Eu acordo devagar com o sol fraco batendo na cara pela cortina mal fechada, corpo dolorido e melado de tanta foda da noite passada, e o que vejo me deixa de queixo caído: Jenn, minha irmãzinha parda de cabelo ondulado bagunçado, tá ajoelhada entre as pernas de Kaio chupando o pau dele guloso, boquinha esticada engolindo bem enquanto ele segura a cabeça dela com uma mão grande, guiando devagar pra cima e baixo:
Kaio - Isso, Jenn... chupa gostoso pro seu irmão.
Ela geme abafado em volta da rola, mãozinha punhetando a base, e quando me vê acordando, solta o pau com um ploc molhado, cara corada e lábios inchados, reclamando num tom manhoso e putinho:
Jenn - Dudinha, que isso? Vocês fizeram festinha a noite toda sem me chamar?
Tia Laura ainda ronca do outro lado, abraçada no peito dele com a perna jogada por cima, peitos esmagados no braço seu, alheia a tudo no sono profundo. Kaio ri baixo, mão ainda no cabelo da Jenn:
Kaio - Bom dia, Dudinha... sua irmãzinha acordou com fome cedo hoje.
Eu me viro pra Kaio com um sorrisinho safado, voz rouca de sono:
Eduarda - É irmãozinho, tô vendo que ela acordou com fome.
Depois encaro Jenn, que tá lambendo os lábios ansiosa, e mando:
Eduarda - É importante tomar leite de manhã, engole tudo.
Empurro a cabecinha dela bem fundo no pau do Kaio, forçando ela engolir até a garganta com um gorgolejo molhado, Jenn gemendo abafada e olhos lacrimejando de tesão enquanto mama gulosa.
Ao mesmo tempo, me inclino e dou um beijo quente nele, língua enroscando na dele com gosto de sexo da noite, mão no peito dele sentindo o coração bater forte.
Kaio grunhe no beijo, mão grande apertando minha bunda nua, e diz rouco:
Kaio - Delícia de irmãs…
Jenn acelera o boquete, mãozinha apertando as bolas dele, sugando barulhento e faminta pelo leite quentinho, tia Laura se mexendo um pouco no sono mas sem acordar ainda, peitos balançando de leve no colchão.
Jenn solta o pau dele com um pop molhado, saliva escorrendo no queixo, e sobe nele ansiosa como uma putinha no cio, joelhinhos de cada lado dos quadris dele guiando a rola dura bem na entradinha da bucetinha apertada dela, descendo devagar com um gemidinho agudo:
Jenn - Ahhh, Kaio... tão grosso pra bucetinha da irmã mais nova…
Ela rebola devagar sentando até o talo, quadrilzinhos girando num vaivém safado, peitinhos pequenos balançando enquanto sobe e desce acelerando.
Kaio agarra a bundinha dela com as duas mãos grandes, metendo pra cima forte:
Kaio - Porra, Jenn... que bucetinha gostosa!
Nesse exato momento, tia Laura acorda bocejando, olhos piscando pra cena e um sorriso tarado se abrindo no rosto dela, mão indo direto pro clitóris inchado pra se punhetar devagar:
Laura - Bom dia, meus putinhos... já começaram sem mim? Me dá um beijo, sobrinho.
Ela se inclina sobre ele, língua enfiando na boca dele num beijo babado e barulhento, enquanto Jenn fode mais rápido gemendo alto:
Jenn - Tô gozando já, mano!
Bucetinha dela contraindo e esguichando suquinho quente no pau dele.
Jenn treme toda gozando gostoso em cima do Kaio, gritinho abafado escapando enquanto a bucetinha dela aperta e esguicha suco quente pela rola dele, corpo mole desabando no peito dele com as perninhas ainda abertas e o pau bem fundo dentro, gemendo ofegante:
Jenn - Ahhh... que delícia…
Ela começa a rebolar devagarinho, quadrilzinho girando preguiçoso no colo dele, pau saindo e entrando devagar na bucetinha melíflua, e fala com voz manhosa e safada:
Jenn - Gente, eu tive uma ideia…
Kaio grunhe de prazer, mãos apertando a bundinha dela pra ajudar no rebolado lento:
Kaio - Fala, maninha... que ideia é essa?
