O Vizinho HORRÍVEL Fudeu a Gostosa Da Minha Esposa - PARTE 16

Um conto erótico de maridoamoroso
Categoria: Heterossexual
Contém 8476 palavras
Data: 23/01/2026 00:45:29

O primeiro tempo foi bem sem eventos e fizemos conversa fiada, comemoramos quando nossos times estavam fazendo jogadas, e comemos petiscos. Até rimos juntos dos comerciais idiotas. As coisas realmente começaram a decolar no segundo tempo. O primeiro gol foi comemorado alto por mim e pela Bruna. O Osvaldo quase derrubou a cerveja quando pulamos e gritamos no ouvido dele. A Bruna correu do lado do Osvaldo para me dar um abraço e beijo. Ela enrolou as pernas ao redor do meu corpo e apertei a bunda em comemoração. Voltamos a sentar no sofá juntos.

Depois do segundo gol do Flamengo, o placar estava 2-0. Com algumas bebidas entre nós três, a provocação começou.

— É melhor ficar confortável, Osvaldo — zombei —, você vai ter um ótimo lugar assistindo eu e a Bruna daí!

A Bruna riu enquanto o Osvaldo fervia em silêncio, tomando um grande gole da cerveja. A Bruna apontou para ele e deu risadinhas de novo. O homem que sempre parecia ter algo a dizer estava quieto finalmente. Logo estaria cinco mil reais mais leve também.

O terceiro gol colocou o placar em 3-0. Quando Arrascaeta cruzou o campo inteiro num contra-ataque, gritamos cada vez mais alto.

— NÃO! — O Osvaldo gritou enquanto batia na cabeça calva com as mãos.

— Vai se foder, Abel Ferreira! — Gritei, jogando o dedo do meio para a tela enquanto a Bruna enrolou as pernas longas e sedosas ao redor do meu corpo de novo.

Beijamos profundamente. E então nos beijamos mais. A Bruna segurou meu rosto nas mãos enquanto olhava para baixo para mim. Minhas mãos apoiavam a bunda e dei outro aperto forte. A Bruna gemeu levemente na minha boca. Puta merda, estava ficando duro. Beijamos como se fôssemos os únicos na sala. Pareceu durar um ou dois minutos. Eu e a Bruna ficamos enquanto mantive ela levantada ao redor da cintura. Finalmente, a Bruna quebrou o beijo.

— Mal posso esperar pra chupar seu pau, amor — ela disse num tom sensual alto o suficiente para o Osvaldo ouvir.

— Então o cara que acha que é dono da sua boca está prestes a perder essa ilusão também! — Ri.

O Osvaldo bufou com isso:

— Pelo que posso dizer, sou o único que já gozou dentro dessa boquinha linda, né, querida? — ele zombou para a Bruna.

Ela ficou vermelha, mas não disse nada.

— Ignora ele. Já é um perdedor mal humorado — disse. A Bruna sorriu e voltamos direto para o aconchego.

Os narradores estavam analisando a jogada na TV, dizendo como seria difícil para o Palmeiras fazer uma virada. Câmeras mostravam as reações bravas do Abel Ferreira e dos jogadores repetidamente. O Osvaldo manteve a boca grande fechada. Bem feito.

Eu e a Bruna sentamos de volta. Não conseguíamos tirar as mãos um do outro. Sentei para trás, e a Bruna sentou no meu colo. Comecei a esfregar os ombros e pescoço enquanto respirei o cheiro do xampu que fazia o cabelo cheirar quente e perfumado.

— Hmm, isso é tão bom, amor — a Bruna comentou —, amo suas mãos.

O Osvaldo nos deu o olho de lado e ri dele:

— Isso mesmo, amor, quem é o único que pode te fazer sentir assim? — Perguntei.

— Haha, só você, amor — a Bruna deu risadinhas enquanto os olhos estavam fechados em prazer.

O Osvaldo estava assistindo ela gemer suavemente enquanto estudava o rosto e corpo enquanto eu a agradava com a massagem nos ombros e pescoço. Olhei para o Osvaldo e dei uma piscada. Ele me deu o dedo. Peguei isso como um sinal.

— Bruna, mal posso esperar pra sentir seus lábios ao redor do meu pau. Já tô duro só de pensar nisso — disse em voz alta.

A Bruna manteve os olhos fechados enquanto minhas mãos amassavam o corpo.

O sorriso bonito cresceu e ela disse:

— Continua me tocando assim e vai ganhar muito mais que um boquete, amor.

Ela abriu os olhos e olhou para cima e para trás para mim, ainda sorrindo.

— Ah é, o que tem em mente? — Perguntei baixinho.

— Continua me esquentando assim, e vamos mostrar pro Osvaldo o que ele nunca vai ter — ela piscou para mim, então virou a cabeça para encarar o Osvaldo que estava fuzilando a TV.

— Ah, tá pensando no que eu tô pensando? — Perguntei. Ela estava realmente pensando em fazer o Osvaldo nos assistir transar? Engoli seco com o pensamento dele nos pagando e então tendo que nos assistir transar. Minha mente começou a girar.

— É, tomara que uma vitória pro Palmeiras! — ela respondeu com um sorriso sexy. Saí do transe ouvindo ela me provocar.

Uau. Ela realmente estava tentando apertar meus botões essa noite:

— Ah é? Então você quer que ele ganhe? — Beijei o pescoço.

— Hmm, não sei... esse dinheiro extra não soa tão mal. — Ela deu risadinhas. Ela sabia que não precisávamos realmente do dinheiro, mas foi bem fácil ganhar.

— É, esse dinheiro extra soa legal de como foi fácil conseguir. Talvez colocar de lado pra umas férias extras logo — disse. A Bruna sorriu grande com o comentário.

Faltava um minuto para o intervalo e o Osvaldo tinha uma expressão insatisfeita no rosto. O Flamengo estava ganhando de 3-1. A confiança estava murchando e a fortuna era refletida pelo fato de que a Bruna agora estava de volta sentando ao meu lado, com minhas mãos por todo o corpo macio. Estávamos sussurrando, rindo e nos aconchegando no sofá. Tudo estava indo do nosso jeito. Eu e a Bruna nos agarramos e aconchegamos pelo show do intervalo e o que pareceram 2 horas de comerciais. Tinha quase esquecido do Osvaldo enquanto eu e a Bruna ficávamos mais excitados. Estávamos basicamente esfregando um no outro quando a Bruna me sentou no sofá.

Ela passou uma perna sobre meu colo e se inclinou para me beijar. Minhas mãos vagaram por todo o corpo tonificado. Apertei a bunda, passei as mãos pela parte de fora e dentro das coxas, e passei as mãos por baixo da camisa, pela espinha, e agarrei o pescoço, massageando. A Bruna gemeu levemente na minha boca. Podia sentir o shorts jeans curto através das calças enquanto ela esfregava meu pau duro. Ela podia dizer o quanto estava excitado. Estava pronto para ela.

Ela quebrou o beijo e olhou nos meus olhos:

— Tô tão empolgada, amor — ela disse.

