Quem Vai Comer a Advogada Evangélica? - Capítulo 13

Um conto erótico de Jonas
Categoria: Grupal
Contém 9143 palavras
Data: 23/01/2026 23:07:46
Última revisão: 23/01/2026 23:44:11

CRONOLOGIA: Os eventos narrados aqui vão de 28 de julho de 2025 (segunda-feira) a 29 de julho de 2025 (terça-feira).

Meu nome é Jonas. Sou um professor universitário comum de 46 anos. Essa história é sobre mim na maior parte do tempo e, às vezes, sobre quem vai comer a minha vizinha evangélica, Rebecca.

A Rebecca era a minha vizinha do apartamento do lado, que tinha acabado de se divorciar do seu ex-marido, o “certinho” Maurício, quando eu decidi criar uma nova meta, bem ambiciosa, pra mim. Até o final do ano, eu deveria comer, uma por uma, as mulheres de um grupinho do condomínio apelidado como a turma da academia. Eram elas Alessandra, Larissa, Lorena, Natália, Tatiana, Jéssica, Andréia, Sarah, Carolina, Rebecca, Letícia e Eliana. Por bônus, coloquei a meta de enrabar os cônjuges delas: Rogério, Érico, Maurício, Antônio e Leandro.

Doze mulheres, cinco homens. Cada uma exigia uma abordagem distinta e eu não poderia investir em todas ao mesmo tempo para não chamar atenção e não dispersar meu foco demais. Seria um belo desafio. Todas elas eram jovens, gostosas, inteligentes, bem-sucedidas em suas profissões e idealistas.

No capítulos anterior, consolidei o meu sucesso com Lorena e Carolina, as transformando em minhas putinhas particulares. Pra tanto, eu só precisava fazer companhia a ela nas coisas que elas gostavam. Bem simples, eu achava...

O nosso capítulo começa na segunda de tarde.

Por volta das 15h, estávamos eu, Everaldo e Natália na minha sala no departamento de engenharia elétrica.

A ruiva estava usava um jeans colado que marcava a bundona e a cintura, uma blusa clara sem transparência com mangas dobradas até o antebraço. Ao seu lado, o Everaldo demonstrava energia e sorriso pronto.

— Então, Natália, eu li teu esboço do projeto. Gostei muito do recorte, bem objetivo. — Everaldo inclinou o corpo um pouco demais na direção dela.

A Natália sorriu sem malícia.

— Obrigada. Eu tô tentando manter o escopo sob controle. Se deixar, eu invento três projetos dentro de um só. — Ela abriu o notebook e foi direto ao ponto, sem dar tempo pro charme do outro professor. — Jonas, queria discutir a parte do protocolo de aquisição e as métricas de validação. Você tinha sugerido um conjunto de testes...

— Sim, a ideia é a gente separar validação interna e validação externa — respondi. —A interna com dados sintéticos e perturbados, a externa com amostra real do laboratório parceiro. Se organizarmos isso em etapas, o comitê de ética também engole melhor.

— Faz sentido. — Natália digitou rápido. — E a questão do cronograma, Everaldo? Você tinha falado de uma janela de coleta...

— Eu consigo ajustar. Eu me viro. — Ele sorriu, e foi um sorriso com segunda intenção, que ela só ignorou. Ele tentou um plano B. — Cara, depois disso, vou precisar de uma folga do trabalho. Fazer uma corrida, uma trilha... Algum de vocês curte isso?

— Nossa, trilha... Tô com saudade. — A voz da Natália ficou mais leve. — Desde que me mudei, ainda não consegui volta a fazer trilhas. Acho que vou tentar ir num fim de semana desses, se eu arrumar companhia.

— Eu topo — disse Everaldo, rápido demais. — Sério, eu topo mesmo. Eu vou sempre. Conheço umas rotas ótimas aqui perto, tem uma que dá pra fazer em duas horas, parando pra ver mirante e tudo.

— Ah, legal — disse Natália. — E quem mais costuma ir contigo? Ir em grupo sempre é legal. E, como eu fiquei umas semanas sem correr, em grupo não vou atrapalhar teu ritmo.

Os sonhos e esperanças do Everaldo pareceram perder o rumo.

— Em grupo também é bom... Claro, claro... — respondeu, tentando recalcular a rota. — Mas se você quiser algo mais tranquilo, só pra retomar a prática, não me importo de ir no teu ritmo.

A Natália era muito gentil pra não ter percebido (ou ter inconscientemente fingido não ter perceber) o “só nós dois” escondido nas palavras do nosso colega.

— Beleza. — Ela abriu de novo o arquivo do projeto. — Então, voltando: a gente precisa definir os indicadores de desempenho. Jonas, você acha melhor comparar com baseline ou com modelos do estado da arte?

Adorei ver como a Natália transformava o flerte do Everaldo em nada. Mas ela não tava pra brincadeira, pra mim e pra ela era uma reunião séria de pesquisa. Então, respondi o que ela perguntou de forma técnica.

A reunião andou por mais uma hora em que debatemos o projeto e repassamos as responsabilidades. Embora eu fosse o professor com maior experiência, esse projeto era encabeçado pela Natália. Ela tinha conseguido a parceria com aquela empresa e as verbas. Por isso, ela liderava.

— Eu vou mandar a versão atualizada ainda hoje — disse ela, levantando pra ir embora. — Qualquer coisa, me chamem.

— Certo, Natália — respondi. — Ficou bem encaminhado.

— Valeu, Natália — disse Everaldo, com uma energia que tentava ser casual e falhava. — E pensa na trilha. Me avisa.

— Pode deixar — disse ela, e saiu.

Eu e Everaldo ficamos olhando pra bunda da ruiva, enquanto ela se afastava. Os quadris balançando com ritmo próprio e aquela bela raba rebolando moldada pelo jeans.

Everaldo soltou o ar devagar.

— Puta merda.

— Gostosa ela, né?

— Gostosa? — O Everaldo caiu na gargalhada. — Jonas, todos os professores e metade dos alunos babam por aquela bunda. E aquelas coxas. Ela é a professora mais gostosa de todo este lado do campus.

Imagino o que o Everaldo pensaria se descobrisse que, onde a Natália morava, ela tinha uma turma de 12 amigas em que era quase impossível definir quem era ‘menos’ gostosa.

— Como assim, eu não sou o único que acha a Natália gostosa? Agora, você me pegou de surpresa... — disse, e deixei a ironia palpável, mas sem saber se ele tinha a pegado.

Everaldo me olhou, e o sorriso dele veio diferente, menos “eu sou um bom partido” e mais “eu sei de coisas”.

— Você pode ter certeza de que ainda vou comer essa ruiva.

— Entra na fila — dei de ombros.

Até onde eu sabia, a Natália era uma das mais certinhas e que parecia não ligar de não fazer sexo casual. Até o perfil do Tinder tinha sido apagado meses atrás, mais ou menos na época da minha primeira com Letícia e Antônio.

Horas depois, eu estava na sauna do condomínio, deitado no banco de madeira, toalha na cintura, descansando. Estava sozinho, calmo, silencioso. Eu fechei os olhos, feliz em não pensar em nada.

Foi quando a porta abriu com uma algazarra de vozes femininas e encontrei as mulheres mais gostosas do condomínio (incluindo Natália, Rebecca, Lorena, Carolina e Letícia) em toalhas brancas mínimas entrando na sauna.

Por um segundo, todos tivemos como um microchoque interno, sem saber o que fazer. Fui o primeiro a me recuperar com um sorriso educado.

— Boa noite?

A Rebecca praticamente congelou, a mão indo instintivamente pra segurar a toalha no peito.

— B-boa noite — respondeu ela, num tom que parecia que eu estava a vendo pelada.

O que se seguiu foi uma verdadeira confusão em que, quanto mais pessoas entravam, menos elas chegavam ao acordo que precisavam.

