A Secretária Capítulo 4 = O Presente Para o Meu Namorado

Da série A Secretária
Um conto erótico de Raquel
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 3172 palavras
Data: 28/01/2026 02:40:39
Última revisão: 28/01/2026 11:31:26

Depois do fim de semana, fui obrigada a ficar de molho… Tipo foi maravilhoso, transamos literalmente o fim de semana inteiro, com pausas para amorzinho e comida, tivemos nosso próprio carnaval no meu quarto, mas… Segunda feira, dia de trabalhar, após uma semana de folga, o escritório precisava de mim.

E lá estava eu, chegando com uma saia social justinha no meu corpo até um pouco abaixo do meio das coxas, meia calça, sapato de salto, blazer, uma blusa social branca, folgadinha, para não chamar atenção para os gêmeos, mesmo sabendo que eles chamam atenção. Mas o fim de semana ainda estava na minha cabeça.

A forma como o Alê não só deixou eu me exibir, mas incentivou, tinha mexido um pouco comigo, ao ponto de eu vir de saia para o trabalho, algo que eu NUNCA fiz, mas estava feliz e não digo satisfeita, mas um pouco mais em paz com o meu próprio corpo, mas isso passou logo, assim que cheguei no meu andar.

Evitar os olhares dos homens é a parte fácil, nesses meses de namoro, o único que não consigo evitar o olhar, evitar como repara em mim é o Alê… Mas… “Nossa… Nunca vi você de saia, deveria vir mais vestida assim.”, foi o comentário do meu gerente, que me tirou completamente do meu devaneio de poder me vestir como quiser.

Meu sorriso amarelo é melhor do que qualquer resposta. “O senhor completou os memorandos.”, “Sim claro que completei, estão aqui.”... Ele me entrega sobre a mesa, eu pego ele faz questão de deslizar de leve o dedão sobre a minha mão, eu me afasto, dou um passinho para trás, olhando para ele, que sorri e finge que não fez nada.

Mas, era isso, eu fui rapidamente colocada no meu lugar e não era nem a hora do almoço ainda… Perto da hora do almoço fui chamada para mais uma reunião, agora para conhecer a nova equipe de contadores, principalmente porque eram contadores de confiança, que trabalham direto com o EVP, portanto eu precisava conhecer, já que o nosso EVP ainda estava tirando seu tempo sabático.

Entro na sala para conhecer meus novos co-workers e lá está… Cleiton, ele me vê e seus olhos brilham, mas ele fica quieto enquanto falo com os gerentes do setor e faço o discurso dado pelo presidente, aos poucos vejo a compreensão nos olhos dele, de que eu ainda sou a chefe, embora… Vejo nos seus olhos que ele vai me causar problemas.

Eu estava saindo para o almoço quando Cleiton veio falar comigo, “Caramba Ruivinha subiu na vida ein.”, “Me esforcei bastante”, “Sua mãe sempre fala, mas e aí o presidente é um cara legal?”, eu olho para ele por alguns segundos e dou risada, “Eu não sei Cleiton, eu não conheço o cara.”, “Não mesmo?”, eu faço que não com a cabeça, “Ele nunca apareceu na empresa.”

“Nossa que cretinos, têm uns caras falando que você só têm o cargo porque deu para o presidente.”, eu deixo o queixo cair, fico um pouco sem jeito, “As pessoas sempre falam essas coisas de mim, você já deveria saber.”, “Têm um ponto Raquel, eu nem acreditei mesmo, porque aquele dia você falou que tinha namorado e não quis nada com a gente.”

Dei risada, concordando, mesmo se eu fosse assim, ter um namorado, faz com que isso seja impossível, ao menos para a maioria, sei que há exceções. Ele me contou que conseguiu a vaga de surpresa que ele mesmo não esperava, mas foi uma surpresa maravilhosa quando ligaram para ele na semana.

Como eu, Cleiton também estava começando a deixar para trás sua vida de periferia, entrando nesse mundo empresarial, um contador bem formado, com boas referências, a coincidência de irmos parar na mesma empresa era simplesmente incrível, ele demorou para acreditar que eu nunca vi nosso EVP.