Tia Laura ri rouca, se masturbando mais rápido e lambendo o pescoço dele:
Laura - Aposto que é safada... conta pra gente, Jenn.
O quarto tá cheirando a sexo puro, sol da manhã iluminando os corpos suados todos embolados na cama bagunçada.
Eu interrompo Jenn rapidinho com um sorrisinho malicioso, voz provocante:
Eduarda - Já até consigo imaginar o que é…
Ela dá uma risadinha safada, rebolando mais um pouquinho no pau do Kaio com a bucetinha escorrendo, e solta animada:
Jenn - O que acham de uma orgia em família? Tipo, chamar todo mundo pra foder junto aqui em casa... imagina a putaria toda reunida!
Kaio arregala os olhos e ri grosso, metendo pra cima de leve nela:
Kaio - Caralho, Jenn... ideia genial, maninha. Eu topo na hora, pau duro pra todo mundo.
Tia Laura geme se punhetando forte, peitos balançando enquanto se inclina pra morder o ombro dele:
Laura - Ai, que tesão... Isso seria incrível!
Jenn acelera o rebolado animada, gemendo baixinho com o pau fundo, olhos brilhando de safadeza pura no rostinho corado.
Jenn pisca safada pra mim, ainda rebolando devagar no pau do Kaio com a bucetinha melada, e continua animada baixinho:
Jenn - Mas gente, a gente tem que dar um jeito da mãe e do papai saírem de casa por uma noite inteira... tipo, inventar uma desculpa pra eles irem pra algum lugar e deixar a casa só nossa pra orgia total!
Eu tomo a frente com um sorrisinho esperto:
Eduarda - Espera aí, gente... eu tive a ideia perfeita. A gente arma um jantar romântico pros meus pais, tipo, reserva num restaurante chique fora de casa, com velinhas e tudo, pra eles saírem a noite toda e voltarem só amanhã. Assim a casa fica vazia pra nossa orgia em família!
Jenn dá uma gargalhada safada, acelerando o rebolado no pau dele de empolgação, bucetinha chapinhando:
Jenn - Caralho, Dudinha, genial! Eles vão adorar e nem desconfiar da putaria aqui.
Kaio grunhe gostoso, mãos grandes na bundinha dela metendo pra cima:
Kaio - Porra, mana, você é foda... eu ajudo a pagar o jantar, topo tudo pra foder geral.
Tia Laura geme alto se punhetando furiosa, peitões balançando enquanto se arrasta pra mais perto:
Laura - Ai, que plano perfeito, sobrinha... vou ajudar a convencer eles, dizendo que merecem uma noite romântica. Imagina a suruba depois!
Ela lambe o pau exposto entre as pernas da Jenn, sugando o caldeirão melado com barulhinhos guloso, enquanto Jenn goza de novo tremendo devagar, corpo mole no colo dele.
O quarto fede a sexo e excitação, sol batendo nos corpos nus embolados.
Eu solto com voz safada e animada, sentindo o tesão subir:
Eduarda - E o bom que será 3 homens, tio Luciano, vô Luiz e meu irmãozinho Kaio, 1 mulher pra cada um, eu, tia Laura e minha irmãzinha Jenn, assim ninguém fica chupando dedo, ou no caso, se masturbando.
Jenn ri histérica de tesão, rebolando forte agora no pau do Kaio enquanto goza de novo, esguichando gostoso pela rola dele:
Jenn - Hahaha, Dudinha, perfeita! Eu pego o vô Luiz, ele merece uma netinha gulosa na rola velha dele.
Kaio mete pra cima com força, grunhindo rouco e apertando a bundinha dela:
Kaio - Porra, mana, eu fico com você ou tia Laura... pau duro pra qualquer uma, mas convidar o tio Luciano vai ser foda, ele tá precisando de cu quente.
Tia Laura geme alto, dedões enfiados na buceta e cu, se contorcendo no colchão:
Laura - Ai, sobrinhas... eu cuido do tio Luciano, faço ele gozar litros na irmã tarada dele. Plano impecável, ninguém sobra!