Depois disso, me arrumei e cheguei pontualmente às 21h ao apartamento da Carolina.

A minha querida amante estava com os cabelos escuros soltos e usando uma camiseta larga com sutiã visível segurando seus peitões e uma calça de moletom cor vinho.

— Temos chá e vinho — disse ela.

— Chá primeiro — respondi. — Acho que nós dois tivemos um dia corrido. Mas acho que a reunião de hoje vai ser tranquila, só uma revisão.

— Sim. Vamos passar a limpo tudo que fizemos nas últimas semanas.

A Lorena já me esperava no sofá, de pernas dobradas, com a intimidade de quem já era amigona da dona da casa. Usava um short de malha e camiseta velha que tinha sido bonita um dia e agora era perfeita. Quando ela se mexeu pra pegar uma almofada eu reparei de novo no conjunto inteiro: coxas fortes, cintura fina e aquela bundinha alta.

— Olha quem chegou — disse Lorena, com um sorriso que parecia misturar carinho e ameaça. — A alegria da festa.

A Carolina me entregou um copo de chá e nos sentamos. Ela abriu o arquivo no tablet. Apesar do sutiã, a camiseta larga seus grandes e belos peitões. Coloquei o notebook na mesa, abri a apresentação e começamos a revisar a estrutura, os tópicos, o tempo de fala e as referências.

— Divisão em três blocos: Contexto histórico e estrutura epistolar, depois dinâmica de manipulação entre as personagens, e por fim recepção do livro e por que ele ainda funciona.

— Ele é muito mais atual do que eu imaginava — alfinetou Carolina, virando páginas do livro com displicência.

— Eu marquei duas cartas que são ótimas pra leitura — disse Lorena, que esticou as pernas, os pés descalços no tapete, e me olhou com maldade tranquila. — Uma do Valmont e uma da Merteuil.

Senti o ar mudar e reconheci o cheiro de armadilha antes de ver a armadilha. Mesmo assim, continuei a revisão, porque se eu parasse agora uma das duas poderia falar o que eu não queria que a outra ouvisse.

Passei por mais dois slides, expliquei por que a forma epistolar cria ambiguidade moral e falei da diferença entre sedução e estratégia. Foi quando reparei que as duas estavam quietas demais, coordenadas demais. Entendi tarde demais que eu já tinha sido pego na armadilha.

— Jonas, antes de continuar, queria falar de uma coisa — disse Carolina, que fechou o livro e pousou no colo.

— Eu também — completou Lorena, ajeitando a almofada. — E eu aposto que você vai adorar.

No Sopranos, diziam que você não escuta o barulho da bala antes de morrer. No meu caso, eu tava vendo duas pistolas metafóricas apontadas pra mim.

— Claro. Pode falar.

A Carolina trocou um olhar cúmplice com a Lorena.

— A gente sabe uma da outra, seu filho da puta — disse Carolina.

— Você realmente achou que podia fazer amizade com nós duas ao mesmo tempo, comer uma e a outra não ia saber disso por WhatsApp meia-hora depois? — continuou Lorena.

— Em que ano você acha que estamos? 1955? As mulheres conversam, seu filho da puta! — continuou Carolina. — E, olha, você teve mais sorte que juízo com a Lorena no sítio, seu energúmeno.

— O que foi aquela merda de batismo de putinha particular que tu fez com as duas? — continuou Lorena. — Com as mesmas palavras? É algum tipo de fetiche?

— Você achou que podia nos enganar e ficar por isso, seu filho da puta? — continuou Carolina.

— A mesma historinha pras duas sobre relacionamento aberto com a Cinthia é o mesmo que ser solteiro, fez acordos de sair com pra onde as duas queriam sair... — completou Lorena.

Eu respirei fundo, mantive a tranquilidade e, quando elas terminaram, decidi que era hora da réplica.

— Primeiro de tudo: eu não enganei nenhuma das duas. Em nenhum momento. Eu sempre disse a verdade. Se duvidam, podem ligar pra Cinthia.

— A gente falou com a Cinthia há meia-hora — revelou Lorena. — Ela confirmou tua história de relacionamento aberto e disse que teve que deduzir que éramos nós duas porque você nos prometeu não contar pra ela.

— Essa é a única razão pela qual estamos conversando e não chutando teu saco no chão até tu parar no hospital! — concluiu Carolina.

— Segundo ponto: eu nunca aleguei e nem prometi exclusividade pra nenhuma de vocês duas.

— Ah, então é isso — disse Lorena. — Tá dizendo que a gente foi burra por ter assumido que você tava dando em cima das duas ao mesmo tempo.

— Não — respondi, mantendo a calma. — Apenas estou dizendo que não enganei vocês quanto a isso. Não vendi o que não podia entregar.

— Muito conveniente — argumentou Carolina. — “Eu não prometi exclusividade” vira escudo pra qualquer coisa.

— O ponto é que você comeu as duas, em segredo da outra — acusou Lorena.

— Vocês duas pediram segredo.

Eu mantive a tranquilidade e a voz suave. Sabia que, se eu parecesse defensivo, perderia.

— Eu fui totalmente honesto no tratamento e nos acordos com cada uma — falei. — Inclusive na parte de manter segredo. Quem quebrou o segredo foram vocês, contando uma pra outra.

— Você tá tentando jogar a culpa na gente? — contra-argumentou Carolina.

— Não — respondi. — Eu tô apontando uma consequência. Vocês decidiram mudar as condições entre vocês. Tudo bem, vocês são adultas. Só não dá pra me acusar de descumprir as regras. Eu não prometi exclusividade. Eu disse que era uma dinâmica aberta, com discrição. E isso eu cumpri.

A Lorena bateu o dedo no braço do sofá, impaciente.

— A dinâmica aberta era vou fazer um rodízio com nós duas? — perguntou ela.

— Não. Eu sabia que era capaz de cumprir o que prometi a cada uma. Ser uma boa companhia nos programas de cada uma e um bom sexo enquanto não enjoassem de mim. E seria discreto. E até agora eu cumpri tudo que combinamos.

A Carolina e a Lorena suspiraram alto.

— Nós duas tivemos uma longa conversa sobre você enquanto você dormia na cama da Lorena ontem — disse ela.

— É tudo uma questão de organização — disse. — Não vou fingir inocência. Talvez eu devesse ter sido mais aberto com as duas dizendo que havia uma outra mulher, sem dar detalhes. Mas se vocês quiserem manter os acordos individuais que fizemos, dou a minha palavra que vou cumprir o combinado.

O silêncio ficou mais longo e senti que as duas estavam testando minha resistência. Não transpareci nada além de paciência.

— Tá — disse Lorena, e sentou mais reta. — A gente vai manter os acordos individuais. Cada uma com você, ao mesmo tempo.

— Só que com novas condições — completou Lorena.

— Podem dizer.

A Carolina levantou um dedo.

— Atenção integral pra nós duas pelas próximas duas semanas — disse ela. — Você é nosso! Nosso! Vai dormir aqui na primeira semana. Na segunda semana, você dorme na casa da Lorena.

A Lorena levantou outro dedo.

— E você vai fazer tudo o que a gente quiser agora — disse ela. — Tudo!

— Se você falhar ou arregar uma vez, uma vez que seja, com qualquer uma das duas, o acordo com as duas acaba — continuou Carolina.

— Em troca, nós aceitamos o vínculo do batizado da putinha, só pra você não chorar que estamos te usando — brincou Lorena. — Mas lembre-se que um vínculo vai pros dois lados e você quis a nossa amizade eterna. Nós seremos suas Grilos Falan...

Assim que escutei a parte em que as duas aceitavam ser minhas putinhas particulares e exclusivas durante essas duas semanas, a decisão foi tomada.

