Eu fui criado numa cidade diferente dos meus avós paternos. Visitava uma ou duas vezes por ano, mas era diferente dos maternos, com quem convivi mais. Apesar disso, sempre gostei das viagens, especialmente por causa de Klara, minha prima mais bonita, que vivia perambulando na casa dos meus avós.
Klara era dois anos mais velha que eu. Sempre nos demos muito bem, ela me ensinou as malicias da vida, digamos.
Enquanto íamos crescendo, ela ia ficando mais e mais bonita. Entrou na academia, começou a cuidar da pele como uma religião e estava sempre perfumada e arrumada. Era meio loira, tinha uma bunda perfeita, redondinha e media, além de dois peitoes gostosos, firmes, naturais, mas com uma leve quedinha que deixava ainda mais perfeitos.
Numa viagem para o casamento de uma outra prima, descobri que, como eu, ela tinha se afastado da igreja. Os boatos na cidade é que dava pra todo mundo, mas ela negava ferozmente.
Uma noite antes do casório, reunimos os mais novos numa praça, pra bater um papo. Todo mundo interagia com todo mundo e Klara me chamou pra uma conversa mais particular. Ela estava vestida bem comportada, num vestido que acabava um pouco acima do joelho, justo em cima, de alcinha, mas com um rodado na parte de baixo.
Enquanto íamos nos afastando dos outros, eu reparava nos peitos dela por cima do vestido. Admirando aquela perfeição de mulher.
- Sabe, primo. Andam espalhando coisas de mim, desde que saí da igreja.
- É de se esperar, Klara. Você é lindissima, as pessoas tem inveja. Falam pra te difamar.
- O problema é que ontem, quando eu mostrei esse vestido pra mamãe, ela confirmou que dava ouvidos a tudo que dizem. Me chamou de piranha, disse que eu usava roupa assim pra chamar atenção de macho.
Eu fiquei surpreso, meio sem saber o que falar na verdade. Apontei um banco para sentarmos e fiquei um tempo em silêncio, enquanto Klara chorava um pouquinho.
- Prima, é normal. Ela se chateia de você não querer frequentar a igreja. Comigo foi assim tambem. Com o tempo isso passa.
- Será?
- Claro. Logo minha mãe superou. Hoje em dia nem se importa das minhas namoradas dormirem em casa.
- Bom, isso aí nunca vai acontecer comigo, minha mãe nunca aceitaria.
- É, talvez aconteça. Qualquer coisa você finge que é um amigo gay. Faz ele dormir na sala, mas antes apronta com ele.
Klara me olhou, já recomposta, e sorriu.
- Ou, eu posso levar você.
Meu corpo inteiro tremeu dessa vez, não sabia se ela tinha entendido o que eu quis dizer antes. Mas me bateu uma vontade de ver onde aquilo ia dar.
- E aprontar comigo também?
Ela deu uma gargalhada e apoiou a mão na minha coxa.
- Aí depende. Eu preciso primeiro experimentar e ver se sexo é tudo isso mesmo.
Eu segurei a mão dela e subi até perto do meu pau, como um convite para ela sentir o volume.
- É tudo isso sim. Ainda melhor, na verdade. Quer que eu te mostre?
- Você comeria uma prima, safado?
- Uma qualquer não. Mas comeria você.
- Não sei. Isso não parece certo. - Klara subiu ainda mais a mão, de forma que alcançou meu pau e o esfregou sobre a roupa.
- Bom, já dizem tanta coisa de você mesmo. Porque não tentar? Eu faço valer a pena.
Ela se levantou e começou a andar. Depois se virou pra mim.
- Vamos então.
Eu corri na casa da minha avó e peguei o carro com meu pai, com a desculpa de buscar alguma coisa pro pessoal na praça. Klara me esperou na esquina, para evitar suspeitas. Ela entrou no carro e comecei a andar.
- Bom, você é daqui, me mostra o caminho para algum motel.
- Motel? Não. Vamos pra minha casa. Não tem ninguém lá.
Eu nem pensei em discordar, afinal já sabia o caminho e seria mais fácil. Enquanto íamos andando, Klara segurava minha coxa e alisava. Quando fiz a mesma coisa, o instinto falou alto e eu deslizei até o meio das pernas, na esperança de acariciar ela por cima da calcinha.
Quando minha mão chegou lá, não tinha nada. Klara olhou pra mim e mordeu os labios. Eu comecei a massagear de leve. Ela já estava molhada, abriu as pernas mais um pouco e começou a gemer.
Eu não sabia se Klara já estava pra maldade, mas simplesmente aproveitei. Descemos do carro bem rápido e fomos correndo até o quarto. Quando nos trancamos, ela veio até mim e beijou, um beijo docinho e, de certa forma, romântico.