Parecia. As bochechas estavam coradas e a respiração era rasa e rápida. O corpo estava quente ao toque.

— Como você se sentiria se déssemos um show completo pro Osvaldo quando ele perder? — Perguntei, dando os olhos de elevador para baixo para a área da virilha colada e de volta, piscando as sobrancelhas. A Bruna leu minha mente, ou talvez eu li a dela.

— Meu Deus, Bruno. Tô tão molhada por você. Vamos realmente esfregar na cara dele! — Ela disse, sorrindo diabólica.

— Tenho uma ideia — ela disse, sussurrando no meu ouvido.

Escutei ela explicar o plano e acenei vigorosamente uma vez que entendi.

— Haha! Você é tão má. Porra, mal posso esperar. Ele só vai ter que assistir. — Nós dois olhamos para o Osvaldo, que olhou da TV para nós, nos fuzilando. Nós dois rimos da insatisfação dele.

Ela se inclinou no meu ouvido, sussurrando:

— Vou subir e me preparar pra você. — Ela pulou do meu colo, pulando feliz para as escadas. Era tão fofa, porra. O Osvaldo não podia fazer nada além de encarar a bunda perfeita da Bruna balançar enquanto pulava para fora da sala com as pernas longas e tonificadas.

Com um plano já em mente, a Bruna entrou no nosso quarto rapidamente e confiante, pegando a roupa da noite enquanto arrumava na cama. Ligou o chuveiro e ficou do lado de fora, rolando pelo celular pela playlist certa. Quando encontrou, se despiu, descascando o shorts jeans apertado dos quadris largos enquanto caíam pelas pernas longas e sedosas. Descascou a calcinha, e comentou o quanto estava molhada depois que ela e eu passamos as últimas horas esquentando um ao outro. Pulou na água quente correndo e foi trabalhar. A Bruna riu para si mesma de como ela e eu íamos fazer o Osvaldo se comer por dentro enquanto assistia com ciúmes. Estava altamente excitada. Enquanto colocava pensamento e intenção em depilar o corpo e tirar cada pedacinho de pelo das pernas até a buceta, aquela excitação apenas cresceu. Queria que isso fosse perfeito.

Cabelo e maquiagem foram a seguir. Secou o cabelo e foi trabalhar em dar ao cabelo loiro uma sensação saltitante, ondulada e sedosa. A Bruna nunca colocava o que parecia maquiagem "pesada". Sempre se concentrava nas melhores características, mas essa é a coisa sobre maquiagem que a maioria dos homens não entende. Aplicar maquiagem para parecer boa e natural para enfatizar a beleza é uma habilidade. E quando feito certo, poucos homens entendem o quão sutil pode ser. Ela sabia que me deixava louco quando colocava batom mostrando os lábios suculentos. Retocou as sobrancelhas levemente. Fez um bom olho esfumaçado, com cílios escuros e longos que saltavam para que os olhos azuis penetrantes pudessem ser vistos do outro lado da sala. A empolgação da Bruna cresceu a cada minuto que passou. Refletiu sobre os meses de boquetes com o Osvaldo. Tinha acumulado um forte conjunto de habilidades. Era como o próprio dia de campeonato. Finalmente, ia usar o treinamento em quem sempre pretendeu: eu. Não podia ser mais sortudo. A Bruna era uma mulher linda, inteligente, carinhosa e gentil. Combinando isso com o sex appeal, habilidade com maquiagem e senso de moda, a tornava imparável. A Bruna poderia realmente estar com qualquer homem que quisesse. Ela era; supermodelo, namorada de atleta, e 10 milhões de seguidores no Instagram; nível gostosa. E me escolheu. Pensei que um dia acordaria desse sonho e ela teria ido embora. Mas toda vez estava lá quando acordei.

Mas os planos não terminavam num boquete. Antes de subir, sussurrou os planos no meu ouvido: queria fazer o Osvaldo nos assistir transar. É algo que ele nunca teria, e teria que assistir eu e a Bruna fazer o que provavelmente passou incontáveis horas se masturbando. O corpo da Bruna estava doendo de antecipação. Considerou brevemente se masturbar, mas escolheu deixar a antecipação crescer até que eu pudesse estar dentro finalmente.

Sorriu enquanto olhava para baixo para a escolha de roupa. Primeiro vieram as meias-calças que deslizaram pelas pernas lindas até as coxas médias. A cinta-liga preta e rendada foi a seguir enquanto abraçava perfeitamente a cintura fina, acentuando os quadris largos. Prendeu as tiras nas meias e as linhas verticais complementavam a silhueta. As tiras da cinta esticavam contra a bunda suculenta. A Bruna então se puxou para o sutiã preto de renda combinando sem alças que empurrava os peitos redondos e empinados para cima, amplificando o decote já lindo. Calçou saltos pretos para combinar com a roupa e ficou no espelho do quarto, avaliando os detalhes. Estava pronta. Vestiu o mini-roupão de seda preto, amarrou, e desfilou pela porta do quarto com uma mistura igual de confiança e antecipação. Se tivesse usado calcinha, teria conseguido segurar um pouco daquela excitação. Por trás, um leve brilho da buceta molhada podia ser visto.

O jogo estava quase na metade do segundo tempo quando a Bruna voltou para baixo. O Osvaldo estava sentado para frente na cadeira. Se tivessem alguma chance de virar, teria que ser agora. A atenção completa estava na TV, mas quando viu a Bruna descer, a boca literalmente abriu. TAC TAC TAC. Ouvi os saltos da Bruna contra o chão duro e notei a reação do Osvaldo. Virei para olhar, o Osvaldo e eu ficamos imediatamente duros como pedra vendo aquela deusa loira na nossa frente. Lá estava ela, agora com cerca de 1,75m nos saltos. As pernas longas da Bruna estavam principalmente cobertas pelas meias escuras, mas conforme meus olhos viajaram pelas pernas, podia ver um toque da pele lisa e os clipes da cinta-liga nas coxas médias. O mini-roupão preto nos provocou com a bunda e pernas, apenas mal cobrindo embaixo da bunda. Não conseguíamos dizer o que tinha por baixo. O roupão estava amarrado apertado ao redor da cintura, mostrando a silhueta ampulheta. O cabelo loiro caía em cachos macios e saltitantes ao redor dos ombros, e o rosto já lindo foi levado ao próximo nível com a maquiagem aplicada expertamente. Mais importante, tinha a aura mais incrível de confiança. Não tinha reservas com o Osvaldo babando, mas isso provavelmente tinha a ver com meses de intimidade como eram, junto com o fato de que a Bruna estava empolgada para finalmente fazer o Osvaldo assistir.

Podíamos dizer que estava de bom humor. A Bruna caminhou até mim e pegou meu rosto nas mãos. Ela se curvou e me beijou profundamente. Embora parecesse uma assassina fria como pedra, podia sentir o lábio da Bruna tremer com antecipação enquanto travamos juntos em abraço. A Bruna podia sentir o pulso acelerar no pescoço. O Osvaldo assistiu o roupão subir enquanto ela se curvava. Do ângulo que a Bruna estava, não tenho certeza se ele conseguia ver a buceta perfeita, careca, brilhante e nua. Só ela e o Osvaldo saberiam.

