A Puta Casada Deu Para o Amigo Negão do Filho e Para o Pai Dele! - Pt. 04

Um conto erótico de mandinha
Categoria: Heterossexual
Contém 3525 palavras
Data: 26/01/2026 19:06:08

Letícia era uma menina doce com a cabeça voltada para os estudos e a igreja, mas com um corpo feito para o pecado. Thi tinha vergonhosamente gozado dentro da sunga na primeira vez que a viu de biquíni. Letícia tinha corpo de atriz pornô escondido em roupas de adolescente recatada. Estava sorrindo e cantarolando um hino enquanto voltava do culto naquela manhã de domingo. Usava um vestido roxo modesto que ia além dos joelhos e carregava uma bolsa azul no ombro. Dentro da bolsa tinha a bíblia com marcações de caneta marca-texto e uma toalha para deitar ao lado da piscina. O cabelo estava preso com um laço que combinava com o vestido e caía sobre o ombro.

*Que pregação boa hoje*, pensou. *Hora de dar um mergulho rápido e depois estudar para a prova de amanhã.* Depois, planejava passar um tempo em adoração e louvor. Entrou no quintal e passou pelo portão. Uma cerca viva alta cercava a piscina, dando privacidade. A piscina embutida tinha apenas uma borda baixa antes do gramado começar. "Thi?" disse surpresa ao ver o namorado, mas também feliz, embora um pouco irritada porque ele estava acordado e não tinha ido ao culto com ela.

"Surpresa!" disse ele. O jovem negro estava de pé com água na cintura. O peito nu, magro e musculoso fez o estômago dela dar um nó. Ela adorava olhar para o peito sexy do namorado. "Cadê seus pais?"

"Almoço da igreja," respondeu, mas ele deveria saber disso. O pai dela era diácono e sempre ficava ocupado várias horas depois do culto terminar. Abriu a bolsa e espalhou a toalha na grama. Letícia de repente congelou, lembrando que estava usando o biquíni minúsculo. Só usava aquele para tomar sol sozinha ou às vezes com a mãe. O pai diácono ia pirar se soubesse que ela tinha um biquíni tão pequeno. Thi só tinha visto ela no maiô comportado de duas peças. Sorriu, sabendo o quanto vê-la num biquíni fio dental ia deixar o namorado louco. "Preciso estudar para a prova," disse, ficando na beirada da piscina. Alcançou a barra do vestido e puxou para cima. "Você também precisa. A gente pode estudar junto se você quiser." O vestido subiu sobre a calcinha bege, expondo a barriga. "Então não podemos nadar muito tempo." O vestido passou pela cabeça, deixando-a apenas com o biquíni bege apertadinho e o crucifixo no pescoço.

O biquíni teve exatamente o efeito que ela esperava no Thi. Os olhos dele percorreram apreciativamente de cima a baixo. Já tinham ficado antes e ele já tinha visto ela de sutiã e calcinha, mas o biquíni era muito mais pequeno e ousado. Ele afundou mais na água e ela suspeitou que o pau grande estava ficando duro. Ficava duro frequentemente perto dela e, por alguma razão, isso a agradava.

Sentou na borda antes de escorregar na água. Ele espirrou água nela brincando e ela retribuiu. Estendeu a mão para agarrá-la e ela recuou rindo, nadando para longe. Thi não era muito bom nadador, mas a perseguiu até ela deixar que agarrasse o tornozelo. "Eeek!" gritou antes dele puxar a perna e afundá-la.

Ela se levantou e Thi a agarrou por trás. O braço dele cruzou sobre os seios. O próprio braço dela descansou sobre o dele, pronta para empurrá-lo caso começasse a pegar nos peitos. Domingo era o dia do Senhor e não um dia para ficar de agarração com o namorado. Virou a cabeça e Thi baixou os lábios até os dela. Beijaram-se apaixonadamente como jovens fazem. Letícia gemeu fundo na garganta. Ser celibatária era tão difícil para ela quanto era para ele.

Podia sentir o pau pressionando contra a bunda e se afastou para escapar dele. O pau duro deslizou pelas costas e ficou preso embaixo da tirinha que segurava a parte de cima do biquíni. Letícia franziu a testa. "Thi, você tá me cutucando..." Por que parecia que ele não estava usando sunga? Olhou por cima do ombro, os olhos arregalando em choque. Pulou para trás, se afastando do pau nu, e recuou até bater na lateral da piscina.

