Roubei a calcinha vermelha da minha irmã e vesti para o Meu Primo Rodrigo

Um conto erótico de C0nt0s.Divers0s
Categoria: Gay
Contém 1304 palavras
Data: 23/01/2026 14:54:31

A ideia tinha brotado na minha cabeça como uma febre, no meio da noite, e não foi embora. Era perigoso. Era errado em tantos níveis que meu estômago embrulhava só de pensar. Mas a vontade de ver a cara do Rodrigo, a necessidade de empurrar o limite do que a gente fazia naquele quarto, era maior que qualquer juízo.

​Era uma quarta-feira à tarde. Minha irmã tinha saído para o curso de inglês. A casa estava vazia. Entrei no quarto dela com o coração na boca, sentindo-me um invasor, um pervertido. O cheiro de perfume doce e laquê pairava no ar. Abri a gaveta de lingerie com a mão tremendo.

Lá no fundo, eu achei.

Era uma calcinha vermelha. Vermelho sangue, vermelho vivo. Era toda de renda, delicada, quase transparente. Um pedaço de tecido que gritava "olhe para mim".

Corri para o banheiro e tranquei a porta.

Tirei minha cueca sem graça de algodão e segurei a renda nas mãos. O tecido era áspero e macio ao mesmo tempo. Quando vesti, a sensação foi estranha, apertada. Não foi feita para a anatomia de um homem. O tecido segurou tudo lá na frente com uma pressão firme, quase indecente, e atrás... atrás ela se moldou perfeitamente.

Olhei no espelho e minha respiração falhou.

O contraste era violento. A minha pele, aquele branco leitoso que eu detestava, parecia brilhar contra o vermelho escuro da renda. As laterais finas da calcinha entravam na minha cintura, realçando a curva do meu quadril. Eu me senti ridículo. E me senti a coisa mais erótica do mundo.

Vesti minha calça jeans por cima. O tecido grosso do jeans roçando na renda criava um atrito constante a cada passo. Era um segredo que eu carregava entre as pernas. Uma bomba-relógio.

​Caminhei até a casa do Rodrigo sentindo cada costura, cada movimento. Eu estava suando frio. "E se ele rir?", pensei. "E se ele achar nojento? E se ele me expulsar?". Mas eu lembrava dos olhos dele, da fome dele, e continuava andando.

Cheguei. O ritual de sempre.

— E aí, Zé — ele disse, abrindo o portão. Ele estava sem camisa, bermuda de tactel baixa na cintura, cheirando a desodorante barato e homem.

Subimos. A porta trancada. A chave girando. O mundo lá fora sumiu.

— Tá tenso hoje? — ele perguntou, se jogando na cama e pegando o controle do videogame, mas me observando de canto de olho. — Tá com uma cara de quem aprontou.

Eu fiquei de pé no meio do quarto. Minhas mãos suavam tanto que eu tive que secá-las na calça.

— Eu... eu trouxe uma surpresa.

Rodrigo largou o controle. O tom da minha voz denunciou que não era chocolate ou um jogo novo. Ele se sentou na beirada da cama, abrindo as pernas, os cotovelos apoiados nos joelhos. Ficou sério. O predador sentindo cheiro de sangue.

— É? Mostra aí.

Eu não consegui falar. Meus dedos foram para o botão da calça jeans. Desabotoei. O zíper desceu com um som metálico que pareceu um tiro no silêncio do quarto.

Empurrei a calça e a bermuda para baixo de uma vez, até os tornozelos.

O silêncio que se seguiu durou uma eternidade.

Fiquei ali, parado, de camiseta e aquela calcinha de renda vermelha. O tecido esticado ao limite na frente, mal cobrindo o volume, e cavado nas coxas brancas.

Rodrigo não piscou. Os olhos dele, geralmente zombeteiros, ficaram escuros, dilatados. Ele percorreu meu corpo com o olhar, descendo do meu rosto corado até a cintura, e parando ali. No vermelho.

Ele se levantou devagar. Parecia hipnotizado.

— Puta que pariu, Igor... — ele sussurrou, e a voz dele falhou. — O que você fez?

Ele veio até mim, mas não me tocou de imediato. Ele andou em volta de mim, como se estivesse analisando uma obra de arte proibida. Ele parou atrás de mim.

— Vira.

Eu me virei de costas para ele.

A visão da minha bunda branca, redonda, "empinadinha" como ele gostava, agora emoldurada por aquela renda vermelha que entrava fundo na minha rego, fez ele perder o resto de controle que tinha.

Ouvi a respiração dele ficar pesada, ruidosa.