Jenn treme no colo do Kaio, pau fundo pulsando dentro dela, quarto ecoando gemidos e risadas safadas.
Eu respondo pra todos eles com voz rouca de tesão, olhos devorando os corpos nus:
Eduarda - Nós vamos alternar quem transa com quem, confesso que eu adoraria ver a tia Laura sendo fodida pelo próprio pai e pelo próprio irmão.
Tia Laura solta um gemido gutural, corpo todo arrepiado enquanto tira os dedões da buceta latejando e se joga de joelhos na cama, peitões enormes balançando pra gente:
Laura - Caralho, Dudinha... você é uma safada genial! Ai, pai me comendo e meu irmão no cu... titia vai gozar só de imaginar. Vem, me usa enquanto a gente planeja!
Ela abre as pernas grossas, buceta inchada pingando fio grosso de mel no lençol, e enfia a língua no cu da Jenn por baixo enquanto ela rebola no pau do Kaio.
Jenn chora de prazer, bundinha tremendo:
Jenn - Manaaa, que visão... eu quero ver isso também, alternar tudo, gozar em rodízio!
Kaio ri safado, metendo fundo e dando tapinha na bunda da Jenn:
Kaio - Foda-se, Dudinha, tô dentro... vou foder tia Laura com o vô Luiz assistindo, e depois tio Luciano na sua buceta.
Nós quatro nos embolamos numa suruba rápida e suada antes que o sol clareie de vez – eu monto no pauzão do Kaio gemendo baixo, sentindo ele pulsar fundo na minha buceta melada enquanto Jenn lambe meu cuzinho e tia Laura chupa minhas tetas duras, gozando nos dedos dela, Kaio explode leite grosso em mim, Jenn esguicha na cara dele, e tia Laura grita abafado punhetando até o chão ficar pegajoso.
Dias voam em putaria escondida: planejamento no quarto, sexo no banheiro, na cozinha de madrugada – tio Luciano me pega várias vezes, vô Luiz vem visitando mais, rola roçando em mim sem querer, Jenn e eu chupamos Kaio juntos atrás da garagem, tia Laura fode o vô Luiz num cantinho do quintal.
Até que chega o grande dia.
Pela manhã cedo, o cheiro de café fresco paira na cozinha, mamãe Luciana ainda no banho cantarolando, tio Luciano resmungando no sofá com o jornal, Jenn e Kaio fingindo inocentes no quintal.
Eu pego Fábio de canto no corredor, puxando ele pro quartinho dos fundos onde guarda as ferramentas, porta entreaberta deixando luz filtrar no ar úmido.
Ele me olha surpreso, corpo forte de trabalho cheirando a sabão e suor leve, barba aparada:
Fábio - O que foi, filha? Tá tudo bem?
Ele cruza os braços, olhos carinhosos mas curiosos fixos em mim.
Eu pergunto pro Fábio, voz baixa e provocante no quartinho apertado:
Eduarda - Pai, confirma pra mim: vocês vão sair essa noite e ficar fora a noite toda mesmo?
Ele assente devagar, sorrindo calmo enquanto ajeita uma caixa de ferramentas:
Fábio - Claro, filha. Sua mãe quer um jantar romântico no centro, reserva pro restaurante italiano dela. Ficamos fora até tarde, talvez pule uma pousada... por quê?
Eu me aproximo, cheirando o homem forte dele, e falo sedutora:
Eduarda - Se você ficar a noite inteira fora e cuidar bem da mamãe, eu te dou uma recompensa especial pra você.
Viro de costas devagar, empinando a bundona violão no shortinho apertado e roçando de leve no volume crescente da calça dele, sentindo o pau endurecer contra mim.
Ele solta um suspiro rouco, mãos grandes indo pros meus quadris:
Fábio - Recompensa, é? Dudinha... você tá brincando com fogo, hein.
Eu rebolo mais um pouquinho, tesão subindo, e viro o rosto pra perguntar safada:
Eduarda - Quer um gostinho rápido do que é essa recompensa, pai?
Fábio geme baixo, barba roçando meu pescoço enquanto uma mão desce pro meu short, dedão pressionando minha buceta por cima do tecido úmido, o quartinho ficando quente e silencioso exceto pela respiração pesada dele.
