Nunca me achei um cara “normal”. Na real, eu sempre soube que tinha uns parafusos meio soltos na cabeça. Descobri isso de vez na adolescência. Tinha uns 15, talvez 16 anos — nem lembro direito.
Foi quando perdi a virgindade. Eu estava no ensino médio quando conheci Sheila, uma gatinha da turma ao lado. Ela me chamou pra tomar um suco na casa dela. Só que, no lugar de suco, o que eu tomei foi um chá de buceta tão gostoso que saí dali convencido de que tinha encontrado o amor da minha vida.
Jovem, inexperiente, vi aquela bucetinha arreganhada pra mim e me apaixonei na hora. No mesmo dia pedi ela em namoro. A safada aceitou. O que eu não sabia era que a garota já tinha passado por metade dos garotos da escola — e, namorando comigo, pretendia experimentar a outra metade.
Na primeira semana de namoro oficial já levei o primeiro chifre. Depois veio o segundo, o terceiro… um atrás do outro. A rola ia passando na minha mina e eu perdia a conta de quantos eram. E o pior: meus amigos me contavam tudo. Eu sabia de cada detalhe. Na escola, virei o famoso “chifrudinho”.
Mesmo assim eu continuava no namorinho. Porque na minha cabeça de adolescente tarado era melhor dividir aquela buceta perfeita do que ficar sem ela.
Até que um dia chegou o golpe que mudou tudo.
Era uma tarde qualquer. Estávamos na sala da casa dela, eu e Sheila deitados no sofá assistindo qualquer porcaria na TV, quando a campainha tocou. Ela se levantou sorrindo, abriu a porta e entrou um cara moreno, alto, forte, uns 35 ou 40 anos, barba bem aparada, jeito de quem tem grana. Sem dizer uma palavra, ele passou a mão na bunda dela como se eu fosse invisível. Ela riu, fechou a porta e… puxou ele pro sofá. Ali mesmo, do meu lado.
Eu fiquei paralisado. Raiva, ciúme, vergonha — tudo misturado. Mas não fiz nada. Apenas continuei sentado, assistindo.
Ele jogou ela no sofá, arrancou as roupas dela e escancarou as pernas pros lados, como quem abre uma cortina. E sem cerimônia nenhuma enfiou a rola inteira de uma vez. Fundo. Forte. Ela gemeu alto, jogou a cabeça pra trás e olhou pra mim — não com culpa, mas com um sorrisinho de quem sabe exatamente o que está fazendo.
— Relaxa, amor, — ela disse entre um gemido e outro. — É só mais um amigo.
Eu assisti tudo. Cada estocada violenta, cada tapa na cara dela, cada “vai, piranha, vou te arregaçar”. O cara meteu até gozar dentro dela, jorrando como animal. Depois se levantou, deu um beijo na boca dela, se vestiu e saiu como se tivesse acabado de entregar uma pizza.
Quando a porta fechou, Sheila veio até mim ainda nua, cabelo bagunçado, porra escorrendo pelas coxas. Sentou no meu colo, roçando a buceta molhada dele bem em cima da minha perna.
— Se quiser continuar comigo, vai ter que se acostumar com isso — ela falou, segurando meu rosto com as duas mãos. — Ou pode ir embora agora. Escolhe.
Eu escolhi ficar.
Nos meses seguintes, virei plateia VIP. Colegas de escola, vizinhos, primos do amigo, qualquer pau que aparecia — todo mundo metendo a rola na buceta da minha namorada enquanto eu ficava no canto, calado, de pau duro apenas assistindo.
E o mais louco? No começo eu odiava, morria de ciúmes, sentia o estômago revirar. Mas depois comecei a gostar. E ficou pior: A campainha tocava e meu pau já endurecia antes mesmo de saber quem era. Eu me sentava na poltrona, abria a calça e me masturbava devagar enquanto via outra rola entrar e sair dela, fundo, sem dó. Era pornô ao vivo. Pornô com cheiro, com calor, com saliva, com gozo escorrendo pela coxa dela.
Era doentio. Era humilhante. Era degradante. E era a melhor sensação que eu já tinha sentido na vida.