Mas, expliquei para ele, que o cara, simplesmente não aparece na empresa, desde que foi nomeado, deixando tudo nas minhas mãos, que graças ao meu foco no trabalho, até agora fiz um bom trabalho, mesmo dividindo isso com uma recém adquirida vida amorosa, conversamos um pouco sobre o Alê, mas não muito.

A questão que tudo mudou é: agora eu tinha um colega de trabalho, passado o susto inicial, Cleiton soube se posicionar, soube se comportar, sem gracinhas na empresa, mesmo porquê ele tinha mais a perder do que eu…

Mas gostei da novidade, às vezes a gente almoçava juntos, quando dava, às quartas eu ia para casa com ele, porque quando ia visitar meus pais eu ia de ônibus e agora, tinha companhia para ir comigo, já que ele é praticamente vizinho dos meus pais, com o tempo conseguimos colocar a fofoca em dia.

… … … … … … … … …

“Eu não imaginava que o Alessandro curtisse isso.”, Paula me dizia indignada equanto eu dava uma risadinha sem jeito, estávamos conversando na mesa cada uma com sua bebida, assistindo os meninos, César, Alam e Alessandro em sua rodada de boliche, torcendo para os respectivos namorados enquanto trocamos confidências sobre eles.

“Meu bumbum ficou ardendo uns três dias, mas sem deixar marcas, ele sabe muito fazer isso.”, “Caramba dois safados.”, “E César conseguiu seguir minhas dicas.”, ela olhou em volta ficando tão vermelha quanto eu já estava, “Muito pra falar a verdade, ele melhorou muito, acho que foi a melhor chupada que ele já me deu na história.”, sorrio contente que ela também teve o final feliz do seu carnaval.

“Alê insinuou que quer minha entradinha alternativa, lá atrás…”, ela deixou o queixo cair, quase babou sua bebida… “E aí gata, fez?”, fiz que não com a cabeça, “Não quis, eu realmente não tive boas experiências com isso.”, ela faz uma cara que poderia ser entendida como ‘te entendo’, “Têm real pouco homens que sabem fazer sem machucar.”, fiz que sim concordando.

“Porque você não treina com um plug, vai ficar bem mais fácil relaxar para entrar tudinho se já estiver acostumada.”, eu olho para ela e faço que sim com a cabeça, era uma boa ideia afinal, “Depois eu que sou a safada né Paloma?”, ela dá risada fica toda vermelha, “Bom você pediu conselhos e como você me deu conselhos.”, eu sinalizo a volta dos meninos.

Beijos e abraços nos nossos namorados e logo vamos nós duas para o boliche tentar nossa própria sorte…

… … … … … … … … …

De qualquer forma promessa é dívida, eu havia prometido o bumbum para o Alê e agora teria que me preparar para dar, afinal de contas, namorado é que nem criança, prometeu uma coisa, se não fizer faz biquinho… Ok ele fica charmoso fazendo biquinho, mas eu gosto de mimar meus namorados.

O primeiro passo foi usar meu pequeno vibrador, não do jeito que acabaram de pensar, a ideia era treinar meu bumbum, se fosse só para socar algo, era mais fácil deixar ele fazer logo, pelo menos seria intenso… Não… Eu comecei usando a vibração suave na entradinha dos fundos, enquanto alisava e estimulava minha menininha.

Ele têm um formato que começa mais fino com textura, depois têm uma parte mais grossinha no meio, depois afina de novo, próprio para ficar enterrado e plugado, mas… Ele não é grande como um membro masculino, as palavras que usei no primeiro conto sobre eu ele, foram, não é nem mais largo, ou comprido que o suficiente para estimular os pontos certos, com uma textura suave na ponta.

Começou só com a pontina na janela, depois já estava deitada na cama, empurrando quase metade, antes da dor ficar insuportável, até o dia que eu literalmente pensando no Alessandro, porque era um dia que eu passei com ele, sussurrei, “Vai Alê pode machucar…”, e me virei de arriga para cima, meu próprio peso enterrando o brinquedo em mim sem pena.