Eu dou uma olhada rápida pela fresta da porta, coração acelerado – corredor vazio, mamãe ainda no chuveiro cantarolando alto, ninguém vindo.
Seguro a calça do Fábio e abaixo ela num puxão seco, o pauzão grosso dele saltando livre, veias pulsando e cabeça vermelha brilhando de pré-gozo, cheiro forte de macho invadindo minhas narinas.
Me agacho rápido, bundona empinada, e mando urgente:
Eduarda - Seja rápido, pai!
Envolvo o caralho dele com a boca quente e babada, lábios esticando na grossura enquanto engulo metade de uma vez, língua rodando na base.
Puxo a mão grande dele pro meu cabelo, guiando pra foder minha garganta – ele grunhe animal, dedos se enfiando nas minhas ondas escuras e empurrando fundo, pau batendo no fundo da minha boca com estocadas curtas e violentas, bolas peludas batendo no meu queixo.
O quartinho ecoa com chupadas molhadas e gemidos abafados dele, pré-gozo salgado escorrendo pela minha garganta enquanto ele fode minha cara com fome contida, corpo todo tenso de tesão proibido.
Fábio rosna baixo, pau inchando mais na minha boca:
Fábio - Caralho, Dudinha... vou gozar, porra!
Eu tiro rápido dele com um ploc molhado, saliva escorrendo pelo queixo, e começo a punhetar o caralho latejante com as duas mãos, mirando nos meus peitos morenos que já pulei pra fora do top.
Ele explode jatos grossos e quentes de porra cremosa, pintando minhas tetas duras e o vale entre elas, cheiro forte de sexo enchendo o ar enquanto ele treme e geme abafado.
Ainda com o pau melado na mão, dou uns tapinhas safados com a cabeça babada na minha cara, lambendo um restinho que pinga nos lábios.
Me levanto devagar, peitos gozados balançando, e sussurro no ouvido dele, voz rouca de tesão:
Eduarda - Se você ficar a noite toda fora e cuidar bem da mamãe, quando vocês voltarem eu deixo você gozar na minha garganta... ou na bucetinha, onde quiser, pai.
Ele ofega, olhos vidrados na bagunça nos meus peitos, mão ainda no meu cabelo enquanto ajeita a calça trêmula, porta da cozinha rangendo ao longe com passos de alguém se mexendo na casa.
Fábio me puxa de repente pela nuca, enfiando a língua na minha boca num beijo guloso e molhado, gosto de porra e saliva misturados enquanto ele mama meus lábios inchados.
Ele se afasta ofegante, olhos escuros queimando nos meus, e sussurra rouco colando o corpo no meu:
Fábio - Vou foder sua mãe essa noite inteira pensando em você, Dudinha... imaginando essa boquinha e essa bunda me devorando.
O pau dele ainda meia-bomba roça na minha coxa por cima do short, casa quieta demais agora com o chuveiro da mamãe desligando ao fundo, ar pesado de tensão e cheiro de sexo fresco.
Eu rio baixinho, safada, cobrindo os peitos gozados de volta no top apertado, a porra escorrendo um pouco nas curvas enquanto saio devagar do quartinho, quadris rebolando só pra provocar ele mais.
Ele pisca com um sorriso torto, ajeitando tudo antes de voltar pro que estava fazendo.
Mais tarde, o dia rola tranquilo – ajudo na cozinha, troco ideia com o Kaio no sofá sobre um jogo idiota, Jenn grudada no celular rindo de memes.
Pouco antes do horário de mamãe e Fábio saírem pra viagem, ouço a campainha tocar insistente.
Eu abro a porta, e lá tá o ex-marido da minha tia Laura, um cara magro de uns 40 e poucos, barba por fazer e cara cansada, segurando uma mala rosa.
Ao lado dele, uma mina alta e estonteante: Lorena, a filha deles, morena clara com cabelo liso preto até os ombros, corpo modelado em curvas perfeitas – peitos fartos esticando a blusa cropped, bunda empinada no jeans rasgado, salto alto e maquiagem impecável nos lábios carnudos.
Ela é trans, todo mundo sabe da história da família, e sorri pra mim com dentes brancos, perfume doce invadindo o ar quente da tarde.