O namoro durou menos de um ano. Um dia ela resolveu profissionalizar: virou puta de verdade, começou a trepar por dinheiro. Aí eu percebi que não dava mais. Saí fora.
Meses depois, conheci Simone.
Ela era o oposto completo de tudo que eu já tinha vivido. Menina de família, comportada, fiel, saia abaixo do joelho. Virgem assumida. “Quero me guardar pro casamento”, repetia ela, e eu fingia ser o cara perfeito pra não perder aquela princesa.
O namoro durou quatro longos anos: beijinho na boca, mão boba por cima da roupa, promessas de futuro. Até que, enfim, coloquei a aliança no dedo dela.
E sabe o que é foda?
Na noite de núpcias, lá estava eu, finalmente tirando o selinho daquela princesinha linda, virgem, toda abertinha só pra mim. Mas o tesão não era meter nela. Era imaginar outro homem no meu lugar: socando forte, rasgando ela, estreando a bucetinha apertada enquanto eu ficava no canto, me masturbando, assistindo tudo.
Era insano. Doentio. E eu não conseguia parar de pensar naquilo.
Nunca contei pra Simone. Claro que não.
A partir dali, toda vez que íamos transar, as cenas invadiam minha cabeça sem pedir licença: minha esposa — minha Simone santinha — rebolando na rola de outro cara. Maior. Mais grosso. Mais forte. Jorrando dentro dela até ela gozar gritando, enquanto eu me contorcia de prazer só de olhar.
Tentei enterrar esse desejo por anos. Achava tudo repugnante, pervertido, vergonhoso pra caralho. Fiz de tudo pra esquecer: mentalizei, forcei sexo “normal”, construí a vida de casado perfeita, certinha, impecável. Funcionou… mais ou menos.
Foram mais de dez anos escondendo tudo dela. Ela nunca imaginou nada. Nunca contei uma palavra.
Dizem que o tempo apaga tudo. Eu acreditei nisso com todas as forças. Mas é mentira.
O desejo não apagou. Ele se alimentou do silêncio. Aprofundou. Ficou mais forte. Mais incontrolável. Mais meu do que qualquer outra coisa em mim.
Depois de uma década ao lado da minha esposa, o desejo começou a extravasar. Eu ia dormir e sonhava com a Simone se entregando nos braços de outro homem. Perdi a conta de quantas vezes gozei dormindo, sonhando com ela — minha esposa, a mãe dos meus filhos, a mulher mais comportada do mundo — rebolando gostoso em cima de outra rola, gemendo alto, revirando os olhos de tanto tesão. Acordava suado, pau latejando, às vezes até melado de porra.
Até que uma noite a trepada estava tão boa no sonho que parecia real. Foi algo tão intenso, tão forte, que eu acabei falando o que não devia e acordei ela. Simone acendeu o abajur, me olhou assustada e viu a bagunça na cueca. Não tinha mais escapatória.
— Amor… que porra está acontecendo? Está sonhando com quem?
Não tinha mais como esconder. Eu tinha que me justificar. Tomei coragem e resolvi me abrir. Naquela madrugada eu contei tudo. Tudinho mesmo.
Não escondi nada. Contei da Sheila, dos chifres que eu levava na adolescência, de como eu ficava de pau duro assistindo outros caras comerem minha namorada na minha frente. Contei que o fetiche ainda estava vivo. Falei dos sonhos, das fantasias, de como eu passei anos imaginando ela experimentando outro homem enquanto eu assistia, batendo uma, morrendo de tesão e de ciúme ao mesmo tempo.
Esperei o pior. Achei que ela ia surtar, que ia me chamar de doente, de pervertido, que ia levantar da cama e dormir no sofá. Mas não. Ela ficou em silêncio o tempo todo, ouvindo. Quando terminei, com a voz tremendo de vergonha, ela só… sorriu. Um sorriso pequeno, quase carinhoso.
— Amor, eu até entendo esse seu desejo, essa curiosidade. Mas pra mim, não rola. Nunca. Não é uma possibilidade. Eu te amo, e amo a nossa família exatamente como ela é. Não tenho o menor desejo por outro homem, e ponto final.