Thi deu um passo à frente, o pau monstruoso saindo da água como uma serpente marinha negra. Estendeu as mãos para a cintura dela e a levantou para a borda da piscina, ficando entre as pernas abertas. A jovem negra não conseguia tirar os olhos do pau enorme. "Vai, toca," disse a ela.

Letícia hesitou, então lentamente estendeu a mão para o eixo. Já tinha apertado por cima das calças, mas tocar na coisa nua era diferente, muito mais excitante. "Eu sabia que era grande..." Olhou impressionada. "Mas ver de verdade..." Desviou o olhar do pau para os olhos dele enquanto ele estendia a mão e segurava a nuca. Inclinou-se para frente e a beijou, as línguas brincando uma com a outra. Letícia se pegou gemendo. Thi certamente sabia como deixá-la molhada. A mão dela instintivamente deslizou ao longo do eixo. Esperar até o casamento certamente não era fácil.

Ele afastou a língua e beijou os lábios. Thi puxou ligeiramente para trás e a parte de cima do biquíni se soltou. Jogou de lado. Antes que pudesse reclamar, ele estava abaixando a cabeça e chupando o mamilo direito. Letícia ficou surpresa com o quanto o outro mamilo estava inchado. "Ai, Thi!" gemeu, a mão se movendo mais rápido no pau grosso. Mordeu o lábio inferior tentando não se contorcer na borda da piscina. "O que deu em você?" perguntou enquanto ele continuava provocando o mamilo. Já tinha apertado os seios por cima do sutiã antes, mas nunca tinha sentido o prazer de tê-los chupados. O que ele estava fazendo certamente mexia com o corpo dela.

As mãos do Thi estavam nos quadris, segurando firme enquanto chupava o mamilo. Quando levantou a cabeça, aquele mamilo parecia ainda mais inchado que o outro. Ela colocou a outra mão no pau também. "Isso é tão gostoso," ofegou. Letícia se sentia a garota mais sortuda da escola por ter Thi de namorado. O pau grande estava entre os seios enquanto ela massageava. A mente tinha um desejo enorme de vê-lo gozar. As mãos dele saíram dos quadris e seguraram as tiras laterais da calcinha do biquíni.

"Deixa eu colocar em você?"

A vagina estremeceu só de pensar. "Só depois de casar," disse.

"Qualé, bebê, só um pouquinho?"

Letícia estava se contorcendo agora, pressionando a buceta encharcada na borda de cimento da piscina. "Ah, foda-se," gemeu. "Coloca, mas só a cabecinha." Soltou o pau, deitou para trás e levantou a virilha, mostrando a intimidade nua ao namorado pela primeira vez. Thi agarrou o pau e curvou a cabeça em direção aos lábios dela, pressionando entre as dobras molhadas. Surpreendentemente, ele parecia saber exatamente o que estava fazendo e não parecia nem um pouco desajeitado. Empurrou para frente e o botão grande na ponta do pau lentamente entrou até... Letícia sentiu uma pontada rápida de dor e algo se rompeu lá dentro. "Ai! Meu hímen!" Ele tinha empurrado um pouco demais.

Agarrou por baixo dos joelhos, levantando as pernas abertas enquanto a cabeça inteira do pau entrava. "Então é melhor ir mais fundo," disse.

Ela empurrou contra o peito dele, fazendo-o parar. Letícia respirava pesadamente. Não estava empurrando para longe, só fazendo ele esperar até a dor passar e ela se acostumar com o tamanho. "Vai, pode ir," disse relaxando. De repente se levantou, parando-o novamente. Olhou do pau monstruoso saindo entre as pernas para os olhos dele. "Eu te amo. Você me ama, né?" Precisava ouvir.

"Claro que te amo, bebê," disse, empurrando o pau mais fundo no momento em que ela relaxou a mão contra o peito dele.

Letícia caiu de costas na grama. Tinha que admitir que o pau do Thi era ótimo... maravilhoso... incrível. Ele estava indo para dentro e para fora, entrando mais fundo a cada estocada. Não acreditava que o corpo podia aguentar um pau daquele tamanho, mas estava se adaptando rapidamente e adorando. As mãos encontraram os seios, beliscando e provocando os mamilos enquanto ele lentamente fazia amor com ela. "Sim!" gemeu quando a ponta do pau duro esfregou um ponto lá no fundo. "Me come. Me come com esse pau," implorou.

"Manda eu te foder com meu pau preto grande," rosnou Thi, metendo mais rápido agora.

"Me fode, Thi! Me fode com seu pau preto grande!" Letícia se ouviu falando que nem as vadias da escola. E gostou. Parecia certo. "Eu amo. Me fode! Tão bom. Seu pau é gostoso demais, porra." Ele meteu mais forte, como se aprovasse ela falar sacanagem.

