O Vizinho HORRÍVEL Fudeu a Gostosa Da Minha Esposa - PARTE 25.1 (ESPECIAL OSVALDO)

Um conto erótico de libertador
Categoria: Heterossexual
Contém 1981 palavras
Data: 27/01/2026 00:52:36
Última revisão: 27/01/2026 01:08:37

Nota: antes de chegarmos de fato a continuação direta de onde os eventos da parte 24 pararam, eu achei interessante subdividir a parte 25 em quatro: o especial de cada personagem + a continuidade da história de fato (o fatídico domingo). Então a ordem será:

25.1 = Especial Osvaldo

25.2 = Especial Bruna

25.3= Especial Bruno

25.4 = Domingo

Então comece Osvaldo, diga pra eles quem você é:

~~~~~~~

# OSVALDO

Sempre houve dois tipos de homens no mundo. Os que pedem permissão e os que simplesmente pegam. E eu? Nunca pedi nada na minha vida. Não porque sou bonito. Longe disso. Olho pro espelho todo dia e vejo o que todo mundo vê: um cara gordo, feio, com cara de sapo e barriga de bebedor de cerveja. Cabelo ralo começando a fugir da testa, papada que balança quando rio, ombros caídos que nunca viram a academia por dentro. Eu sei exatamente o que sou fisicamente.

E sabe o que descobri? Isso é uma vantagem.

Porque quando você é feio, você não tem o luxo da preguiça. Os caras bonitos, os Brunos do mundo, eles podem ser passivos. Podem ser gentis, carinhosos, românticos. Podem esperar que o físico faça o trabalho. Eu não. Eu tive que aprender desde cedo que se eu quisesse alguma coisa nessa vida, ia ter que ser pela força da personalidade, pela audácia, pela pura e simples recusa em aceitar "não" como resposta.

Cresci num bairro onde se você não fosse esperto, morria. Não literalmente, mas morria por dentro. Virava mais um zé ninguém trabalhando num emprego merda, voltando pra casa pra assistir futebol e bater punheta pra revista velha. Eu recusei esse destino. Desde moleque observei como o jogo realmente funciona. Não é sobre ser bonito. É sobre ser inesquecível. É sobre ocupar espaço mesmo quando seu corpo não é nada de especial. É sobre fazer a pessoa se sentir pequena na sua presença, não por você ser grande, mas por você simplesmente não dar a mínima pro que ela pensa de você.

As mulheres? Elas dizem que querem o cara bonito, o príncipe, o romântico. Mentira. Ou melhor, meia-verdade. Elas querem isso pra casar, pra apresentar pros pais, pra postar no Instagram. Mas pra foder? Pra realmente sentir aquele frio na barriga, aquela umidade incontrolável entre as pernas? Elas querem o cara que as trata como pedaço de carne. O cara que não pede licença. O cara que vê através da máscara de "mulher respeitável" e enxerga a vadia escondida lá dentro.

Eu me tornei especialista nisso.

Não foi da noite pro dia. Levei anos. Anos observando, testando, falhando, ajustando. No começo, tentava compensar a feiura sendo engraçado, sendo o palhaço. Descobri rápido que isso só me colocava na friendzone eternamente. Então mudei de estratégia. Comecei a ser o cara inconveniente. O cara que fala o que todo mundo pensa mas ninguém tem coragem de dizer. O cara que olha pro decote sem esconder. Que faz comentário sexual disfarçado de brincadeira. Que invade espaço pessoal e força a mulher a reagir.

E descobri algo fascinante: algumas mulheres ficam ofendidas e me evitam. Perfeito, não era pra ser fácil mesmo. Mas outras? Outras ficam incomodadas de um jeito diferente. Elas desviam o olhar mas continuam na conversa. Elas reclamam mas voltam. Elas dizem "para, Osvaldo" mas os mamilos estão duros por baixo da blusa.

Essas são as minhas.

A Bruna foi uma dessas desde o primeiro dia.

