Quando o amor incomoda - 13

Um conto erótico de Mrpr2
Categoria: Gay
Contém 1963 palavras
Data: 22/01/2026 20:54:32

Gustavo saiu da casa de Luiz Felipe aos tropeços, o coração disparado como um tambor no peito. Um misto explosivo de medo, tesão latejante, alegria inebriante e preocupação sufocante o impulsionava para frente, como se o ar da rua pudesse apagar o fogo que ardia entre suas pernas. Ele olhava para trás a cada poucos passos, imaginando o corpo escultural de Luiz Felipe surgindo na porta, chamando-o de volta para terminar o que quase haviam começado. Distraído, colidiu de frente no peitoral duro como aço de Eduardo, o impacto fazendo seu corpo magro chicotear para trás sendo segurado firmemente por seu irmão.

— Por que tava correndo assim, irmãozinho? Onde você tava? — grunhiu Eduardo, os olhos escuros cravados nele, uma mão grande e firme apertando o ombro de Gustavo.

— Eu tava... tava... Não te devo satisfação! — rebateu Gustavo, a voz tremendo, mas com um fogo novo que o surpreendeu.

Eduardo riu baixo, um som grave e dominador, inclinando-se para perto o suficiente para que Gustavo sentisse a dominância de seu corpo.

— Hum... virando homem, hein? Gostei disso. Mas não cresce pra cima de mim não, pivete. Tem que comer muito arroz e feijão pra me encarar. Vamos pra dentro.

Eduardo o empurrou levemente pelas costas, os toques firmes e insistentes guiando Gustavo para dentro de casa, cada empurrão enviando ondas de eletricidade pela espinha dele. Gustavo foi direto para o banheiro, trancando a porta com as mãos trêmulas. Ligou o chuveiro no máximo, a água quente cascateando sobre sua pele clara e magra, lavando o suor da excitação. Ele fechou os olhos, a mente inundada pela imagem de Luiz Felipe: o peito definido, suado e reluzente, os músculos esculpidos como mármore vivo, os cachos úmidos caindo sobre os olhos mel cheios de desejo.

— Ele me queria... — murmurou para si mesmo, a voz rouca ecoando no vapor. Seus dedos desceram devagar pelo peito liso, traçando os contornos do próprio corpo, imaginando as mãos grandes e calejadas de Luiz Felipe no lugar delas. Ele apertou o pau já duro, latejante, gemendo baixo enquanto se masturbava com fúria, o tesão acumulado explodindo em ondas quentes. Cada movimento era uma lembrança: o volume marcado na cueca molhada, o gemido baixo do outro lado do vidro embaçado. Gustavo gozou forte, o corpo tremendo contra a parede fria, mas o alívio era temporário, o desejo por Luiz Felipe só crescia.

Mas Gustavo não era o único naquela noite consumido por um tesão voraz e acumulado. A diferença é que, em vez de se aliviar sozinho com a mão, Brian tinha duas bocas ávidas e quentes para devorar seu pau rosado e grosso.

— Go on... that's it... suck my dick! — rosnava Brian, o corpo atlético se contorcendo no sofá da casa alugada, os músculos tensos brilhando de suor enquanto Miguel e Kenji se revezavam no seu mastro latejante.

As línguas deles dançavam como serpentes famintas: lambendo da base grossa até a cabeça inchada e vermelha, chupando o saco depilado com sucções molhadas e barulhentas. Miguel, com sua fome insaciável, forçava a garganta para engolir mais daqueles 17 cm duros como ferro, os lábios esticados ao limite, saliva escorrendo pelo queixo. Kenji, mestre em controle, usava suas técnicas de respiração profunda, inspiradas no tai chi e na meditação, para afundar até as bolas, sentindo o pau grosso pulsar na sua garganta apertada, fazendo Brian tremer e urrar como um animal no cio.

Miguel não perdeu tempo: enfiou seu próprio pau estalando de duro na boca gulosa de Brian, que chupou com voracidade, gemendo em torno da carne. Kenji, com os olhos escuros brilhando de luxúria, lubrificou o cu apertado e se encaixou devagar no cacete de Brian, descendo centímetro por centímetro até sentir a pélvis do gringo bater contra sua bunda redonda e firme. Ele contraiu os músculos internos com maestria — um tru aprendido do pompoarismo, misturado ao seu controle corporal impecável, apertando o pau dentro de si como um torno quente e úmido, fazendo Brian delirar, os quadris se erguendo em espasmos incontroláveis.