Puxou-a para cima, abraçando-a, o pau nunca parando de entrar e sair. O namorado era realmente bom nisso. Letícia sentia que tinha um garanhão de verdade nas mãos. Para ser a primeira vez de ambos, estava incrível. Nem um pouco estranho. Sentiu um calor se espalhando da virilha, uma pressão crescente que parecia prestes a explodir. "Ahh!" ofegou de prazer. "Minha buceta tá tendo espasmos no seu pau. Aaaahhh!"

"Sua buceta tá gozando no meu pau," disse enquanto ela olhava impressionada. Nada jamais tinha sido melhor ou mais certo do que gozar no pau preto grande do Thi.

Letícia tremeu de novo. Desabou na grama. "Tá acontecendo de novo. Tô gozando de novo." Thi meteu mais forte, prolongando o orgasmo. Ela se contorceu na grama, os quadris subindo para encontrar as estocadas do pau poderoso. Thi enfiou o pau bem fundo e parou. Ficou ainda maior enquanto pulsava dentro do útero dela. De repente sentiu tudo molhado e quente lá dentro. "Não!" Gritou alarmada enquanto jato após jato da porra quente enchia. "Não dentro... Porra! Tô gozando de novo!" E gozou mesmo, a buceta apertando em volta do pau que esguichava, ordenhando cada gota da semente até parar de pulsar dentro.

Letícia gemeu quando Thi puxou o pau gasto da buceta agora bem fodida. Deslizou para trás na grama, longe da piscina. Deitou de costas, ofegante, olhando preguiçosamente as nuvens passarem. Algo tinha mudado dentro dela. Era uma mulher agora. Thi saiu da piscina e deitou de bruços olhando para o corpo gloriosamente nu. Ela passou a mão pelo peito dele, se perguntando por que tinha feito ele esperar tanto tempo. "Vou querer fazer isso muito de agora em diante," disse honestamente. Tinham muito tempo perdido para recuperar.

"Por mim tá ótimo, bebê," respondeu.

"A gente ainda tem tempo," disse querendo ele de novo. "Vamos pro meu quarto."

"E a prova?" perguntou surpreso.

"Foda-se estudar," respondeu, parecendo mais uma vadia safada do que uma garota comportada de igreja.

***

Carla tinha perdido a noção do tempo e entrou em pânico achando que a família estava prestes a chegar em casa. Vestiu shorts e uma blusa correndo, arrancou os lençóis da cama e jogou qualquer evidência da trepada na máquina de lavar. Esfregou as manchas de porra no carpete e sofá, o rastro de um lado para o outro da cama até o banheiro.

Gilberto saiu, ainda nu, uma cerveja na mão. Observou ela limpar. O telefone tocou, mas ela deixou a secretária eletrônica atender. Era o marido dizendo que ainda iam demorar mais uma hora. Olhou para o Sr. Santos e depois para o pau dele. Já estava subindo. "Levanta essa blusa e mostra esses peitões brancos."

Carla acenou, levantando a blusa sobre os seios nus. O pau estava apontando reto enquanto ele se aproximava. Ela avidamente pegou o pau na boca, feliz que ia receber mais uma carga de esperma na barriga antes dele ter que ir. Teria preferido uma chupada lenta e relaxada, mas precisava se apressar, João e João Junior iam chegar logo e ainda tinha mais para limpar. Chupou fundo na garganta, massageando a base do eixo enquanto chupava. Por mais que tentasse, Sr. Santos não estava com pressa para gozar. Dobrou os esforços, mas o corpo estava exausto de um fim de semana longo de chupar e foder. Ele durou uns bons vinte minutos antes dela sentir o pau expandindo logo seguido de uma boca cheia de esperma quente. Engoliu avidamente, a carga volumosa logo enchendo a barriga. Meu Deus, como ela amava a semente dele.

"Vem comigo."

Carla tirou a boca do pau, uma última bola cobrindo o queixo com esperma. "O quê?"

"Vem comigo," disse Sr. Santos novamente. Parecia tão surpreso pelo pedido quanto ela.

"Deixar meu marido e filho?" Sem falar na minha casa boa e vida fácil, pensou. "Por que eu faria isso?"

"Porque vou te comer todo dia," disse simplesmente.

As sobrancelhas de Carla se ergueram.

**

cold coffee, warm LO, I can't lose him!

