O MARIDO DA MINHA CUNHADA. (CONTO REAL)

Um conto erótico de Passivoparatodos
Categoria: Gay
Contém 1174 palavras
Data: 25/01/2026 19:59:18

Hoje começarei a escrever contos reais que aconteceu comigo desde quando comecei a descobrir essa mundo entre homens.

Atualmente estou namorando, já faz uns 7 anos. Desde o início meu concunhado me chama a atenção. Ele tem 38 anos, por volta de 1,80cm de altura, parrudão, usa barba, peito peludo, barriga de chopp, braços grandes, coxas grandes, uma bunda bem redonda e quando senta adora ficar com as pernas bem abertas, detalhando o peso que tem entre elas. Eu sempre fico hipnotizado na mala dele quando isso acontece, por diversas vezes ele notava e acabava ponto a mão em cima, fechando as pernas um pouco e eu disfarçava. Com o passar do tempo e o convívio ele já nem fazia muita questão em esconder. A gente acabou se aproximando mais e eu sempre soltava para ele piadas do tipo, “está indo viajar? Então porque essa mala aqui?” E pegava no pau dele. Ele todo machão, ficava rindo e pegando no pau e falando que era acúmulo de leite.

Em uma dessas reuniões estávamos todos bebendo e conversando e o pessoal foi se recolhendo, minha cunhada foi a penúltima e meu namorado foi o último, ficando só eu e ele. Minutos após ficarmos sozinhos ele me perguntou se eu queria fumar, aceitei e fomos para mais longe da casa. Começamos a fumar e ele me enchendo de perguntas. Como funcionava a minha relação, já que os dois eram homens, quem fazia o papel de mulher, eu curioso querendo saber o porque dessa dúvida dele respondi, falei que era eu quem dava o cu, quem mamava e quem era usado para dar prazer para os machos. Isso despertou algo nele que na hora ele começou a pegar no pau. Perguntando se eu curtia mesmo mamar, se eu gostava de tomar leite, perguntou se eu não me importava em sentir o pau socando no fundo da garganta, e eu sempre respondendo que adorava isso, por mim faria toda hora. Ele já enlouquecido e com o pau extremamente duro, levanta bruscamente e diz que precisa ir dormir. Eu permaneci sentado, com o coração a mil achando que ele iria fazer algo ao se levantar, mas ele só se encaminhou para a casa.

Após uns minutos decidi retornar para a casa e ir para o quarto, quando passei em frente ao quarto onde ele e minha cunhada estavam escutei uns gemidos intensos e uns barulhos de tapas vindo de dentro. Fiquei enlouquecido querendo muito que fosse eu no lugar dela. Foi passando os dias e meses e ele só falava putaria e nada a mais. Até em que um momento as coisas mudaram bruscamente e rapidamente.

Fomos fazer uma viagem, decidimos ir de ônibus para poder bebermos, pois era distante e não precisaríamos se preocupar com dirigir. Saímos em uma sexta-feira a noite, e todos combinaram de ficar no segundo andar, mas ele fez questão de que ficasse eu e ele no último banco, logo quando eu entrei no ônibus ele veio atrás de mim e foi me empurrando até chegarmos na última fileira, chegando lá ele falou de forma firme no meu ouvido, “senta” e apontou para o do canto do ônibus, o meu namorado e a mãe dele quiseram ficar mais na frente para ver a estrada através do vidro e no banco do lado deles ficou a minha cunhada e a filha deles. Após uns minutos do início da viagem as luzes se apagaram e todos foram dormir. Menos eu que estava com a imaginação e coração a mil por estar sentindo as pernas do meu concunhado me esmagando contra a parede do ônibus por estar com a elas totalmente abertas. Depois de um tempo eu notei que ele dormiu e começou a roncar baixinho, achei a hora perfeita para tentar algo. Fingi que cai no sono e me virei para ele, acabei deitando no ombro esquerdo dele “acidentalmente”, ele nada fez, só suspirou fundo. Foi passando os minutos e arrisquei colocar a minha mão sobre a coxa dele, ainda fingindo que estava dormindo. Apenas senti ele pegando uma coberta e puxando para que ninguém visse eu com a mão sobre a coxa dele. Logo em seguida senti algo molhado roçando em cima da minha mão, era o pau dele babando de tão duro, fiquei tão nervoso que segui fingindo que estava dormindo, ele decidiu tomar a iniciativa e pegar a minha mão e fazer com que agarrasse o pau dele, um pau grosso, reto e cumprido, com a mão dele por cima da minha começou a movimentar, criei coragem e perguntei o que ele estava fazendo, me respondeu que estava matando a minha curiosidade, que sabia da minha vontade de fazer isso pelas encaradas que eu dava para o pau dele, então aproveitei.

