O Vizinho HORRÍVEL Fudeu a Gostosa Da Minha Esposa - PARTE 21

Um conto erótico de maridoamoroso
Categoria: Heterossexual
Contém 3327 palavras
Data: 25/01/2026 01:42:08

# TERÇA-FEIRA

A manhã paulista de julho estava gelada e silenciosa. O silêncio era quebrado apenas pelo vento cortante assobiando pelas árvores do condomínio e o som de passos pesados subindo a calçada de paralelepípedo. Um homem na casa dos 50 anos caminhava rapidamente em direção à própria casa em Alphaville, tentando escapar do frio seco característico do inverno paulista o mais rápido possível. Logo antes de abrir a porta, olhou para a casa dos vizinhos do outro lado da rua. Um sorriso torto atravessou o rosto conforme as memórias de alguns dias atrás o aqueceram por dentro.

O Osvaldo finalmente entrou em casa. Mesmo tendo crescido em Porto Alegre, onde o frio era ainda mais rigoroso, odiava absolutamente esse clima. Como aposentado, tentava sair de casa o mínimo possível durante o inverno. Resmungou consigo mesmo sobre precisar ir ao médico do convênio, mas não por nada de rotina. Todos sabíamos que ele tinha se largado depois da aposentadoria, e ele não se importava em ajustar o estilo de vida. Eu sabia, a Bruna sabia, o Osvaldo sabia, e o médico sabia. Mas não — havia outro motivo para fazer a jornada no frio até a clínica na Granja Viana.

Naquela noite fatídica da final da Libertadores, o Osvaldo foi para a casa dos vizinhos preparado. Não só tinha os comprimidos para dormir triturados pro Bruno — Rivotril que sobrou de uma ex-mulher — mas também tinha alguns comprimidos de sildenafila que um velho brother tinha passado pra ele. O famoso azulzinho. Não tinha certeza do que a noite reservaria, mas mal sabia que aquela porra seria tão potente. O Osvaldo não era como a maioria dos homens da idade dele e definitivamente conseguia durar mais que a média, mas com uma mulher como a Bruna, queria durar o máximo possível. Queria fazer mais do que jamais tinha feito nos longos anos. Então no meio da noite tomou um comprimido. Estava tão bêbado de tesão quanto a Bruna. Depois de um tempo, tomou outro. E mais um.

Ouvir os gemidos hipnóticos de luxúria da minha esposa, sentir o corpo firme, atlético e macio contra o dele, sentir a buceta apertada agarrar o pau, e ouvi-la implorar por mais — ele se pegou querendo mais e mais. Nunca queria que a noite acabasse. O Osvaldo tinha estado com muitas mulheres ao longo da longa vida — desde as gaúchas do Sul até paulistanas, cariocas, até algumas gringas — mas nenhuma chegava perto da Bruna. Não era apenas a sensualidade que a fazia se destacar. Ela era uma agradadora nata. Queria agradar o marido tanto que fez coisas com ele que nunca tinha feito ou dito antes.

Que reviravolta de eventos que o Osvaldo se encontrou morando ao lado de uma mulher tão gostosa quanto boa na cama, aqui nesse condomínio chique de São Paulo. O fato de que ela curtiu e deu a melhor foda que ele já teve depois de meses de encontros casuais no Tinder e boquetes de acompanhantes não passou despercebido. Era como se tivesse ganhado na Mega-Sena várias vezes seguidas. Não ia desperdiçar a oportunidade. Toda vez que o Osvaldo pensava nisso, o pau não conseguia deixar de latejar.

Infelizmente, sua decisão de mandar pra dentro tantos comprimidos durante a noite não foi sem consequência. Estava tonto naquela manhã de segunda depois de voltar pra casa. Quando acordou na segunda à tarde, o corpo doía numa quantidade preocupante. A tontura ia e vinha, mas não estava indo embora totalmente, e pela avaliação do médico do Unimed, era devido à pressão baixa perigosa. As costas também doíam, mas isso poderia ser de quanto se esforçou fodendo a vizinha em todas as posições possíveis.

O Osvaldo foi meio vago com o Dr. Ricardo sobre o que aconteceu — disse que "exagerou numa festa" — mas o doutor advertiu estritamente para nunca fazer algo tão irresponsável. Um homem tomando sildenafila sem necessidade era muito perigoso, especialmente em doses cavalares como aquela. Podia ter dado infarto, AVC, caralho. Ainda assim, o Osvaldo achou que o risco valeu cada segundo. A Bruna foi de longe a melhor foda que já teve e, embora soubesse que ela não o amava, tinha certeza absoluta que foi o melhor sexo que ela já teve também. Não conseguia parar de lembrar como ela se permitiu experimentar um orgasmo devastador após o outro, gritando, implorando, se entregando completamente.

