O quarto apertado - Parte 1 - O início

Da série A família
Um conto erótico de Dr. Prazer
Categoria: Heterossexual
Contém 1937 palavras
Data: 28/01/2026 18:43:39
Última revisão: 29/01/2026 09:12:09

Olá, meu nome é Paulo. O que você está prestes a ler é uma história real, cheia de camadas e pessoas que fizeram parte da minha vida. Para proteger a identidade de todos, os nomes foram alterados. Se você não se sente confortável com contos de incesto, peço que pare a leitura por aqui. Esta é uma história verdadeira que realmente aconteceu.

Para que a leitura não seja cansativa, dividi a narrativa em três partes. Meu objetivo é trazer o máximo de detalhes e referências de datas para que você entenda que não se trata de uma invenção.

Tudo começou em março de 2017. Eu tinha 25 anos (nasci em 1992) e era recém-formado em Sistemas de Informação, área na qual meu pai também trabalha. Morava sozinho em um apartamento na região da Luz, em São Paulo, que havia comprado um ano antes. Tenho 1,87m, 78kg, magro, cabelos e olhos castanhos. Era um homem normal, mas as garotas falavam que eu era "bonitinho".

Sou o filho do meio de três. Tenho duas irmãs: Michelle, que na época tinha 27 anos, e Nathy, com 21. Elas ainda moravam com meus pais. Meus pais eram jovens: meu pai tinha 43 anos e minha mãe, 42. Eles tiveram Michelle quando eram adolescentes, e esse detalhe terá um papel fundamental na história. Nascemos em Toledo, no Paraná, e nos mudamos para São Paulo em 2008.

Conheci Patrícia, minha namorada, em 2011 na faculdade. Ficamos por um tempo antes de começar a namorar oficialmente, em 2015. Ela é uma mulher branca, de 26 anos, com cabelo ondulado. Era simplesmente a mulher mais gostosa que eu tinha visto até ali. A bunda era enorme. Seios médios e barriga chapada. Cheirosa ao extremo. Nosso sexo era muito bom, mas ela nunca deixou eu meter no seu cuzinho, que era meu maior sonho. Ela adorava uma putaria. Até ali tinhamos transado na praia, capô de carro e até em uma casa abandonada quando fomos na avó dela, que mora no interior. E, quando estava com tesão, ela falava besteiras que me deixavam ainda mais louco por ela, como: "- Isso amor, fode essa boceta!", "Delicia de rola", "Minha bocetinha é muito para você?", "Goza na minha boquinha, goza?", entre outros.

Seu irmão, Léo, era um homem branco, tinha 1,90m, olhos claros e era bem forte. Léo era muito mulherengo, e a Patrícia era extremamente apegada a ele, a ponto de, se eu não soubesse que eram irmãos, acharia que tinham um romance, pois eram muito próximos.

A história avança para março de 2017. Patrícia estava no meu apartamento e, navegando em portais de notícias, vimos que um novo lote de ingressos para o Rock in Rio havia sido liberado. A princípio, não tínhamos planos de ir, mas a banda Tears for Fears foi confirmada no lugar de Billy Idol. Como eles eram uma das minhas bandas favoritas, decidi que iríamos. Eu já tinha férias vencidas e combinei com a empresa de tirá-las em setembro e outubro.

Patrícia topou na hora. Compramos quatro ingressos, para quatro dias diferentes, e planejamos ficar uma semana no Rio.

Assim que compramos os ingressos, minha irmã Michelle mandou uma mensagem para pegar uma bolsa que havia esquecido. Patrícia, empolgada, comentou da compra por telefone. Michelle, que sempre quis conhecer o Rio, perguntou se poderia ir conosco. Aceitamos, e ela comprou o ingresso na mesma hora. Michelle, ou "Mi", como a chamamos, era uma mulher de 1,70m, magra, 60kg, com cabelos pretos. Era muito bonita, mas nunca a tínhamos visto com namorado. Branquinha, sempre usava roupas comportadas, mas quando usava calça jeans percebia que ela tinha uma bunda bem redonda. Seios pequenos. Quieta e reservada. Ela era muito apegada ao meu pai.

Depois de desligar, Patrícia me olhou e disse: - Vou chamar o Léo, porque se não o chamar, ela vai ficar chateado.