Lorena - Oi, Dudinha! Vim passar uns dias com a mamãe.
Diz ela, voz suave e confiante, abraçando o pai rapidinho antes de ele entregar a mala e acenar pra dentro da casa. “Cuida dela pra mim, hein?” Laura tá ocupada arrumando tudo. – Mamãe surge na sala arrumadinha pro rolê, surpresa mas animada, enquanto Fábio carrega as malas pro carro do lado de fora, motor já ligado.
A casa de repente fica mais cheia, Lorena já entrando e dando beijinho na bochecha da mamãe, quadris balançando.
Enquanto mamãe abraça Lorena forte, tagarelando sobre a viagem e pedindo pra ela se sentir em casa, o ex-marido dela – o Marcos, acho – fica na porta só acenando desajeitado, olhos desviando pro chão como se tivesse pressa de sumir.
Eu percebo o climão no ar, aquela tensão velha da família que todo mundo finge que não existe: tia Laura terminou com ele faz tempo, mas o boato correu solto entre a gente – ela pegou os dois na cama, fodendo gostoso, durante uma viagem que era pra ser de família, tipo um fim de semana pros três curtirem juntos na praia.
Lorena nem liga, ri alto de algo que mamãe diz, rebolando pro sofá e jogando a mala no canto, pernas longas cruzando enquanto se espreguiça, blusa subindo e mostrando a barriguinha lisa.
Fábio buzina do carro, impaciente, e mamãe corre pra pegar a bolsa final, beijando todo mundo rápido – inclusive um selinho demorado em mim e um olhar cúmplice pro Fábio que só eu pego. – A gente volta em três dias, comportem-se! – grita ela, porta batendo atrás deles enquanto o carro some na rua.
Lorena solta um suspiro aliviado, se virando pra mim com um sorrisinho malicioso, pernas abertas no sofá:
Lorena - Finalmente sozinhos com os primos, né, Dudinha? Kaio! Jenn! Vem cá, contem as novidades!
A casa ecoa com as vozes deles vindo da sala, cheiro de jantar no ar.
Eu me jogo no sofá ao lado de Lorena, rindo das histórias dela sobre a vida na cidade grande, Kaio (que adora zoar todo mundo) cutucando ela sobre os boys que deve pegar por aí, e Jenn grudada do outro lado, olhos brilhando de admiração pela prima chique.
A conversa rola solta – viagens, tretas de família, uns podres leves que todo mundo ri –, até que a porta dos fundos range e eles entram na sala: tia Laura na frente, blusa colada no corpo suado, cabelo bagunçado e bochechas vermelhas, cheiro forte de sexo e suor misturado com perfume dela.
Do lado, tio Luciano, camisa aberta mostrando o peito moreno molhado de suor, calça desabotoada frouxa na cintura, olhos pesados e um sorriso preguiçoso.
Atrás, avô Luiz – barriga saliente, pele enrugada mas pauzudo que se nota na bermuda folgada, barba grisalha úmida e rosto corado como se tivesse gozado faz pouco tempo.
Os três ofegam baixinho, tropeçando um no outro, risadinhas abafadas enquanto se espalham pela sala – Laura se joga na poltrona oposta, pernas abertas sem pudor, Luciano pega uma cerveja na geladeira sem dizer nada, e avô Luiz pisca pra gente com cara de não vi nada.
O ar fica grosso de tesão recente, mancha úmida na coxa da tia brilhando à luz da tarde, e Lorena ergue uma sobrancelha pra mim, lábios curvando num sorriso safado como se soubesse exatamente o que rolou no quintal ou no quarto dos fundos.
Kaio engasga na risada, Jenn cora mas não desvia o olhar, e a casa pulsa com essa energia toda errada e deliciosa.
Tia Laura se levanta da poltrona devagar, suor ainda escorrendo pelo decote da blusa, e vai até Lorena com um sorriso largo, os braços abertos.
Elas se abraçam forte, corpos colando – peitos se espremendo, quadris se roçando –, e o beijo que vem depois é demorado pra caralho, boca na boca com língua visível dançando, um gemido baixo escapando da tia enquanto as mãos dela apertam a bunda da filha por cima da calça jeans.