Quebrando o beijo, ela sorriu e disse:

— Parece que o Palmeiras ainda tá perdendo. Vocês querem uma bebida?

Na metade do segundo tempo, o Flamengo estava ganhando de 3-1. A vitória estava praticamente garantida. A Bruna decidiu se gabar na frente do Osvaldo. Ela me beijou na bochecha.

— Amor, mal posso esperar pra chupar seu pau pela primeira vez. Aprendi tanto. Vou fazer um trabalho tão bom. Ah! Desculpa, Osvaldo, não percebi que você tava ouvindo. — A Bruna deu risadinhas vendo ele fuzilando ela.

A Bruna parecia tão linda quanto estava fora de lugar cercada por tigelas de salgadinhos, garrafas de cerveja vazias, e o Osvaldo inchado e cheio de gases, ainda marinando em ciúmes, enrolado em bermuda cargo e a camisa de um time que logo seria perdedor.

Ri com ela e a puxei mais perto. Estava empolgado também. Finalmente depois de todos esses anos ia receber um boquete, e um de especialista. A Bruna parecia melhor que a maioria das atrizes pornô que tinha assistido até esse ponto. A cereja do bolo era que o Osvaldo teria que assistir. Era uma reviravolta legal na fantasia que eu e a Bruna estávamos rapidamente percebendo que excitava nós dois.

'Foda-se se eu perder essa aposta', o Osvaldo pensou. 'Vou conseguir do meu jeito de um jeito ou de outro.'

A Bruna estava gostosa demais essa noite para ele não conseguir ação nenhuma. Não tinha como deixá-la escapar com toda a provocação que tinha feito essa noite. Tinha um plano.

— O que você tá bebendo? — O Osvaldo me perguntou.

— Só mais uma dessas. Valeu. — Disse, balançando a cerveja quase vazia.

Caminhando para a cozinha, o Osvaldo abriu duas garrafas e rapidamente puxou um saquinho do bolso. O Osvaldo estava planejando isso há algum tempo. Não tinha ideia do que ia acontecer. Não tinha ideia se estava jogando a dosagem certa. Só sabia que me queria fora do caminho pelo máximo de tempo que conseguisse ter a Bruna para si. A Bruna simplesmente estava gostosa demais aquela noite para ele pensar direito. O coração batia forte e as mãos ficaram suadas enquanto mexia no saco plástico. Estava confiando que os benzodiazepínicos misturados com os comprimidos para dormir triturados que o médico prescreveu fariam o trabalho.

'Durma bem, babaca', o Osvaldo pensou antes de habilmente despejar numa das cervejas.

— Saúde — o Osvaldo disse, me entregando a bebida adulterada enquanto levantamos as garrafas e cada um tomou um gole.

O segundo tempo estava quase terminando quando o Palmeiras finalmente marcou. Estava 3-2.

— Ei, pelo menos vocês não vão levar um chocolate — ri para o Osvaldo.

O Osvaldo não respondeu, mas me deu um olhar irritado. Apenas sorri e tomei outro gole da bebida adulterada.

Mal sabia o Osvaldo que sua sorte estava prestes a mudar. O próximo tempo e meio de futebol entraria para a história.

O Flamengo cometeu vários erros que o Palmeiras continuou capitalizando. Em 10 minutos estava quase no final do segundo tempo. O Palmeiras fez uma virada milagrosa e estava apenas perdendo de 3-3.

Cada gol arrancou um olhar de mim e da Bruna. Nós dois continuamos pensando a mesma coisa.

'Não é possível... né?'

O Osvaldo estava surpreendentemente quieto; não achava que tinham chance e a próxima coisa que sabia, o Palmeiras tinha empatado. Logo, o jogo estava empatado e o segundo tempo acabou. Prorrogação.

Eu e a Bruna estávamos em silêncio mortal. Não conseguíamos acreditar nos nossos olhos. Como isso podia acontecer?! Eu e a Bruna compartilhamos olhares nervosos enquanto nossa confiança tinha completamente evaporado, deixando para trás apenas a promessa e antecipação do que pensávamos ser garantido.

O Osvaldo estava em suspense. Não conseguia acreditar que fizeram uma virada também. Estava tão empolgado com a aposta, mas também preocupado que pudesse perder. Essa montanha-russa de emoções não era boa para um homem da idade dele.

O Osvaldo olhou para mim. Minha cerveja estava um pouco menos da metade. Tentou me ler para ver se estava começando a ficar grogue.

'Tô ganhando agora... não importa o quê!' O Osvaldo continuou dizendo a si mesmo.

Assim que a prorrogação começou, minhas pálpebras começaram a ficar muito pesadas.

A Bruna notou que estava começando a ficar cansado:

— Bruno, você tá bem?

— É, só um pouco cansado. Vou ficar bem. — Sorri e dei um beijo leve.

Ela acenou, mas também estava claramente nervosa sobre qual seria o resultado do jogo. Não muito tempo atrás estava imaginando finalmente chupar o pau do marido. Pensando onde deveria começar. As bolas. Talvez a ponta. Ao redor da glande. Agora estava totalmente focada no jogo.

'Vou ter que fazer AQUILO com ele de novo?' Ela pensou nervosamente. 'Pelo menos o Bruno vai estar lá, talvez vá excitá-lo?' Podia pelo menos deixar de lado as preocupações de que poderia ir longe demais com o Osvaldo com eu estando lá. Embora o pensamento a deixasse levemente nervosa de que teria que entregar, talvez uma parte do porquê o coração estava batendo um pouco mais forte fosse empolgação.

A prorrogação começou, e com minha sorte o Palmeiras começou com a bola. Abel Ferreira, prorrogação, na final da Libertadores? Nunca tive chance. Ele marchou pelo campo, ganhando a Libertadores e com ela, a aposta do Osvaldo. Quanto mais perto chegava do gol, mais pesadas minhas pálpebras ficavam. Meus olhos estavam vermelhos tentando mantê-los abertos. Assim que o Palmeiras marcou, perdi a aposta. Meus olhos pesados finalmente fecharam...

— Acho que você ganhou a aposta — a Bruna disse, olhando para o placar. Então me notou desmaiado ao lado. — Fico feliz que o Bruno não tá acordado pra ver você se gabar — ela fez biquinho, cruzando os braços.

— Ha! — O Osvaldo cantou. — Vou aceitar meu pagamento agora. Bruno ou não. Se ele quer ver e não consegue acordar, é perda dele.

— Bruno? — A Bruna me cutucou.

— Hmmmm. — Foi tudo que ouviu em resposta. Estava morto para o mundo.

— Tem certeza que não podemos fazer isso outro dia? Ele vai ficar chateado se não puder assistir — ela implorou honestamente.

O Osvaldo absorveu a visão do rosto lindo, e a roupa sedutora da noite escondida sob o roupão de seda. Ele gentilmente caía sobre as pernas longas e coxas suculentas. Não tinha como o Osvaldo deixá-la ir parecendo assim.

