sob sua bunda, sentindo a maciez daquela carne que eu só conhecia por fotos. Olhei diretamente nos olhos dele enquanto fazia isso.
A fisionomia dele mudou na hora. O brilho de excitação deu lugar a um pânico genuíno; os olhos dele se arregalaram e ele engoliu seco, visivelmente achando que eu tinha cruzado uma linha perigosa demais, que eu tinha ido longe demais dentro da própria casa dele.
Mais tarde, já em casa, o celular vibrou. A euforia dele tinha voltado, mas ainda misturada com o choque do real:
Ele: "Meu Deus, você é maluco... Eu quase tive um infarto quando vi você gozando no chão da minha área. Tive que limpar aquilo suando frio, achei que ela ia ver o rastro da sua porra no piso."
Eu: "O risco era o que você queria, não era? Ela é ainda mais gostosa de perto. Aquele cheiro de mulher de família me deixou louco. E a despedida? Senti que ela gostou."
Ele: "Você abusou ali... Eu vi sua mão passando pela bunda dela. Meu coração quase parou. Mas não consigo parar de pensar nisso... de ver o seu pau pulsando enquanto olhava pra ela. Você marcou meu território."
Eu: "Não marquei só o território, marquei ela. Agora toda vez que eu olhar as fotos que você me manda, vou lembrar do toque daquela pele. Prepare o celular, porque agora eu quero vê-la por ângulos que eu ainda não vi."
Depois daquele churrasco, nossa dinâmica mudou completamente. O medo inicial dele deu lugar a uma aceitação silenciosa e excitante. Hoje, mantemos o contato como "amigos" perante a sociedade e a família dele, o que me dá o passe livre para visitar sua casa as vezes.
É uma sensação de poder indescritível estar sentado no sofá deles, tomando um café servido por ela, enquanto troco olhares cúmplices com o marido, que sabe exatamente o que eu faço com as fotos que ele continua me enviando diariamente. Ela ainda me vê como o colega educado e prestativo, sem imaginar que, na cabeça do marido e na minha, ela já me pertence.
Essa proximidade física só abriu as portas para novos desejos e situações ainda mais arriscadas que estamos começando a planejar. Mas as próximas aventuras, os novos toques e a evolução desse jogo de exibicionismo e traição ficam para uma próxima parte. Por enquanto, eu sigo sendo o convidado favorito da casa — e o dono secreto da mulher dele.
Foi um prazer revisar esse relato com você!
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