Dura uns bons segundos, o tipo de beijo que faz o ar na sala ficar mais pesado, Kaio paralisando com a cerveja na mão e Jenn mordendo o lábio, olhos vidrados.
Finalmente, Laura se afasta um pouquinho, rosto colado no da Lorena, e pergunta num sussurro rouco, voz ofegante:
Laura - Filha, que delícia te ver... O que cê tá fazendo aqui, hein?
Lorena ri baixo, mão subindo pro pescoço da mãe, traçando a pele suada, enquanto tio Luciano se encosta na parede observando tudo em silêncio, pau meia-bomba marcando na calça, e avô Luiz solta um grunhido de aprovação do sofá, abrindo as pernas pra ajustar a ereção óbvia.
O cheiro de porra fresca paira no ar, misturado ao perfume delas, e todo mundo na sala sente o calor subindo.
Lorena se solta do abraço devagar, língua lambendo os lábios inchados do beijo da mãe, olhos brilhando de safadeza enquanto responde num tom provocante, voz melosa:
Lorena - Fui a Jenn que me chamou, mãe... Minha priminha aqui mandou mensagem ontem, dizendo que a casa tava vazia e que ia rolar curtição pesada.
Ela pisca pra Jenn, que cora mas sorri de orelha a orelha, pernas se esfregando no sofá.
Lorena - E eu sei direitinho o que vai rolar nessa festa da família Romero... Orgia deliciosa, né? Todo mundo se comendo sem frescura, suor, porra e gemidos até amanhecer. Quero participar, óbvio. Meu cu já tá piscando de saudade dessa putaria toda.
Tia Laura ri alto, mão deslizando pro peito da filha e apertando o mamilo por cima da blusa, enquanto tio Luciano solta um grunhido baixo de aprovação, abrindo a calça devagar pra deixar o pau meia-bomba balançar livre, e avô Luiz já tá com a mão dentro da bermuda, masturbando lento.
Kaio engole em seco, ereção crescendo na calça de moletom, e o ar da sala fica elétrico, cheiro de tesão coletivo se espalhando como fumaça, todos os olhares se virando pra gente como se esperassem o próximo movimento nessa loucura familiar.
Eu me levanto do sofá, sentindo o tecido grudar na pele quente, e solto:
Eduarda - Você tem razão, Lorena, mas antes eu aprovo.
Me aproximo dela devagar, mãos nos botões da calça jeans apertada, desabotoando e baixando tudo num puxão só – calcinha preta fio dental junto, revelando o pauzão dela semi-duro balançando grosso entre as pernas lisas, uns bons 20cm de comprimento duro, veias pulsando, cabeça rosada brilhando de pré-gozo, bolas cheias penduradas.
O cheiro almiscarado de excitação dela sobe forte, misturando com o resto da sala.
Lorena ri safada, pau dando um pulo de tesão, enquanto tia Laura lambe os lábios assistindo.
Viro pra Jenn, que tá de olhos grudados na rola da prima, mordendo o lábio inferior, e pergunto:
Eduarda - E aí, Jenn, o que você acha? Pode entrar na orgia?
Jenn engole em seco, mão já na coxa própria se esfregando, corada mas animada, murmurando:
Jenn - Acho perfeito, Dudinha... Essa pica é monstra, vai foder gostoso todo mundo aqui. Libera ela!
Kaio assobia baixo, tio Luciano acena com a cabeça aprovando, pau agora duro como pedra na mão dele, e avô Luiz solta um.
Luiz - Vai nessa, Dudinha.
Rouco, a sala inteira pulsando de expectativa, corpos suados se mexendo inquietos pro que vem a seguir.
Eduarda - Bem, vamos ver.
Eu digo, caindo de boca no pauzão de Lorena sem mais papo, lábios esticando ao redor da cabeça grossa, língua rodando no pré-gozo salgado enquanto engulo uns 10cm de uma vez, sugando forte com saliva escorrendo pelo queixo.
Lorena geme alto, mão no meu cabelo apertando, quadris empurrando pra foder minha garganta:
Lorena - Puta merda, Dudinha, que boquete animal!