— Aceito! Aceito! Aceito! Aceito! Aceito! Aceito! — Olhei pro calendário e percebi um problema sério que fez a cabeça de cima sobrepor a cabeça de baixo. — Mas tenho um pedido em troca: A próxima sexta à noite, eu quero liberdade. Eu sempre saio todo dia 1º com a Cinthia. É uma coisa nossa. Eu não quero quebrar isso.

— E se a gente disser “não” — perguntou Carolina.

— Escolho a Cinthia.

As duas se olharam com certo orgulho e satisfação.

— Tudo bem — disse Carolina. — A sexta a partir do por do sol é sua e da Cinthia.

— Mas você terá que voltar pro apartamento da Carolina antes do sol nascer no sábado — disse Lorena, que parecia se divertir com a ideia de me espremer.

— Então, temos um acordo.

A Lorena começou a rir na mesma hora.

— Jonas, você não vai aguentar dois dias — disse ela, entre risadas.

— Eu aguentas as duas semanas e vocês vão querer prorrogação!

A Carolina encarou a Lorena por um segundo, e então as duas começaram a gargalhar, alto, sem piedade. Fiquei em silêncio e sorri com educação, aceitando o golpe.

— Então começa agora, consistente — disse ela. — A gente ainda tem uma apresentação pra arrumar. Você vai ajudar de verdade.

Não demorou quinze minutos e estávamos os três nos sofá trocando beijos. Eu sendo ensanduichado pelas duas, alternando as bocas sem pressa. Enquanto beijava a Lorena, sentia seu perfume e um sabor de sol que ainda estava fixado em sua pele. Enquanto beijava a Carolina, sentia o cheiro do chá que ela tomara e sua pele quente.

A Lorena tinha um beijo intenso e brincalhão e a Carolina tinha um beijo mais profundo e seguro. O contraste fazia o meu pau querer sair das calças. E elas logo perceberam o volume pedindo licença pra sair e baixaram a minha calça.

Com a minha a calça e a cueca derrubados no chão, continuamos trocando beijos. Por vezes, a Lorena beijava a minha boca enquanto a Carolina masturbava o meu pau. Depois, a Carolina passava a receber os meus beijos enquanto a Lorena me punhetava. Enquanto elas faziam isso, minhas mãos passeavam pelos corpos das duas, as massageando por completas.

— Não pense que não vimos você de olho nas outras lá, seu safado sem-vergonha — disse Carolina.

— Eu também vi a Lorena toda de olho no pau do Antônio — retruquei entre beijos.

— Duas semanas acabam rápido — retrucou Lorena.

— Prometa que vai manter suas garras longe da minha prima Sarah pra sempre — insistiu Carolina.

— Prometo — respondi, beijando a Carolina na boca. — Prometo nunca tentar nada com a Sarah.

Ao ouvir isso, a Carolina mordeu o meu lábio inferior, intensificando o beijo. Nossas línguas se entrelaçavam, enquanto a Lorena masturbava o meu cacete.

— Mas eu não gostei de como a Natália te chamou de covarde — disse Lorena. — Você É covarde, mas não deixa de ser um homem de verdade por isso.

— A Natália merece uma vendeta nossa... — suspirou Carolina, entre os beijos.

— E se a gente ajudar o Jonas a fazer a Natália nos substituir quando passar as nossas duas semanas? — sugeriu Lorena.

O meu pau solavancos de prazer com a ideia que ouvira.

— A Natália recebendo o batizado da putinha? — perguntou Carolina, chupando o meu pescoço. — Só se ela tiver o mesmo vínculo que você prometeu a nós duas...

— Eu prometo — enquanto as duas chupavam meu pescoço.

Não pensei duas vezes e enfiei sua língua na boca da Lorena e comecei a beijar sua boca quente e molhada, sentindo sua língua entrelaçando na minha.

— Vocês duas vão mesmo me ajudar a conquistar a Natália? — perguntei, sem olhar pras mãos delas.

— Você acha que a gente mentiria pra você, querido? — disse Lorena, com um sorriso malicioso.

Com a ajuda daquelas duas, conquistar a Natália seria uma questão de tempo.

— Tirem suas calças! — ordenei.

— Vai jogar quinta no time do Rogério? — perguntou Lorena, do nada.

— Claro que não. Prefiro manter meus joelhinhos onde estão.

— Só vai ter a minha buceta se jogar no time do Rogério — sentenciou Lorena, séria. Olhei pra Carolina e ela era favorável àquilo.

— O nosso acordo...

— Vai se contentar com boquete e punheta vindos de mim — disse Lorena. — Ou larga de ser covarde e joga no time do Rogério.

— Prefiro ser um covarde que não anda de muletas.

— Então, vai ter só boquete hoje — sentenciou Carolina. — De castigo.

As duas ficaram de joelhos no chão, uma ao lado da outra. Na minha frente, olhando pro meu pau duro e solavanco.

— O pau de um tremendo covardão — sentenciou Lorena.

Aos poucos, as duas começaram a beijar a minha pica. Enquanto lambia as bolas, a outra mamava gostoso no meu cacete.

— E pensar que esse covarde vai se contentar com boquetes, né? — disse Lorena assistindo a Carolina estava chupando o meu pau com vontade mesmo.

— Isso porque ontem ele queria comer os nossos cuzinhos... — comentou Carolina, descendo a cabeça e a língua pra dar espaço pra Lorena.

— Os nossos cuzinhos virgens... — continuou Lorena. — Jogou fora a oportunidade de uma vida pro medo de um joguinho...

Eu sabia que elas tavam me provocando. Era só provocação, mas aquilo tava me deixando louco de mais excitado. Sentia a boca da Carolina em uma das minhas bolas, sugando-a enquanto a Lorena começava um sobe e desce no meu caralho com a boca. A Carolina trocou de bola e a Lorena desceu a boca para pegar a outra.

Enquanto sentia aquelas duas boquinhas sugando levemente as minhas bolas e a Lorena punhetava minha rola, eu estava louco pra gritar que jogaria contra quem elas quisessem. Mas eu sabia que, se eu voltasse atrás agora, as exigências delas aumentariam cada vez mais.

As duas logo passaram a dividir o meu pau de novo, babando ele das bolas até a cabeça. Meus olhos reviravam de tesão enquanto Lorena e Carolina alternavam suas bocas na minha pica.

— Covarde filho da puta! — xingava Lorena, enquanto me chupava.

— Posso ser covarde, mas você é a minha putinha — respondi, entre gemidos.

— Repete se for homem!

Estava em um grau de excitação tão grande que não aguentei mais e segurei firme a Lorena pela cabeça e enfiei meu pau bem fundo na sua boca.

— Você é a minha putinha particular!

Eu comecei a se curvar devagar, estava muito perto de gozar. A Lorena chupava com vontade e fez sinal pra eu soltar a cabeça dela. Obedeci imediatamente.

— Faz aquilo agora, desgraçado de uma figa!

As duas se aproximaram os rostos do meu pau e começaram a punhetar ele, cada uma com uma mão. Entendi o que elas queriam.

— Carolina e Lorena, com esta porra, eu as batizo como as minhas putinhas particulares!

Os jatos de porra esguichavam intensos da cabeça do meu pau, acertando os rostos das duas e seus cabelos. Tentei evitar acertar as suas roupas. Elas recebiam aquela porra quentes com um sorriso no rosto.

— Este é um vínculo eterno nos unindo, mesmo depois que terminarmos.

Depois que ejaculei até a última gota nos belos rostinhos de ambas, elas responderam.

— Um vínculo tem duas vias — disse Lorena. — A gente promete sempre agir pensando no que for o melhor pra você.

— Mas você vai nos aturar pra sempre — completou Carolina. — Nos deu sua palavra.

— E, pelo amor de Deus, você goza demais! — comentou Lorena. — De onde vem tanta gala? Era pra você tá seco!

— Nossa... Mas é muito mais que o meu ex-marido — disse Carolina.