— That's the stuff! Kenji... você me Kill that's ... — gemeu Brian, as mãos cravadas nas coxas do japonês descendente, metendo para cima com força bruta.

Mas Kenji não tinha chegado ali por acaso. Sua jornada sexual era marcada por sombras intensas, especialmente com Kai, seu ex-namorado, um jovem descendente de japonês com uma inglesa, controlador, possessivo e dominador ao extremo. Kai se aproveitou da carência de Kenji, da solidão em um país estrangeiro, longe da família. Ele o envolveu como uma teia, transformando desejo em submissão.

Lembranças de noites selvagens invadiam a mente de Kenji enquanto ele cavalgava Brian: Kai o empurrando contra a parede do apartamento, as mãos fortes e agressivas rasgando sua camisa, expondo a pele lisa e pálida. "Você é meu, só meu", rosnava Kai ora em inglês, ora em japonês, a voz grave e ameaçadora, mordendo o pescoço de Kenji com força suficiente para deixar marcas vermelhas que duravam dias. Ele o virava de bruços na cama, sem preliminares, lubrificando apenas com saliva, às vezes nem isso só suficiente para entrar com uma estocada brutal, o pau grosso e implacável abrindo caminho no cu apertado de Kenji, que gemia de dor e prazer misturados.

Kai era um furacão de dominação: amarrava os pulsos de Kenji com gravatas ou cintos, forçando-o a ficar de joelhos, chupando seu pau com garganta profunda até as lágrimas escorrerem. _ Engole tudo, seu putinho _ , ordenava em japones, segurando a cabeça dele com punhos de ferro, metendo sem piedade até gozar no fundo da garganta, fazendo Kenji engasgar e engolir cada gota. Em outras noites, Kai o montava por trás, uma mão no cabelo puxando com força, a outra apertando o pescoço num choke hold possessivo, controlando o ar de Kenji enquanto metia fundo e rápido, os quadris batendo com sons obscenos. "Diz que me ama, diz que é meu escravo", exigia, acelerando até Kenji implorar por mais, o corpo tremendo em orgasmos forçados, o cu contraído em espasmos que sugavam o pau de Kai.

Kai não gostou nada da aproximação de Kenji com Miguel. Eles se conheceram em uma boate, enquanto Miguel conversava com um bartender em portugues, mas o reencontro na academia foi o estopim para iniciarem a amizade. Miguel, com seu sotaque português sedutor, perguntou se tinha alguém usando a esteira ao lado de Kenji _ Não tem ninguem, pode usar _ Falou em portugues, depois na esteira, descobrindo afinidades que faziam os olhos de Kenji brilhar. Quando Miguel apresentou Brian, e Kenji confessou ser gay, o tesão no ar era palpável, mas Kai farejou o perigo.

O ciúme o consumia como veneno. Cada mensagem de Miguel no celular de Kenji era inspecionada; Kai arrancava o aparelho das mãos dele, usando tradutores para decifrar o português, rosnando ameaças. As brigas escalavam para sexo punitivo: Kai jogava Kenji no chão, abrindo suas pernas com joelhadas brutas, enfiando dedos sem aviso, esticando-os até causagem gemidos de dor, depois metendo com raiva, punindo cada "infidelidade" imaginada com estocadas que deixavam Kenji dolorido e marcado.

_ Você acha que pode me trair? Vou te foder até você esquecer esse brasileiro.

Gritava em japonês, metendo violentamente até gozar dentro de Kenji com um rugido possessivo, deixando o passivo ofegante, o corpo coberto de chupões e arranhões.

Kai convenceu Kenji a mudar de academia, pagando a mais, ja que era mais cara só para isolá-lo, mas as mensagens continuaram. O álcool e o cigarro pioraram tudo: noites de brigas terminavam com Kai imobilizando Kenji na cama, o pau duro forçando entrada enquanto Kenji lutava debilmente, hipnotizado pelo domínio. Era como se uma parte sombria de Kenji ansiava pela punição, pelo controle que o fazia se sentir desejado de forma doentia.