Fiquei aliviado e frustrado ao mesmo tempo. Aliviado por ela ter entendido, e frustrado pelo "nunca". Mas eu não desistiria tão fácil. O mais difícil, que eu acreditava nunca ter coragem de fazer, eu já tinha feito: abrir o jogo, botar pra fora aquela vontade louca de compartilhar minha esposa. Então, para derrubar aquele "não", era só questão de tempo. A semente estava plantada. Agora era só regar… devagarinho.
Comecei com pequenas sugestões: pedia para ela olhar para outros homens, fazer comentários. Depois, perguntava quem chamava a atenção dela, mas a resposta era sempre a mesma:
— Só penso em você, amor. Não quero outro homem.
Com o passar dos anos, minha insistência deu resultado. Ela começou a ceder um pouquinho. Quando eu apontava um cara bonito na rua, ela dava uma risadinha e admitia:
— Ele até que é gostoso, né…
Mais um tempo, e começamos a fantasiar na cama. Quando o clima esquentava, eu soltava uma putaria, e ela entrava no jogo. Ainda tímida, é verdade, mas já era um começo.
— Imagina se aquele seu personal estivesse aqui… Eu ia deixar ele te chupar todinha…
— Hum… ia ser gostoso — ela respondia.
Com o tempo, ela foi perdendo a vergonha. E a safadinha que estava presa dentro dela foi se soltando. Não era nem preciso eu iniciar mais; ela já falava as maiores safadezas sem nem ficar vermelha:
— O motorista do Uber era gostoso pra caralho, amor. Fiquei louca de vontade de sentar na rola dele bem devagar e rebolar gostoso… Se a viagem demorasse mais um pouco, eu deixava ele me comer de quatro no banco de trás do carro…
Eu ficava louco, metendo forte, ouvindo ela sussurrar como ia dar a bucetinha para outro na minha frente, que ia deixar ele gozar dentro, que ia voltar pra casa pingando porra.
Mas aí, quando o tesão passava, eu sugeria o próximo passo:
— E se a gente tentasse de verdade? Só uma vez…
A resposta era sempre a mesma, fria e definitiva:
— Nunca.
E assim foram mais de cinco anos: eu morrendo de vontade, ela cada vez mais safada, mais depravada nas palavras… e o “nunca” dela estava ficando cada vez mais fraco.
Eu estava disposto a esperar o tempo que fosse preciso. O "nunca" já estava rachando; era apenas uma questão de tempo até ouvir algo diferente.
Foi só em março de 2024 que a coisa finalmente começou a esquentar de verdade.
Estávamos prestes a completar 18 anos de casados. Dezoito anos de rotina, filhos crescendo, contas pagas em dia e uma Simone que só havia conhecido a minha rola, e que ainda me olhava como se eu fosse o único homem do mundo.
Eu queria marcar aquela data de um jeito diferente. Aluguei um chalé daqueles isolados, no meio da floresta, sem vizinho por quilômetros. Era um final de semana inteiro só para nós dois — ou pelo menos foi isso que disse a ela no início. Seriam três dias inteiros para comemorar. Sem sinal de celular, sem interrupções. Só vinho, lenha na lareira e sexo. Muito sexo.
Dias antes do nosso aniversário de casamento, dei um presente para ela: um carro zero quilômetro. Nada de usados, nada de seminovo. Zero. Ela ficou sem palavras quando chegamos à concessionária. Pulou no meu pescoço, me beijou mil vezes, abraçou forte, riu alto. Estava radiante. Mas, no meio daquela euforia toda, ela parou de repente, baixou os olhos e murmurou:
— Pena que eu não consigo te dar nada à altura… Tenho até vergonha de falar o que comprei pra você. É algo bem simples.
Eu estava encostado no balcão, esperando a papelada ser liberada, quando virei para ela devagar. Sorri daquele jeito que ela conhece bem — meio safado, meio sério.
— Se é simples, guarda. Escolhe outra coisa. Algo que valha mais que esse carro.
Ela arregalou os olhos, confusa.
— Mas eu não posso comprar nada melhor…
— E se eu te disser que o meu presente perfeito não vai custar nem um centavo?