— Chame, amor — eu respondi.

— E você? Não vai chamar a Nathy? — ela perguntou.

— Ah, não. Ela não curte rock, prefere eletrônica. Já sei qual seria a resposta dela.

Patrícia ligou para Léo, que aceitou imediatamente. Por trabalhar como segurança, ele tinha flexibilidade de datas e confirmou que poderia ficar a semana toda.

Uma semana depois, Patrícia me ligou com uma novidade: sua melhor amiga, Amanda, iria ao Rock in Rio. Ela compraria ingressos para os dois últimos dias de show que iríamos e deu a ideia de todos ficarmos juntos em uma hospedagem.

Foi aí que o problema começou. Todos os hotéis próximos ao Parque Olímpico estavam esgotados. Depois de ligar para mais de 50 lugares, recebemos um retorno de um hotel bem em frente ao Parque. Eles tinham um quarto pequeno, com duas camas. O quarto ao lado ficaria vago na quarta-feira daquela semana e eles poderiam segurá-lo para nós, com mais duas camas. Como a Amanda só conseguiria ir no meio da semana, topamos na hora, mas só depois nos demos conta de que seriam, no início, quatro pessoas (eu, Patrícia, Léo e Michelle). Patrícia sugeriu comprar um colchão inflável. O quarto era realmente pequeno, sem sofá, apenas com uma mini geladeira e uma TV.

Então, o plano ficou assim: eu, Patrícia, Léo e Michelle iríamos na quinta-feira e ficaríamos nesse quarto até terça da semana seguinte. Iríamos para o outro quarto na quarta quando chegasse Amanda e seu namorado. Dois meses depois, descobrimos que a irmã do namorado de Amanda também iria.

O tempo passou e logo chegou o dia da viagem. Saímos da rodoviária do Tietê e, sete horas depois, estávamos no Rio. Pegamos um Uber e chegamos ao hotel. O quarto era, de fato, pequeno. O colchão inflável de solteiro que compramos parecia uma solução, mas, quando o enchemos, vimos que não cabia no quarto. O espaço já era limitado com as duas camas de "meio casal" que ocupavam quase tudo. Tentamos de tudo, até mover a geladeira, mas a única alternativa seria colocá-la no banheiro minúsculo, o que o Léo descartou na hora, dizendo que seria um incômodo ficar tirando e pondo a peça toda noite.

Foi então que a Patrícia teve uma ideia:

- Amor, o que acha de eu dormir com o Léo na cama da esquerda e você com a Mi na outra? Cada um deita em uma ponta e pronto.

Não tínhamos outra opção. Se eu dormisse com o Léo, que é enorme, ficaríamos espremidos na cama pequena. Acabou que a sugestão da Patrícia foi a melhor solução. Eu dormiria com a Michelle na cama da esquerda, e a Patrícia com o Léo na cama da direita.

Depois de resolver a questão do sono, exploramos a vizinhança, jantamos e finalmente fomos dormir. Para ter uma ideia, as meninas dormiram de shorts e camisa, mesmo levando pijamas. No dia seguinte, nossa meta era conhecer a Candelaria. Passamos a tarde em um barzinho por lá, e foi nesse dia que o Léo começou a investir na Michelle, tentando conquistá-la. Minha irmã, no entanto, parecia um pouco incomodada e não dava papo para as investidas dele. Voltamos para o quarto, conversamos, tomamos cerveja e fomos dormir.

O dia seguinte seria o primeiro dia de show, e logo no café da manhã, o Léo já estava lá, tentando conversar com a Michelle, mas ela continuava se esquivando de todas as investidas dele. De tarde, fomos os quatro para o Rock in Rio e ficamos até as três da manhã. Exaustos, decidimos voltar para o quarto. Cada um tomou o seu banho e deitamos. Foi a partir daqui que a situação começa a tomar forma.

Acredito que, por volta das 7h da manhã, Michelle estava dormindo com a cabeça voltada para os meus pés, coloca sua mão na minha perna. E fica passando a mão por 10 minutos até que tira. Depois, eu caio no sono e só me levanto às 10h. Ao acordar, não vejo ninguém no quarto. Desço e encontro os três tomando café no restaurante do hotel. A conversa girava em torno do show que aconteceria naquele dia. Por volta das 16h, estávamos novamente no Parque Olímpico. Curtimos o show normalmente, exceto o Léo, que paquerava a Michelle a todo momento — mas ela continuava a ignorá-lo.