O Osvaldo se sentou no sofá de couro da sala exausto da longa manhã na clínica. A pressão baixa também não estava ajudando — sentia a cabeça leve, meio flutuante. O médico disse que estaria bem depois de mais alguns dias de repouso e hidratação. Conforme ficou ali pensando em como realmente ia transar com a vizinha gostosa de novo, um sorriso maligno apareceu no rosto barbudo. Em sua confiança de gaúcho arrogante, não estava pensando em SE ela voltaria, estava pensando em COMO fazer ela voltar.

E ele tinha uma arma secreta que garantia isso.

Pegou o iPhone e mexeu nele com os dedos grossos cutucando a tela. Abriu a pasta oculta. Selecionou um dos vídeos. Logo começou a tocar e gemidos altos encheram a casa vazia, ecoando pelas paredes:

*"Ahhh! Osvaldo! Você é o dono dessa buceta!"*

O sorriso dele se alargou. Tinha gravado tudo. Vários ângulos. Horas de material.

Aquela putinha não sabia de nada ainda.

Mas ia saber em breve.

***

Depois dos eventos do fim de semana, eu e a Bruna tentamos voltar a alguma normalidade. Voltamos ao trabalho na segunda-feira, mas os dois mal conseguíamos nos concentrar. Ainda tinha tantas perguntas que queria fazer para minha esposa, mas sabia que não podia simplesmente deixar passar como antes.

Não era mais o Bruno passivo esperando ela me contar as coisas no tempo dela. Algo tinha mudado em mim desde domingo de manhã. A raiva, o ciúmes, a desconfiança — tudo isso estava fervendo logo abaixo da superfície, ameaçando explodir a qualquer momento.

E tinha algo mais. Algo que não conseguia tirar da cabeça.

Durante toda segunda-feira no trabalho, fiquei pensando: *e se ele gravou?*

A ideia me atingiu do nada durante uma reunião chata. E se aquele filho da puta gravou minha esposa? Pegou o celular e filmou ela gemendo, implorando, gozando no pau dele?

Meu estômago embrulhou com a possibilidade. Mas meu pau ficou duro também.

Que caralho havia de errado comigo?

A Bruna também estava estranha. Percebi na segunda à noite. Muito quieta. Muito no celular. Quando perguntei o que era, ela disse que era só trabalho. Mas eu vi — ela fechou a tela rápido demais quando me aproximei.

O que ela estava escondendo?

Na terça-feira, saí do trabalho mais cedo. Não planejei, simplesmente não conseguia mais ficar sentado naquele escritório com a cabeça explodindo de pensamentos. Precisava ir pra casa. Precisava... verificar.

Verificar o quê? Não sabia ao certo.

Quando cheguei no condomínio por volta das 16h, acenei pro segurança e dirigi pela rua arborizada até nossa casa. O carro da Bruna estava na garagem. Ela também tinha saído cedo.

Ou será que nem tinha ido trabalhar?

Porra, a paranoia estava me consumindo.

Estacionei e entrei pela porta da frente, silenciosamente. Não anunciei que tinha chegado. Apenas... ouvi.

Silêncio.

Caminhei pela casa. Cozinha — vazia. Sala — vazia. Dei uma olhada rápida no quarto — cama feita, vazia.

Meu coração estava acelerado. Onde caralhos ela estava?

Foi quando ouvi. Fraco, vindo dos fundos. O som do motor da hidromassagem.

Caminhei até a janela dos fundos que dava pro quintal e a vi.

Lá estava ela, na banheira de hidromassagem que instalamos ano passado. Sozinha. Fones de ouvido. Olhos fechados. Bikini vermelho que parecia fogo contra a pele bronzeada.

O alívio veio. E junto com ele, uma decepção estranha e doentia.

Uma parte de mim — uma parte que eu odiava — tinha esperado encontrar ela na casa do Osvaldo. Esperado a confirmação da traição. Porque pelo menos assim eu saberia. Teria certeza.

Mas essa ambiguidade, essa incerteza constante... estava me matando.

Respirei fundo. Precisava me controlar. Não podia deixar ela ver o quanto eu estava desmoronando por dentro.

Subi pro quarto, tirei a roupa de trabalho. Vesti uma sunga. Peguei uma toalha. E antes de descer, fiz duas doses generosas de caipirinha — bem fortes. Cachaça boa, bastante açúcar, limão espremido na hora. Nós dois precisávamos.

Desci e abri a porta de vidro que dava pro quintal. O vento frio de julho me atingiu imediatamente, mas o vapor subindo da hidromassagem parecia convidativo.

A Bruna ainda estava de olhos fechados, completamente alheia à minha presença, a cabeça reclinada na borda, o cabelo loiro preso num rabo de cavalo alto, corpo relaxado na água borbulhante.

Coloquei as caipirinhas na mesinha de madeira ao lado da hidromassagem. Me sentei na borda e, com um sorriso que não chegou aos meus olhos, joguei água nela.

— Ahh! — Os olhos da Bruna se arregalaram. — Bruno! Não faz isso! Você me assustou pra caralho!