Ela ficou quieta por uns segundos, olhando para os lados como se alguém pudesse ouvir. Depois sussurrou:
— E o que seria esse presente perfeito?
Eu me aproximei do ouvido dela, voz baixa, só para nós dois:
— Seria você. Pode ser lá no chalé, no fim de semana. Quero você peladinha, de quatro, empinando essa bundinha gostosa, gemendo alto enquanto outra rola, maior e mais grossa que a minha, te come com vontade. Quero te ver revirando os olhos de prazer, pedindo mais, até você gozar… enquanto eu fico lá, os três dias inteiros, só assistindo. Esse seria meu presente perfeito.
Ela só me olhou, com aquele olhar de safadinha, e perguntou:
— É mesmo, seu tarado? É isso que você quer de presente?
— Exatamente isso.
— E de quem seria essa rola?
— De quem você quiser. Desde que ele te coma bem gostoso…
Nesse momento, o gerente chegou, finalmente trazendo a chave do veículo e atrapalhando nossa putaria.
No carro novo, voltando para casa, ela dirigia devagar, ainda eufórica — não sei se pelo carro ou pela putaria na concessionária. De repente, no meio da estrada, ela soltou:
— Você tá falando sério mesmo, amorzinho? É isso que você quer de presente?
— Sério como nunca. Você ia me fazer o homem mais feliz do mundo.
Ela mordeu o lábio inferior, daquele jeito que me deixa louco.
— E você quer que eu faça isso lá no chalé? No dia do nosso aniversário de casamento? Que eu abra as pernas para um macho qualquer me foder na sua frente?
Meu coração disparou. Pau duro na mesma hora.
— Isso mesmo. Não quero te comer lá. Quero levar alguém junto para ele te comer. Não uma vez só, mas várias vezes.
Ela riu nervosa, olhando para frente.
— Posso escolher? Pode ser um cara alto, forte? Mais novo que a gente? Com um pau bem grandão?
— Claro que pode.
— Você vai deixar mesmo ele comer sua esposa enquanto você fica só olhando… só assistindo ele me abrir, me encher, me fazer gozar bem gostoso?
— Vou deixar ele fazer o que quiser com você.
Ela parou de falar, rosto vermelho. Eu coloquei a mão na coxa dela, por cima da saia.
— Continua.
— Estou pensando no assunto… Se for rolar, você está ciente que ele vai me comer sem camisinha, né? Sabe que eu odeio esse troço.
Eu apertei a coxa dela com força.
— Caralho, lógico que é sem camisinha… Quero que ele te deixe bem cheinha.
Ela sorriu de lado, sem olhar para mim.
— Mas isso é só conversinha ou você está falando sério? Não é só mais uma das suas fantasias, né?
— Fantasia não é presente. Eu tô falando sério. Pelo menos nesse final de semana, queria ver você transando com outro homem de verdade.
— Vou pensar. Quem sabe no dia você ganhe seu presente.
Não tocamos mais no assunto até o fim de semana. Eu não queria forçar a barra. Se fosse para rolar, tinha que ser porque ela quis de verdade — porque sentiu tesão, porque a bucetinha dela pingou só de imaginar. E, como o silêncio persistiu, presumi que o desejo havia se dissolvido no ar e tudo ia ficar somente na fantasia.
Até que a sexta feira chegou.
Arrumamos as malas, deixamos as crianças na casa da minha mãe e pegamos a estrada para o chalé. O clima era romântico: música baixa no carro, mão na coxa dela, beijinhos no semáforo. Na minha cabeça, eu iria comer minha esposa aquele final de semana inteiro. Que ilusão ingênua.
Chegamos ao chalé. Eu desci para descarregar as malas e organizar os mantimentos na geladeira. Foi quando ouvi o ronco de um motor. Estranhei na hora. O anúncio dizia isolado total, nenhum vizinho por quilômetros. Fui à janela espiar.
E lá estava ele.
Caio. Uns 25 anos no máximo, alto, corpo malhado de academia, aquele sorriso de quem sabe que é gostoso. O rapaz trabalhava com a minha esposa havia uns dois anos — eu já o tinha visto algumas vezes na firma. Ao vê-lo descer do carro, uma pasta casual debaixo do braço, a ficha caiu como um soco no estômago: ela tinha convidado alguém.
