A ordem dela foi o combustível final. Eu ainda estava ofegante, sentindo os resquícios daquela gozada épica pulsando na minha rola, mas o olhar de Camilla — aquele olhar de quem sabia que tinha o meu destino nas mãos — me fez endurecer novamente em segundos. A adrenalina do adultério misturada ao cheiro doce e ácido que vinha dos pés dela era uma droga potente.
— Deita de barriga para baixo — comandei, minha voz saindo mais grossa do que eu esperava.
Ela obedeceu prontamente, espalhando-se sobre os lençóis de cetim do motel. O corpo dela, mais curvilíneo e firme do que nos tempos de colégio, era um banquete. Eu me posicionei sobre ela, sentindo o calor da pele dela contra a minha. Sem camisinha, o contato era visceral, o pele a pele me permitia sentir cada arrepio da lombar dela.
Eu usei o resto do meu gozo que ainda decorava o rosto dela, colhendo a secreção com os dedos e lubrificando a entrada do cu dela. Ela deu um solavanco, as unhas cravando no colchão.
— Lembra daquela calcinha de renda que eu roubei? — sussurrei no ouvido dela, enquanto pressionava a cabeça do meu pau contra o anel apertado. — Eu imaginei esse momento cada vez que cheirei aquele pano.
Com uma estocada firme e decidida, eu entrei por inteiro. Camilla soltou um grito agudo, um misto de dor e um prazer tão profundo que a fez perder os sentidos por um instante. O aperto era indescritível; parecia que o corpo dela estava tentando devorar meu pau. Sem a barreira do látex, eu sentia a textura interna, o calor absurdo e as contrações rítmicas que ela fazia, tentando se acomodar ao meu tamanho.
Comecei a estocar com força, um ritmo bruto, animal. A cada batida, meus ovos batiam contra a bunda dela, e o som daquela foda preenchia o quarto. Eu agarrei os tornozelos dela, puxando as pernas para trás para abrir ainda mais o caminho. Os pés dela, ainda quentes e com o rastro do chulé do tamanco, ficaram na altura do meu rosto. Entre uma estocada e outra, eu devorava os dedos dela, sentindo o gosto da pele e do suor.
— Mais... mais forte! — ela implorava, a voz abafada pelo travesseiro.
Eu perdi o controle. A sensação do meu pau raspando nas paredes internas dela, no puro pele a pele, era viciante demais. Eu sentia cada milímetro, cada centímetro daquela invasão proibida. Camilla começou a rebolar contra mim, buscando o ângulo que mais a machucava de prazer. Ela estava descontrolada, os pés se contorcendo no ar, o tamanco de cristal jogado em algum canto do quarto como uma relíquia do nosso pecado.
Eu a puxei pelos cabelos, forçando-a a olhar para trás. O rosto dela estava uma bagunça deliciosa: o gloss bege borrado, o rímel escorrendo e o brilho do meu gozo anterior secando na pele.
— Eu vou despejar tudo aí dentro, Camilla... Tudo o que eu guardei por dez anos!
Ela não disse nada, apenas abriu a boca em um gemido mudo. Eu dei as últimas estocadas, as mais profundas, sentindo meu pau latejar dentro do rabo dela. Quando o orgasmo veio, foi violento. Eu despejei uma carga massiva de esperma diretamente nas entranhas dela, sentindo o útero dela contrair em resposta ao calor do meu leite.
Ficamos ali, colados, suados, sentindo o pulsar um do outro. O silêncio do quarto só era quebrado pela nossa respiração pesada. Camilla virou o rosto para mim, um sorriso de satisfação plena nos lábios.
— Agora — ela sussurrou, a voz quase sumindo — você nunca mais vai conseguir olhar para a minha irmã, ou para qualquer outra mulher, sem sentir o gosto do meu cu na sua boca.