Eu me joguei no sofá, cansado, enquanto as duas se levantavam. A Lorena pegou uma toalha porque ela quem precisava se limpar o mais disfarçadamente completo.

— Eu disse que aguentava dar contas das duas — falei, enquanto suspirava no sofá.

As duas riram de novo. Talvez porque eu parecesse mal ter aguentado um boquete duplo...

Depois disso, cheguei ao meu apartamento e a Cinthia estava na sala, com uma camiseta velha e um short de dormir. Por sorte, a Rebecca não tinha chegado de sabe-se-lá-onde-ela-estava ainda. Assim, tive a privacidade necessária pra atualizar a minha esposa sobre os acontecimentos recentes.

A Cinthia olhou pra mim com uma expressão de quem já tinha lido o que acontecera e deduzira os eventos das últimas horas, bem como o que eu teria que fazer.

— A Lorena e Carolina resolveram meio que alinhar as expectativas comigo.

Ela virou o corpo na minha direção e me olhou sorrindo.

— Elas descobriram uma da outra e decidiram te enquadrar — disse, me encarando em silêncio e recalculando. — Melhor. Elas já sabiam uma da outra e hoje foi uma armadilha pra te enquadrarem.

— Isso.

Ela não conseguiu segurar o risinho, pois me avisou desde o começo que eu tava tentando abraçar o mundo com as pernas.

— E você apanhou muito? — perguntou divertida.

Era minha vez de surpreender ela.

— Na verdade, elas querem manter o acordo até o aniversário das duas, mas com algumas exigências a mais.

Ela ficou interessada por essa reviravolta que ela não previra e pediu mais detalhes. Eu contei sobre as duas semanas, sobre ter que ir morar e dormir uma semana na casa de cada uma, sobre o lance de dar “atenção integral” e sobre a regra de que se eu arregar, perco as duas ao mesmo tempo.

— Mas nada muda sobre esta sexta — afirmei. — Isso, eu exigi e elas cederam. Dia 1º à noite é nosso.

A Cinthia me encarou por alguns segundos. Ela não tinha ciúme do sexo, mas podia não gostar do meu afastamento por duas semanas.

— Tudo bem — sentenciou ela. — Mas eu vou querer prioridade integral em dar em cima da Rebecca enquanto ela estiver sob nosso teto.

— Mais do que justo. — Eu nem sabia onde ela estava.

— E, desta vez, como eu não vou ter chance com essas duas, não vou deixar passar essas duas semanas de graça. Quero um sacrifício em troca.

— Peça.

— Quero que apague todas as fotos que você tirou de pessoas transando sem que elas soubessem que você tirou essas fotos — determinou Cinthia. Isso incluía fotos e vídeos de flagras como os que tinha da Rebecca com Maurício e da Eliana com Leandro no sítio, durante o aniversário da Jéssica. — Nunca gostei de você ter essas fotos. Fotos negociadas e posadas são uma coisa. Eu até gosto de posar pra você. Mas fotos de flagras são nojentas. Só tolerei até agora porque você não tinha muitas modelos. Mas agora você tem pastas e mais pastas com nudes da Letícia, Alessandra, Antônio... E eu aposto que, em breve, dessas duas aí também lista. Você não precisa mais daquelas fotos.

— Se eu soubesse que você não curtia essas fotos, já teria apagado há muito mais tempo — respondi. — Ou nem teria as tirado.

A Cinthia assentiu sem drama.

— Eu sei, mas não queria ser uma estraga-prazer — disse ela. — Mas você tá num ano milagroso e não precisa mais delas.

Ri da alfineta sobre ser um milagre eu ter conquistado essas mulheres. Era verdade. Dei um selinho na minha esposa e fui ao escritório.

Apaguei todas as pastas das fotos de flagras sexuais. Do HD principal, do backup no HD externo, das três nuvens, de todos os cantos. Sem mais nudes da Rebecca, Eliana, Maurício, Leandro e outros em canto nenhum. Conforme acordado com a minha querida esposa, agora sobravam as pastas de quem tinha posado pra minha máquina fotográfica: ela uma pasta por ano, Letícia em três ocasiões, Alessandra em duas e Antônio em duas. Já era um portifólio de respeito.

A Cinthia apareceu na porta do escritório pra me avisar que já tinha começado a fazer “minha mala” pra que eu ganhasse tempo antes que a Rebecca e o seu Raimundo chegassem.

— Tá apagado — disse, ao vê-la. — Tudo.

— Obrigada — disse ela. — Se for bonzinho e sobreviver a essas duas semanas, ainda te ajudo a convencer a Rebecca a posar nua pra ti.

Eu virei o rosto e beijei a mão dela, porque era um gesto que eu sempre faço quando quero dizer “você manda mais em mim do que imagina”.

— Por que ninguém acredita que eu vá sobreviver essas duas semanas?

Ela sorriu.

— Meu querido, diferente de você, eu pesquisei sobre os hábitos e gostos delas...

Fomos ao nosso quarto e enchi uma mochila com uma muda de cuecas, roupas pra uma semana que eu trocaria no final de semana e a escova de dentes. A Cinthia sugeriu que eu colocasse camisetas básicas e roupas esportivas porque a Lorena era atlética.

— Vai ser divertido. Mande notícias antes de dormir todos os dias. Deixa que eu enrolo a Rebecca.

Larguei a mochila no chão e abracei Cinthia com força. Demos um senhor beijo. Daqueles beijos de casal que sabe que seu amor transcende o sexo. Sexo é pra nossas conquistas, o que fazemos é amor. Senti o corpo dela, o cheiro dela, o jeito dela de encaixar a mão na minha nuca, e pensei que podia rodar o mundo inteiro que sempre voltava pra esse lugar.

— Sexta é nossa — disse perto da boca dela.

— Sexta é nossa — confirmou ela.

Peguei a mochila, dei mais um beijo nela, e saí.

Era perto das 23h30 da segunda quando entrei no apartamento da Carolina, que tinha deixado a porta aberta pra não chamar atenção dos vizinhos. Ela estava com camiseta regata sem sutiã e calça de moletom, além de uma cara de quem reclamava que eu demorei demais.

— Vem. Deixa eu te mostrar a casa bem rápido — disse ela. — E depois a gente fala das regras, porque eu acordo cedo.

— Sou todo ouvidos — a segui.

Ela me mostrou a sala, a cozinha, o banheiro comum, a varanda com suas plantas, o escritório com três telas grandes e apontou o quarto de hóspedes.

— Este é o seu quarto — disse ela. — A roupa de cama já está limpa e deixei uma toalha no criado-mudo. Banheiro, você usa o social. O meu quarto e o escritório são território fora quando eu tiver trabalhando. De resto, sinta-se em casa.

Entramos no quarto de hóspedes. Era grande e mobiliado. Algo me dizia que ela receberia visitas em breve.

— Eu trabalho no fuso horário de Amsterdã. Então, acordo 3h30 todo dia e começo a trabalhar às 4h — disse Carolina. — Por volta das 7h, 8h é hora do almoço por lá e eu paro pra tomar café da manhã de novo. A principal regra é não aparecer de supetão no meu escritório, porque eu posso estar em reunião com câmera ligada. E, por favor, sem barulho antes das 15h. Nada de música ou TV alta.

Tentei manter as coisas leves.

— Não se preocupe. Tenho que sair às 7 e pouco pro trabalho. Provavelmente, só vamos nos ver quando você estiver livre também.

A Carolina riu de leve.

— Uma última coisa: você pode dormir na minha cama, mas só quando a gente trepar de noite. Mas em dias como hoje, eu prefiro o meu espaço.

Assenti sem comentar que tinha percebido que a Carolina era BASTANTE espaçosa enquanto dormia.

— Agora eu vou dormir porque está muito tarde pra mim, já.

— Boa noite, Carolina.