Minutos depois, ele já estava à porta do chalé. Simone foi ao seu encontro e pegou a pasta de suas mãos com uma naturalidade quase rotineira.
— Olha aqui, amorzinho — disse ela, abrindo a pasta e deslizando os olhos pelos papéis antes de mostrá-los a mim. — Caprichei no seu presente. E vai ser tudo com segurança. Eu e o Caio fizemos todos os exames necessários. Está tudo em ordem… Podemos brincar sem preocupações.
Ela se voltou para o Caio, com uma voz doce que não escondia sua firmeza:
— E como já te adiantei, eu uso DIU. Estou protegida. Pode relaxar e… aproveitar sem limites.
Meu pau latejou tão forte que quase doeu. A ficha ainda não tinha caído direito. Minha esposa — a mãe dos meus filhos, a mulher que tá do meu lado há 22 anos, a santinha de saia abaixo do joelho — agora tava ali, combinando detalhes de como ia levar rola sem proteção na minha frente. O ciúme rasgou meu peito, mas o tesão veio junto, mais forte ainda. Por anos eu sonhei com isso. Agora que tava acontecendo, parte de mim quis gritar “para, desiste”. Mas era tarde pra caralho.
Enquanto eu fiquei ali, perdido naquele turbilhão de pensamentos — raiva, medo, pau duro escorrendo na cueca —, Simone falou mais alto, me trazendo de volta:
— Amor…
— Oi?
— Te fiz uma pergunta. Como você quer que isso aconteça? O que a gente pode fazer e o que não pode?
Eu respirei fundo, ainda meio inseguro:
— O dia é de vocês. Podem curtir à vontade… Quero que transem como quiserem. Pode chupar ele, ele pode te chupar… Fiquem à vontade. Façam tudo. Menos anal — até porque você ainda não teve coragem, né, amorzinho?
Ela confirmou com a cabeça, sorrindo de lado.
— Tá… e beijar? Pode beijar na boca?
— Deve. Quero que se beijem muito. De língua. Bem molhado, bem safado. E outra coisa…
Eu parei, olhando pros dois. Caio quieto, mas já com o volume marcando na calça. Simone me olhando com aqueles olhos que misturam inocência e putaria.
— Finjam que eu não tô aqui. Quero só assistir. Divirtam-se. Comportem-se como se fossem dois namorados. Podem foder sem pressa, sem vergonha, vocês tem o final de semana inteiro. Eu vou ficar quietinho no canto, nem vão perceber que eu estou aqui.
Simone mordeu o lábio, olhou pro Caio e depois pra mim.
— Tá bom, amor. Então… a gente começa agora?
— Por favor.
Simone sorriu pra mim — um sorriso lento, safado, daqueles que dizia “você pediu, agora aguenta”. Ela virou pro Caio, puxou ele pela nuca com força e enfiou a língua na boca dele. Beijo molhado, barulhento, línguas se enroscando como se estivessem se comendo pela boca. Ela gemia baixinho no beijo, roçando os peitos no peito dele, enquanto eu ficava ali na poltrona, pau pra fora, latejando, melado na cabeça, coração batendo tão forte que parecia que ia explodir.
Ela se afastou um pouco, fio de saliva ligando as bocas dos dois, e olhou pra mim com o olhar de safada.
— Olha só, Caio… Meu marido quer que você me trate como uma putinha hoje, então não fique acanhado. Levanta minha saia e mete a mão no meu rabo enquanto me beija, bobinho.
Caio riu baixo. Eles voltaram a se beijar, ele levantou a saia dela e meteu a mão na bunda dela, apertando forte, dedos afundando na carne.
Simone parou, ficou de costas pra ele, de frente pra mim, e começou a dançar devagar, rebolando contra ele, esfregando a bunda no pau dele enquanto tirava a blusa devagar. Peitos lindos, mamilos duros, apontando pro teto. Ela jogou a blusa pra mim; caiu no meu colo.