Comecei a bater uma para ele, o pau dele escorria baba pela a minha mão, parei de bater para ele para lamber a baba que escorreu, ele nem deixou eu terminar e bruscamente puxou o meu pescoço em direção ao pau dele, afundou o meu rosto em sua virilha, me pôs de joelhos em frente ao seu banco e socou tudo na minha boca, me tapou com a coberta e começou a mexer minha cabeça segurando pelos os meus cabelos, por diversos momentos ele socava fundo na minha garganta, me deixando sem ar, então soltava e dava um tapa forte no meu rosto por cima da coberta. Eu estava em uma mistura de tesão e pavor, se alguém escutasse ou notasse algo geraria um estresse gigante, principalmente pela nossa família estar junto. Mas ele seguiu firme, socava, afundava na minha garganta e mexia a minha cabeça para foder bem a minha garganta, o pau dele babava muito, era obrigado a engolir aquela baba toda, após alguns minutos dele socando no fundo da minha garganta e tirando tudo ele me puxou pelos cabelos e falou no meu ouvido que iria gozar no fundo da minha garganta, que não queria uma gota caindo para fora e nenhum barulho, deu um tapa no meu rosto e voltou a socar. Metia no fundo da minha garganta e tirava tudo, assim foi até que pela última vez ele socou bem fundo e começou a fuder a minha garganta novamente, senti o pau dele latejar e logo começou a gozar, eu só engolia direto, nem o gosto senti direito, gozou muito, comecei a ficar com medo de me afogar e fazer barulho. Felizmente ele terminou de gozar e me soltou. Segurando pelos os meus cabelos ainda me disse que eu era a putinha dele a partir daquele momento era a minha obrigação dar prazer a ele. Deu um tapinha de leve e me liberou para voltar ao meu assento.

O resto da viagem eu fiquei deitado no peito dele, com a mão segurando o seu pau. Acabei cochilando e quando as luzes ligaram, como forma de avisar que havíamos parado, ele me empurrou para a parede do ônibus e me disse para tomar cuidado, não queria que descobrissem agora sendo que teríamos muitas coisas ainda para fazer.

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Comentários

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O CONTO TEM VÁRIAS FALHAS. PRIMEIRO VOCÊ DIZ UMA HORA CUNHADO, DEPOIS CONCUNHADO. SE A ESPOSA DELE É SUA CUNHADA ENTÃO ELE É SEU IRMÃO. SE ELE É SEU CUNHADO ENTÃO A ESPOSA DELE É SUA IRMÃ. SE ELE DE FATO É SEU CONCUNHADO ENTÃO ELE É IRMÃO DO SEU NAMORADO. MEU, ISSO TÁ CONFUSO DEMAIS. SEGUNDO QUE MARIDO É ESSE QUE TE DEIXA SENTAR NO FUNDO DO ÔNIBUS COM OUTRO CARA? E AINDA TEM O LANCE DA TRAIÇÃO COM SEU MARIDO. COMPLICADO ISSO. E VC NÃO RELATA NADA DISSO. SEM CONTAR QUE DO NADA VOCÊ JÁ COMEÇA DANDO PATOLADA NELE. LAMENTÁVEL.E SEM CONTAR QUE ELE DIZ QUE VOCÊ VAI SER A PUTINHA DELE. CARA, VOCÊ NÃO É MULHER PRA SER PUTINHA DE NINGUÉM, VOCÊ É HOMEM ENTÃO NO MÁXIMO VOCÊ PODE SER O PUTINHO DELE.

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No relato, sempre que me refiro a ele eu menciono a palavra concunhado ou ele, dele. Com uma busca rápida no Google você consegue saber que concunhado é marido da minha cunhada, que é irmã do meu namorado, o título já diz a resposta da palavra concunhado, é só ler! Como mencionado no relato também, convivemos juntos a SETE anos, viajando todos juntos, eu dando carona para ele, ele dormindo na nossa casa, então o meu namorado não vê problemas em a gente sentar juntos ou perto, ele não é uma pessoa ciumenta e muito menos tóxico. Já saímos com outras pessoas, ele só não saberá desse caso pois é marido da irmã dele. E por ser SETE anos de convívio, não é do nada que rolou tudo, são sete anos dele me testando, fazendo coisas para ver se eu olhava, se eu estava dando moral. Após SETE anos algo de fato aconteceu. E eu não sei se você já teve algum encontro com homem hétero, porque eles chamam de putinha. Acho que você precisa prestar mais atenção, não criar teorias na sua cabeça porque se não acaba sem aproveitar o relato. Passar bem!

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concordo com tudo, menos que não possa ser putinha. pode ser até a mãe do outro se assim decidirem na alcova. de resto, muito lugar comum e nenhum ritmo.

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