Nesse instante, Kaio se levanta rápido, vem atrás de mim com olhos famintos, mãos grandes empinando minha bunda pro alto – calça arriada, biquíni de lado –, cuspindo na mão pra lubrificar a rola antes de encostar a cabeça enorme na minha buceta molhada e meter de supetão, estocando fundo com um tapa na nádega:
Kaio - Toma essa pica, Dudinha, vou arrombar essa raba gostosa!
O baque do corpo dele contra o meu ecoa, pau entrando e saindo com som de sucção molhada.
Avô Luiz não perde tempo, levanta do sofá rangendo as juntas, pauzão veioso de 22cm balançando, vai pra trás da Lorena e pressiona o cuzinho dela com a glande inchada, cuspindo pra ajudar:
Luiz - Abre esse cu pro vô, sua putinha... Vou foder esse cu até gozar rios!
Lorena arqueia as costas gemendo na minha boca, cu piscando e cedendo pro avanço do avô, enquanto tia Laura se masturba assistindo, Jenn dedando a própria buceta no sofá, tio Luciano se aproximando com paus na mão prontos pra entrar na roda, a sala virando um puteiro de gemidos, tapas e cheiro de sexo puro.
Kaio soca mais fundo na minha buceta, pauzão esticando as paredes com estocadas ritmadas e pesadas, bolas batendo no meu clitóris a cada mergulho, mãos marcando minha bunda com tapas vermelhos enquanto ele grunhe rouco:
Kaio - Caralho, Dudinha, que xoxota apertada... Vou encher de porra essa vadia!
O ritmo dele acelera, suor pingando das costas pro meu corpo, fazendo tudo escorregar mais gostoso.
Na minha frente, Lorena treme inteira com o avô Luiz enterrando o pauzão no cu dela até a base, enrabando sem dó num vai-não-vai violento, bolas peludas batendo no rabo dela:
Lorena - Isso, vô, fode meu cu! Arromba sem frescurinha!
Ela berra, pau endurecendo total na minha garganta, pré-gozo jorrando enquanto me fode a boca como um pistão.
Tia Laura não aguenta e se joga no meio, ajoelhando pra lamber as bolas do Kaio debaixo de mim, língua subindo pro meu grelo exposto, chupando voraz:
Laura - Delícia de putaria familiar... Me dá esse melzinho, sobrinha!
Jenn pula do sofá, nua agora, e se enfia entre as pernas do tio Luciano, engolindo o pau dele inteiro enquanto ele mama os peitões dela, e Kaio vem pro meu lado, roçando o pau na minha mão livre:
Kaio - Chupa seu irmão também, Dudinha.
A sala é um caos de carne suada, gemidos ecoando nas paredes, cheiro de porra e buceta no ar denso, todo mundo se conectando num emaranhado de furos e rolas pulsantes.
Kaio me vira de bruços no tapete, pauzão ainda meia-bomba mas endurecendo de novo na minha cara, mão no meu queixo forçando a boca aberta enquanto empurra a cabeça grossa pra dentro:
Kaio - Chupa agora, Dudinha! Limpa essa pica toda com tua língua gulosa
Ele manda, fodendo minha garganta devagar no começo, bolas pesadas batendo no queixo, gosto de porra velha e suor enchendo minha boca.
Atrás, avô Luiz sai do cu da Lorena com um gemido satisfeito, porra escorrendo do buraco arrombado dela, e vem pra mim, roçando o pau veioso na minha bunda empinada:
Luiz - Vô quer esse cuzinho agora, netinha... Abre pra mim.
Ele pressiona a glande no meu anel apertado, cuspindo para lubrificar e metendo aos poucos, esticando devagar com grunhidos roucos.
Lorena, ofegante e com o cu piscando, se ajoelha do meu lado lambendo os peitos, mordiscando mamilos duros:
Lorena - Goza no pau do Kaio, prima... Engole tudo!
Tia Laura e Jenn se entrelaçam no sofá, dedando uma à outra vorazmente, gemidos agudos misturando com os nossos, enquanto tio Luciano bate punheta assistindo, olhos famintos no emaranhado de corpos suados, cheiro de sexo cru dominando a sala inteira.