Aqui está toda a narrativa a partir dessa parte, completamente revisada e 100% brasileira:

***

Carla tinha perdido a noção do tempo e entrou em pânico achando que a família estava prestes a chegar em casa. Vestiu shorts e uma blusa correndo, arrancou os lençóis da cama e jogou qualquer evidência da trepada na máquina de lavar. Esfregou as manchas de porra no tapete e sofá, o rastro de um lado para o outro da cama até o banheiro.

Gilberto saiu do quarto, ainda nu, uma cerveja na mão. Observou ela limpar. O telefone tocou, mas ela deixou a secretária eletrônica atender. Era o marido dizendo que ainda iam demorar mais uma hora. Olhou para o Sr. Santos e depois para o pau dele. Já estava subindo. "Levanta essa blusa e mostra esses peitões brancos."

Carla acenou, levantando a blusa sobre os seios nus. O pau estava apontando reto enquanto ele se aproximava. Ela avidamente pegou o pau na boca, feliz que ia receber mais uma carga de esperma na barriga antes dele ter que ir. Teria preferido uma chupada lenta e relaxada, mas precisava se apressar, João e Pedro iam chegar logo e ainda tinha mais para limpar. Chupou fundo na garganta, massageando a base do eixo enquanto chupava. Por mais que tentasse, Sr. Santos não estava com pressa para gozar. Dobrou os esforços, mas o corpo estava exausto de um fim de semana longo de chupar e foder. Ele durou uns bons vinte minutos antes dela sentir o pau expandindo logo seguido de uma boca cheia de esperma quente. Engoliu avidamente, a carga volumosa logo enchendo a barriga. Meu Deus, como ela amava a semente dele.

"Vem comigo."

Carla tirou a boca do pau, uma última bola cobrindo o queixo com esperma. "O quê?"

"Vem comigo," disse Sr. Santos novamente. Parecia tão surpreso pelo pedido quanto ela.

"Deixar meu marido e filho?" Sem falar na minha casa boa e vida fácil, pensou. "Por que eu faria isso?"

"Porque vou te comer todo dia," disse simplesmente.

As sobrancelhas de Carla se ergueram.

**

Pouco tempo depois, João Silva estacionou o carro na garagem. Ele e Pedro saíram e começaram a descarregar o equipamento de pesca. João olhou ao redor. "Cadê sua mãe?" perguntou, surpreso. "Ela sempre recebe a gente."

"O carro dela não tá," disse Pedro, abrindo a porta da garagem.

Pedro terminou de descarregar o equipamento enquanto João entrou na casa. Guardou as coisas e entrou pela área de serviço, deixando as roupas sujas no caminho. Encontrou o pai sentado na mesa da cozinha, soluçando. João Silva parecia destruído. "Pai?"

Pedro olhou para baixo enquanto o pai lentamente deslizou um bilhete pela mesa.

**

Seis semanas depois, os sons de uma foda pesada vinham pelas janelas abertas de um barraco decadente na periferia. A cozinha e sala se misturavam num cômodo só. Tinha dois quartos minúsculos e um banheiro, sem área de serviço de verdade, então as roupas ficavam penduradas secando num varal improvisado do lado de fora. O reboco estava caindo em vários lugares e o telhado de telha vazava quando chovia forte.

Fuk! Fuk! Fuk! Os sons das coxas batendo no colo acompanhados por molas de cama rangendo. "Tô gozando," gritou Carla.

"Eu também," resmungou Sr. Santos, as mãos sob a cabeça assistindo Carla fazer todo o trabalho. A luz da janela brilhava nos aros dourados que perfuravam os mamilos da Carla. O braço esquerdo ostentava uma tatuagem nova de um coração vermelho dentro de uma pá preta.

"Siiimmm!" gritou, sentindo a porra enchendo. Ele finalmente levantou a mão, apertando o mamilo logo abaixo do aro. Ela estremeceu, os peitos ainda doloridos da perfuração recente. Ideia do Sr. Santos assim como a tatuagem. O estímulo extra nos mamilos ainda prolongava o orgasmo, os seios agora sentindo ainda mais sensíveis que o normal. Tanto Carla quanto Sr. Santos ficaram surpresos ao ver um pequeno jato de leite esguichar do mamilo quando ele apertou o seio. "Não acredito que tô grávida nessa idade," reclamou.

"Mal posso esperar pra esses peitos encherem de leite," adicionou, assistindo outro jato branco de leite sair do mamilo que estava acariciando. O outro começou a vazar sozinho. Levantou a outra mão para poder acariciar os dois peitos.

