A putinha do time de futebol

Um conto erótico de Alana
Categoria: Heterossexual
Contém 946 palavras
Data: 27/01/2026 23:39:57

Como pediram, hoje vou relatar mais uma aventura que aconteceu no colegial.

Apesar de hoje ter boas condições, quando mais nova sempre estudei em colégios públicos, então nesses jogos, a diretoria pelo menos da minha escola mal apareciam, era no máximo uns 3 professores, então a putaria rolava solta.

Jogos interclasses, aquela baderna, quadra cheia, meninos suados pra todos os lados, e nós, as musas dos times, sim, nós entrávamos carregando a bandeira do time, na frente, chamando toda a atenção, minishort socado, blusinha decotada, algumas mais safadas como eu, usavam sainha.

Final dos jogos, o time da minha sala era o favorito para levar a final, e como uma boa musa, e putinha deles (a maioria já tinha me comido), fui incentivar meu time, cheguei neles e falei "se ganharem, eu vou dar pra todos vocês, só precisam arranjar a casa", logo responderam "isso não é problema, já temos o lugar".

Não preciso falar que eles ganharam né? Mas também, com um incentivo desses! Eu havia desfilado no início do jogo para a entrada do time, e ainda estava arrumadinha, coque no cabelo, blusinha colada mostrando a barriga, sem sutiã e sainha rodada mostrando a polpa da bunda com uma microcalcinha branca socada no rabo. Ao final do jogo, todos se abraçando pra comemorar e eu corri pro meio, nunca havia sentido tantas mãos em meu corpo ao mesmo tempo, o time se juntou pra tirar foto e me chamaram, segurei o troféu e tudo rs ao tirar a foto se juntaram em volta de mim e perguntaram "eai Alana, aquela promessa, vai rolar mesmo?" Respondi "claro que sim, onde vai ser?".

Saímos da escola e fomos andando em direção a casa do Rogério, seus pais trabalhavam o dia todo então a casa sempre era livre, chegando lá, 6 meninos suados, com roupa de jogar bola, chuteira, e eu, uma princesinha vestida de putinha no meio deles.

Eles já foram tirando as camisas e chuteiras, uns sentaram no sofá e me chamaram: vem cá putinha, dança pra gente.

Colocaram umas músicas e eu comecei a dançar, rebolando até o chão, me encostando nos que estavam em pé, rebolando no colo dos que estavam sentados, e assim foram ficando excitados, os paus duros, suados começaram a marcar nos shorts finos, aquilo me deu um tesão sem igual, comecei a me despir, tirei a blusinha, deixando a mostra meus peitos, que na época não eram tão grandes, mas, deixava os meninos malucos, e rebolando de costa pra eles, tirei a saia, deixando a mostra meu rabo com aquela calcinha branca atolada nele.

O primeiro a colocar o pau pra fora foi o Marcos, um dos 4 negros do time, um negão de 1m80cm, musculoso, um pau enorme, parecia um monumento, ele estava em pé, e pela iniciativa, me prostrei diante dele, ajoelhada, entregue ao seu prazer, comecei a punhetar aquele mastro enorme e a chupá-lo, não demorou para os outros tirarem seus paus pra fora e fazerem uma rodinha em volta de mim, e aos poucos fui chupando de um por um. Chupava um com outros dois paus nas mãos punhetando, cena digna de filme pornô.

Rogério, dono da casa, também era um negão, mesmo corpo de Marcos, mesmo tamanho, até o pau era parecido, disse "a casa é minha, então eu começo fudendo essa putinha", me colocou de quatro no sofá, lambuzou seu pau de baba e socou na minha buceta, sem dó, com força! Ao iniciar as socadas, Rodrigo foi pra minha frente, segurou meu cabelo bem apertado em suas mãos e começou a fuder minha garganta, eu de quatro, tendo a buceta e a boca fodidas, não conseguia nem gemer, pois Rodrigo não dava espaço para isso.

Foram se revezando, e todos me comeram, gozaram na minha boca, peitos e bunda, além disso, algum deles gozou na minha buceta. Depois de todos gozarem, Marcos me pergunta "aguenta uma DP putinha?", eu entro em choque, só havia feito uma vez, e ali haviam 6 garotos, ou seja, seriam 3 DPs com eles revezando. Não tive tempo de responder, Rodrigo deitou no sofá, me puxando pra cima dele, sentei em seu pau enquanto Marcos montou em cima de mim, lambuzou toda a minha bunda e meu cuzinho com um lubrificante que Rogério tinha pego no quarto de sua mãe, e começou a enfiar seu pau enorme em meu cuzinho, socando lentamente para me arrombar devagar sem eu morrer de dor, quando sentiu que eu estava confortável ele começou a socar mais forte e mais rápido, ambos aumentaram o ritmo e eu novamente tive a boca preenchida por outro pau.

Eu lagrimava nas rolas, de dor, de prazer, sem poder gemer direito por estar sempre com um pau na boca.

Foram revezando, e o que era pra ser 3 DPs, se tornaram umas 5 ou 6 sei lá, perdi as contas, perdi as forças, perdi as pregas, perdi tudo. Lá estava eu, toda fodida, literalmente, arrombada, gozada, lambuzada.

Fiquei um tempo jogada no sofá me recuperando, Marcos me deu água, enquanto os outros assistiam os vídeos que tinham gravado enquanto me fodiam, eu tinha certeza que aqueles vídeos rodariam a escola toda, mas foda-se, eu gostava dessa fama, eu amava ser a putinha deles.

Me recuperei um pouco e fui para o banheiro tomar banho, ao sair do banheiro, só de toalha, escuto alguém batendo na porta, quando abrem, era Diego, nosso professor de Educação Física, mas, continuarei contando essa história outro dia, espero que tenham gostado até aqui, deixem estrelinhas e comentários se quiserem logo a segunda parte, amo vocês e estou amando a resposta positiva de vocês quanto aos contos. Beijos da putinha de vocês.

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Comentários

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Por isso que esse time ganhou o campeonato, eles tem uma musa tão gostosa que transa com eles. Muito boa a história.

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