— Você quer me matar, moleque? É isso? — Ele agarrou minha cintura com as duas mãos, os dedos afundando na minha carne, o polegar roçando na renda áspera. — Olha como isso fica na tua pele... parece que tá pegando fogo no meio da neve.

Ele me puxou violentamente contra o corpo dele. Senti o pau dele duro como pedra roçando na minha bunda através do tecido fino da bermuda dele.

— Você é uma putinha mesmo, né? Roubou da sua irmã? — ele falou no meu ouvido, a voz carregada de uma excitação suja.

— Roubei... — confessei, tremendo.

— Pra vir dar pro seu primo... vestida desse jeito...

Aquilo foi o gatilho. Rodrigo me jogou na cama de bruços. Ele não teve paciência de tirar a calcinha. Ele simplesmente a puxou para o lado, o tecido vermelho esticando e cortando a carne macia da minha bunda, criando um visual que parecia deixar ele louco.

— Não tira... eu quero ver o vermelho — ele ordenou, subindo em cima de mim.

A visão dele, pairando sobre mim, vendo minha pele branca marcada pela pressão da mão dele e cortada pela linha vermelha da calcinha, transformou ele. Ele nunca tinha me tocado com tanta fome. Não era carinho. Era posse. Era a confirmação de que eu era dele.

Ele cuspiu na mão, passou na minha entrada e, sem aviso, empurrou.

Eu gritei no travesseiro. A calcinha repuxava na virilha, apertava minhas bolas, me causava um desconforto que, misturado com a invasão dele, virava um prazer agudo, quase insuportável.

Rodrigo metia com uma ferocidade nova. Ele segurava a renda vermelha como se fossem rédeas, puxando para cima enquanto enterrava tudo em mim.

— Olha como você fica lindo assim... todo branquinho, todo menininha pro seu macho... — ele falava coisas que em qualquer outro lugar seriam ofensivas, mas ali, naquele quarto, eram música. Eram a gasolina que me fazia rebolar contra ele.

Ele batia com a bacia na minha bunda, pa, pa, pa, e a cada impacto a minha pele ficava mais vermelha, combinando com a renda.

Ele parou por um segundo, me puxou pelos cabelos para eu olhar para trás, para o espelho do guarda-roupa.

— Olha lá, Igor. Olha o que você é.

Eu vi. Vi o corpo moreno dele, suado, curvado sobre o meu corpo pálido. E vi o flash vermelho da calcinha, deslocada, vulgar, perfeita. Eu parecia um alvo.

— Eu sou seu, Rodrigo... — gemi, sem forças.

— É. É meu. Só meu.

Ele voltou a bombear, dessa vez tão rápido que eu achei que a cama ia quebrar. Ele segurou meus quadris com tanta força que eu sabia que ficariam roxos no dia seguinte. O atrito da renda na minha virilha estava me deixando na beira do abismo.

— Eu vou gozar! — avisei, com a voz fina, de menininha desesperada.

— Goza! Goza na calcinha dela! Suja ela toda!

Eu explodi. O orgasmo foi tão forte que minha visão escureceu. Senti o líquido quente manchar o tecido vermelho na frente, a prova final da minha perversão.

Rodrigo veio logo depois. Ele deu algumas estocadas fundas, brutais, e se derramou dentro de mim, colapsando sobre as minhas costas, o peso dele me esmagando contra o colchão.

Ficamos assim, imóveis, apenas o som das respirações rasgadas e do ventilador inútil.

Ele demorou para sair de dentro de mim. Quando saiu, ele passou o dedo na renda molhada, agora grudada na minha pele pelo suor e pelos fluidos.

Ele riu, um riso baixo, rouco, de satisfação pura.

— Nunca mais... — ele disse, beijando meu ombro, mordendo a pele sensível. — Nunca mais você vem aqui sem isso. Entendeu?

Eu concordei com a cabeça, afundado no travesseiro, sentindo meu corpo pulsar, marcado, sujo e infinitamente feliz. Aquela calcinha vermelha não era mais da minha irmã. Era o uniforme da minha nova vida.

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Comentários

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Que delícia. Não sou chegado a usar roupas femininas mas seu fetiche me excitou bastante, fiquei galudo e todo babado. Só li, não vi mas vc descreveu tão bem que se tivesse visto acho que te comeria gostoso como seu primo fez. Parabéns, aplausos de pé.

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Também fui putinha dos meus primos. Tenho 3 irmãs mais velhas, então sempre tinha um calcinha disponível. Adorava vestir para eles e depois brincar de papai e mamãe. Hoje sou casado com mulher a 35 anos, mas continuo usando calcinha quando vou nos cinemas e saunas.

Quem quiser ver minha bundinha pode me chamar no telegran : luispoa

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