Meu nome é Larissa, tenho 23 anos, 1,70 m, 54 kg, cabelos loiros ondulados na altura dos ombros, olhos verdes e um corpo esculpido por anos de academia e pilates. Seios pequenos e firmes, cintura marcada, bumbum redondo e empinado que sempre chama atenção. Sou casada há quatro anos com um marido que adora minhas fantasias e me incentiva a explorá-las sem limites. Mas tudo começou aos 18 anos, quando uma oportunidade de trabalho mudou minha vida para sempre.
Eu tinha acabado de completar 18 anos e já trabalhava como promotora de eventos em uma agência de São Paulo. Recebi o convite para uma campanha de 15 dias em uma cidade média do interior de Minas Gerais, divulgando uma marca de bebidas energéticas em postos de combustíveis e feiras locais. A grana era ótima para alguém da minha idade, então aceitei sem hesitar.
Cheguei à cidade numa tarde quente de verão. Fui recebida por Marcos, o coordenador local da campanha. Ele era um homem de 48 anos, alto, ombros largos, corpo forte de quem já trabalhou duro na vida, pele bronzeada e rosto marcado por linhas duras. Não era bonito no sentido clássico: barba malfeita, voz rouca e um jeito seco, quase rude, de falar. Mas havia algo nele que prendia o olhar – uma autoridade natural, um cheiro de homem que não se esforçava para agradar ninguém.
Marcos era o responsável direto por mim. Logo na primeira reunião no escritório improvisado, discutimos o uniforme: short jeans curtíssimo, rasgado nas coxas, que mal cobria metade da minha bunda, e uma regatinha branca justa e fina, quase transparente, com o logo da marca estampado no peito. Eu protestei.
— Isso é ridículo. Eu vim pra trabalhar, não pra desfilar seminua.
Ele me olhou de cima a baixo, sem piscar.
— Você veio pra trabalhar sim. E o seu trabalho é exatamente esse: chamar atenção, ser desejada, fazer os caras pararem o carro pra pegar panfleto. Não foi selecionada pela sua cara de estudante aplicada. Foi pelo corpo. Então para de drama e veste isso amanhã cedo. Ou pega o ônibus de volta pra São Paulo.
Saí dali tremendo de raiva e humilhação. Subi pro quarto do hotel simples onde ficaria hospedada e comecei a chorar. Estava pronta pra desistir quando Rafael, um dos assistentes mais velhos da equipe, bateu na porta. Ele era gentil, sorridente, o oposto de Marcos. Sentou na beirada da cama, me ouviu desabafar e disse com calma:
— Marcos é grosso mesmo, mas ele escolheu você pessoalmente nas fotos do casting. Pensa na grana, Larissa. Quinze dias passam rápido. E você é linda demais pra deixar isso escapar.
Acalmei-me. Ele me abraçou de leve, um gesto carinhoso, e saiu. Fiquei pensando naquilo a noite toda.
No dia seguinte, lá estava eu, em pé no posto de gasolina da BR, sob um sol de rachar. O shortinho entrava no rego, deixando quase toda a minha bunda à mostra. A regatinha grudava no corpo suado, os biquinhos dos seios marcados no tecido fino. No começo me sentia exposta, uma espécie de objeto. Mas aos poucos comecei a gostar da atenção. Alguns rapazes eram educados, elogiavam, convidavam pra sair. Outros eram diretos, grosseiros:
— Que bunda gostosa, hein, novinha? Quer sentar no meu colo?
Esses comentários, especialmente os de homens mais velhos, me deixavam estranhamente molhada. Eu sorria, rebolava um pouco ao entregar o panfleto, sentia o calor subir entre as pernas.
No fim da tarde, Marcos apareceu de moto pra me buscar. Entrei no banco de trás, o vento quente batendo no rosto. Tentei puxar conversa:
— E aí, chefe? Gostou do uniforme em mim?
Ele nem olhou pelo retrovisor.
— Você precisa entender uma coisa, Larissa. Sua função é ser a puta mais gostosa que esse posto já viu. Chamar atenção. Será que não tem uma calcinha menor? Tipo aquelas fio dental de vadia? Ia ficar muito mais puta com isso.
Fiquei indignada, mas ao mesmo tempo excitada com a grosseria. Respondi que só tinha calcinhas normais. Ele riu baixo.
— Então amanhã você vai comprar uma. E vai depilar essa bucetinha toda. Gosto de ver lisinha, sem pelinho pra atrapalhar a vista.
