Sexta-feira, fim do expediente. As luzes do restaurante começavam a apagar. As outras funcionárias estavam ocupadas nos últimos ajustes — mas você, Arthur, tinha uma missão diferente.
O celular vibrou.
Patrícia (Supervisora):
“Arthur. Preciso conversar. Venha até minha sala antes de sair. Sozinho.”
Você respirou fundo. Sabia que aquela conversa não era só profissional. Desde que os sumiços de Mariana e Fernanda começaram a ficar frequentes, desde os gemidos mal disfarçados, os olhares cúmplices no grupo do zap… Patrícia vinha observando. E o olhar dela sobre você era cada vez mais longo. Cada vez mais carregado.
Você bateu à porta. Ela mandou entrar.
Patrícia estava sozinha, sentada em sua cadeira alta, jaleco branco entreaberto, mostrando uma blusa preta justa por baixo. O salto estava jogado ao lado. Os pés descalços, e uma taça de vinho sobre a mesa.
— “Feche a porta. Tranca.”
Obedeceu. Ela te encarou por segundos longos. Depois se levantou, caminhou até você… parou tão perto que o perfume dela te dominou. Corpo atlético, pele morena clara, cabelos presos em coque. Postura firme. Mas os olhos… os olhos estavam famintos.
— “Você acha que ninguém percebeu o que tá acontecendo com as duas da cozinha? Eu vejo os sumiços. As trocas de olhares. As roupas coladas. E você, sempre com essa cara de quem acabou de foder alguém no estoque.”
Você tentou responder, mas ela colocou o dedo na sua boca.
— “Cala. Eu não chamei pra você falar. Eu chamei porque quero entender… por que eu fiquei de fora?”
Ela se encostou na porta. Abriu o jaleco e a blusa. Sem sutiã. Os seios firmes, médios, com os mamilos já duros. Te olhou com firmeza.
— “Você quer saber o que eu faço com funcionário desobediente, Arthur?”
Você assentiu. E ela se ajoelhou. A mulher que todos achavam séria, fria, inalcançável… agora descia sua calça com calma, lambendo a cabeça do seu pau como se quisesse saborear cada detalhe daquilo que imaginava há semanas.
— “Não goza ainda. Hoje, você vai ser meu brinquedo também.”
Patrícia se levantou, te empurrou contra a mesa dela, tirou a saia. Estava sem calcinha.
Ela se sentou sobre seu colo, encaixando-se devagar, gemendo no seu ouvido:
— “Me fode olhando nos meus olhos. Quero ver se você é tudo o que dizem no grupo secreto das duas.”
Você arrebentou nela. Forte. Com raiva e tesão acumulado. O som da pele batendo contra a dela, os seios saltando, os gemidos abafados… e aí, de repente, alguém bateu na porta da sala.
Silêncio.
— “Patrícia? Tá aí?” — era Lívia, uma das cozinheiras. Voz de quem já desconfiava.
Patrícia mordeu o lábio, ainda com você dentro dela.
— “Tô em reunião com o estoquista. Espera um minuto!”
Ela esperou o som dos passos se afastarem… e recomeçou, sem sair de cima.
— “Agora você me deixa molhar a cadeira inteira.”
Você a segurou pela cintura e meteu forte, até ela gozar tremendo no seu colo. Desabou em silêncio, suada, suja, com a maquiagem borrada e o jaleco amassado.
Ela olhou pra você, rindo:
— “Agora entendi por que a Mariana quer te engolir todo dia. E a Fernanda... aquela ruiva? Te chamando de senhor no zap? Ela quer ser encoleirada, né?”
Antes de sair da sala, Patrícia ajeitou o cabelo, te olhou de novo e sussurrou:
— “Isso fica entre nós. Por enquanto.”
Mas o grupo do WhatsApp cresceu. Mariana mandou:
— “Arthur, a chefe mandou nude hoje. E eu quero revanche. Amanhã, 7h, cozinha do subsolo. Nua.”
Fernanda completou:
— “Quero ser comida no chão, no risco de alguém entrar. E quero ela olhando.”
Você sabia que estava no controle. Mas por quanto tempo?