Quando aquele casalzinho mudou pra casa ao lado, eu soube na hora. Ela era linda, claro. Corpo esculpido, loira natural, rosto de modelo, peitos que desafiavam a gravidade mesmo sem sutiã. E ele? O Bruno era exatamente o que eu esperava. O marido certinho. Trabalhador, fiel, carinhoso. O tipo de cara que abre porta pra esposa, que pergunta "tá tudo bem, amor?" três vezes por dia, que acha que fazer amor gostoso é sinônimo de bom sexo.

Patético.

Mas útil.

Porque homens como o Bruno são minha porta de entrada. Eles são tão inseguros por baixo da fachada de "bom marido" que qualquer cara com um pouco de confiança vira ameaça. E quando esse cara é feio que nem eu? A ameaça é ainda maior. Porque se a esposa dele sentir tesão por um gordo feio, o que isso diz sobre o próprio Bruno?

Comecei devagar. O bom vizinho. Empresta ferramenta aqui, ajuda com a mudança ali, convite pra churrasco acolá. Estabeleci território. Fiz o Bruno me ver como aliado. E a Bruna? A Bruna eu fiz ver algo diferente.

Toda vez que ela passava, eu olhava. Não de relance, não discreto. Olhava mesmo. Os olhos percorrendo o corpo todo, demorando na bunda, subindo pros peitos, finalmente encontrando o rosto dela. E aí? Eu sorria. Aquele sorriso que diz "eu sei exatamente o que tem por baixo dessa roupa e vou comer um dia".

No começo ela fingia que não via. Depois começou a acelerar o passo. Mas nunca, NUNCA, ela reclamou pro Bruno ou me confrontou diretamente. Porque uma parte dela gostava. Uma parte dela estava entediada de ser só a "esposa do Bruno", a enfermeira respeitável, a mulher fiel. Uma parte dela queria ser vista como o pedaço de carne que ela era.

Os comentários vieram naturais. "Caralho, Bruna, com uma bunda dessa você devia ser ilegal de andar assim na rua". "Se eu fosse o Bruno, não te deixava sair de casa, ia te trancar no quarto". "Você sua gostoso, hein, volta da corrida assim que dá vontade de lamber".

Ela corava. Ria nervosa. Dizia "ai, Osvaldo, para" com aquela voz sem convicção nenhuma. E ficava. Sempre ficava mais um minuto. Mais uma frase. Mais um olhar.

Eu tava plantando sementes.

E então o Bruno entregou o ouro. Literalmente. Começou com indiretas. "Cara, você viu aquele filme de casal liberal?" "E aí, Osvaldo, você acha que casamento aberto funciona?" Conversas de churrasco, cerveja na mão, aquele tom de "só curiosidade". Mas eu conheço esse tom. É o tom do cara que tá testando terreno. É o tom do cara que tem fantasia que não tem coragem de admitir.

Então eu pressionei. Joguei umas ideias. "Cara, se eu tivesse uma esposa gostosa que nem a Bruna, ia querer que outros caras vissem ela também, sabe? Mostrar o troféu". Eu vi o pau dele endurecer dentro da calça. Ele tentou disfarçar mudando de assunto, mas o corpo não mente.

A partir daí foi questão de tempo. Eu sabia que o Bruno era um cuck em potencial. Sabia que a Bruna tava carente de ser tratada como objeto sexual. Só precisava do cenário perfeito.

A noite da Libertadores foi minha obra-prima.

Eu sabia que o Bruno ia beber. Sempre bebia quando tava nervoso. E ele tava nervoso porque no fundo sabia que tinha me convidado não pra assistir jogo, mas pra dar a esposa dele num prato de prata. Ele só precisava da desculpa. Então eu dei. O remedinho na cerveja. Nada perigoso, só o suficiente pra apagar ele por algumas horas. Pra ele poder acordar no dia seguinte e dizer "eu não vi, não autorizei, não fui eu que deixei". A covardia clássica do voyeur passivo.

E a Bruna? Quando o marido desabou no sofá, ela me olhou. Tinha medo nos olhos, sim. Mas tinha outra coisa. Excitação. Alívio. Liberdade. Ela sabia o que ia acontecer. Ela queria. Só não queria admitir que queria.

Então eu admiti por ela.