Miguel notou as marcas, hematomas roxos nos braços, mordidas no colo de inicio pensou ser apenas carinho mais intenso, mas logo percebeu outros sinais, o controle de Kai sobre o amigo, o desconforto de Kenji ao Miguel ver as marcas, o próprio brilho e alegria de Kenji se esvaindo. Miguel então o confrontou e ao saber a verdade o convenceu a terminar. Mas Kai não aceitou bem esse desfecho. Bêbado, descobriu o endereço de Miguel e Brian, partindo para a briga. Miguel desceu do apartamento e revidou as provocações e insultos de Kai em inglês até Kai quebrar uma garrafa de saquê e ameaçar Miguel. Brian percebeu a confusão e correu para ajudar o amado gritou para que Miguel subisse explicando que ele era imigrante, mestiço e gay era melhor se a polícia não o visse brigando ali e para ele chamar a polícia. Miguel a contragosto subiu para o apartamento ligando para a polícia que chegou rápido, socos voando no ar carregado de testosterona, Brian desarmou Kai que foi levado pela polícia.

Kai saiu rápido da cadeia, dinheiro facilitando tudo. A perseguição veio depois: flores com bilhetes que misturavam promessas doces e ameaças veladas, ligações obsessivas, visitas bêbadas ao emprego de Kenji. Mas agora, no sofá com Brian e Miguel, Kenji se sentia livre, protegido e o tesão era puro, sem dor, só prazer devorador.

Algumas casa acima Luiz Felipe assim como Gustavo se aliviava no banheiro. Ele trancou a porta com chave, jogou a toalha e ficou nu, com o pau duro latejando. Abriu o chuveiro no morno pra abafar o barulho, pegou o celular e abriu o vídeo favorito: um cara alto e forte dominando outro no banheiro da academia, segurando a nuca, metendo com força enquanto o outro gemia “mais fundo, porra”.

Luiz Felipe cuspiu na palma da mão e começou a se masturbar devagar, olhando fixo pra tela. O pau dele era grosso, veias saltadas, cabeça vermelha e brilhando de pré-gozo. Ele imaginava Gustavo ali, de joelhos no chão molhado, boca aberta, engolindo tudo enquanto olhava pra cima com cara de quem queria mais.

— Isso… chupa gostoso, Tavinho… engole inteiro — murmurou baixo, voz grave, acelerando a punheta.

Mas só a mão não bastava hoje. Ele queria sentir o controle total. Pegou o sabonete líquido, despejou um monte na mão e esfregou no pau inteiro, deixando tudo escorregadio, brilhando. Depois virou de costas pro espelho embaçado, abriu as pernas e levou a mão livre pra trás, mas não pra se abrir, pra esfregar o cu de leve, só pra sentir o tesão subir mais, imaginando que era a língua do Gustavo lambendo ali antes de ele virar o jogo e meter de uma vez.

Ele se masturbava com força agora, punho fechado apertando a base, subindo e descendo rápido, o som molhado ecoando junto com os gemidos do vídeo. Imaginava Gustavo de bruços na cama dele, bundão empinado, gemendo o nome dele enquanto Luiz Felipe segurava firme na cintura e socava sem dó, sentindo o cu apertado pulsar em volta do pau.

— Caralho… vou te arrombar todo, Tavinho… vai gozar gritando meu nome… — grunhiu baixo, os músculos das coxas tremendo.

O orgasmo veio forte. Ele gozou com um gemido rouco abafado no braço, jatos grossos e quentes batendo no azulejo à frente, escorrendo devagar enquanto o pau pulsava na mão, babando os últimos pingos. Ficou ali ofegando, encostado na parede, água morna caindo nas costas, pau ainda meio duro pingando.

De repente, batidas fortes na porta.

— Luiz! Sai logo daí, caralho! A pizza chegou, tô morrendo de fome! — gritou o Felipe Luiz do outro lado, esmurrando a porta de novo. — Você tá se punhetando aí dentro ou o quê? Anda logo, porra!

Luiz Felipe riu baixo, ainda ofegante, limpando a mão no sabonete e desligando o chuveiro.

— Já vou, seu chato! — respondeu, voz rouca de tesão residual.

Enquanto se enxugava rápido, pensava que, quem sabe, na próxima vez que esbarrasse com Gustavo na rua, ia dar um jeito de transformar aquela fantasia em realidade… e mostrar pro vizinho o que ele sentia de verdade.

Autor: Mrpr2

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