Claro que eu gritei… E me arrependi na hora, sem conseguir se mexer porque doía com aquela coisa vibrando, levou uns minuto para a vibração ficar boa e eu voltar a tocar minha menininha agora, sentindo a vibração até gozar, não um super orgasmo daqueles meus, algo bem contido, ainda estava acostumando meu bumbum…

Levou umas duas, ou três tentativas, esparsas, porque meu bumbum ficou doendo a cada vez, mas acabei conseguindo um super orgasmo violento e intenso, aí eu sabia que estava pronta para o meu namorado ganhar meu bumbum de presente, só faltava o momento certo para ser inesquecível.

Mas aí o primeiro de maio caiu em uma quinta feira, um mega feriado prolongado, poderíamos sim, ter nossa brincadeira, ele marcou de viajarmos com os amigos, ia ser divertido, eu é claro fiquei empolgada por vários motivos, para brincar com meu namorado, eu comprei um plug e um colar tailandês.

A gente continuou frequentando o bar, nem sempre com aquela brincadeira, às vezes, era só para assistir, me instigar, me deixar ver e ser vista, às vezes, ocorria a brincadeira, ou alguma outra brincadeira, ele me pedir coisas e mais coisas, até eu inevitavelmente falhar e sair do bar com o bumbum ardendo.

Como quando ele pediu para eu trazer uma bebida que ele gostasse, claro que eu sei os gostos do meu namorado, mas não tinha lá, então eu pedi outra, ele odiou, depois eu fui buscar outra, que ele também não gostou, aí eu já chorando pedi mais uma para o barman, que não funcionou.

Depois da inevitável punição, bumbum ardendo, ele aparece com a bebida dele, aí eu entendi que ele tinha pago o barman para me negar a bebida que ele queria, ou da vez, que eu de propósito, pedi algo que ele não quis me dar no parque, eu saí andando na frente, fazendo birra, não dei beijos, olhei para outros caras, chegou em casa e ele deixou meu bumbum pegando fogo…

Nós estávamos literalmente nos divertindo e essa descoberta desse meu lado, estava sendo incrível para mim… Mas claro que não somos crianças, eu tenho uma palavra de segurança, para quando ele exagera, física, ou psicologicamente, ele têm uma para quando eu faço algo que ele realmente ficou ofendido.

Assim a gente consegue brincar, sem se magoar.

As idas no bar propriamente dito, aconteceram três vezes em Março, uma na semana do Carnaval e depois duas vezes em Abril, mas Maio seria especial, seria diferente e eu tinha certeza que seria muito punida com o que pretendia aprontar… Mas ia ser tãããão bom.

A primeira parte era treinar meu corpo com o plug, descobri que isso era muito mais difícil do que todo mundo dá a entender no primeiro dia eu não consegui levantar da cama com ele dentro de mim, a sensação dele se movendo dentro de mim, me deixava com as pernas bambas só de tentar.

Aos poucos foi acontecendo, dar uns passinhos, ficar alguns minutos, antes do meu cérebro ameaçar virar gelatina e eu ter que arrancar ele de mim, de tanto prazer, dor e sensações que eu não consigo nem descrever, outra coisa é que ninguém me avisou que tiar dói mais que entrar… E como dói…

Mas com o tempo consegui ficar mais tempo, já estava confiante, então separei a roupa para ir, inclusive, comprei lingerie nova na internet… Um conjunto pretinho de rendas, fio dental, que é literalmente um micro fiozinho no bumbum, mas em cima têm umas letrinha douradas, que são customizáveis e brilha no escuro para ele ver no quarto.

Mandei deixar escrito logo acima do bumbum, “HOJE TEM CU”, deixando bem claro para ele, o que é para fazer quando ver minha bundinha com esse fiozinho dental… E… O plug é claro, ele têm uma joiazinha redondinha então não corre o risco de sair do lugar e ficar um coração torto, vou poder usar o plug, sem medo, quando ele tirar minha roupa vai estar uma visão perfeitinha.