— Isso não era parte da aposta. Vocês dois concordaram.

— Ugh, tá bom! Só... me dá um segundo pra ir me trocar. Usei isso pro meu marido, não pra você. — A Bruna disse, olhando para baixo para a lingerie que estava usando sob o mini-roupão de seda. Cruzou os braços e corou, de repente se sentindo mais exposta do que esteve a noite toda, mesmo sabendo que tinha deliberadamente mostrado a bunda sem calcinha pro Osvaldo para provocar o velho.

A Bruna se levantou do sofá, dando uma última olhada para mim antes de subir. Segundos depois, o Osvaldo também se levantou e me deu um sorriso. Se eu estivesse acordado para ver, veria um sorriso de um homem cujos planos estão se encaixando. Lentamente, quietamente, ele seguiu atrás da Bruna sem o conhecimento dela.

A Bruna tinha acabado de entrar no banheiro conectado ao quarto quando ouviu a porta do quarto abrir. Por um momento, pensou que era eu que tinha acordado. Quando olhou para o quarto, não me encontrou em pé lá. O Osvaldo estava sentado lá na bermuda na cama dela. Nossa cama. Ela pensou que era tão errado ele estar no nosso quarto, especialmente comigo dormindo lá embaixo.

— O que você tá fazendo? — Ela sussurrou como se eu estivesse ouvindo eles.

— O que você acha? — Ele se inclinou para trás com os braços o sustentando.

— AQUI!?! — A Bruna disse incrédula. Estava olhando direto para ele e o corpo fora de forma. Então pegou a barraca enorme na cueca. Uma vez que viu, os olhos ficaram colados. Deu uma engolida profunda enquanto saliva começou a encher a boca. Lambeu os lábios. Por que sentia que estava faminta por aquilo?

— É, por que não? Vai ser excitante fazer na sua cama onde você e seu marido dormem toda noite. Também mantém essas joias. Te deixa mais sexy com a lingerie. — O Osvaldo disse com autoridade na voz.

— Ai meu... não sei. É simplesmente errado. Temos um quarto de hóspedes? — A Bruna tentou sugerir.

— Não. Aqui. Um acordo é um acordo, e tô de saco cheio de esperar. — O Osvaldo disse enquanto apontava para o chão entre as pernas.

A Bruna resmungou em desprazer, mas ainda caminhou até ele antes de cair de joelhos na frente desse homem desprezível. A coisa engraçada é que estava confortável ajoelhando diante dele agora. Como se pertencesse lá. A Bruna não disse nada, mas foi tentar puxar a bermuda para baixo.

— Não, espera. — O Osvaldo puxou as mãos para baixo. — Quero tentar algo diferente. — Ele ficou em pé na frente da Bruna enquanto ela olhava para cima. O Osvaldo não conseguia acreditar o quão sexy ela parecia ajoelhada diante dele com as características lindas destacadas pela maquiagem e cabelo, e com a lingerie rendada o provocando de baixo do mini-roupão. Desabotoou a bermuda, mas deixou o zíper fechado.

— Tira meu pau pra fora. Sem usar as mãos.

A Bruna ficou confusa. Como era suposta fazer isso?

— Vamos. Descobre. — Ele anunciou mais alto agora.

A Bruna pulou um pouco ouvindo a voz um pouco mais forçada. Ela se inclinou para frente parecendo confusa sobre o que fazer. Finalmente se inclinou e mordeu o zíper e puxou para baixo lentamente. A Bruna podia sentir o calor do pau já atrás do zíper.

Quando estava todo o caminho para baixo, soltou e olhou de volta para o Osvaldo:

— Assim?

Ele apenas acenou para baixo. A Bruna, por alguma razão, sentiu feliz que estava fazendo certo e voltou. Achou o desafio excitante. Divertido, até. Queria descobrir sozinha como ia tirar o pauzão sem usar as mãos. Usou a boca e puxou as laterais da bermuda para baixo. A barriga grande ajudou as ações e a bermuda finalmente caiu no chão.

A Bruna sabia que estava perto de realizar o objetivo. Mordeu a cueca e puxou para baixo. O pau finalmente saltou livre. No nível dos olhos, a vara maciça aparecia ainda maior e mais impressionante. Ofegou um pouco quando saltou em atenção, pronto para a habilidade especialista.

Jogando a cueca para o lado, finalmente pegou o pau todo na vista. Estava pulsando como uma batida de coração e sentiu o próprio coração sincronizar com ele. Era como uma batida de tambor na cabeça. Sem outro pensamento, se inclinou para baixo e começou a dar um boquete. Tinha muita prática e não segurou nada. O Osvaldo tinha outros planos. Curtiu sentir a boca quente cercar o pau por um pouco antes de pará-la.

— Por mais que eu ame seus boquetes, hoje você vai me dar outra punheta com a buceta. Não tenta sair fora da aposta agora. — Ele disse lentamente.

A Bruna não disse nada. Só queria fazer esse pauzão gordo gozar para ela. Pensaria no resto depois.

Ele puxou o pau para longe:

— Vamos no seu ritmo e sobe em cima. Assim como da última vez. — O Osvaldo sentou na nossa cama conjugal como se fosse dele. Olhou para a Bruna com um sorriso largo e arrogante, fazendo sinal para ela se juntar a ele.

A Bruna limpou a saliva dos lábios com a mão de trás. Usando as coxas do Osvaldo, se levantou. O Osvaldo a assistiu com prazer enquanto mais do corpo entrava em vista. Ele tinha as mãos descansando nas laterais dos quadris, acariciando a seda lisa que os cobria. Ela olhou para baixo para ele por um momento, com as mãos descansando nos braços. Não conseguia acreditar como estava agindo com ele mais uma vez. A Bruna tinha um marido atraente. Ótimos amigos e família. O que pensariam se fossem ver ela com um homem como o Osvaldo? Talvez se vissem o pau dele entenderiam. Nunca e ainda não acha ele atraente de forma alguma, mas...

O pau dele tinha um controle sobre ela. Toda vez que via, a maravilhava. Era o maior que já tinha visto pessoalmente ou em vídeo. Se perguntou lá no fundo se estava meio feliz que o Osvaldo ganhou. Certamente ninguém tinha pedido para ela chupar o pau dele, ainda assim foi talvez por condicionamento. Eu estava dormindo lá embaixo enquanto ela compartilhava esse momento com o Osvaldo. Mesmo se eu estivesse acordado, ela sabia que provavelmente ia querer que ela se divertisse. Então foi o que fez.