A mão dele desceu da marcha e pousou na minha coxa. Apertou com força, subindo devagar. Eu não tirei. Ele parou o carro num acostamento deserto, desligou o motor e virou-se pra mim.
— Tira o short.
Obedeci tremendo. Fiquei só de calcinha e regatinha. Ele abriu o zíper da calça e tirou o pau pra fora. Era enorme. Grosso, veias saltadas, a cabeça roxa e brilhante. Maior que qualquer coisa que eu já tinha visto. Hipnotizada, estendi a mão e segurei. Pesado, quente, pulsando.
— Gostou, putinha?
— Sim… — murmurei.
Ele segurou minha nuca e empurrou minha cabeça pra baixo.
— Então chupa.
Abri a boca ao máximo. Só a cabeça coube. Lambi devagar, da glande até a base, sentindo o cheiro forte de macho. Ele gemeu rouco. Mandou eu tirar a calcinha e ficar de joelhos no banco, empinando a bunda pro teto do carro. Enquanto eu chupava, ele começou a alisar minha bunda. De repente, veio o primeiro tapa. Forte. Ardeu. Gritei, mas não parei de chupar. Vieram mais: dois, três, quatro… cada um mais forte. Minha bunda queimava, mas a buceta escorria. Eu gemia com o pau na boca, o som abafado.
— Goza, vadia. Goza apanhando.
Gozei forte, as coxas tremendo, enquanto ele batia mais. Senti sua mão apertar minha nuca com mais força. Ele gozou na minha boca, jatos grossos e quentes. Tentei engolir tudo, mas escorreu pelo queixo, pingou nos seios. Ele esfregou o pau no meu rosto, mandando eu lamber cada gota.
— Limpa direito.
Fiz. Lambi, chupei, limpei com a língua até ficar tudo limpo.
Quando ele terminou, percebi que estávamos em frente ao hotel. Dois caminhoneiros parados na calçada olhavam tudo, boquiabertos, masturbando-se discretamente dentro das calças. Marcos nem ligou.
— Desce. E entrega sua calcinha.
Tirei a calcinha molhada e entreguei. Saí do carro só de regatinha e short curtíssimo, sem nada por baixo. Os pelinhos da buceta apareciam na lateral do tecido. Caminhei rebolando até a recepção, sentindo os olhares queimarem minha bunda vermelha de tapas. No elevador, me encostei na parede e toquei minha buceta. Estava encharcada. Subi pro quarto, tirei a roupa e me olhei no espelho. A bunda marcada de vermelho, marcas de dedos nas coxas. Comecei a me masturbar devagar, apertando os mamilos com força, imaginando o pau de Marcos me invadindo. Enfiei dois dedos na buceta, depois toquei o cuzinho. A pontinha entrou e eu gozei de novo, forte, caindo na cama exausta.
Às nove da noite, batidas na porta. Enrolei uma toalha e abri. Era Rafael, sorrindo, com uma sacola na mão.
— Presente do Marcos.
Dentro: calcinhas minúsculas, fio dental preto e vermelho, um barbeador, creme depilatório e hidratante. Ele explicou:
— Ele quer você lisinha amanhã. E quer mais que uma chupada no carro.
Perguntei se ele sabia o que tinha acontecido. Rafael riu malicioso.
— Todo mundo no hotel sabe, Larissa. E eu vim conferir se você tá pronta pro que vem pela frente.
Ele tirou minha toalha. Me beijou com fome. Guiou minha boca pro pau dele. Era grande, grosso, mas cabia melhor na minha boca. Chupei com vontade, engolindo até a metade, lambendo as bolas. Ele gozou rápido, enchendo minha boca. Engoli tudo.
Depois me deitou na cama, espalhou creme na minha buceta e começou a depilar. Com cuidado, mas firme. Em minutos eu estava completamente lisa. Ele lambeu devagar, conferindo cada pedacinho, chupando meu clitóris até eu gozar na boca dele, gemendo alto.
Subiu em cima de mim, abriu minhas pernas e entrou devagar. Sentia cada centímetro me abrindo. Estocava com carinho, mas forte. Gozei várias vezes, gritando. Me virou de bruços, comeu por trás, apertando meus peitinhos. Quando ia gozar, pedi na boca. Bebi tudo de novo.
Antes de sair, me deu uma coleira de couro fina e uma nota de cem reais.
— Seja obediente com o Marcos. Toda noite eu venho te recompensar.
Adormeci com o gosto de porra na boca e a buceta latejando de tesão.