Levantei. Peguei ela pelo braço. Sem falar nada. Arrastei pro corredor. Ela não resistiu. Encostei ela na parede. Minha barriga gorda pressionando contra a barriga chapada dela. Meu rosto feio a centímetros do rosto lindo dela. E sussurrei: "Você é minha agora".

Ela gemeu antes mesmo de eu tocar na buceta.

O que aconteceu depois foi puro instinto animal. Eu não fiz amor com ela. Eu não a tratei como "mulher que merece respeito". Eu a tratei exatamente como ela precisava ser tratada: como buraco de prazer. Rasguei a roupa. Enfiei os dedos sem preliminar. Cuspi na cara. Bati. Xinguei. Fodi com uma violência que o Bruno jamais teria coragem de usar.

E ela amou.

Cada posição. Cada tapa. Cada "vadia", "puta", "cachorra" que saiu da minha boca foi gasolina no fogo dela. Quanto mais eu a degradava, mais alto ela gemia. Quanto mais eu a tratava como lixo, mais ela implorava por mais.

Eu fodi ela em toda posição. De quatro. De frente. De lado. Em pé. No chão. Na cama do casal. No banheiro. Eu fiz ela chupar meu pau gordo até engasgar. Fiz ela lamber meu saco suado. Enfiei na buceta dela sem pedir licença. Gozei na cara, nos peitos, dentro da buceta, na bunda. Marquei território em cada centímetro daquele corpo. Mas ainda falta um, só um…

E gravei tudo.

O celular estrategicamente posicionado. Capturando cada ângulo. Cada expressão. Cada momento de rendição total dela. Eu tenho horas de vídeo. A Bruna de quatro, olhando pra câmera (sem saber que tá sendo filmada), dizendo "seu pau é muito melhor que do meu marido". A Bruna cavalgando, os peitos balançando, gritando "me fode, papai, me fode que nem a vadia que eu sou". A Bruna lambendo minha porra da própria mão como se fosse sobremesa.

Ouro puro.

Mas o que eu vou fazer com isso?

Chantagem? Não. Dinheiro eu tenho o suficiente. Meu trabalho paga bem e eu não tenho gastos. Não é sobre grana.

É sobre poder.

É sobre transformar aquele casal certinho em meus brinquedos permanentes.

O plano é simples: eu vou esperar o momento certo. Talvez depois que eles tentarem "encerrar" essa história. Talvez quando o Bruno finalmente crescer um par de bolas e tentar me confrontar. Aí eu vou convidá-los pra um "jantar de despedida". Vamos comer, beber, conversar civilizadamente.

E na sobremesa, eu vou colocar o celular na mesa. Vou dar play.

Vou assistir a cara do Bruno enquanto ele vê a esposa dele — a mulher que ele ama, que ele jurou proteger — sendo fodida por um gordo feio na própria cama do casal. Vou ver se ele goza na calça ou se finalmente tem uma reação de homem.

E vou assistir a cara da Bruna enquanto ela percebe que cada gemido, cada palavra suja, cada segundo de traição foi documentado. Vou ver o pânico. O medo. A humilhação.

E então vou fazer a proposta.

"Eu não vou divulgar isso. Não vou mandar pro hospital onde você trabalha, Bruna. Não vou postar na internet. Não vou destruir a reputação de vocês. MAS... vocês vão me pertencer. Quando eu quiser a Bruna, ela vem. Sem reclamar. Sem fazer drama. E você, Bruno? Você vai assistir. Ou vai participar do jeito que eu mandar. Talvez eu faça você limpar a porra que escorrer da sua esposa. Talvez eu faça você me chupar também. Quem sabe?"

Eles vão aceitar.

Sempre aceitam.

Porque a alternativa é a ruína social completa. E pessoas como o Bruno e a Bruna valorizam a reputação mais que a dignidade.

E sabe o que é o melhor de tudo? Uma parte deles vai gostar. O Bruno porque finalmente vai poder viver a fantasia dele sem culpa (afinal, "sou obrigado, tô sendo chantageado"). E a Bruna porque vai poder ser a vadia que ela sempre quis ser, mas nunca teve coragem de assumir.

Eu não sou o vilão dessa história.

Sou o libertador.