A Bruna empurrou o Osvaldo para baixo na cama. Das costas, ele assistiu o rosto. Ela nunca quebrou o contato visual enquanto lentamente trouxe as mãos para a cintura. Alcançando o cinto de seda que amarrava o roupão fechado, a Bruna enfiou os dedos pelo nó. Num movimento rápido, o cinto se desfez. A Bruna prendeu as mãos no corpo, mantendo o roupão fechado até o último momento. Sentiu o calor do corpo enquanto trouxe a mão pela cintura fina para agarrar o roupão. Lentamente, abriu o roupão para o vizinho enquanto encarava nos olhos. Sentiu o coração batendo no peito enquanto trouxe o roupão sobre os ombros, então deixou cair no chão. Na frente do Osvaldo, ficou no sutiã rendado que segurava os peitos redondos e empinados para cima, a cinta-liga preta rendada, e as tiras que conectavam as meias até as coxas médias. O Osvaldo bebeu a visão dela em pé lá, com cada curva do corpo brilhando na luz íntima do abajur do quarto. Não estava usando calcinha, mas os dois sabiam disso. A Bruna ficou na frente do Osvaldo por um minuto, assistindo a reação e ficando mais excitada conforme o fogo nos olhos dele cresceu. Se eu estivesse em pé na porta do quarto, teria visto a Bruna, vestida para matar com os saltos ainda, empurrando a bunda já impressionante para cima. Os olhos famintos da Bruna e do Osvaldo devoraram um ao outro enquanto o pauzão do Osvaldo estava em atenção e a Bruna estava de frente para ele. Se eu estivesse lá, teria visto a Bruna vestida para uma noite íntima comigo, prestes a entregar toda nossa preparação, antecipação, esperanças e sonhos do que essa noite poderia ser... para o Osvaldo.

— Porra, sim. Você é sexy pra caralho. Sobe — o Osvaldo disse.

Com isso, a Bruna subiu na cama, passando uma perna sobre o colo do Osvaldo. Os olhos estavam começando a embaçar com luxúria enquanto sentiu o pau dele descansando contra a barriga. Os dois olharam para baixo, então de volta um para o outro.

— Você vai cuidar disso pra mim?

A Bruna acenou. O corpo estava bombeando tanto sangue que mal conseguia ouvi-lo sobre o zumbido nos ouvidos.

— Você vai deslizar essa bucetinha apertada no meu pau de novo?

A Bruna respondeu suavemente:

— Sim...

— Me beija como você fez com o Bruno durante o jogo. Nunca nos beijamos assim.

A Bruna lentamente balançou a cabeça:

— Não posso... isso é só pra mim e meu marido.

— Bom, vai ser meu assim como você é. — O Osvaldo agarrou a bunda com duas mãos cheias e puxou perto.

A Bruna podia sentir os corpos quentes um contra o outro. O Osvaldo sentiu o sutiã rendado contra o peito e a cinta-liga contra a barriga. A Bruna se apoiou contra o corpo, sentindo as mãos massagearem a bunda. Era bom. Mordeu o lábio, encarando de perto o rosto grosseiro do Osvaldo. Ele franziu os lábios para o beijo. A Bruna moveu o rosto mais perto, cedendo com um beijo. Sentindo a boca na dela, a química corporal da Bruna começou a trabalhar imediatamente. O que começou como beijos pequenos, quase educados, logo se tornou mais. Então mais. A Bruna e o Osvaldo começaram a se perder nos sentimentos dos lábios agarrando e massageando um ao outro. O Osvaldo a puxou para baixo até estar deitada em cima dele. O pau estava sendo empurrado contra a barriga da Bruna enquanto ele agarrava e amassava as bochechas da bunda. Com os olhos dos dois fechados, a Bruna e o Osvaldo logo encontraram a língua da outra pessoa na boca enquanto provavam um ao outro. O cabelo da Bruna caiu ao redor dos rostos e o Osvaldo respirou o cheiro do cabelo profundamente. O Osvaldo desacelerou os lábios e empurrou para começar a compartilhar um beijo sensual com minha esposa na nossa cama conjugal. A Bruna estava respirando pesadamente. Pausou por um momento.

— Desgraçado... — ela choramingou. Lambeu os lábios antes de ajustar o cabelo para o lado da cabeça, estendendo de volta para continuar o beijo lento.

A Bruna deslizou mais para cima e posicionou o pau do Osvaldo entre as bochechas da bunda. Sabia que ele amava essa posição. Imediatamente, ele apertou a bunda pesadamente contra o pau. A Bruna começou a rebolar no pau como se estivesse na balada. A bunda balançou de lado a lado, deslizando para cima e para baixo no pauzão. Nunca parando o beijo, a Bruna deslizou os lábios da buceta e bochechas da bunda por toda a píton gigante do Osvaldo. Logo, a Bruna não aguentou mais e empurrou o corpo para cima. As mãos descansaram no peito do Osvaldo enquanto balançava por todo ele. O corpo estava em chamas. Sentiu o pau duro separar os lábios enquanto esfregava o clitóris no pau túrgido e inflexível do Osvaldo.

Soltou um gemido alto:

— Porraaa. Você tá me deixando tão molhada, Osvaldo. Mmm.

O Osvaldo não precisava que dissesse. Sentiu o pau coberto nos sucos. Podia ouvir ficando mais escorregadio lá embaixo. A Bruna estava pingando de tão excitada. O Osvaldo sabia que tinha essa vadia sob o feitiço. Forçando a sorte, parou de movê-la.

— Deita de costas. Tô chegando perto — ele mentiu.

— Ugh! Tá bom... — A Bruna disse, sentindo estranhamente desapontada conforme as sensações tabu pararam.

O Osvaldo se levantou e saiu do caminho deixando a Bruna deslizar pela cama, deitando de costas. Ela olhou para baixo para o Osvaldo enquanto ele se posicionava sobre a buceta. O pau pairava sobre ela, às vezes deixando a parte de baixo bater nos lábios da buceta. A Bruna gemia toda vez que fazia. Assistiu o Osvaldo enquanto segurava a cabeça para cima da cama, ocasionalmente jogando para trás quando o Osvaldo deslizava pelo clitóris do jeito certo. O Osvaldo assistiu o cabelo loiro em cascata balançar enquanto fazia. Era uma visão de ver enquanto segurava as pernas abertas para ele enquanto o Osvaldo se ajoelhava entre as pernas, os saltos balançando no ar. Ela olhou para baixo para o pauzão do Osvaldo pairando sobre a buceta. Era tão grosso com veias mostrando. Tinha trilhas dos sucos dela grudando do pau até a buceta brilhante. A iluminação no quarto era baixa e íntima. Parecia que ela e o Osvaldo estavam compartilhando um segredo. O Osvaldo segurou o pau com uma mão e esfregou o corpo com a outra. Podia sentir a pele quente enquanto passava as mãos pelo torso, barriga, coxas e bunda.

— Tô tão molhada... — ela choramingou.

— Porra, sim, você tá. — Ele sorriu, abaixando a parte de baixo do pau e deslizando a parte de baixo da cabeça até a base do pau nos lábios da buceta. A Bruna soltou um gemido. Cobriu o rosto com os braços e curtiu as sensações do pau nela.

Depois de alguns minutos, a Bruna ouviu o Osvaldo perguntar:

— Você tá curiosa?

A Bruna removeu um dos braços e olhou para o Osvaldo, quase num pouco de estupor:

— Hã?

— Você não tá curiosa de como eu poderia te foder gostoso com isso? — Ele disse, esfregando o pau contra os lábios da buceta mais uma vez.