— Boa noite, Jonas — respondeu ela, que me deu um beijo na boca rápido e foi pro seu quarto. — Amanhã, a gente conversa melhor.

Deitei na minha cama e fiquei pensando sobre como seria os próximos dias. Eu sabia que elas iam tentar me “castigar” por ter (não menti!) omitido parte da verdade de ambas, mas elas também queriam sexo. E, pelo jeito, as duas queriam mostrar que poderiam me domesticar. Veremos quem venceria: elas me domesticando ou eu?

Acordei por volta das 6h. O apartamento estava silencioso, mas deu pra notar a presença dela no escritório. Não fiz barulho e nem cheguei perto de lá, respeitando nosso acordo e seu horário de trabalho. Tomei um banho e me arrumei porque precisava ir pra faculdade.

Como ainda tinha um tempinho, preparei um café da manhã reforçado pra minha anfitriã/amante/namorada/amiga colorida. Pão, frutas, leite, iogurte, um prato com ovos mexidos, café feito na hora na garrafa térmica pronta. Tudo organizado na mesa pro caso dela sair depois que eu tiver ido. Deixei um recado na mesa.

“Seu café de manhã.

Com afeto, Jonas.”

Perto das 7h e pouco, quando estava saindo, a porta do escritório abriu e a Carolina apareceu na cozinha, ainda no piloto automático, e então parou quando viu a mesa e ficou alguns segundos em silêncio.

— Você fez isso tudo... — disse ela, surpresa e depois rindo. — Eu achei que você ia usar essa semana pra tentar me conquistar com discurso, mas você veio com comida.

— Comida sempre funciona.

Ela começou a comer, e eu vi os ombros dela relaxarem aos poucos. Ela provou e aprovou tudo.

— Preciso ir, senão me atraso pra faculdade — avisei.

— Até mais. — Ela se aproximou e me deu um beijo na boca mais longo do que o da noite anterior. Um beijo que dizia “valeu o esforço, mas não se empolga”.

De lá, peguei um Uber pra faculdade, porque a Cinthia ficaria com o carro a semana toda.

Perto da hora do almoço, eu estava livre na minha sala no departamento quando recebi uma mensagem de WhatsApp.

[LORENA]: “Já mudou de ideia? Já quer jogar na quinta?”

[JONAS]: “Não vou.”

[JONAS]: “Tenho princípios.”

[JONAS]: “E medo.”

[LORENA]: “Olha o que você vai estar perdendo se não jogar.”

[LORENA]: Foto de 1 visualização.

Recebi uma foto em close da bucetinha apertadinha, totalmente depilada. Rosadinha.

[LORENA]: “Gostou da foto?”

[JONAS]: “Estou indo aí avisar pro Rogério que vou jogar na posição que ele mandar!”

Menos de uma hora depois, eu estava na empresa de importação e exportação da Lorena. Parecia um escritório como aquele do The Office. Mas antes que eu pudesse me localizar, a Lorena me puxou pra dentro da sala dela, persianas baixadas.

A Lorena vestia uma roupa de executiva. Saia lápis, camisa social, salto sóbrio. E óculos. Eu nem sabia que ela usava óculos.

— Então, você veio negociar os termos da sua rendição e submissão a mim? — perguntou Lorena, brincalhona, pedindo pra eu me sentar.

— Tudo bem. Eu jogo no time do Rogério — aceitei a rendição. — Mas eu posso ser dos reservas?

— Jonas, meu querido, eu não estaria insistindo tanto pela sua presença se o Rogério não estivesse com sérios problemas pra achar os 11 do time titular!

— Tá tão feio assim?

— A Jéssica me contou que dois colegas médicos dela toparam. Nossa esperança de completar os 11 é convencer o pessoal daqui.

Respirei fundo. Eu não queria. Não gostava de jogar bola. Só tinha lembranças ruins e humilhantes de jogar futebol: não ser escolhido por nenhum dos dois times, fazerem bobinho comigo, tropeçando e caindo sozinho, todo mundo rindo da minha cara por causa da minha inabilidade. Eu odiava jogar bola porque futebol não era um jogo entre amigos. Era uma competição em que eu tinha todas as desvantagens e ainda seria obrigado a jogar no pior time. O Enéias e o Pedro iam se revezar pra meter a bola entre as minhas pernas ou me driblar de um jeito que eu ia cair no chão sem ver a bola. Eu seria humilhado e ridicularizado e todo mundo iria rir da minha cara.

Na frente da Rebecca.

Na frente da Alessandra.

Na frente da Letícia.

Na frente da Lorena

Na frente da Carolina.

Na frente da Cinthia!

Eu preferia ser chamado de covarde a isso, mas não teria escapatória agora.

— Olha, Jonas, isso é importante pro Rogério — explicou Lorena. — Ele é o meu melhor amigo desde que aprendi a ler. Ele é o meu irmão, entende? Se importante pra ele, é importante pra mim. E se é importante pra mim...

— Vou ganhar pontos contigo — completei.

— Vou te achar uns 5% menos filho da puta.

— Eu faço esse acordo.

A Lorena arregalou os olhos com alegria, satisfeita demais.

— O embargo acabou?

Em vez de responder com palavras, a Lorena olhou pro relógio e me pediu pra esperar uns quinze minutos em silêncio e saiu.

Vinte minutos depois, ela apareceu na pressa na porta.

— Rápido. Temos pouco tempo. Vai pro almoxarifado no corredor agora!

Quando a Lorena sinalizou, entrei correndo no almoxarifado. Ela entrou em seguida, achou que trancou a porta e começamos a tirar a roupa. Eu tirava a minha roupa de professor com calma enquanto a Lorena se livrava rápido de sua roupa de executiva.

— Tem certeza de que isso vai te trazer problema? — perguntei. — E se alguém nos flagrar.

— Ah, fala sério, Jonas. O Rogério e a Jéssica trepam neste almoxarifado três vezes a cada duas semanas e os coelhos juram que ninguém sabe.

— Quê?

— A gente tem que aproveitar que a Jéssica tá aqui. Mesmo que nos escutem, ninguém vai acreditar que NÃO são eles dois. — Lorena tirava a calcinha. — Eu sempre quis transar aqui dentro. Só não tinha um...

Olhei pro corpo nu da minha amante/namorada/amiga colorida/parceira/putinha/dona. Sua pele bronzeada e atlética, sem estrias. Os seios médios pra pequenos, mas bem firmes e com mamilos escuros bem grandes e bicos bem salientes. Sua buceta lisinha, apertadinha e totalmente depilada.

— ... Parceiro — completei com o pau dando sinal de vida na hora.

O risco de alguém nos escutar acabou me deixando com mais tesão do que imaginava. Já fui a abraçado enquanto batalhávamos nossas línguas num beijo de tirar o fôlego. Coloquei o meu pau entre as pernas dela e ela foi apertando meu caralho com força com as coxas.

Respondi apertando sua bundinha perfeita, a massageava com as duas mãos, e a colocava contra a parede. Isso tudo enquanto continuávamos nosso beijo. A Lorena cravou suas unhas nas minhas costas, logo abaixo da nuca e isso me excitava ainda mais.

Quando pausamos o beijo, Lorena provocou:

— Olha no que você me transformou, filho da puta!

Respondi colocando ela contra a parede do almoxarifado e apertando sua bundinha arredondada, com as minhas mãos entre as nádegas e a parede. Apertava e apalpava.

— Isso é só o começo, minha putinha. Você vai liberar esse cuzinho virgem antes do nosso prazo acabar.

— Vai sonhando — respondeu Lorena, tirando a bunda da parede, mas sussurrando em meu ouvido. — Bate na minha bunda.

Obedeci e tasquei um tapa nas nádegas dela.

— Mais forte!

Dei uma mais forte.

A Lorena me empurrou contra a parede, encapou o meu pau, colou seu corpo no meu, levantou a perna e encaixou meu pau na sua bucetinha. Mesmo tendo transado com ela outras vezes, me surpreendia como era apertadinha.