— Gosta do que vê, meu amor? — ela sussurrou, toda manhosa. — Olha meus peitinhos… eles vão ser chupados por outro homem hoje.
Ela se encurvou um pouco, empinando a bunda contra a rola dele. Ele roçou a calça no rabo dela, já duro pra caralho, marcando. Simone desabotoou a saia, deixou cair no chão. Ficou só de lingerie preta — calcinha fio dental minúscula, sutiã meia taça que mal cobria os mamilos. Dançou pra ele, rebolando devagar, esfregando a bunda na rola dele por cima da calça.
— Sente isso, Caio… sente como minha bundinha tá quente pra você? — ela gemeu, olhando pra mim. — Amor, olha como ele tá duro só de encostar em mim. Olha o volume… maior que o seu, né?
O ciúme estava rasgando no meu peito, mas o tesão era mais forte. Meu pau pulsava, escorrendo na mão, enquanto eu batia uma bem devagar, olhos grudados nela.
Caio passou as mãos pra frente dela, enfiou os dedos dentro da calcinha. Simone abriu as pernas um pouco, gemeu alto quando ele encontrou o clitóris.
— Ai, delícia… ele tá me tocando, amor. Colocando os dedos na minha bucetinha molhada. Tá escorrendo, olha…
Ela continuou de frente pra mim, abriu as pernas, puxou a calcinha pro lado. Buceta inchada, brilhando de mel, clitóris duro. Caio continuou esfregando por trás, dedos entrando e saindo devagar.
— Quer ver ele me chupar depois? Ou quer que eu chupe ele primeiro? — ela provocou.
Sem esperar resposta, ela se ajoelhou na frente dele. Abriu o zíper da calça dele devagar, puxou a rola pra fora. Caralho… grossa, veias saltadas, cabeça vermelha e brilhante. Maior que a minha, sem dúvida. Simone olhou pra mim, olhos brilhando.
— Olha isso, amor… olha o pau que vai me foder hoje. Olha como é grosso… vai me abrir toda.
Ela lambeu a cabeça devagar, ponta da língua fazendo círculos, depois engoliu metade de uma vez. Chupava com vontade, gemendo, babando, olhando pra mim o tempo todo.
— Hummm… gosto do gosto dele, amorzinho. Tá pulsando na minha boca… você deixa ele gozar na minha garganta depois?
Eu gemia baixo, batendo mais rápido, ciúme misturado com um tesão doentio. Ver minha esposa — minha Simone — de joelhos chupando outro pau na minha frente era demais.
Ela parou, levantou, tirou a calcinha e o sutiã. Nua, perfeita. Puxou Caio pra cama, deitou de costas, abriu as pernas bem abertas, buceta exposta, pingando.
— Vem, Caio… mete nessa bucetinha que é do meu marido. Mostra pra ele como se fode uma casadinha.
Ele se posicionou entre as pernas dela, esfregou a rola na entrada, provocando.
— Quer sem camisinha mesmo, safada? — ele perguntou.
— Quero. Goza tudo dentro. Enche minha buceta de porra quente enquanto meu marido assiste.
Ele enfiou devagar no começo, depois socou até o fundo. Simone gritou de prazer, costas arqueando.
— Ai, caralho! Tá me arrombando… olha, amor, olha como ele entra fundo… tá batendo no fundo da minha buceta!
Eu via tudo: a rola grossa entrando e saindo, brilhando de mel dela, os peitos dela balançando a cada estocada, o rosto dela contorcido de prazer.
Ela olhou pra mim, gemendo alto:
— Tá gostando do seu presente, amorzinho? Era assim que você queria ver sua esposa? Você gosta de me ver me comportando mal? Igual à putinha da sua ex-namorada?
— Tá perfeito, meu amor.
— O que você quer mais, meu amor? É só pedir.
— Quero que me chame de corno.
— É mesmo, corninho? Você gosta de ser chifrudo, é?
— Gosto muito.
— Então mete, Caio, mete gostoso na esposa do corninho.
Caio virou ela de quatro. Simone empinou a bunda pro alto, olhando pra mim.
— Olha só, meu amor… de quatro igual você pediu. Ele vai me comer por trás agora.