— Para com isso... — ela choramingou, dando uma exalação profunda — ...e não. Eu e o Bruno temos uma ótima vida sexual.

— Não perguntei isso. Tenho certeza que seu marido te fode muito e é provavelmente bom... mas você não tá pelo menos curiosa? — ele disse, continuando a esfregar a parte de baixo do pau nela.

O corpo da Bruna já estava em chamas. Começou a respirar mais forte e lentamente disse:

— Estaria mentindo se dissesse que não pensei nisso pelo menos mas... honestamente me assusta. Você é grande demais. Ia doer muito. E sou casada. Nunca faria isso com o Bruno.

O Osvaldo riu baixinho com aquela resposta:

— A coisa real que te assusta é que você tá preocupada que eu vou te foder melhor que qualquer um já fez. Sou um cara que você não acha atraente ou nem gosta, mas vou te foder melhor que o homem que você ama. Você tá com medo de que vai ficar viciada, correndo pra minha casa toda noite. Você não estaria traindo seu marido. Lá no fundo, ele quer isso provavelmente mais que você. Ele sabe que eu posso te fazer sentir coisas que nunca experimentou. Ele te ama e é por isso que quer meu pauzão dentro de você. Ele quer ver te dar prazer que nunca pensou que poderia experimentar.

Conforme se aproximava do fim do discurso, o Osvaldo esfregou o pau mais rápido e forte na buceta da Bruna. Ela estendeu a mão para baixo e tentou parar a esfregação da cabeça do pau no clitóris eletrificado. Sentiu o pau duro e quente contra a mão deixar uma trilha fria enquanto deixava os próprios sucos na mão, lembrando a Bruna mais uma vez o quanto já estava excitada.

— Hnnn — a Bruna gemeu enquanto sons molhados encontraram caminho nos ouvidos. Mal o ouviu. — Não devíamos fazer isso — ela respondeu, não realmente em resposta a nada que ele disse. Era como se estivesse argumentando consigo mesma sobre o que o Osvaldo estava falando.

— Você tá me deixando tão excitado, porra — o Osvaldo disse, esfregando o clitóris com o pau e fazendo os lábios doerem de desejo. As mãos do Osvaldo intermitentemente vagavam pelo corpo, tocando a lingerie rendada e esfregando o corpo em forma.

— Hmm, porra, eu também — a Bruna disse de uma forma reflexivamente honesta. — ...Mas não devíamos — ela acrescentou depois de vários momentos de reunir os pensamentos do estado de excitação.

O Osvaldo a ignorou e continuou a acariciar o pau duro contra a buceta encharcada e latejante. O rosto estava corado e o calor emanando do corpo deixava o Osvaldo tonto de luxúria. O quarto estava fracamente iluminado por abajures na cabeceira da cama. Mesmo na luz fraca, o Osvaldo podia dizer que as pupilas da Bruna eram do tamanho de pires. A pele brilhava e o corpo estava enrolado na lingerie como um presente.

— Sua buceta foi feita pra mim. Eu te conheço. Nós dois sabemos o que você é. E o quanto você precisa do meu pau. — O Osvaldo disse entre os dentes cerrados.

A Bruna não sabia o que dizer. Depois de meses brincando com o órgão maciço do Osvaldo e ficando orgulhosa dos jeitos de vadia, sentiu que havia verdade nas palavras. A Bruna moveu as mãos do pau e as descansou na barriga pesada.

O Osvaldo começou a pressionar a cabeça do pau grosso para baixo em direção à abertura. Os lábios molhados começaram a se separar enquanto fazia. O Osvaldo encarou para baixo para a Bruna de costas, olhando nos olhos azul-escuros vidrados. Os cachos loiros recém-feitos caíam ao redor do rosto, emoldurando a visão do Osvaldo do rosto habilmente pintado, as pálpebras escuras e cílios longos combinados para tornar o olhar luxurioso especialmente potente.

— Não devíamos — ela disse, depois de reunir cada último pingo de determinação.

O Osvaldo continuou a esfregar o pau duro nos lábios escorregadios da buceta e clitóris. A Bruna olhou para baixo para ver o órgão maciço tentando separar os lábios. O pau do Osvaldo pingava pré-gozo. Os lábios da Bruna tremeram assistindo. Respirava pesadamente pela boca, mal conseguindo pensar. Os sucos misturados fluíam pela buceta, pingando pela bunda.

— Aqui. Deixa eu — ela disse, estendendo a mão com um braço, a Bruna agarrou o pênis do Osvaldo. Em vez de mantê-lo pressionado paralelo aos lábios da buceta estilo cachorro-quente, agora o agarrou como uma espada. O Osvaldo continuou a mover os quadris e pau para cima e para baixo na fenda. A Bruna esfregou a ponta no clitóris. Pré-gozo escorreu do pau enquanto agarrava e ordenhava. Esfregou no clitóris. Apesar dos protestos, começou a esfregar o pau em círculos mais largos na buceta. Primeiro o clitóris, então os lábios da buceta e clitóris. A Bruna trouxe a cabeça do pau do Osvaldo até a entrada do buraco, pausando por um momento e sentindo ele esticar abrir levemente. Podia sentir o pré-gozo pingando misturar com os sucos e enquanto fluíam ao redor da abertura. Estava bêbada de luxúria. Os dois estavam. O Osvaldo não conseguia se parar.

Enquanto a Bruna apontava o pau duro para a abertura, o Osvaldo empurrou levemente para frente. Tanto ele quanto a Bruna assistiram enquanto as primeiras partes da ponta empurravam os lábios para longe.

— Osvaldo. É errado. — Ela disse, os cílios longos tremulando enquanto o olhar disparava dos corpos se juntando para o rosto do Osvaldo.

O Osvaldo recuou.

Lentamente, a Bruna começou a circular o clitóris, então os lábios, então a abertura com o pau. O Osvaldo empurrou de novo. Um pouco mais da ponta empurrou a entrada para longe.

Sentindo o estiramento da grossura, a Bruna olhou para o Osvaldo sem fôlego e suspirou:

— Osvaldo... não é... certo...

Ela começou a circular de novo. Outro empurrão. Mais do pau do Osvaldo entrou.

— Hmm, porra. Ai meu Deus. Osvaldo... não devíamos — ela arrulhou, não convincentemente.

Mais círculos. O Osvaldo e a Bruna estavam encharcando a cama com os sucos. A Bruna continuou a segurar uma perna para cima sob a coxa com a outra perna segurada pelo Osvaldo enquanto guiava a ponta do pau sobre a buceta encharcada. A Bruna e o Osvaldo mal estavam funcionando. Cada fibra do ser estava focada nos círculos que a Bruna desenhava sobre o clitóris e lábios inchados. A Bruna e o Osvaldo estavam respirando rápido com os corações batendo. O Osvaldo sentia como se fosse desmaiar. E então teve o suficiente de provocação. Com um empurrão final, lento e firme, empurrou a ponta inteira e vários centímetros do eixo para dentro da buceta faminta da Bruna enquanto ela o segurava sobre a abertura, esticando e fazendo o corpo explodir com prazer.