Por cima dessa surpresa, eu coloquei uma calça cargo, folgadinha, marcando bem minha cintura, um tênis confortável uma blusinha de alcinha, folgadinha, mas curta, que deixa minha barriga de fora, mas exatamente por isso, sempre corre o risco de levantar e mostrar a lateralzinha do sutiã, algo que pretendo aproveitar para provocar ele.

Ele veio me buscar de carro, seriam algumas horas até uma casa no litoral, o que para mim ok, mas logo já percebi que exagerei, descer do apartamento foi mais ou menos ok, mas a pressa… Escadas, sentir o pezinho se movendo como um pêndulo dentro do meu bumbum, tick, minhas pernas ficam bambas, tack, uma sensação que está no limite da dor e prazer, quase me faz gemer.

Tick, tack, tick tack… Finalmente cheguei no carro a respiração acelerada, eu não imaginava que ia ser assim, eu tinha treinado poxa… “Você está bem amor?”, olho para o alê com carinha preocupada, não era o que eu imaginava causar hoje. “Estou sim amor, tudo bem.”... Mas tive que me posicionar no carro até conseguir sentar meio de ladinho, para parar de forçar o plug.

“Oi Alam, oi Roberta.”, Roberta é a namorada da vez do Alam, ela é bem legal na verdade, os outros vão em outro carro, “E aí Raquel.”, após os cumprimentos começamos a nossa viagem… A ideia era parar em um restaurante para comer antes de pegar a estrada, paramos, eu consegui respirar ao menos esticar as pernas.

Eu estava enlouquecendo com isso no bumbum, dei um jeito de ficar sozinha com o Alê, por três minutos, três horas, trinta segundos, algum desses, beijei com muita vontade, me esfreguei nele, abracei apertado, esfreguei meus peitos nele, dobrei minha coxa, passei minha coxa nele, até que ele me afastou de leve e sorrio…

“Está bem empolgada para a praia né?”, eu sinto minhas bochechas vermelhas e faço que sim com a cabeça, ele dá uma risadinha e um tapa no meu bumbum plugado, GOD… Porque ele fez isso, meus joelhos falharam na hora e eu só não caí porque ele me segurou. “Calma menina… Tah real com fogo ein?”, fico toda vermelha e sem jeito antes de ir para o carro.

Depois disso ele foi falar com o Alam e aí todos fomos para o carro eu já estava sentada, bebi 600ml de água em um gole, tentando apagar o incêndio dentro do meu corpo, mas… O Alê começou a ter um azar brutal, na saída do posto ele errou a marcha, o carro bateu forte de mais de volta na pista.

“Desculpa galera.”, ele avisa olhando para trás, a Roberta deu um gritinho o Alam xingou, “Caralho Alessandro, presta atenção mano.”, eu… Eu quase gritei… Quando o carro atingiu o asfalto, todos demos um pulinho, mas o plug me deu um cutucão tão forte, que eu senti me molhar na hora, de olhos arregalados, olhando para o retrovisor.

O Alessandro coloca a mão na minha coxa eu olho para ele, “Calma amor, tudo bem, está tudo bem, não precisa ficar assim.”, ele confundiu meus olhos arregalados e respiração acelerada com pânico, eu abri a boca mas não consegui falar, só fiz que sim com a cabeça…

Isso foi só o começo… Cada vez que ele passava pelas tartarugas descendo a serra, o carro fazia aquele vrrrrr… Delas passando vibrando, eu sentia como se o troço no meu bumbum fosse a pilha, em algum momento a gente estava no meio do caminho e eu já estava suando frio.

Alê discretamente sinalizou para mim se eu estava bem, no caminho, ele estava quase me perguntando se eu preciso de um médico e eu firme aguentando querendo chorar, mas aguentando, aquilo estava bem mais difícil do que havia previsto e ele também estava dirigindo rápido demais…

“Amor vai mais devagar.”, eu pedi quase manhosa, quase chorando, mas mantendo a voz sob controle. Anjinha você não está bem, quanto mais rápido a gente chegar mais rápido eu vou em uma farmácia para você… “Amor não precisa, e…” não terminei a frase ele passou por cima de um buraco.