Começamos a meter. Em pé, mesmo. A bunda da Lorena estava virada para parede, e para provocar, eu enchia a bundinha de tapas e apalpadas. Ela gemia, me xingando de filho da puta e eu respondia que ela era minha putinha e ia dar o cuzinho pra mim.

Eu continuava estocando com vontade na Lorena contra a parede, quando ouvi o barulho de porta do almoxarifado se abrindo. Ouvi um gritos de susto de uma mulher, que definitivamente esperava encontrar o almoxarifado ocupado com uma transa.

— MEUS OLHOS! MEUS OLHOS!

Não pude ver quem era, porque ela saiu rapidamente e bateu a porta pra trancar.

— Não para de foder! — A Lorena estava mais preocupada em cravar suas unhas na minhas costas e eu não parar de socar forte na sua buceta. — Vai! Vai!

— Mas....

— Era a Lisandra. Deixa que eu falo com ela mais tarde — explicou. — Mas exijo que me prometa que nunca vai encostar suas mãos fétidas na Lisandra.

Eu nem sabia quem era Lisandra.

— Prometo nunca dar em cima da Lisandra!

— Então continua metendo!

A Lorena me envolveu com uma das pernas e não me deixou diminuir o ritmo. Continuamos a foder intensamente.

Depois de algum tempo aquela posição começou a ficar cansativa e decidi inovar. Virei ela e a coloquei contra a parede, para que os peitinhos firmes e deliciosos dela ficassem pressionados contra a parede. Agarrei aquela bundinha com gosto e comecei a meter na sua bucetinha por trás.

Ela gostou muito da posição. E eu, se sabia que não ia inaugurar aquele cuzinho naquela tarde, me satisfazia com aquela bundinha se esfregando na minha pélvis enquanto metia na sua bucetinha.

Voltamos pra posição anterior. Agarrei sua bundinha com mais força e passei a bombar na bucetinha dela com mais afinco. A Lorena gemia se controlando pra não gritar. Nossos gemidos eram quase urros, com as bocas trincadas, pra emitir menos. Era uma foda implacável e excitante. Passei a meter mais e mais rápido. Estava quase no clímax.

— Vou gozar! — gemi por entre os dentes trincados.

— Goza dentro, desgraçado!

Num suspiro, comecei a jorrar minha porra na camisinha dentro da buceta da Lorena. Ela exclamava de excitação. Descarreguei uns bons seis ou sete jatos de porra dentro da camisinha. Parecia um animal jorrando. Quando finalmente parei de gozar, com um grande suspiro relaxei.

— Dá um nó nessa camisinha — ordenou Lorena quando separamos nossos corpos e tirei a camisinha. — Eu vou me livrar dela no banheiro.

Começamos a nos vestir. A Lorena colocou a orelha na porta.

— Como imaginei. Todo mundo foi almoçar. Só a Lisandra e o Vinícius devem ter sabido.

Ela se virou pra mim em seguida.

— Tá livre esta tarde?

— Sim.

— Me encontra neste endereço daqui a uma hora. — Ela pegou uma caneta numa das estantes e escreveu um endereço no meu braço.

— Certo, mas antes eu preciso achar o Rogério pra falar pra ele que estou no time. — Eu queria? Não. Mas era um homem de palavra.

— Tá maluco? Isso tu fala por WhatsApp!

— Mas...

— Como você vai explicar a tua presença aqui, bocó?

Ela tinha razão. Eu me terminei de me vestir e olhei a hora. Era perto de 13h30. A Lorena foi a primeira a sair, correndo pro banheiro. Esperei mais um pouco e sai. Estava no corredor, indo embora, satisfeito com o crime perfeito.

— Jonas? — disse Rogério, atrás de mim, me matando do coração. — O que você tá fazendo aqui?

Hora de improvisar.

— Ah, Rogério! Estava te procurando! Eu vim falar com você.

— Mas você já tá indo embora.

— É... — desconversei. — Eu não te achei, aí desisti e tava indo. Sabe como é, se não me atrasaria pra próxima aula.

— Bem. Estou aqui. Pode falar.

Respirei fundo. Era o momento que eu temia.

— É sobre a partida... — disse, abaixando um pouco a voz.

Rogério esperou.

— Eu... — engoli seco, exageradamente. — Eu vou jogar no seu time. Contra o time do Enéias.

Falei como se estivesse me oferecendo para um sacrifício ritual.

— E desculpa o sumiço. Eu juro que não queria ter sumido. Foi uma confusão de dias, de horários. Mas eu quero jogar, sim. Quero ajudar. Se tiver alguma posição que a pessoa sofra menos... Lateral? Volante?

— Jonas, eu agradeço mesmo — respondeu Rogério, com simpatia. — De verdade. Mas eu fechei o time hoje.

Não acredito! Eu estava salvo!

— O time tá fechado?

— Sim. O Carlos falou com um colega de faculdade de vocês, o Everaldo. Ele vai ser o décimo primeiro.

Eu estava salvo! Bem, eu teria que ir e pagar de reserva. Mas ninguém em sã consciência me poria no jogo. Eu cumpriria a minha palavra sem precisar cumprir a parte dolorosa! Os meu ombros relaxaram, o meu rosto se abriu num sorriso de orelha a orelha.

— Graças a Deus — exclamei, olhando para cima. — Graças a Deus e ao Carlos. Eu vou acender velas pra ele hoje. Pro Carlos realizar todos os sonhos dele. Todos.

— Jonas, você pode ficar como reserva...

O Rogério começou a dizer, mas eu já sabia que da reserva não escaparia. Me afastei o mais rápido que pode, quase fugindo. Eu iria estar lá na quinta de noite. Mas seria um reserva inofensivo. O Rogério olharia pra mim e pro velho Raimundo e chamaria o velho Raimundo pra partida!

Estava salvo!

Uma hora depois, meu corpo já avisava que, dentre as escolhas ruins que fiz no ano, a pior foi acreditar que “programa esportivo” significava cooper. Enquanto eu usava a única roupa mais de academia que eu tinha, a Lorena estava roupa de treino: top esportivo escuro, legging preto bem ajustada nas coxas e que enfatizava bem sua bundinha arredondada. Sua pele bronzeada dela brilhava no sol.

— Preparado, Jonas? — perguntou Lorena, me cutucando com o dedo. — E, lembra, sem drama. Você falou que aguentava.

Estávamos num lugar que ela chamava de “ponto de treino”. Uma praça com estruturas baixas, muretas, corrimãos, uns bancos de concreto e um pessoal da idade dela que parecia ter nascido sem medo. A Lorena chegou cumprimentando todo mundo, além dela ser simpática já devia ser conhecida do pessoal ali. Eu fiquei um passo atrás, observando.

— Primeiro, aquecimento — disse Lorena, já alongando, e o jeito dela esticar aquelas coxas pernas me deixava louco pra um round 2. — Quadril, tornozelo, ombro. Você vai pular e aterrissar. Se aterrissar errado, vai doer.

— Doer o quanto?

— O Josué ficou seis meses de muleta porque errou o pouso. — Lorena apontou pra um cara de 30 anos muito mais atlético que eu.

Depois do alongamento, a Lorena me ensinou a base com uma paciência que durou exatamente quatro minutos. Ela mostrou como saltar uma mureta com impulso curto, como apoiar a mão no concreto sem machucar o punho, como descer de um banco amortecendo com os joelhos.

Eu tentei imitar e descobri rápido que meu corpo tinha sido treinado a vida inteira para sentar em cadeira, levantar para dar aula, e caminhar em corredor de universidade com café. No primeiro salto, bati a canela e tentei fingir que não foi nada enquanto chorava por dentro.