Ele meteu forte, o som das bolas dele batendo contra a buceta dela, ela tentava se segurar enquanto ele aumentava a intensidade, tapas na bunda ecoando, ela gemendo como puta:
— Isso, me arregaça! Me fode como uma vadia!
Ele puxou o cabelo dela, forçando ela me olhar, enquanto a rola entrava fundo na buceta dela. Ela só conseguia gemer:
— Mais… me fode, caralho, me fode, filho da puta!
Depois ela pediu e ele parou. Ela subiu em cima dele. Sentou devagar na rola, engolindo tudo, rebolando.
— Hummm… que gostoso essa pica… quero ela o final de semana inteiro.
Agora ela ficou me encarando enquanto cavalgava rápido, peitos pulando, unha cravada no peito dele.
— Vou gozar… ai, caralho, vou gozar na rola dele!
Ela tremeu toda, gozou gritando, buceta apertando, mel escorrendo pelas coxas dele. Caio revirou os olhos, segurou a cintura dela e socou fundo, gozando dentro dela. Porra jorrando, escorrendo pra fora.
Depois eles perderam as forças e ela caiu por cima dele, exausta. Quando ela saiu de cima e caiu pra trás, deixando as pernas arreganhadas, eu vi o estrago: a bucetinha vermelha, inchada, cheia de porra branca escorrendo pelas coxas.
Ela olhou pra mim, ofegante, sorrindo:
Simone me olhou com aquele sorriso de vadia satisfeita, pernas ainda arreganhadas, buceta vermelha e inchada escorrendo a mistura branca dos dois gozos. Ela esticou a mão, passou os dedos melados pela minha coxa e sussurrou rouca:
— Vem cá, corninho… vem meter na minha bucetinha. Quero que sinta como ele deixou ela toda aberta, cheia de leitinho. Vai, enfia seu pauzinho agora, sente o estrago que o pauzão dele fez na sua esposa.
Eu não consegui nem responder. Me aproximei tremendo, pau duro como pedra. Quando meti nela devagar, a sensação foi insana: quente pra caralho, escorregadia de porra alheia, apertada mas frouxa ao mesmo tempo, marcada, esticada. Cada centímetro que eu afundava sentia o resíduo dele me lubrificando, me humilhando.
Ela gemeu baixinho, apertando a buceta em volta do meu pau como se quisesse me espremer.
— Está sentindo, amor? Sente como tá molhadinha? Tá escorregando fácil, né? Ele deixou ela encharcada… agora você tá fodendo a buceta que ele acabou de encher.
Eu meti mais fundo, gemendo, ciúme queimando no peito mas tesão dominando tudo.
Ela continuou provocando, voz baixa e safada no meu ouvido:
— Agora que o Caio me comeu gostoso… quero que você decida o que vai rolar pro resto do final de semana. Quer que ele vá embora agora e eu seja só sua, toda comportadinha? Ou quer que ele fique aqui… e me coma de novo, várias vezes, sempre que bater vontade? Pode mandar, corninho… você manda.
Eu respirei fundo, pau pulsando dentro dela.
— Com certeza quero que ele fique. Quero ver ele te foder mais. Quero acordar com você gemendo em cima dele.
Ela riu baixo, apertando mais forte a buceta em volta de mim.
— Safado… então tá decidido. Ele fica. Vai poder meter nessa bucetinha quando quiser. De manhã, de tarde, de noite… até eu ficar dolorida de tanto pau.
Eu não aguentei nem um minuto. Meti forte umas poucas vezes, sentindo a mistura de porras escorrendo, e gozei tremendo inteiro, jorrando dentro dela, misturando minha porra com a dele. Meu corpo convulsionou, ciúme e tesão explodindo juntos num orgasmo que me deixou zonzo.
Caí ao lado dela, ofegante. Os três pelados na cama, ela no meio, suada, cheirando a sexo. Caio do outro lado, pau ainda semi-duro descansando na coxa. Simone se virou pra mim, colou o corpo quente no meu, boca no meu ouvido:
— Você vai deixar mesmo ele meter o pau dentro de mim o final de semana inteirinho, meu corno? Vai deixar ele me comer quantas vezes quiser? Vai ficar só olhando enquanto eu gozo na rola dele?