— Ai, ai, Deus. Osvaldo! Você é tão grande! — ela gritou enquanto jogou a cabeça para trás, sentindo o corpo celebrar enquanto as paredes foram finalmente esticadas.

— Porra! Ai meu Deus, você tá dentro de mim! — ela ofegou num sussurro enquanto trouxe o olhar de volta para baixo para o pau do Osvaldo parcialmente enterrado dentro.

Ela continuou a segurar as pernas abertas para o pau do Osvaldo enquanto sussurrava alto:

— Osvaldo, isso é tão errado.

Era como se ainda quisesse manter esse momento entre os dois. Era como se não quisesse ser pega.

O Osvaldo agarrou pelo queixo e olhou nos olhos com uma intensidade profunda:

— Me diz que você quer que eu pare — ele disse.

A Bruna olhou para ele e mordeu o canto do lábio inferior. Acenou muito levemente, reconhecendo que tinha ouvido. Não disse nada.

Lentamente, o Osvaldo deslizou mais do pau para dentro da buceta da minha esposa.

— Ai Deusss! É grande demais — a Bruna mal conseguiu dizer em respirações curtas. Sentia como se um tronco de árvore estivesse abrindo ela. Mas não, era o Osvaldo, o vizinho. Os dois sentiram o calor corporal incrível do outro através dos órgãos acoplados. As paredes ansiosamente se esticaram para encontrá-lo. Doíam por isso, e o corpo estava faminto por mais.

O Osvaldo puxou até a cabeça do pau estar quase saindo, então deslizou de volta. Repetiu o processo e apenas muito lentamente acelerou conforme ia. Tinha dado apenas metade do pau.

— Osvaldo. Por favor, por favor... ai Deus. Mais devagar. Porraaa!! Você vai me quebrar! — A Bruna gemeu incontrolavelmente.

— Só tô te esquentando, amor, nem começamos ainda. — Ele estava dizendo a verdade. Tinha mais para dar.

A Bruna não conseguia responder. O corpo estava perdendo controle. Nunca tinha sentido algo assim. O Osvaldo deslizou o pau até só a ponta ficar antes de deslizar lentamente para dentro da Bruna, fazendo a buceta se acostumar com o pauzão. A excitação da noite tinha entorpecido o julgamento e mantido o corpo tão faminto e desesperado para gozar. Mesmo nesse ritmo lento, ainda levou apenas momentos para construir para um orgasmo.

— Meu Deus! — A Bruna gemeu enquanto os abdominais involuntariamente a fizeram se encolher. Podia sentir o pau duro dentro. Podia sentir a própria umidade. Podia sentir as mãos dele no corpo e a cama conjugal embaixo dos dois. A natureza tabu do par a deixou tão excitada que os ouvidos zumbiam. As pupilas estavam tão largas que a luz fraca do quarto parecia brilhante como meio-dia.

— Ahhh. Deus. Porraaa! — A Bruna tremeu embaixo dele enquanto o orgasmo estilhaçou a mente. As pernas tremeram levemente enquanto gozava no pau do vizinho. Os saltos sacudiram no ar. Foi de longe o orgasmo mais rápido que já teve e definitivamente um dos maiores.

— Haha. Isso mesmo. Porra, sua buceta é tão apertada. — O Osvaldo sussurrou enquanto beijava o pescoço durante o orgasmo.

A resposta forte ao pau fez o ego inchar quase tanto quanto o próprio pênis. Ele olhou para baixo para o corpo lindo da Bruna, tremendo sob o poder do pau. Sentiu as paredes quentes estremecerem contra a cabeça e eixo do pau. Ela era tão incrível quanto parecia.

A Bruna ficou lá recuperando o fôlego. O Osvaldo deixou o pau dentro enquanto se recuperava. Estava sem fôlego e levou um momento para se recuperar enquanto deitava a cabeça de volta na cama com os olhos fechados. O brilho pós-orgasmo a lavou e finalmente se sentiu vir à superfície depois de estar inundada numa maré imparável de desejo. Brevemente.

— Seu desgraçado... você quebrou as regras! O que vou dizer pro Bruno? — A Bruna sibilou num sussurro alto. Lágrimas começaram a se acumular nos olhos. O Osvaldo ainda estava dentro.

— Que tal você dizer a verdade pro Bruno: você queria meu pau e eu te fiz gozar rápido. Não me importo. Agora vira de barriga pra baixo e fica de quatro. — O Osvaldo ordenou, deslizando o pau para fora. Ela podia sentir as paredes vaginais se agarrarem a ele enquanto fazia.

— Você acha que vou transar com você de novo? Isso foi um erro. Só sai. — A Bruna rolou de lado e desviou o olhar.

— Você adorou, porra. Por que tá tão brava?

A Bruna não conseguia olhar para ele. Apenas ficou lá de lado, olhando para a porta se perguntando o que me diria.

— Vai se foder, Osvaldo! E daí se foi bom? Acabei de trair meu marido pelas costas e traí a confiança. Te disse pra parar. — A Bruna disse, lutando contra a vontade de chorar.

O Osvaldo se inclinou mais perto para se aconchegar, enrolando os braços ao redor. Ela deixou. Embora estivesse chateada com o Osvaldo, estava brava por ter se deixado levar tanto. Depois de gozar forte, ser abraçada pelo Osvaldo era surpreendentemente íntimo e reconfortante para a Bruna. Ainda não conseguia acreditar como tinha gozado fácil e rapidamente.

O Osvaldo sussurrou no ouvido:

— Por que o Bruno ficaria bravo? Ele balança esse pauzão na frente da esposa linda para as próprias emoções. Algo está prestes a acontecer. Na verdade, acho que vocês dois gostam da natureza tabu do nosso arranjinho. Se algo, ele vai te dizer pra continuar. Quer dizer, você conhece ele melhor que eu, e já sei que ele ama ver você agir assim. Você definitivamente curtiu... não curtiu?

A Bruna se acalmou um pouco nos braços e começou a pensar sobre o que ele tinha dito. Também começou a sentir o pau ainda duro do Osvaldo esfregando e tocando. Podia sentir o calor dele entre as coxas. Podia dizer que estava molhado dos próprios sucos. O pensamento a deixou levemente tonta.

Virou a cabeça para olhar para trás. Os dois estavam deitados de lado encarando a porta. A Bruna parecia incrível na lingerie e as mãos do Osvaldo vagavam pelo corpo em forma. Travaram os olhos, e a buceta começou a latejar por ele. Queria sentir o pauzão perto de novo. O corpo estava começando a esquentar. Pensou sobre tudo que deixei ela fazer com o Osvaldo. Lembrou como eu amava ver ela agir mal. Ao longo dos meses, tinha crescido para amar também.

— Você tá preocupada com o que o Bruno vai pensar, entendo. Mas vamos lá, você acha que ele não ia querer ver você se divertir? Comigo? Depois de tudo que passamos? — O Osvaldo perguntou, pela primeira vez não zombando, aparentemente preocupado com a Bruna. A mão estava ao redor da barriga tensa enquanto traçava a borda da cinta-liga rendada. A excitação da Bruna cresceu conforme o vizinho velho e feio fazia o corpo formigar com o toque no quarto conjugal.