Sei que pode parar idiota, mas eu não queria passar vergonha (ou fazê-la passar vergonha) na frente dos amigos dela. Nos minutos seguintes, eu caí mais vezes que o Avaí e o América-MG pra Série B nos últimos quinze anos. Mas fora verificar se eu tava inteiro, a Lorena não parecia se importar com a minha incompetência. Ela ficou do meu lado, pegou meu braço e ajeitou meu ângulo.

Eu tinha dado a palavra que não desistiria e realmente me esforcei. Claro que a visão daquela legging com aquele belo par de coxas e aquele bumbum arredondado e com formato de pera discreta ajudavam a reerguer meu ânimo quando os meus joelhos gritavam de sobrecarga após um pouso. Ela se dividia entre se divertir e ver se eu não me machucava. E, cara, a Lorena era foda no parkour. Conhecia o circuito daquela praça quase como uma memória muscular, cada ponto onde pular, as distâncias, tudo.

— Faz assim — disse ela, me orientando a pular de uma mureta pra outra de forma segura. — Um passo, impulso, mão aqui, pé aqui. Sem hesitar. Você hesita e seu corpo entra em modo “fuga”.

— Meu corpo já está em modo “fuga” só de estar aqui.

— Pra um covarde que tem medo de dividida, você tá me surpreendendo — respondeu Lorena.

Eu tentei de novo. E de novo. No terceiro, eu acertei a mureta, foi bem feio e amador, mas comemorei demais.

— Parabéns! — disse Lorena. — Quase morreu, mas passou.

A sequência seguinte era um corrimão baixo, uma passada por cima e uma aterrissagem no chão. Fiz a passada até bem, mas, na aterrissagem, meu pé escorregou. Eu fui pro chão com uma rapidez humilhante, e a praça inteira pareceu fazer silêncio por um segundo, ou foi só meu ouvido. O tombo foi feio, joelho e mão raspando, e eu fiquei deitado encarando o céu. A Lorena correu até mim, agachou, e o olhar dela veio sério de um jeito raro.

— Jonas, você tá bem? — perguntou ela, mão no meu ombro, firme. — Olha pra mim.

— Eu tô bem — disse, tentando respirar com calma. — Meu joelho discorda, mas tô bem.

Ela avaliou rápido e o rosto dela relaxou.

— Você tentou de verdade — disse Lorena, com doçura. — Isso é o que eu queria ver.

Eu sentei devagar, limpando a mão na camiseta, sentindo o calor do arranhão e o gosto amargo de fracasso. Pra minha surpresa, ninguém estava rindo de mim. Pelo visto, esse pessoal se apoiava mesmo.

Depois disso, nas horas seguintes, fizemos um treino mais adaptado ao meu nível: saltos baixos, deslocamentos curtos, muita pausa. A Lorena parecia feliz com qualquer microprogresso meu, comemorando com uma empolgação que fazia até o fracasso ficar tolerável. Quando eu acertava um apoio de mão sem perder o equilíbrio, ela abria um sorriso largo. E eu francamente não entendia porque ela estava tão feliz se, na prática, eu estava atrapalhando ela de praticar no nível dela.

— Eu gostei — disse ela, ao final.

— Do meu sofrimento?

— Da sua tentativa.

— Sabe. Eu pensei que ia doer mais.

— É porque o sangue ainda tá quente — respondeu Lorena, enquanto entrávamos no carro. — Não esquece que temos rapel às 18:30.

Ela tava certa. Não deu uma hora no apartamento da Carolina e tive que ir pra farmácia de tantas dores em tantas juntas. Comprei sacolas da farmácia de pomadas, analgésicos e Gelol. Voltei mancando pro prédio, pensando que não teria condições de praticar aqui nem se eu tivesse 25. Quanto mais 45... Só pensava em subir, tomar um banho e cair na cama. Mas, claro, em 40 minutos tinha que estar no rapel.

— Ô, seu Jonas — perguntou seu Geraldo ao me ver. — Aconteceu alguma coisa?

— Seu Geraldo, o senhor já ouviu falar de parkour? — perguntei, mancando até a portaria.

— Park... o quê?

Eu dei um meio sorriso que mais parecia uma careta. Sorrir fazia doer músculos que eu nem lembrava que existiam.

— Pois é. Eu também não tinha ouvido falar até hoje de tarde.

Fiz um aceno rápido com a cabeça, um tchau curto, e segui mancando em direção ao apartamento da Carolina, onde ia me entupir com analgésico e tentar estar bem pro programa seguinte.

Por volta das 18h30, estávamos num lugar de prática de rapel. Tudo profissional, tinha instrutor, equipamento, capacete, corda, tudo seguro. Isso não me impediu de olhar aquele paredão e pensar na minha inevitável queda.

A Lorena colocou o equipamento com rapidez, ajustou as fitas e testou o nó. O corpo dela, magro, mas atlético e definido, parecia projetado pra esse tipo de coisa. Ela sorria como se estivesse no seu ambiente natural.

— Você vai amar — disse Lorena, enquanto o instrutor explicava. — Você vai sentir aquele frio na barriga bom.

Frio na barriga pra mim era prenúncio de vômito.

Assenti, mas ela me deu um tapa leve no braço como se tivesse lido a minha mente. O instrutor me explicou o básico: postura, mão de freio, inclinação, olhar para frente, confiar no equipamento. Eu assenti, mas teoria é uma coisa. Na prática...

Na hora de descer, olhei pra baixo e o meu corpo travou. Aquele reflexo de “você vai cair e ficar tetraplégico” que não era facilmente convencível de que o equipamento era seguro. Facilidade era o sobrenome da Lorena. Ela desceu antes de mim, como se fosse rotina, parou numa altura intermediária e olhou pra cima.

— Vem, Jonas — animou ela. — É só fazer o que ele falou.

— “Só” — murmurei, e desci um metro com a elegância de um armário escorregando.

Eu errei a mão de freio e tive um susto. Nada perigoso, porque o sistema segurou, mas o coração disparou do mesmo jeito. Eu ouvi Lorena rir mais embaixo.

— Tá vendo? — gritou ela, incentivando. — Você não morreu!

— Essa não era a meta mínima?

— A Meta mínima é descer — disse Lorena. — A meta bônus é descer sem ir pro hospital.

Desci mais um pouco, parei, respirei, e continuei. Tive outro susto, travei de novo, e senti o corpo reclamar com dor do treino de parkour de mais cedo. Estava cansado, suado, com o joelho latejando. Mas continuei ainda assim por teimosia.

Quando eu finalmente cheguei embaixo, Lorena veio até mim com um sorriso enorme e me abraçou rápido.

— Sabia que você ia conseguir — disse ela.

— Consegui do jeito mais feio possível.

— Pois vamos de novo!

Depois desse susto imediato, ela me puxou para sentar, me deu água, e a gente ficou uns minutos vendo outras pessoas descerem. Então, nós subimos mais uma vez pra descermos por outro caminho. E de novo. E de novo. E de novo.

Eu olhava pra Lorena e ela tava sorrindo o tempo todo.

— Viu? Eu disse que ia te devolver inteiro pra Carolina — disse Lorena ao final da última descida. No total, tive umas cinco quase quedas salvas pelas cordas e sete sustos. — Quer vir de novo?

Respirei fundo, a olhei nos olhos e respondi rápido demais pra não me arrepender:

— Claro! É só chamar que eu venho. Parkour ou rapel. Eu não vou arregar.

Ela abriu o sorrisão.

— Dois dos meus três ex-namorados e o meu melhor amigo desistiram depois da primeira vinda. Um deles nem tentou.

Suspirei. A Lorena não era uma sádica vingativa (talvez um pouco, mas convenhamos que ela descobriu que eu comi a amiga dela no mesmo dia que ela), ela queria uma companhia que não desistisse. Mesmo que fosse uma companhia incompetente e covarde, se não desistisse ou chamasse ela de “radical demais”, isso era o suficiente pra deixa-la feliz.