- Certeza que quer isso?
- Muito.
Eu a agarrei firme na cintura e voltei a massagear sua buceta com a outra mão. Enquanto me beijava, ela gemia, apertava meu ombro e parava pra respirar, de vez em quando.
Ergui ela no meu colo e levei para a cama, deitando-a de costas. Beijava e apalpava todas as suas partes, descendo lentamente aos poucos. Primeiro, botei os peitoes dela pra fora e mamei bem. Depois, fui até a buceta. Quando sentiu o toque da minha língua, Klara apertou meu cabelo e fez muita força contra minha cabeça, esfregando-se em mim. Eu chupava com gosto, queria dar a ela uma experiência inesquecível, até para garantir meu lugar de prioridade na hora de comer aquela gostosa denovo.
Klara gozou assustadoramente rápido, num clímax quase silencioso, não fossem os sinais do orgasmo dados pelo seu corpo.
- Nunca imaginei que uma língua fizesse isso. Quero o pau agora!
Eu levantei e tirei a roupa, Klara acompanhou, coloquei uma camisinha e me deitei na frente dela. Fiquei um tempo masturbando nós dois, admirando seu corpo lindo. Olhando-a nos olhos, posicionei meu pau na entrada da buceta, pressionando de leve, enquanto a encarava. Seu rosto era um misto de dor e prazer, a cada centímetro avançado. Quando sentir meu pau entrar até o final, parei pra que ela se acostumasse.
- Você está bem? - Perguntei.
- Tô. Pode continuar. Você já tirou meu cabaço.
Eu comecei bem lento, beijava Clara e acariciava seus peitos e rosto. Ela dava gemidos discretos, ainda contidos pela dor que sentia.
Quando intensifiquei o movimento, ela foi se soltando, começou a acompanhar o ritmo e mexer o quadril. Eu ainda massageava e mamava seus peitos, era uma delícia sentir sua buceta contrair enquanto eu lambia os mamilos durinhos. Estava ficando difícil pra mim segurar.
- Priminha, acho que vou gozar.
- Segura só um pouco mais, primo. Tô quase tambem.
Ela disse isso e agarrou minhas costas. Ficamos colados, corpo com corpo, estocadas firmes e pausadas, enquanto ela gemia no meu ouvido. Senti seu corpo vibrar no momento em que gozou, então parei de me segurar. Gozei nela, que se contorcia e me apertava conectada a mim.
Meu corpo desabou sobre o dela. Ficamos ali, deitados ofegantes, sentindo o prazer estabilizar.
- Primo! - Ela sussurrou. - Posso te pedir uma coisa?
- Claro, Klara. Faço o que você quiser.
- Me pega denovo, de costas, com a cara na parede.
Meu pau estava dentro dela ainda e reagiu de imediato.
- Certeza?
- Tenho, todos falam que eu sou uma puta né? Quero que me faça sua puta enquanto estiver na cidade. Mas primeiro, me come com bastante força.
Eu me levantei e tirei a camisinha. Klara olhou ansiosa, esperando que eu dissesse algo.
- Tudo bem, mas se doer e você não gostar, fala pra parar.
- Eu sei que vou gostar.
Ela se levantou toda animada e foi até uma parede. Apoiou as mãos e o rosto, empinou a bundinha e me chamou.
- Vem. Entra de uma vez. Não põe camisinha.
Eu simplesmente fui. Nem parecia ter gozado pouco antes. Me posicionei atrás dela, segurei sua cabeça contra a parede e enterrei de uma vez. Ela gritou, mas forçou a bunda contra mim. Eu fiz o que ela queria, estoquei sem pena, com força, enquanto segurava sua cabeça contra a parede.
- Sempre quis te comer. Agora que vai ser minha puta? Melhor ainda.
Ela gemia e se contorcia enquanto ouvia minhas palavras. O tesão era extremo, sentir meu gozo vir do nada.
- Vou gozar em você, cadela.
Ela usou a mão para me tirar de dentro e então agarrou meu pau.
- Quero na boquinha.
Klara agachou e começou a punhetar, lambendo a glande enquanto deixava a boca pronta pra engolir. Gozei gemendo muito, olhando pra ela tentando memorizar tudo. Depois de se melar com a porra, clara mamou um pouco.
- Isso é gostoso. Vou te chupar muito ainda.
Eu ri e me sentei, enquanto ela foi lavar o rosto. Nos vestimos e voltamos, fingindo que tinha tido problema no carro e por isso demoramos.
Klara virou de fato uma puta pra mim a partir daquele dia. E as histórias que vieram ainda nessa viagem, são de tirar o fôlego...