— Acho que ele ia... — A Bruna confessou, olhando no rosto feio do Osvaldo com os olhos azuis esfumaçados e cílios longos.

— E foi bom pra você...? — pressionou o Osvaldo, levando a uma resposta que os dois já sabiam.

— Sim... — A Bruna sussurrou enquanto ficava mais focada no pau duro como pedra do Osvaldo ainda aninhado entre as coxas lisas. Trouxe a atenção para as mãos do Osvaldo vagando livremente pela pele lisa. Se sentiu quente por toda parte. Durante a noite inteira, a fome tinha crescido mais forte para querer ser tocada. Cheirada. Provada. Fodida. Cada fibra no corpo formigava por mais.

O Osvaldo pegou a deixa e aninhava a cabeça no pescoço, beijando suavemente. A Bruna fechou os olhos e soltou um gemido suave depois de vários momentos sentindo a respiração quente do Osvaldo no corpo, e o pau duro inchar entre as coxas escorregadias.

— Então só curte como seu marido quer que você curta — o Osvaldo disse enquanto continuava a se aconchegar, mordiscando as orelhas e lambendo levemente.

Ela cheirava incrivelmente. O Osvaldo não tinha certeza se era o xampu ou perfume, mas o aroma era intoxicante.

Finalmente, a Bruna se inclinou para trás. O Osvaldo deu espaço para olhar. Estava respirando mais forte agora, e os olhos ainda estavam fechados. Parecia tão gostosa, porra. A excitação sexual estava tão grossa na sala que podia ser fisicamente sentida. O Osvaldo trouxe a boca nos lábios cheios e franzidos. A Bruna retornou o beijo, agarrando os lábios com os dela. O Osvaldo sorriu. Logo, a língua estava na boca enquanto ela brincava com ela. Ele tinha ela. Traçou os dedos pelos braços, então agarrou o pulso, guiando a mão para trás até o pau. Ela não resistiu. Gemeu na boca enquanto os dedos enrolavam ao redor do pau grosso, masturbando o membro duro e pesado. A Bruna não queria pensar em nada. Só queria sentir aquela sensação tabu mais uma vez. O Osvaldo levantou uma das pernas da Bruna. Quebrou o beijo e encarou nos olhos da Bruna.

— Vai, coloca dentro de você — ele encorajou.

A Bruna mordeu o lábio no pedido do Osvaldo. Olhou para baixo entre as pernas, e com a mão ainda enrolada ao redor da circunferência quente e latejante do Osvaldo, guiou o pauzão para a buceta molhada. Uma vez que alinhou o pau com a abertura, o Osvaldo lentamente moveu uma das mãos para a garganta da Bruna e fez ela olhar direto para ele. Centímetro por centímetro, o pau entrou de novo.

— Ahh! Mmm! — A Bruna gemeu enquanto as paredes vaginais escorregadias foram reintroduzidas ao pauzão do Osvaldo.

A Bruna sentiu como se estivesse olhando através de uma janela onde cortinas estavam sendo puxadas para deixar entrar uma vista de tirar o fôlego conforme cada parte do pau do Osvaldo abria mais e mais. O corpo cantou com eletricidade conforme os nervos dispararam e o corpo gritou por mais. Cada um assistiu o rosto da outra pessoa se contorcer em prazer e alívio conforme o Osvaldo entrava na buceta quente. O Osvaldo soltou um gemido alto ao entrar no canal escorregadio da minha esposa pela segunda vez.

— Ai porra!! É tão grande. Osvaldo, por favor vai devagar. — A Bruna ofegou.

O Osvaldo respondeu empurrando lenta e firmemente para frente. Agora conseguia entrar um pouco mais da metade.

— Oooh!

A Bruna podia sentir o eixo grosso e a cabeça do pau do Osvaldo mergulhar fundo dentro, esticando amplo. Ele empurrou o pau o mais longe que ia dentro, a buceta escorregadia estava moldada ao redor do pau como uma luva. Nessa posição, era incapaz de atingir penetração completamente profunda, já que o ângulo dos corpos e a barriga do Osvaldo estavam no caminho. Mas não importava. Estava tão fundo quanto conseguia entrar nesse ângulo, e ia curtir.

O Osvaldo sabia que tinha uma pista limpa para decolar. Puxou quase até a cabeça, então empurrou na vizinha apertada de 29 anos o mais forte que conseguia. O cabelo loiro sedoso e ondulado balançou para frente e para trás enquanto fazia. Repetiu isso num ritmo rápido. Tinha esperado tempo suficiente para estar enterrado dentro da Bruna. Queria deslizar o pau todo nela e fazê-la gritar. Não tinha planos de ir devagar dessa vez.

A Bruna sentiu se esticando como nunca tinha experimentado.

— Por favor, Osvaldo, devagar! Ah! Ai! — ela gritou conforme a respiração começou a ficar rasa e rápida.

A martelada impiedosa do Osvaldo continuou. Ela não protestou depois dos primeiros empurrões. Os únicos barulhos que escaparam dos lábios cheios eram os sons da respiração rápida e entrecortada e gemidos. Ele estava dando uma das melhores fodidas da vida enquanto o pau grosso mergulhava dentro e fora da buceta molhada. A Bruna sentiu a vagina dolorida aliviada conforme a surra do Osvaldo finalmente a preencheu.

— Meu Deus. Ai porra. Ai porra! OSVALDOOOO!!!!!!!! — A Bruna gritou tendo o segundo orgasmo da noite.

***

>> Pronto, pronto, esse capítulo foi gigante igual o pauzão do Osvaldo entrando na buceta da Bruna. Vão parar de me xingar? 😂😂

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Comentários

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Passo um bom tempo sem acessar o site e ao voltar me deparo com esse conto, é um aviso que devo ficar esse ano todo sem acessar, ruim não, péssimo kkkkkk

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Esse Osvaldo é um fdp , drogaria o marido em cima de uma aposta q ele estava perdendo .

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Todo castigo prá Côrno Frouxo é pouco. Êsse maridinho tem de ser bem humilhado e perder a esposa pro feioso.

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A mulher tem um marido que dá toda confiança pra ela e o que ela faz não respeita nem a cama do casal tomara que o.marido não aceite e acabe com a graça dos 2 seria muito sem graça se o.esposo aceitasse de boa essa traição e falta de consideração da esposa

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Agora o Osvaldo tem que fazer dela putinha particular. Inclusive levar algum amigo velho e feio pra fuder ela tbm

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Pensei nisso também, tem muito pra explorar, gozo interno, ele entregar pro amigos, ele fazer um churrasco e só convidar ela , pra ir , e chamar os amigos, fora o sexo anal e Do

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Oswaldo deveria se impor, virar dono da puta de vez, ditar as regras, fazer o marido mais submisso que a própria esposa, deixar o corno cada vez mais sem sexo, não queria ser corno? Ou aceita ou nunca mais a esposinha encosta no pauzao dele!!!

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