Eu lembro de ter aberto a boca para dar um grito, mas o grito congelou na garganta, saiu sem som, mas definitivamente foi um grito, tremendo inteira, contendo meu orgasmo, eu não poderia gozar aqui, seria, no mínimo constrangedor, eu ter um puta de um orgasmo, com um plug no bumbum, com o Alam e a namorada dele no banco de trás.

Eu estava com as unhas fincadas na parte interna das minhas coxas… Sabem quantos buracos têm nas vias principais do Guarujá, pois podem ter certeza que eu decorei a posição dos principais, medindo a distância entre chegar na cidade e na casa, em gritos, que eu queria dar e não pude.

Chegando no prédio onde ficava o apartamento um prédio bem luxuoso no guarujá, eu era uma bolinha de sofrimento, estava suando frio, contendo as lágrimas, com a menininha toda molhada, com a portinha de trás toda sensível, me perguntando como eu pude ter essa ideia idiota…

“Amor desce não, nós vamos na farmácia primeiro.”, eu faço que sim com a cabeça… Own meu deuso… Eu começo a ficar com dó do meu namorado preocupado, ele leva os dois lá para cima eu fico esperando no carro, me recuperando, ainda tremendo, ainda toda excitada, mas começando a me recuperar.

Ele volta até o carro, sorri para mim e me dá um beijo eu quase desmaio com esse beijo, sentindo minhas pernas totalmente bambas pela aventura, que foi chegar até aqui, ele sorri e me alisa o rosto, “Alê… Eu preciso confessar uma coisa...”, eu não podia deixar ele se preocupar assim, mas ele coloca o dedo nos meus lábios.

“Eu sei Raquel, me deixa ver o plug?”, eu abro a boca chocada com a revelação, “Como?”, “Você não é a primeira iniciante com um plug que eu vejo… E o Alam também percebeu só para você saber.”, eu fico toda vermelha na hora, sem jeito olhando para o chão dando risadinhas encabuladas e nervosas, quando me bate uma certeza.

“Você fez de propósito...”, olho para o meu namorado, pensando na sexual tortura de engolir orgasmos e desespero de tudo vibrando por dentro até aqui, pensando nele sabendo de tudo, vendo cada reação do meu corpo, cada arrepio, cada grito contido, cada quase gemido, a certeza só ia crescendo mais.

“Precisava punir essa princesa de algum jeito… Agora deixa eu ver?”, ele fala com autoridade e eu estremeço, olhando para ele, eu quis ser mais esperta que o meu mestre, eu quis que ele me punisse quando descobrisse que eu fui mais esperta que ele e agora… Agora eu descobri que não passei de uma garotinha brincando com um homem bem mais experiente nesses jogos.

“Raquel, me deixa ver o plug!”, ele fala uma terceira vez, dessa vez com uma voz de autoridade, praticamente anunciando que minha punição será pior se eu não obedecer, eu sinto o frio na barriga, o frio na espinha, sinto um calor no meu corpo, sinto a excitação voltando, eu definitivamente, amo esse homem…

“Sim senhor.”... Eu respondo e me viro para exibir o plug.

=== === === … … … FIM … … … === === ===

É isso povo… Andar com um plug em público é bem mais difícil do que parece… Questão de costume. Kkkkk

Por favor votem e comentem façam uma escritora feliz.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 23 estrelas.
Incentive Giz a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de GizGizContos: 57Seguidores: 235Seguindo: 40Mensagem Eu sou uma escritora, não escrevo profissionalmente ainda, mas me vejo como uma, já fui incentivada a publicar, mas ainda não escrevi nada que eu ache que mereça isso.

Comentários

Foto de perfil genérica

Dá não... Queria competir com o Ale mas o bicho é brabo demais!!! Que casalzão da porra!!!