— Vamos pra casa — disse ela, observando meu rosto. — Amanhã, eu tenho novos planos pra gente. Vou te apresentar meu esporte favorito.

Eu ri, porque não tinha energia pra outra coisa. A gente se despediu dentro do carro, no estacionamento, com um beijo quente. Batalhamos nossa língua enquanto o meu fôlego permitiu. Ela encostou a testa na minha e eu aproveitei pra falar baixinho.

— Você disse que eu não sobreviveria dois dias e eu já aguentei o primeiro.

— O dia ainda não acabou — respondeu ela.

Entrei no apartamento da Carolina com o corpo doendo em lugares que não sabia nomear e com a sensação de que eu tinha envelhecido cinco anos em uma tarde. Queria tomar um banho e passar pomada no corpo. Em vez disso, dei de cara com a Carolina arrumada pra sair.

A Carolina usava um vestido leve e formal, bonito sem exagero, tecido fluindo no corpo dela com um caimento que sugeria mais do que mostrava, cintura marcada com elegância, decote discreto que realçava sem gritar, sandália simples e cabelo solto bem arrumado. A pele levemente bronzeada dela parecia ainda mais macia.

— Você tá andando torto — disse Carolina, ao me ver. — Você tem 20 minutos pra tomar banho e estar pronto, senão a gente vai se atrasar.

— Se atrasar pra o quê?

— O Clube do Livro, criatura! — respondeu Carolina, impaciente. — Você disse que iria comigo pra todos os meus programas, então vai comigo pras reuniões semanais do Clube do Livro. A matrícula anual é só 600 reais.

— Carolina, por favor, eu passei o dia...

— Passou o dia com a Lorena — respondeu Carolina, ríspida. — Você disse que dava conta das duas. Se arregar agora, quebra o acordo e perde as duas.

Suspirei. Ela tinha razão.

— Desculpe. Vou me arrumar. Me dá quinze minutos.

— É pra usar traje social!

Manquei apressadamente pro banheiro. A Cinthia estava certa sobre eu não ter como abraçar o mundo com as pernas...

Pois bem, leitor. No próximo capítulo, a parte 14, vamos ter uma palestra sobre “O Morro dos Ventos Uivantes”, aulas de jiu-jitsu, maratona, crossfit, uma pessoa descobrindo a verdade sobre nosso trisal (isso conta como trisal?) e muito sexo.

Na parte 15, teremos a partida e meu encontro romântico com a Cinthia.

Nas partes 16 a 18, teremos o arco do final de semana na casa de praia. Só não garanto que eu esteja vivo até lá pra narrar isso...

Algumas perguntas sobre os próximos capítulos pros leitores responderem nos comentários:

1) O que vocês estão achando do acordo entre Jonas, Carolina e Lorena? Elas estão sendo justas, um tanto vingativas, sádicas ou uma mistura de tudo porque elas sabem que não podem dar mole com o Jonas?

2) O Everaldo, cujo histórico até o momento envolve ser continuamente rejeitado pela Natália, estragar o date com a Sarah e ser um pouco irresponsável com projetos (mas se voluntariou pro time do Rogério), merece comer alguma mulher nessa novela? Ou, sei lá, ser comido pelo Antônio, Jonas ou Leandro?

Coloquem nos comentários para o que vocês torcem que aconteçam nos próximos capítulos. Em breve, teremos a continuação.

Os próximos capítulos serão:

(CAPÍTULOS ENTRE SEGUNDA A QUARTA)

* Eu, minha esposa e nossos vizinhos – Parte 20 (PoV Jéssica)

* Quem Vai Comer a Advogada Evangélica? - Capítulo 14 (PoV Jonas)

* Eu, a esposa gostosa do meu chefe e os vizinhos deles - Parte 03 (PoV Lisandra)

* Eu, minha amiga gostosa e os vizinhos dela - Parte 04

* Eu e Minha Esposa Pulamos a Cerca... E o Caos Explodiu - Parte 12 (PoV Sarah)

* Passando a Vara nas Vizinhas. Ou Não. - Capítulo 16 (Carlos)

Lista de objetivos do Jonas até o final do ano:

- Alessandra (comida e feita de putinha/cúmplice)

- Lorena (comida e feita de putinha/amiga colorida)

- Carolina (comida e feita de putinha/amiga colorida)

- Letícia (comida e feita de putinha/semi-cúmplice)

- Antônio (comido e feito de putinho)

- Everaldo (comido)

Lista de desistências do Jonas:

- Sarah (acordo com Carolina)

- Érico (acordo com Carolina)

- Lisandra (acordo com Lorena)

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Foto de perfil genéricaAlberto RobertoContos: 132Seguidores: 294Seguindo: 0Mensagem Em um condomínio de classe média alta, a vida de diversos moradores e funcionários se entrelaça em uma teia de paixões, traições e segredos. Cada apartamento guarda sua história, no seu próprio estilo. Essa novela abrange todas as séries publicadas neste perfil. Os contos sempre são publicados na ordem cronológica e cada série pode ser de forma independente. Para ter uma visão dos personagens, leia: Guia de Personagens - "Eu, minha esposa e nossos vizinhos"

Comentários

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1) De tudo um pouco, não podem ter coração mole com o Jonas.

2) Preferiria que não comesse ninguém, só ser comido. Mas no caso dele ter uma única transa com alguma mulher, eu prefiro ver Everaldo com a Natália do que Jonas com a Natália.

Já que ao que parece não vai ter punição pesada, aceito que a punição dele seja NUNCA comer e nem chegar perto de ver nua Rebecca, Eliana, Sarah, Natália e Jéssica.

O capítulo foi bom mas achei que a transa com a Lorena no trabalho ficou abaixo das outras que eles tiveram, não sei se pelo fator pressa, mas faltou alguma coisa. E achei que a Lorena querer transar com o Jonas no trabalho não condiz muito com a personagem, ainda mais numa relação secreta.

Pra mim o ponto baixo do conto foi a piada do batismo. Na primeira vez ok, serve pra mostrar o quão pateta o Jonas é, mas repetir ela não era necessário.

Não sei se é pq tenho mais boa vontade com a Cinthia, mas sinto que o conto dá uma melhorada toda vez que ela aparece. O fato dela sempre dar uma alfinetada no Jonas também ajuda.

Talvez passe batido para alguns, mas pq a Lisandra estava entrando no almoxarifado? Tá com cara da Jéssica falando pra Lisandra “tem um lugar onde vc pode levar o Vinícius para “incentivar” ele”.

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Respostas...

1) O Jonas é o cara mais privilegiado por vc. Até agora ele só se dá bem. Ele come fácil as mais gostosas pra compensar a esposa legal, mas feia, dele. Toda mulher bonita cai no papo dele... to no aguardo na punição e humilhação dele, ou vc desistiu? Cuidar da saude, fazer esporte, participar de eventos com um gata... onde está o revés aí?

2) Se o Jonas que manipula se da be, porque o Everaldo não pode... Lá na frente o Jonas vai comer a Natália como vc já previu, acho que o Everaldo deve ter uma oportunidade tb, se não for com a Natália, seja com outra pessoa. Mas na trilha espero ver Natália com Miguel!

Gostei do capítulo, mas esperava mais intensidade do Jonas... achei que as cenas de sexo dele ficaram fracas, a Lorena pelo perfil costuma ser muito intensa, faltaram alguns orgasmos dela, o oral dele... esperava que ela a fizesse se render como verdadeira putinha, mas sem anal. O cuzinho dela deve ser do Miguel!

A Rebeca sai de um casamento falido, já se coloca num trisal, e na oportunidade de experimentar coisas novas vai ficar com a baranga da Cíntia e os vovôs do condomínio (Raimundo, Geraldo...)? Por que só mais a os maduros? Até a Anacleta se dá mais bem que ela.

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