Libertei a Bruna da prisão de ser a "boa esposa". Libertei o Bruno da prisão de ser o "bom marido". Dei a eles permissão pra serem os animais que realmente são por baixo da fachada social.

E tudo que eu peço em troca é acesso irrestrito.

Parece justo, não?

Então que venha domingo. Que venham me confrontar. Que tentem recuperar a dignidade. Porque quando eu mostrar os vídeos, quando eu der play naquela cena da Bruna implorando "goza dentro, papai, enche sua cadela de porra", eles vão perceber que já perderam.

Eles me pertencem.

Sempre pertenceram.

Desde o primeiro olhar.

***

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Comentários

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Quero ver o que o que os caras que acham esse tipo de coisa legal vão achar!!! O que ele disse é perfeito, só há Osvaldos pq há Brunos... simples...

Temos que concordar TB com o que ele falou sobre o que as mulheres desejam secretamente...a falta de ação do cara que quer ser "bom moço" é que faz uma mulher "carente". Mas fica a pergunta p discussão...não caberia a elas levarem os homens que elas amam para sanar essa carência??? Se há desejos, fantasias, pq não explorar e dividir com que escolheu dividir todo o resto de sua vida???

E os caras, certinhos, mas com desejos, fantasia...pq não ousar?? Pq não pegar mais forte, dar uns tapas, foder a boca, usar brinquedinhos...pq deixar a pessoa amada num pedestal que ela não quer estar, pelo menos não nesse momento...

O único ponto do Osvaldo é confundir ser cafajeste, que sim elas amam...com mal caráter e criminoso...e, se é tão fodao assim pq está sozinho??? Não seria fácil pegar um mulher carente para ele??? Sei lá, manter ela num relacionamento abusivo e etc...acho estranho e contraditório essa história por causa disso...há inúmeros cafajestes que são boa pinta e etc...a Bruna vive na academia, não tem nenhum lá, bonitão, bem melhor que o Osvaldo em todos os aspectos...o que o faz diferente??? Sinceramente, a história está ótima, mas o autor quis mudar a rota, da uma justificada em algumas coisas e etc e isso apenas expôs a contradição da história de um modo geral. Embora exista de tudo...saiu recentemente nos jornais um noia morador de rua foi morto por um homem pq a noiva dele transava com esse noia no meio da rua. Há o fetiche por cheiros, gostos e etc....tudo é possível.

So não vejo pq com tanta oportunidade, a Bruna deixou logo um cara como o Osvaldo se aproveitar da sua carência, ou desejos reprimidos...o lugar onde há mais cafajeste esperando um pressa fácil é na academia...ela ainda dá plantões noturnos e etc...

Mas enfim...vamo p próximo...

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MUITO BOM, AGORA VAI FICAR TUDO CLARO, VAMOS CONHECER OS PERSONAGENS VERDADEIRAMENTE. QUEM E VILÃO . O PRIMEIRO CANALHA JA APARECEU. ESTOU DOIDO PRA VER O QUE A BRUNA E SEM FILTRO.

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Ele percebeu que ela dava condição...e o Bruno tbm demonstrava que queria ser corno... realmente td começou muito estranho, o Osvaldo no quintal deles com muita confiança... existia algo na entre linhas.

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Expor qualquer pessoa na internet é crime. Osvaldo passou dos limites. Bruno tem que dar uma surra nele. Amarrar ele na cadeira e fazer ele assistir ele comer sua esposa. Nenhum marido aceitaria isso de expor sua esposa na Net. Seria legal se o Bruno descobrisse a caixa de tadala e zuasse o Osvaldo.

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Osvaldo doidão de tadala vai acabar indo de arrasta

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