Eu me apoiei no cotovelo, olhei pra Caio — que sorria de lado, confiante — e depois pra ela.
— Se ele prometer guardar segredo absoluto… e te comer gostoso do jeito que te comeu agora, sim. Vai poder meter nessa bucetinha não só esse final de semana. Mas sempre que você quiser, sempre que ele quiser. Pode chamar ele pra ir lá em casa, ou pro motel… onde for. Eu deixo vocês transarem sempre. Mas tem que ser sem camisinha, sempre. Quero ver você cheia de porra dele toda vez.
Caio deu uma risada baixa, passou a mão na coxa dela.
— Pode deixar, cara. Segredo é comigo. E essa bucetinha aqui… vou tratar bem. Vou deixar ela marcada de tanto pau.
Simone gemeu baixinho só de ouvir, roçando a buceta melada na minha perna.
— Hummm… ouviu isso, corninho? Seu presente de 18 anos vai durar bem mais que o final de semana.
Eu sorri, e me deitei novamente ao lado dos dois, sabendo na hora: aquilo era o começo do fim da minha vida “normal”. Minha Simone, a mãe santinha dos meus filhos, estava virando uma puta sem limite — uma versão ainda mais safada da Sheila da adolescência, viciada em rola alheia, mas agora com um dono: eu, o corninho patético que já tava viciado na cena de ver ela se abrindo pra outro macho.
O final de semana no chalé virou uma orgia particular de humilhação. Caio fodeu ela sem pena: de quatro na lareira, em pé na varanda, cavalgando no chão da cabana. Ele meteu, socou, enfiou, mamou a buceta dela, colocou ela pra mamar a rola dele. Eu assistia tudo — batendo punheta no canto ou só ouvindo os gemidos e tapas enquanto eles fodiam no chuveiro.
A trepada mais gostosa foi no domingo de manhã. Acordei com o colchão tremendo. Abri os olhos uma fresta: Simone cavalgando devagar na rola grossa dele, buceta engolindo tudo até o talo, peitos balançando baixinho. Ela segurava os gemidos pra não me acordar de vez, mas os sussurros saíam cheios de desprezo e tesão.
Caio, apertando a bunda dela:
— Você é uma puta sem vergonha, né? Teu marido é um cara gente boa pra caralho e tu aí chifrando ele na cara dura.
Simone rebolou mais fundo, apertando a buceta em volta do pau dele, rindo baixinho: — Quem te falou que ele quer uma esposa santinha? Ele quer uma esposa piranha. Eu sento na tua pica só pra deixar meu corninho bem feliz. Ele goza mais forte vendo outro macho me encher de porra.
Eu fingi dormir, mas meu pau endureceu na hora, latejando contra o lençol. Fiquei ali, imóvel, ouvindo o barulhinho molhado da buceta dela subindo e descendo, os tapas leves na bunda, os gemidinhos abafados.
Caio provocou mais: — Olha ele dormindo tranquilo… coitado do chifrudo. Nem imagina que eu vou encher tua xota de novo antes do café.
Simone acelerou o rebolado, gemendo mais alto agora, sem se importar: — Imagina sim… ele vai acordar todo satisfeito de saber que a esposinha já levou uma leitada logo cedo.
Ela gozou tremendo, mordendo o lábio pra não gritar. Caio socou fundo e jorrou porra quente, enchendo ela até transbordar. Depois ela caiu pra trás, abriu as pernas bem arreganhadas e sussurrou:
— Acorda, corninho… vem ver o que o Caio já fez com tua esposinha.
Eu “acordei”, abracei minha esposa e agradeci baixinho por mais um chifre bem colocado na minha cabeça. Ela riu, beijou minha boca e disse:
— Obrigada eu, amorzinho. Você é o melhor corninho do mundo.
Depois daquele final de semana ela nunca mais parou. Provou outra rola e viciou de vez. Hoje Caio vem com frequência aqui em casa, fode ela na nossa cama enquanto eu assisto. Teve até um dia que ele trouxe um amigo e ela levou dois paus.
Mais isso é história para outra oportunidade
Fim (por enquanto).