— Desculpa, você tava tão em paz. Não queria te incomodar... — Fiz uma pausa. — No começo.

Ela tirou os fones, me olhando com aqueles olhos azuis profundos. Procurando algo no meu rosto.

— Há quanto tempo você tá aí? — Perguntou, e havia algo na voz. Cautela?

— Acabei de chegar. — Menti. Ou talvez não fosse mentira. Tecnicamente acabara de chegar *aqui*. — Você saiu cedo do trabalho.

— É... tava com dor de cabeça. — Ela desviou o olhar. — E você? Também saiu cedo.

— Não conseguia me concentrar. — Admiti, a verdade mais fácil que a mentira. — Muita coisa na cabeça.

Um silêncio desconfortável pairou entre nós.

— E? Vai ficar só olhando ou vai entrar? — Ela tentou sorrir, puxando meu braço levemente. — Tá gelado aí fora. Aqui tá quentinho.

Entrei na água quente. O contraste com o ar frio era perfeito, quase doloroso. Me sentei do lado oposto a ela. Não perto. Não como costumávamos fazer.

Ela notou. Claro que notou.

— Trouxe caipirinha. — Disse, pegando os copos e oferecendo um pra ela.

— Hmmm, que delícia. — Ela tomou um gole grande. Rápido demais. Nervosa. — Forte.

— A gente precisa.

— Precisa? — Ela me olhou por cima do copo.

— Pra conversar.

O corpo dela enrijeceu levemente. Quase imperceptível. Mas eu estava observando. Estava sempre observando agora.

— Sobre o quê? — A voz saiu casual demais.

— Sobre domingo. Sobre o Osvaldo. — Bebi minha caipirinha, o álcool queimando a garganta. — Sobre tudo.

Ela suspirou, afundando um pouco mais na água.

— Pensei que já tínhamos conversado sobre isso...

— Conversamos. Mas eu tenho mais perguntas.

— Bruno, eu te contei tudo—

— Contou? — Interrompi, a voz mais dura que pretendia. — Porque eu lembro bem de você mentir sobre quantas vezes gozou. Lembro de você só admitir a verdade quando eu te confrontei. Então me desculpa se eu questiono se realmente me contou *tudo*.

As bochechas dela coraram. De vergonha ou raiva, não dava pra saber.

— Eu... tava com vergonha, Bruno. Por isso menti no começo. Mas depois te contei a verdade.

— Depois que eu te peguei na mentira. — Corrigi. — Não foi por vontade própria.

— Onde você quer chegar com isso? — A voz dela subiu levemente. Defensiva.

— Quero saber o que mais você tá escondendo.

— Não tô escondendo nada!

— Seu celular. — Soltei. — Ontem à noite. Você fechou a tela quando me aproximei.

Os olhos dela se arregalaram. Pega.

— Eu... era só conversa com a Renata. Nada demais.

— Sobre o quê?

— Sobre coisas de mulher, Bruno! Sobre a academia, dieta, sei lá!

— Mostra.

— O quê?

— O celular. Mostra a conversa.

Ela me encarou, incrédula.

— Você tá falando sério? Você quer... vasculhar meu celular agora?

— Se não tem nada a esconder, qual o problema?

— O problema é a confiança, porra! — Ela se levantou na água, os peitos balançando levemente, água escorrendo. — Você não confia mais em mim? É isso?

A pergunta pairou no ar entre nós.

Eu deveria? Depois de tudo?

— Eu vi você, Bruna. — Minha voz saiu baixa, perigosa. — Vi você se entregar completamente pra ele. Ouvi você dizer coisas que nunca disse pra mim. Vi você gozar de um jeito que nunca gozou comigo.

— Bruno—

— E agora você quer que eu simplesmente confie? Que eu esqueça tudo e finja que tá tudo normal?

— Não! Eu não quero que você esqueça! — Ela se aproximou, a água agitando. — Mas também não quero que você me trate como... como uma criminosa sendo interrogada!

— Então me dá um motivo pra confiar! — Explodi. — Me diz a verdade! Toda ela! Sem eu ter que arrancar cada detalhe de você!

— EU JÁ TE DISSE A VERDADE!

— TODA ELA?

O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor. Só o som da água borbulhando e nossa respiração pesada.

Ela afundou de volta na água, os braços cruzados sobre o peito.

— O que você quer saber? — A voz saiu cansada. Resignada.

Respirei fundo. Aqui ia.

— Ele gravou?

— O quê? — Ela piscou, confusa.

— Vídeo. Fotos. Ele gravou alguma coisa de vocês transando?

Ela abriu a boca. Fechou. Pensou.

— Eu... não sei. Não vi ele gravar nada. Por quê?

— Porque eu conheço homem. E um cara como o Osvaldo, tendo a oportunidade de foder a vizinha gostosa? Ele gravaria. Como troféu. Como garantia.