Muito bom, giz!!! Nossa, seus contos me pegam em pontos deliciosamente sensíveis... Eu chego a sentir meu corpo quente! Cara, a Raquel é uma submissa iniciante adorável e o Alê dosa muito bem as coisas com ela. É uma delícia ver os dois interagindo

1 0
Foto de perfil de Giz

Eles são muito amáveis juntos.

Fico feliz que esteja gostando deles juntos. Eles precisam ser bem unidos para passar pelo que vem pela frente. ;)

0 0
Foto de perfil genérica

Rsrs você é demais, cara! Conseguiu me deixar angustiado e não falou absolutamente nada do próximo capítulo!!

Não tem como não gostar deles, giz... Ele é muito dela e ela é toda dele. Tô com invejinha do alê... Queria brincar naquele playground também!!! Rsrs

1 0
Foto de perfil de Giz

Sim eles não tem dúvidas do próprio amor.

0 0
Foto de perfil genérica

Nossa, uau! Que tesão de conto! Giz, você sempre me surpreende. Foi praticamente um aprendizado para quem quiser usar o plug anal, mas contado de uma forma realista, com todos os prós e contras. Meus parabéns!

O Cleiton trabalhando na mesma empresa que ela é a cara de que vai dar problema.

Revoltando os boatos que cercam ela na empresa. Há sempre uma dificuldade maior de reconhecer a competência de uma mulher. Sempre colocam um porém. E isso parece ficar mais exacerbado quando ela coloca uma roupa melhor/diferente, um caprichado a mais, como se valorizar e ter auto-estima fosse proibido. Reconheço isso, foi muito bem citado no texto.

E o Alam também sabendo que ela estava com plug é a cara de que vai dar problema também.

De todo modo, ela está tão apaixonada pelo Alê que não tem como não torcer por esse casal.

Raquel merece o mundo... e os meus queridos gêmeos também :)

1 0
Foto de perfil de Giz

Fico feliz que tenha gostado. ;)

Boatos são uma realidade constante na vida de uma garota bem sucedida, principalmente se ela atrai atenção masculina.

Cleiton e Alam… Qualquer coisa que eu falar é spoiler… Por que no próximo começam os problemas de verdade.

0 0
Foto de perfil genérica

Vou além, giz... Que fique claro que é a minha opinião... SEMPRE tem boato quando a mulher é chefe. Se for bonita, é pior. Mas o que realmente me deixa de queixo caído é quando dizem que ela tá ali por causa de algum conhecido. Inválida qualquer mérito. Isso é de uma crocodilagem sem tamanho!

1 0
Foto de perfil de Giz

Sim da literal vontade de xingar e xingar muito.

Mas sabe o que é pior? Você ter que ouvir quieta, porque se armar uma cena os boatos pioram.

0 0
Foto de perfil genérica

Já aconteceu comigo. Uma amiga brigou pelo certo e saiu como a louça surtada. E fui lá e fiz a mesmíssima coisa e acataram. Na hora que fizeram, eu chamei a menina e perguntei na frente da gerencia... Por que quando ela falou foi ignorada e virou chacota? Ficou mó climão na empresa. Esse bagulho foi bater mais pra cima e os caras saíram da empresa e quando foram em cima da menina, e disse que eu que tinha causado a situação. Acho muito que se ela assumisse o BO ainda ia ser mandada embora. E a garota era competente pra cacete! Mais do que o gerente que saiu

0 0
Foto de perfil genérica

Muito bom giz!!!

Esse relacionamento é tudo que eu gosto num relacionamento...essa brincadeirinha, mas com cumplicidade e respeito...demais, sensacional.

1 0
Foto de perfil de Giz

Muito obrigada, fico bastante feliz que tenha gostado.

Eu quis deixar bem claro que a brincadeira dos dois não estrapola limites, ambos tem suas safe worlds para não se machucarem, tanto ela fazendo algo que irrite real, quanto ele exagerar.

Por que é para ser um casal super apaixonado e bonitinho.

0 0