Voltamos para o quarto, tomamos banho e, depois, cada um foi para a cama junto com sua irmã. Antes de deitar, Patrícia fala para o Léo:

— Léo, dorme aqui do lado. Sua cabeça está próxima ao banheiro, e entra corrente de ar aí. Desse jeito, vai acabar ficando doente.

Léo mudou conforme o pedido da Patrícia, deitando-se ao seu lado, mas encostado na parede. Michelle também falou a mesma coisa, e eu acabei me virando, pois realmente entrava muito ar pelo banheiro, que saía pela porta e vinha direto na nossa direção.

Como estava muito cansado, apaguei rapidamente. Mas acordei em duas situações:

A primeira, acredito que por volta das 6h da manhã, pois os passarinhos já cantavam. Ouvi a Patrícia falar bem baixinho:

— Para, Léo.

Fiquei prestando atenção por alguns minutos, mas não ouvi mais nada.

A segunda, acho que por volta das 8h da manhã, quando Michelle me abraçou e adormeceu profundamente. Fiquei estático, mas acabei pegando no sono logo em seguida, por puro cansaço.

Nesse dia, levantei às 11h e ainda notei que todos estavam dormindo. Olhei para a cama ao lado e vi Léo de costas para a Patrícia, dormindo rente à parede. Levantei e fui escovar os dentes. Quando saí, Patrícia já estava sentada na cama. Ela me deu um selinho e foi até o banheiro.

Depois de um tempo, estávamos tomando nosso café até que Patrícia disse:

— Por que não vamos para a praia? Hoje o sol está quente.

E todos toparam. Voltamos para o quarto, pegamos as sungas, e elas vestiram seus biquínis no banheiro, colocando uma roupa por cima. Então seguimos para a praia. Ao chegar, elas tiraram a roupa e foi a primeira vez que vi a Michelle de biquíni, que era vermelho. Foi a bunda mais maravilhosa que eu vi na vida. Redonda, com um biquini bem cravado. A parte de cima exaltava seus seios pequenos. Pele branquinha e estava claro que ela estava toda depilada, pois não tinha nenhum pêlo amostra, e os da coxas e braços eram loiros.

Patrícia não ficava atrás. Ela estava com um biquini preto, mais cravado ainda, que deixava a sua bunda enorme mais evidente. Nessa época ela tinha piercing. Seu seios pareciam dois melões. Ela tinha amarrado o cabelo e estava muito sexy. Nadamos e em um momento, entre eu e a Patrícia, ela diz:

- Nossa amor, estou com muito tesão. Não vejo a hora de ficar a sós com você e sentar com força.

- Também não vejo a hora, amor. Saudades do seu corpo.

A todo momento, eu notava que os homens que passavam perto delas as olhavam. De fato, chamavam muita atenção. Naquele momento, até eu olhava para as duas e admirava. Imagine a cabeça do Léo quando viu a Michelle de biquíni… O que teria passado pela mente dele? Bem, não foi o que eu esperava.

Ficamos na praia até as 19h, comemos e voltamos para o quarto. Depois, andamos um pouco pela região e decidimos deitar mais cedo para aproveitar a segunda melhor… E nesse dia a Patrícia diz:

- Nossa, hoje está quente. Estou derretendo, mesmo com o ar-condicionado. Não vou dormir de shorts e camisa, não. Vou colocar meu pijama!

Logo depois, ela voltou vestida com seu clássico pijama preto, que deixava suas pernas à mostra. Michelle, ganhando confiança, também colocou seu pijama, enquanto eu e o Léo continuamos apenas de shorts e regata.

Fomos dormir, até que eu ouço de madrugada bem baixinho Patrícia falando:

- Nossa, ta duro! Delícia.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 9 estrelas.
Incentive Doutor do Prazer a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaDoutor do Prazer Contos: 13Seguidores: 66Seguindo: 0Mensagem O tesão acumulado fez eu começar a fazer loucuras. Hoje vivo em uma situação que não é normal para a maioria. E nela mais 4 pessoas convive comigo essas experiências. Então decidi compartilhar aqui para ver se eu acho mais pessoas que tiveram essa experiência.

Comentários