sair para aproveitar a noite é maravilhosa, melhor ainda é encontrar um sexo casual, meu nome é Davi, tenho 34 anos, gosto de correr à noite, atividade física faz muito bem para o corpo, mente e espírito, me faz um bem danado, em uma dessas minhas corridas eu passei perto de um cinema, mas não era um cinema comum, ali só rolava filmes pornôs, confesso que esse tipo de lugar me deixa com muito tesão, só que o medo de entrar é muito grande, afinal sou um cara reservado, não costumo frequentar esses lugares, fica somente na imaginação. fiquei destruído ali perto olhando que nem reparei que uma moça estava me olhando, quando notei fiquei sem graça, afinal eu estava olhando para um cinema pornô e eu pensei que ela estava me julgando por isso. Fiquei surpreso quando ela me perguntou: “Já entrou aí?”. Eu, com a boca seca de vergonha, falei: “Nunca. Tenho curiosidade, mas nunca entrei.” Em seguida, criei coragem e perguntei de volta: “E você, já entrou?” Ela respondeu que nunca, que tinha a mesma curiosidade, mas ainda não havia tido coragem.
Ficamos ali conversando por alguns minutos, meio sem jeito, rindo da situação e da coincidência daquele encontro inesperado. A noite seguia tranquila, o movimento da rua era pequeno, e aquela troca sincera quebrou o clima de julgamento que eu tinha imaginado. Percebi que, às vezes, a gente cria fantasmas na própria cabeça, quando na verdade o outro só está tão curioso e humano quanto nós.
“Não tem ninguém na rua, topa entrar?” Fui direto, afinal era uma oportunidade que eu não queria perder. Camila era linda, morena, tinha um corpo espetacular e uma boca encantadora. Eu queria entrar com ela e, quem sabe, realizar algumas das fantasias que até então só existiam na minha imaginação, alimentadas pelos vídeos que eu já tinha visto.
Ela me olhou por alguns segundos, sorriu de canto, como quem também estava lutando contra a própria timidez. Aquele silêncio curto dizia muita coisa. A noite estava quieta, quase cúmplice, e a sensação era de que algo diferente podia acontecer ali, quebrando a rotina, o medo e a curiosidade guardada por tanto tempo.
Ela aceitou a proposta, e nós entramos. O coração batia acelerado, não sei se pelo nervosismo ou pela excitação do momento. O lugar era discreto, luz baixa, um silêncio estranho quebrado apenas pelos sons vindos das salas. Caminhamos lado a lado, meio sem jeito, trocando olhares e sorrisos tímidos, como dois curiosos prestes a atravessar uma fronteira que até então existia só na imaginação.
Eu sentia que aquela decisão não era apenas sobre o lugar, mas sobre o impulso de viver algo diferente, de encarar o medo e a curiosidade. Camila parecia sentir o mesmo. A noite, que tinha começado com uma simples corrida, agora ganha outro significado, carregada de expectativa e daquela sensação única de quando a vida resolve surpreender.
Lá dentro passava um filme porno. Na cena, uma mulher era penetrada por dois homens ao mesmo tempo. Camila me olhou com um ar faceiro e perguntou: "Já fez assim?". Eu respondi que ainda não. Ela, então, retrucou: "Hoje é o dia". Argumentei que não havia mais ninguém interessado ali, já que os casais presentes eram gays. Ela me olhou de volta e revelou: "Mandei uma mensagem para um amigo vir participar". Fiquei desconfiado, mas o desejo já me dominava; eu não tinha outra opção a não ser viver aquela loucura.
Sentamos nas poltronas e ficamos assistindo ao filme. Não pude deixar de perceber que meu pau já não cabia nas calças. Quando notei, ele já estava em minha mão e eu me masturbava com tanto tesão que o líquido já saía. Camila olhou para mim e perguntou: "Posso te chupar?". Respondi que sim, claro. Ela abocanhou meu pau — que boca gostosa! Ela chupava, babava, olhava nos meus olhos e engolia tudo. Não consegui segurar e gozei dentro da boca dela, que engoliu todo o sêmen.
Meu pau não amoleceu. O ambiente exalava um desejo total, tanto para mim quanto para ela; estávamos realizando uma fantasia maravilhosa. O amigo dela chegou bem na hora em que Camila limpava a boca e disse: "Gulosa, já bebeu porra, né?". Ela, com cara de safada, respondeu: "Claro, e que leite gostoso!". Pelo jeito que conversavam, parecia que já tinham uma ligação ou frequentavam aquele lugar juntos, mas eu não me importava: só queria possuir aquela mulher.
O amigo dela era um homem negro, alto, com cerca de 1,85m. Eu também sou negro e tenho 1,83m. O fato de ela estar com dois homens negros reforçava a ideia de que aquilo era uma fantasia específica dela; ela encontrou o que procurava logo na porta do cinema. Quando o amigo dela exibiu o pau, cheguei a ficar impressionado. O meu é grande, tem 19 cm, mas o dele era enorme, parecia ter uns 23 cm.
Ela começou a chupar os dois membros simultaneamente. Os frequentadores em volta olhavam com atenção, mas não se aproximaram, respeitando o momento da nossa fantasia. Ela chupava de joelhos no chão, como se estivesse faminta. Pedi para que ela ficasse de quatro na poltrona, coloquei o preservativo e comecei a penetrá-la. Ela gemia com o membro do amigo na boca enquanto eu estocava com força.
Depois de um tempo, trocamos de posição e eu passei a usar a boca dela. Em seguida, ela sentou no meu colo e o amigo veio por trás, iniciando uma dupla penetração. Ela não segurava os gritos de prazer; gemia tão alto que era possível ouvir do lado de fora. Ela pedia cada vez mais forte. O amigo estocava com tanta intensidade que ela chegava a chorar de dor e prazer. Trocamos de lugar novamente e ficamos ali por minutos que pareceram horas.
Quando ela atingiu o ápice e gozou, nós nos levantamos. Ela ficou de joelhos e recebeu o gozo dos dois, engolindo tudo logo em seguida. Olhou para nós dois, vestiu sua roupa e foi embora. Eu nunca mais vi aquela mulher.