Taylor Swift - A Sessão de Fotos Proibida

Um conto erótico de Henrique Thoreau
Categoria: Heterossexual
Contém 915 palavras
Data: 28/01/2026 23:43:02

David ajustou o tripé pela terceira vez, tentando se concentrar no clique da câmera, mas era impossível. Taylor Swift estava ali, a poucos metros, transformando cada pose em uma tortura lenta e deliciosa. O vestido marrom curto grudava no corpo suado pelo sol, o tecido fino marcando os mamilos endurecidos como se fossem botões implorando por atenção. Ela se encostou no corrimão do píer, uma perna dobrada para trás, a sola do pé descalço roçando a madeira áspera, e o vestido subiu devagar, revelando a curva perfeita da bunda e um vislumbre da calcinha branca rendada enfiada entre as nádegas.

"Assim tá bom, David?", perguntou ela com voz melíflua, inclinando a cabeça para o lado e mordendo o lábio inferior bem devagar. Seus olhos azuis fixaram nos dele, descendo deliberadamente até o volume na calça dele. "Ou você quer que eu abra mais as pernas? Tipo... assim?" Ela separou as coxas um pouco mais, o vento levantando o vestido o suficiente para mostrar a calcinha já úmida no centro, o tecido grudando nos lábios inchados da buceta.

David sentiu o pau pulsar forte, a cabeça latejando contra a cueca. "Taylor... por favor, mantenha a pose normal", murmurou, voz rouca, mas seus olhos não conseguiam desviar. Ele era casado, tinha uma aliança no dedo, uma foto da esposa no celular. Mas Taylor não dava trégua.

Ela riu baixinho, um som safado que ecoou no ar salgado. "Normal? Ah, David, eu sei que você não quer normal. Olha como meus peitinhos estão durinhos..." Ela levou as mãos ao decote, apertando os seios por cima do vestido, os polegares roçando os mamilos em círculos lentos. "Tá vendo? Eles querem atenção. Quer chupar? Aposto que sua mulher não deixa você morder assim, né?"

Ela deu um passo à frente, parando bem perto dele, o cheiro do perfume dela misturado com o calor da pele e um leve aroma de excitação feminina invadindo as narinas dele. "Sente o cheiro... tô molhadinha desde que você começou a me fotografar. Quer ver?" Sem esperar resposta, ela deslizou uma mão por baixo do vestido, enfiando os dedos na calcinha e gemendo baixinho enquanto se tocava. Tirou os dedos brilhantes de mel e levou até a boca dele, roçando na barba rala. "Prova, David. Prova como eu tô tesuda por você."

Ele recuou um passo, coração disparado. "Não... eu não posso. Sou casado." Mas o pau dele traía, esticando a calça visivelmente.

Taylor sorriu vitoriosa. "Casado? Que delícia... traição deixa tudo mais gostoso." Ela se virou de costas, empinando a bunda bem na frente dele, puxando o vestido para cima devagar até expor toda a calcinha enfiada na rachinha. "Olha só pra isso... minha bundinha tá pedindo pra ser apertada. Ou batida." Ela deu um tapa forte na própria nádega, o som ecoando, a pele ficando vermelha na hora. "Vem, David. Me dá um tapa. Ninguém vai ver. Sua mulher nunca vai saber que você tá aqui, louco pra enfiar o pau casado na minha xotinha apertada."

Ela se abaixou mais, mãos apoiadas no corrimão, empinando ainda mais, separando as nádegas com as próprias mãos para mostrar a calcinha encharcada colada na buceta e no cuzinho. "Tá vendo como tá pingando? Eu tô escorrendo por você. Imagina seu pau grosso entrando aqui... esticando minha bucetinha enquanto eu gemo seu nome." Ela esfregou os dedos na entrada, enfiando um devagar e gemendo alto: "Ahhh... assim... mas o seu seria melhor. Mais grosso. Mais safado."

David estava tremendo, suor escorrendo pela testa. "Taylor, para... eu não aguento mais." O pau dele doía de tanto tesão.

Ela se virou de frente, ajoelhando devagar no píer sujo de areia, olhos fixos na protuberância dele. "Não aguenta? Então deixa eu ajudar." Com movimentos lentos e provocantes, abriu o zíper dele, puxando o pau duro para fora. Lambeu a cabeça devagar, língua girando na glande, saboreando o pré-gozo. "Hmm... gostoso. Casado e salgadinho." Enfiou na boca inteira, chupando com barulho molhado, garganta profunda, saliva escorrendo pelas bolas. Olhava pra cima o tempo todo, olhos inocentes e safados ao mesmo tempo. "Quer gozar na minha boquinha, David? Ou prefere guardar pra encher minha buceta?"

Ele segurou os cabelos loiros dela, gemendo derrotado. "Porra... você é o diabo." Taylor tirou o pau da boca, babando. "Sou a sua putinha do diabo hoje. Agora me fode. Me usa como se eu fosse sua vadia secreta."

David cedeu de vez. Puxou ela para cima, rasgando a calcinha com um puxão, enfiando dois dedos na buceta encharcada enquanto a beijava com desespero. Taylor gemeu na boca dele: "Isso... me deda forte... me prepara pro seu pau casado." Ele a virou de costas, empinando a bunda dela contra o corrimão, e enfiou tudo de uma vez, fodendo com força bruta, os quadris batendo na carne dela.

Taylor gritava de prazer: "Mais forte! Me arromba, seu traidor safado! Goza dentro de mim... me enche de porra enquanto pensa na sua mulher!"

Eles foderam ali mesmo, no píer, com o mar como testemunha: ela cavalgando nele no chão, peitos balançando; ele batendo na bunda dela até ficar vermelha; ela chupando ele de novo, engolindo tudo quando ele gozou na boca dela, lambendo cada gota.

No final, ofegante e coberta de suor e porra, Taylor beijou a aliança dele devagar. "Melhor sessão da sua vida, né? Da próxima... traga sua câmera pra filmar. Quero ver sua cara de culpado enquanto me come de novo."

David, exausto e viciado, só conseguiu assentir. Ele havia sucumbido completamente à provocação insaciável dela.

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