— Garantia de quê?

— Que você voltaria.

O rosto dela empalideceu.

— Bruno, eu não vou voltar. Eu já te disse—

— Você disse que não sabia. — Corrigi, lembrando da conversa da noite anterior. — Disse que tava confusa. Disse que uma parte de você queria ir no domingo.

— Mas eu não vou! — Ela se aproximou, as mãos nos meus ombros. — Eu te amo. Você é meu marido. Foi só... foi só uma fantasia sua que deu errado. Mas acabou. Não preciso do Osvaldo.

Algo na forma como ela disse me incomodou.

— *Você* não precisa. Mas *quer*?

Ela hesitou. Por uma fração de segundo.

E naquela hesitação, eu vi tudo.

— Caralho. — Me afastei dela. — Você quer.

— Não! Bruno, não é assim—

— Você quer voltar pra ele.

— EU NÃO QUERO! — As lágrimas brotaram. — Eu não quero amar ele! Não quero precisar dele! Mas o que eu senti...

Ela parou, percebendo o que tinha dito.

— Continue. — Minha voz saiu gelada. — O que você sentiu?

— Prazer. — Sussurrou, as lágrimas caindo. — Prazer que eu nunca... que eu não sabia que era possível.

Cada palavra era uma facada.

— E comigo? — Perguntei, precisando ouvir. — O que você sente comigo?

— Amor. — Ela segurou meu rosto com as mãos molhadas. — Amor verdadeiro, Bruno. Conexão. Segurança. Futuro. Tudo que importa de verdade.

— Mas não prazer. — Completei, amargo.

— Não! Não é isso! Com você eu sinto as duas coisas! Amor E prazer! Mas com ele... — Ela engoliu seco. — Com ele é só prazer. Prazer sujo, errado, que me faz sentir... sei lá. Viva de um jeito diferente.

— E você quer esse sentimento de novo.

Ela não respondeu. Mas não precisava.

— Bruna, olha pra mim. — Levantei o queixo dela. — Eu preciso saber. Se eu deixar, se eu te der permissão... você iria? No domingo? Na casa dele?

Os olhos azuis me encararam, cheios de lágrimas, cheios de conflito.

— Eu... eu não sei, Bruno. Honestamente não sei. Uma parte de mim quer nunca mais ver aquele homem. Mas outra parte...

— Quer sentir ele dentro de você de novo.

Ela assentiu, soluçando.

— Me desculpa. Me desculpa. Eu sou horrível. Sou uma esposa horrível.

Puxei ela pros meus braços. Ela chorou contra meu peito, o corpo tremendo.

E eu fiquei ali, segurando minha esposa, sentindo ela se despedaçar.

Mas também sentindo meu pau endurecer contra ela.

Porque a verdade — a verdade fodida e doentia — é que ouvir ela admitir isso me excitava tanto quanto me destruía.

— Escuta. — Disse depois de um tempo, quando os soluços acalmaram. — Eu não vou mentir e dizer que tá tudo bem. Porque não tá. Tô puto. Tô com ciúmes. Tô magoado pra caralho.

Ela me olhou, esperando.

— Mas... — Continuei, odiando as palavras que estavam saindo. — Também não posso negar que uma parte de mim... que eu também...

— Que você também quer. — Ela completou, me entendendo.

— Não quero que você vá. — Admiti. — Mas ao mesmo tempo... porra, Bruna. Pensar em você com ele, pensar em você sentindo aquele prazer todo...

— Te excita.

— Me excita. E me deixa doente. As duas coisas ao mesmo tempo.

Ela passou a mão pelo meu rosto, os olhos estudando cada detalhe.

— Então o que a gente faz?

— Não sei. — Respondi honestamente. — Mas eu sei uma coisa. Se você for... se você decidir ir no domingo...

— Sim?

— Eu preciso de regras. Limites. Preciso saber tudo antes. Tudo durante. Tudo depois. Sem mentiras. Sem esconder. Total transparência. Ou eu não aguento.

Ela assentiu lentamente.

— E outra coisa. — Minha voz ficou mais dura. — Eu vou confrontar ele.

— O quê? — Os olhos se arregalaram. — Bruno, não—

— Vou. — Interrompi. — Vou deixar bem claro pra aquele filho da puta que você é MINHA esposa. Que ele não é dono de porra nenhuma. Que se alguma coisa acontecer, é porque EU permiti. Não porque ele conquistou ou mereceu. Entendeu?

Ela me olhou com uma mistura de medo e... algo mais. Admiração?

— Você ficaria... presente? — Perguntou timidamente.

— Se você for? Sim. Eu fico. Eu assisto. Eu participo se eu quiser. Mas dessa vez eu fico consciente. Sem drogas. Sem desmaiar. EU no controle.

— E se ele não aceitar?

— Então acabou. Simples assim. Ou é do meu jeito, ou não é de jeito nenhum.

Ela mordeu o lábio, processando.