"Thi, espera," disse Carla quando o enteado passou pela porta. Não que ela e Sr. Santos tivessem casado, nem estava divorciada ainda, mas sempre tinha considerado Thiago como um segundo filho. Levantou-se do pau do Sr. Santos e correu atrás do Thi. Santos saiu da cama e a seguiu, pegando uma cerveja das sete da manhã da geladeira velha e barulhenta. "Thi, deixa eu fazer um café da manhã pra você." Seguiu-o nua até a porta enquanto ele saía do barraco.

"Responde sua mãe," resmungou Santos.

"Ela não é minha mãe," gritou Thi, pegando a bicicleta velha e pedalando para a escola.

Carla suspirou. "Vou meter a mão nele quando chegar em casa," disse Sr. Santos, batendo na bunda dela antes de se virar.

Thiago tinha se acostumado a ter ela por perto. Caramba, fodia ela pelo menos uma vez por dia e ela frequentemente dava um boquete matinal antes da escola. Ele e o pai até comiam ela em dupla uma ou duas vezes por semana. Não tinha levado bem a gravidez e estava com raiva tanto dela quanto do pai desde então.

Carla suspirou novamente e foi fazer algo para Sr. Santos comer além da dieta preferida de cerveja o dia todo.

***

Outra pessoa também não tinha levado bem a notícia da gravidez da mãe. Quando descobriu que a mãe tinha largado o pai pelo Gilberto Santos, Pedro tinha pirado. Ele e Thi quase foram às vias de fato várias vezes nas últimas seis semanas. Carla tinha ligado para o filho para contar que estava grávida no fim de semana passado. “Ele não levou bem,” disse ao Thi uma noite depois dele ter terminado a lição de casa e ela estava chupando o pau dele. O pai do Thi não ligava nem um pouco para o que qualquer um pensava sobre ele ter engravidado Carla Silva.

“Merda! Lá vem o Pedro,” disse Letícia, olhando pelo corredor da escola.

“Hã?” perguntou Thi, distraído pelos peitos dela. Letícia tinha mudado desde que ele a fodeu na piscina. As roupas comportadas tinham sumido. Hoje, usava uma saia curta cinza e uma blusa branca cavada mostrando a barriga com um sutiã fino por baixo. Os contornos dos mamilos estavam claramente visíveis através do tecido fino. Thi aprovava assim como todos os outros alunos passando no corredor da escola agora. Já tinha sido chamada na diretoria várias vezes por roupas inadequadas, além de conversas com a orientadora educacional sobre as notas caindo.

Thi olhou para cima bem na hora do soco fazer contato com a bochecha esquerda. “Isso é pela minha mãe, filho da puta,” gritou Pedro.

Thi caiu pesado. Letícia agarrou o homem negro atordoado pelos ombros enquanto ele se sentava esfregando o queixo. “Aquele desgraçado,” Thi murmurou olhando com raiva para cima para Pedro ainda sobre ele. A namorada do Pedro, Bianca, olhava preocupada atrás dele.

Bianca agarrou o braço do Pedro. “Vem, amor, vamos embora,” sussurrou, preocupada com o namorado. Bianca era uma linda ruiva da torcida organizada. Doce e inocente, estava com Pedro desde que ele a convidou para a festa junina no segundo ano. Diferente da Letícia, tinha estado ansiosa para perder a virgindade e tinha dado para Pedro cedo. O lindo cabelo ruivo estava preso para trás na cabeça. Como muitas ruivas, era bem branquinha, com algumas sardas nas bochechas e olhos azuis brilhantes. O uniforme mostrando a barriga exibia o abdômen liso e o piercing dourado no umbigo que lembrou ele dos novos piercings dourados nos mamilos da Carla. Outra coisa que lembrava a Carla Silva eram os peitões enormes da Bianca, ainda maiores que os da Letícia. Tamanho EE, ele adivinhou, ainda jovens e firmes onde os da Carla caíam um pouco. Durante os dias de frustração sexual do Thi, Bianca tinha sido o assunto de fantasia de muitas sessões de punheta especialmente depois que ele a viu num biquíni verde numa tarde que todos foram dar um mergulho na piscina da Letícia. “Vamos sair daqui antes de alguém te denunciar por briga,” disse a Pedro, puxando o braço dele novamente.

Thi assistiu eles se afastarem enquanto Letícia o ajudava a levantar. Muitos alunos tinham visto a troca e ele se sentiu humilhado. Olhou fixamente para a bunda da Bianca balançando sob a saia enquanto ela se afastava e imediatamente soube como se vingar do Pedro.

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>> E aí meus amores estão curtindo? Continuo ou paramos por aqui?! Comentem!!! 🥰🥰 bjs mandinha

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