Era sábado. O restaurante ainda estava fechado. Mas o grupo do Zap — agora chamado “Turno das Fêmeas 🔥” — estava fervendo desde as 5h da manhã.
Mariana:
“Hoje, o pau do Arthur é coletivo. 7h, cozinha do subsolo. Venham sem calcinha.”
Fernanda:
“Quero ser encoleirada e comida em cima do freezer. A chefe pode segurar minha boca se eu gritar.”
Patrícia:
“Hoje ele vai ajoelhar. Vou gozar na cara dele e não aceito menos que língua profunda.”
E foi assim que começou a manhã mais quente da história do restaurante.
Quando você chegou, Arthur, as três já estavam lá. Mariana com o avental aberto, completamente nua por baixo. Fernanda de quatro, apenas com meia arrastão e um plug anal em forma de coração. E Patrícia com o jaleco entreaberto, sem sutiã, usando salto alto e um olhar que ordenava tudo em silêncio.
Você nem teve tempo de respirar.
Mariana veio primeiro, te empurrou contra a pia e montou sem tirar a roupa.
— “Hoje você é nosso. E não quero pressa.”
Enquanto ela cavalgava com força, Fernanda se ajoelhou e começou a lamber suas bolas e o saco de Mariana ao mesmo tempo. Gemidos abafados, mãos apertando, respiração ofegante. Patrícia, ao lado, olhava com uma taça de vinho, os mamilos à mostra, a buceta já escorrendo.
Mas o que ninguém sabia… era que Lívia, a funcionária que tinha batido na porta naquela semana, estava ouvindo tudo do lado de fora.
Lívia tinha 28 anos, pele morena clara, cabelos lisos até os ombros, corpo cheio — bunda grande, peitos naturais, olhar desconfiado e uma curiosidade que não se contentava só com fofoca.
Ela abriu a porta devagar e flagrou a cena: Mariana sendo enrabada com força, Fernanda lambendo tudo e Patrícia se masturbando com dois dedos, gemendo baixo e mandando mensagens no zap ao mesmo tempo.
— “Eu sabia…” — Lívia disse, com a respiração acelerada.
Todos olharam. Um silêncio de segundos. Mariana sorriu.
— “Fica ou corre?”
Lívia mordeu o lábio e deu um passo à frente.
— “Só fico se o Arthur me comer como fez com a Fernanda naquele dia na câmara fria.”
Você se aproximou devagar. Lívia tirou a calça, estava sem calcinha. Se apoiou na pia, empinou. Bunda firme, arrebitada. Você passou a mão devagar, sentiu o calor. Fernanda, com a voz rouca, falou:
— “Dá nela com força. Quero ver ela chorando de tesão.”
Você penetrou. Lívia gemeu alto. Patrícia segurou a boca dela com a mão, mandando:
— “Se quer ficar, aprenda a ficar calada.”
E ali começou a sequência mais selvagem.
Patrícia sentou na sua cara, rebolando, mandando você lamber até a alma.
Mariana se ajoelhou e enfiou os dedos em Fernanda, enquanto chupava o seu pau com Lívia montada por cima.
Fernanda, de coleira, dizia:
— “Me fode no cu enquanto a Lívia grita.”
E você fez. Revezou. Gozou em Mariana, depois em Fernanda, e Patrícia mandou você lamber o gozo das duas direto do chão.
Mas não parou ali.
Patrícia se levantou, mandou todo mundo ajoelhar.
— “Agora é vocês quatro, bocas abertas. O Arthur vai bater punheta e gozar em cada uma. Quem se mexer perde o turno da semana.”
Você obedeceu. Se masturbou diante das quatro. Mariana te olhava com fome. Fernanda com submissão. Patrícia com autoridade. Lívia, com tesão recém-descoberto.
E você gozou em cada uma: boca, rosto, seios. Todas lambendo o que escorria nas outras.
Antes de sair, Patrícia avisou:
— “A partir de hoje, esse grupo tem quatro mulheres. E você, Arthur… pertence a todas nós. Cada uma tem uma noite por semana. E quem for pega no flagra… vira brinquedo da outra.”