— Você... você realmente iria fazer isso? Confrontar ele?

— Amanhã. — Decidi na hora. — Amanhã eu vou lá.

— Bruno, eu não decidi ainda se vou ou não no domingo! Talvez nem—

— Não importa. — Cortei. — De qualquer jeito, aquele desgraçado precisa ouvir de mim. Precisa saber que você não é brinquedo dele. Não é conquista dele. É MINHA esposa que ele teve o privilégio de foder porque EU deixei.

A forma como os olhos dela brilharam quando falei assim...

Ela me beijou. Profundo, desesperado, necessitado.

— Me fode. — Sussurrou contra meus lábios. — Agora. Aqui.

Puxei a parte de baixo do biquíni dela pro lado. Meu pau já estava duro, escapando da sunga. Posicionei ela no meu colo, de frente pra mim, e deslizei pra dentro.

Ela gemeu, a cabeça jogando pra trás.

— De quem é essa buceta? — Rosnei, as mãos agarrando a bunda dela com força.

— Sua. — Ela ofegou, começando a cavalgar. — Sempre sua, Bruno.

— Mesmo quando tá no pau dele?

— Mesmo assim. — Ela me olhou nos olhos. — Mesmo no pau dele, eu sou sua.

As palavras deveriam me deixar furioso.

Mas só me fizeram foder ela com mais força.

A água espirrava ao nosso redor conforme nos movíamos, a temperatura fria do ar contrastando com o calor da hidromassagem e dos nossos corpos entrelaçados.

— Te amo. — Ela chorou, as unhas cravando nos meus ombros. — Te amo, te amo, te amo...

— Eu também te amo. — Admiti, porque era verdade. — Porra, eu te amo demais. Por isso que isso tudo dói tanto.

Gozamos juntos, corpos tremendo, sussurros e gemidos se misturando com o som da água.

Depois, ficamos ali, abraçados, respirando pesado.

— Amanhã. — Ela sussurrou. — Você realmente vai confrontar ele?

— Vou.

— Você tá com medo?

Pensei na pergunta. Medo de quê? De apanhar? O Osvaldo era maior, mais velho, mas eu estava em forma. De perder ela? Isso eu já estava perdendo, um pedaço por vez.

— Não. — Respondi. — Não tô com medo. Tô puto. E é hora dele saber.

Ela me beijou suavemente.

— Eu vou com você.

— Não. Isso é entre eu e ele.

— Bruno—

— Não, Bruna. Isso eu preciso fazer sozinho. Preciso olhar nos olhos dele e deixar claro como funciona daqui pra frente. Homem pra homem.

Ela assentiu, encostando a cabeça no meu ombro.

E enquanto ficávamos ali, a noite caindo sobre São Paulo, o frio aumentando, eu pensei na conversa de amanhã.

O Osvaldo achava que tinha conquistado minha esposa.

Achava que era o dono dela.

Achava que tinha ganhado.

Amanhã ele ia aprender que estava errado.

Minha esposa. Minhas regras. Minha decisão.

E se ele não gostasse?

Que se fodesse.

***

>> Próximo já está engatilhado pessoal! Estou editando algumas coisas ainda, mas já está quase pronto! Então quanto mais comentarem e estrelas, mais rápido eu solto ele! Obrigado pela leitura e pelas opiniões! Tanto as críticas quanto os elogios sempre são muito bem vindos! (Desde que sejam realmente construtivos e/ou opinativos em relação aos personagens!)

Até mais!

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Comentários

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tenho lido muitas criticas para os personagens, minha visão sobre a história é que o casal era totalmente inexperientes em realizar suas fantasias, qualquer homem deixaria uma esposa louca sendo que ela nunca teve outro homem, mas ela acabou conhecendo um escroto experiente que se valeu da inexperiência e fantasia do casal pra se dar bem com a deliciosa vizinha e o marido entregue em seus próprios desejos desenfreados, a fantasia do bruno é muito comum no universo cuckold, Oswaldo é o macho perfeito para a fantasia do Bruno, todo corno quer que a esposa seja possuída por outro homem que seja superior a ele sexualmente, mesmo heteros, quando procuramos um pornô queremos um ator do pau pequeno fodendo uma gostosa? ele quer sua esposa nas mãos de um macho dominador do caralho enorme tratando-a como ele nunca faria, ele a ama e quer que ela sinta toda a rudeza de um comedor que a faça ter sensações inversas a que ela sente com ele, todo corno quer ver a esposa ser tratada como uma puta nas mãos de um macho bruto, do contrario ela tem ele, agora quando ele percebeu ela se perdendo no sexo incrível que o fdp está dando a ela, começou as complicações da inexperiência, para corrigir essa rota, eu tiraria o Oswaldo do jogo e daria um tempo, quando ela estivesse sentindo muita falta daquela experiência, eu mostraria pra ela que há muitos Oswaldos no mundo, que a magica desse mundo liberal tem diversas possibilidades sem criar dependência de um macho prepotente, com isso a serie poderia continuar ou iniciar outra com os mesmos personagens criando em cada conquista momentos inusitados, bizarros, traições, reconciliações etc.

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O cara é maluco meu,não confia na bruna,não confia no vizinho,e não confia nele próprio.Vai lá tirar satisfação,impor algumas regras,como se isso funcionasse.As primeiras regras foram quebradas por todos e o tonto do marido só ficou com uma coceirinha na testa.Duvidas,desconfiança,medo,talvez uma rejeição da Bruna,mas mesmo assim o maxo(com x mesmo)vai enfrentar o vizinho que nada tem a perder.Final vai ser conflitante,alguns leitores querendo uma coisa outros algo diferente,mas no fundo da história vislumbro apenas mais um corno no pedaço,que vai ficar brigando com as sobras......terrível isso.

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Esse tipo de conto é complicado, a safadeza cresce tanto que acaba com o vínculo do casal.

A esposa é a grande vitoriosa, ela não depende de nenhum deles. Ela é bonita, independente financeiramente, safada e jovem, nem filho ela tem, o que segura ela nesse relacionamento com o marido ?

O Osvaldo é só mais um entre vários, nada impede ela de deixar o Osvaldo e arrumar um cara tão safado quanto e bem mais novo não é mesmo ?

O vínculo ente a relação dela com o Marido que marca de fato o que é um relacionamento já foi desmanchado, ela se tornou a própria prioridade e dona do próprio prazer, deixou de ser um relacionamento cuckold e hotwife,pois nesse relacionamento o prazer é vivido pelo casal, o outro é apenas um instrumento.

Essa noite de sexo, o café da manhã, as promessas, as dúvidas, o fato dela saber que o marido foi dopado e simplesmente não ligar, o fato dela esconder as conversas, isso tudo já sai fora do que é um relacionamento liberal.

Todos os acordos já foram desfeitos quando ela escolheu passar a noite com o Osvaldo em vez de dispensa-lo, quando ela escolheu omitir a verdade do marido, isso é quebra de acordo, parou de ser um potencializador entre o casal e passou a ser algo reservado a intimidade dela. O Marido nessa equação se tornou somente um peso.

No caso, não é o marido que deve ir falar com o Osvaldo sobre ela, nessa situação cabe ao marido dar um ultimato na esposa, pois ela era casada com ele e ela devia respeito a ele, o Osvaldo apenas se aproveitou da situacao.

O máximo que ele deveria cobrar do Osvaldo é o fato de ter sido dopado.

Sobre o Osvaldo, acho que o final dele já foi dito, ele provavelmente vai morrer devido ao uso do remedinho. Ele ja cumpriu seu papel na historia, já liberou a fera da jaula. Tá cheio de homem por aí safado e bem dotado, muito mais jovem e com muito mais energia que o Osvaldo para proporcionar prazer a Bruna.

Em um relacionamento liberal, o homem sempre vai ter muito mais a perder do que a mulher, enquanto o homem demora pra fazer sexo com uma mulher, a mulher se quiser já poderia ter se relacionado com 10 homens. No quesito sexual a mulher sempre vai vencer, basta uma mexida no cabelo e uma encarada em qualquer homem que a mulher leva quem quiser para cama.

O relacionamento liberal ele precisa de fortes vínculos emocionais para dar certo, é muito necessário haver amor entre o casal, pois sexo melhor sempre vai ter na rua.

Outra coisa que é necessário é o amor proprio do homem, por ser ele o elo mais fraco é importante ele saber medir e impor os limites.

Uma coisa é a putaria na hora do ato, outra bem diferente é a vida privada.

Quando a vida privada, conjugal do casal é abalada, as coisas saem do eixo.

Tirando o Osvaldo da equação o que esse marido desse conto em especifico tem a oferecer pra ela, que um cara de 25 anos, safado e bom de cama e mais civilizado que o Osvaldo não tenha para oferecer a ela ?

É necessário vir da Bruna a preferência pelo marido, pois cabe a mulher deixar claro a prioridade no relacionamento.

Tudo bem que nesse conto ficou claro que a prioridade é o prazer da Bruna,mas se fosse um conto mais próximo da realidade, o autor deveria trazer essa resposta.

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A tendência ou consequentemente seria a Bruna se encontrar escondido com o Osvaldo e ou até com outros homens, atrás de saciar o prazer descoberto por ela.... agora, muito estranho é seu Bruno não ter acesso total a sua própria mulher depois disso, tendo apenas sexo de sempre...Será que essa admiração toda em ver mulher com outro não seria uma inclinação para bissexualidade? daqui a pouco ele vira mulherzinha do Osvaldo... como ocorre em muitos contos e sei lá, até na realidade, onde os caras tocam no pau, masturbam, chupam a buceta e o pau dos homens que transam com sua mulher.

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Bem,o autor podia ter matado o Osvaldo após tanto remédio,ou pelo menos deixar ele castrado,ahahahahahahahahahahaha... o marido merece passar pelo que está passando,foi ele quem atirou a esposa nessa e óbvio que havia o perigo dela experimentar novas sensações e ela está confusa quanto a isso,portanto,quem menos tem culpa no cartório a meu ver é ela. Fantasia de corno parte sempre do homem,que utiliza a esposa como vetor do seu prazer. Só que o corno acha que a mulher é apenas objeto na mão de comedor e só. Não,ela é humana e possui desejo,portanto,o marido é um Zé Buceta total e todo cara que fica injuriado quando as coisas saem do eixo considera que está jogando videogame com a mulher e o amante. Não está! E não importa se Osvaldo foi escroto. Ele já era e o casal sabia. Não se controla a índole de alguém que já se sabe o caráter.

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Excelente teia de partes. Nem parecem do tamanho que são porque a forma de contar é bastante orgânica. Ansioso pra ver quando a tag "Anal" realmente vai se concretizar na história!

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se o conto for seguir as tag's faltando capítulos para encaixar *ANAL, CHEFE, TRABALHO" quem sabe mistérios a serem descobertos ou novas aventuras de um dos três envolvidos ...

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Por momento acreditava que esse conto iria na contramão dos contos cuckhold ja batido e repetitivos onde um pau mágico tira a capacidade da mulher de ter raciocínio e controle sobre si e que o marido não é um fraco que transa mau ou não da o mesmo prazer que o comedor, mas pelo visto vai ser mais do mesmo.

A ideia que estava se criando no início e que deixava o próprio personagem Osvaldo incomodado era legal, ele era só uma ferramenta pro aumento de prazer do casal que logo era esquecida quando estavam juntos além de que o marido mandava bem na cama com tudo isso, não era simples falta de um bom sexo, mas aquela apimentada na relação não muito diferente quando se compra um brinquedo erotico, mas ai veio essa parte ridícula e até criminosa do ponto de vista ético do meio liberal de dopar alguém para se conseguir sexo e tirou o encanto do conto. Acredito que tem que ter uma reviravolta do marido e também uma punição para esposa para que ela sinta que o marido ainda manda e tem controle da situação e que se for por causa de pau que ela vá embora pq relacionamento não é só isso e ela não é um bicho irracional e movida só por instinto.

Tenho um bom tempo no meio liberal como comedor e esse ponto de dopar, esconder mensagens e ficar estranho ja seria inaceitável pra muitos cuckhold e acho que o autor deveria de alguma forma demonstrar que isso foi uma desonestidade e falta de caráter de ambos, Osvaldo e a esposa (e aqui não é sobre falso moralismo mas sobre emtender que no meio liberal tem regras e só funciona bem pq tem acordos e que a dinâmica corno, esposa puta e comedor só serve e funciona ali naquele momento onde tudo acontece e não erra falta de consideração de dopar, a eposa ficar estranha e se entregar pra um pau só por ser grande

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Nem sei oque dizer .

Pelo andar da carruagem osvaldo vai continuar comendo a bruna de uma forma ou de outra .

Ja tem vídeos dela e por isso deve chantagear ou algo fo tipo .

Eu fiquei neste conto pq o autor disse que iria mexer no conto original e vi uma.oportunidade de ter um conto com alguma reviravolta e torço por isso .

Este capítulo acredito q foi pra acalmar os ânimos, o problema q o próprio marido diz q se se riu excitado vendo a esposa se entregar para o vizinho.

Vamos aguardar

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O cara quis transformar a esposa numa puta e conseguiu, tanto q ela agora está gamada no pau do comedor, viciou em ser tratada como uma puta q já perdeu até o respeito e a admiração pelo marido, se ele não por um ponto final agora, com certeza vai perder a esposa, não pro cara feio e barrigudo, mas sim pra rola dele, pra pegada, pras mentiras e pro desejo de continuar sendo uma puta, de ser tratada como uma puta, muitos acham q não,mas amor de pica é capaz de destruir um casamento, é capaz de fazer uma esposa abandonar marido e filhos, só pra não ficar sem sentir aquele prazer ao qual ela se viciou, enfim..,.. não existe mais respeito, admiração, cumplicidade e honestidade por parte dela, e tudo por uma rola? sim, e eu acredito q isso aconteça muito mais do q as pessoas admitem no meio liberal

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A esposa do Côrno Frouxo disse que pertencia ao comedor, que daria prá êle quando êle quisesse, que êle é muito melhor que o marido e confirmou pro Côrno que o comedor é muito melhor, então...

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Sei que minha opinião talvez não sirva, mas eu gostava mais do Bruno, submisso, um corno bravo não combina com cuckold. Não faz sentido

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Se puder responder a minha resposta no anterior...

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Velho não sou contra o mundo liberal, eu mesmo já aproveitei bastante em casas de swing ou com casais. Mas não acredito que esse doente do Bruno vai deixar a mulher de novo com o cara, ou melhor, perdoei ela taoy fácil e acha que ela vai se comportar. Ela foi e é infiel por natureza, desde o primeiro conto se submeteu ao Osvaldo e até agora não fe nada que fez com ele com o marido. Sei lá eu leio porque é bem escrito e a ideia inicial é legal, mas não bate com o meio liberal legítimo, onde existe verdade, consenso confiança e lealdade. Coisas que nem o Osvaldo e principalmente a Bruna não tem. Perceba eur ela não se sentiu horrorizada porque o marido foi dopado e o otário do marido parece que no fim até gostou disso. Esses contos focado somente no tamanho do pau, são chatos por isso, parece que as mulheres neles NAOY cons de quem separa sexo de sentimento. Que basta descobrir uma rola grande que o melhor marido ou casamento do mundo se acaba em.um.segundi, isso é uma fantasia masculina e um insulto para as mulheres.

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Concordo mil porcento!!!

E nesse caso é só o tamanho do pau mesmo!!

Pq o cara é feio, nojento, barrigudo, nada simpático...só pq tem um pauzao e trata ela e o marido mal é o Deus do sexo.

E tem razão é um insulto as mulheres e até aos relacionamentos centrados no amor...eu sempre falo isso... é simplesmente o amor da vida, a pessoa mais importante, o melhor amigo e etc...a pessoa que escolheu p envelhecer junto...aí por causa de um fetiche tudo se perde...

Isso repor muito mal sobre o próprio "mundo liberal". Bom que alguém que fez parte concorde em parte com isso, pouco eu não estou...kkk

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Repara que as mentiras já começaram... é que o cara não deixou de confrontar...mas agora a esposa esconde as mensagens e etc...

Toda a estrutura de um relacionamento saudável se perdeu...não há o básico que é cumplicidade , honestidade e respeito.

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Concordo plenamente Manfi82, o mundo liberal também tem respeito e cada casal tem suas regras e o parceiro sempre é a prioridade em todos os sentidos, os outros são apenas objetos de prazer do casal, e quando isso se perde o caos se instala

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Infelizmente o casal perdeu a essência, o que era uma fantasia virou traição

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Até agora gosto do conto, mas se mantivesse constância ficaria mais próximo da realidade, mantendo a conquista já explícita do Oswaldo como Bruna deixa transparente ela apenas com sentimento de medo entre perder o porto seguro ou viver o despertar que agora é impossível de retrair. Bruna continuará enganando o marido para viver essa nova fase, tanto que agora esconde a conversa com o amigo e antes deixava o marido ler para matar a curiosidade e mostrar o que há ia planejado com Oswaldo só para excitar o marido. Se eu fosse o autor após msm com essa insegurança o Próprio Bruno mostra que quer que a Bruna vá no domingo para casa do Oswaldo, deixa os três viverem essa loucura, Oswaldo está apaixonado, Bruna está apaixonada pelo Oswaldo mas sente a segurança do marido e o marido está amando a esposa fazer casal com Oswaldo. Deixa esse mundo colorido dos três e busca novas aventuras para serem felizes

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Legal a continuação. O Bruno tem que ditar as regras. Osvaldo merece levar uma porradas.Bruno é sortudo de ter uma esposa igual essa que gosta dele. Fica deixando ela fuder com esse babaca do Osvaldo. Cara escroto. Já saí com alguns casais e sei que pra comer as esposas gostosas dos outros mais de uma vez tem que entender a fantasia do casal. Esse Osvaldo é imaturo, carente e velho broxa. Só no tadala! Rsrs

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Concordo contigo. Também saio com casais e sei que tem varias dinâmicas, inclusive a que o marido é 100% submisso e inclusive gosta de ser humilhado e esse tipo é o que mais vemos no site por isso até comentei que ja está batido e seria legal algo diferente. Parecia que o autor iria pra esse tal lado diferente na dinâmica, mas ai foi indo pra mais do mesmo sem falar nessa parte onde esposa esqueceu totalmente do marido depois dele não está bêbado, mas sim apagado. Qualquer esposa ja teria deixado a brincadeira de lado pois sabe que só tem graça se o marido participar e gostar pq o negócio é entre eles e o comedor é só um ajudante e tals e o próprio cara tem noção disso, agora o que o personagem fez de tentar assumir essa posição foi ruim a não ser que o autor faça o marido punir, Osvaldo e a esposa tendo o mínimo de dignidade. O problema não é o sexo mas a quebra de confiança e do estilo de cuckhold que ele queria que fosse

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Mando a real, um babaca igual ao Oswaldo seria queimado no mundo liberal real.

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Cara, Bruno ditar as regras? Kkk Ele vai é seguir regras impostas pelo Osvaldo!!! Qual das primeiras regras ele seguiu? Ele faz o que quer com o casal e a com a puta da esposa…

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