Capítulo 7: O Manequim
Tendo terminado nossa rotina de alongamento, Cláudia e eu espiamos pela porta de vidro deslizante. Ficamos impressionados ao ver as três meninas enfileiradas em cadeiras na janela nas profundezas do próprio prazer. Todas tinham os olhos fechados agora, mas deviam estar nos assistindo minutos antes. Vitória tinha um pequeno vibrador bullet zerando no clitóris que parecia estar ligado no nível 10. Tainara tinha um consolo muito grande que estava metendo pra dentro e pra fora da buceta com abandono imprudente. E Samara estava usando dois brinquedos: Uma varinha vibratória de tamanho moderado no clitóris e um plug anal enfiado no cu. Pelas expressões nos rostos, eu diria que todas estavam bem perto de gozar.
Cláudia e eu olhamos um pro outro. "Devemos entrar ou deixar elas terminarem?" Perguntei.
"Vamos deixar elas terminarem. Podemos nos enxaguar no chuveiro externo e passar alguns minutos relaxando na hidromassagem. Vai ser bom depois do nosso treino matinal. Elas vão nos chamar quando terminarem." Entrar na água quente realmente aliviou os músculos que tinham trabalhado duro na última hora.
Em poucos minutos todas as três meninas vieram em fila pro deck.
"Bom dia!" Cláudia disse alegremente pras filhas.
"Parece que vocês dois realmente tiveram uma boa manhã!" Tainara respondeu. "Foi só sexo o tempo todo ou teve pelo menos uma premissa de fazer yoga?" Ela provocou.
"A gente realmente fez yoga de verdade! E eu diria que o André até se saiu muito bem pra primeira vez!" Cláudia brilhou em orgulho.
"Tenho certeza que sim. Ele parecia o aluno ideal. Tenho certeza que vocês dois realmente gostaram do alongamento," Vitória brincou.
"Com certeza. Sou um grande fã de yoga agora," eu disse sarcasticamente.
"Então o que vamos fazer hoje?" Samara se meteu, claramente pronta pra seguir em frente.
"Bom, o tempo voltou a estar bom, então... dia de praia?" Cláudia sugeriu.
"Funciona pra mim," todo mundo concordou.
Todos nós cinco fizemos nosso caminho de volta pra casa. Cláudia começou a trabalhar fazendo ovos e torradas pro café da manhã. Tainara começou a trabalhar numa rodada de caipiroskas de vodka com laranja. Fui coletar toalhas e protetor solar. E Vitória e Samara trabalharam limpando a bagunça das últimas duas noites de devassidão.
Quando sentamos pro café da manhã, Vitória pigarreou. "Você tá se sentindo bem descansado?" ela me perguntou.
"É, não dormi até tarde, mas tô me sentindo muito bem. Por quê?"
Então, pra mesa toda, ela anunciou, "Gostaria de fazer uma proposta." Eita, onde isso pode ir parar? "Todas nós nos divertimos tanto na outra noite com nosso manequim André durante as imitações, gostaria de propor que ele sirva como nosso manequim o dia inteiro hoje."
"O quê, tipo não posso me mover o dia todo a menos que vocês me movam?" Perguntei, inseguro sobre essa ideia.
"Não, não exatamente isso. Mais tipo se qualquer uma de nós te pedir pra fazer algo por nós ou conosco, você tem que fazer."
"Então tipo um escravo?"
"Bom, não. A ideia é que os pedidos seriam mais... divertidos... por natureza."
"Então um escravo sexual?"
"Não acho que é considerado escravidão se você concorda. E você pode decidir nos parar a qualquer momento."
Pensei sobre isso tentando imaginar que tipo de coisas elas me fariam fazer. "Posso desistir a qualquer momento?" Perguntei.
"Sim, mas prometo que não vamos te pedir pra fazer nada que você já não queira fazer. Topa?"
"Topo," concordei.
"Tenho outra proposta," Tainara declarou. "Já que já estamos pelados, proponho que continuemos e só fiquemos nus o dia todo."
"A gente pode fazer isso na praia?" Perguntei.
"Como disse antes," Cláudia se meteu. "Essa praia é quase sempre totalmente vazia. São todas casas de férias particulares por quilômetros em qualquer direção. Faz anos que não vejo ninguém lá embaixo. Vamos ficar bem."
"Parece divertido," concordei. Os outros disseram o mesmo. "Vamos ter certeza que temos protetor solar extra."
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Terminamos o café da manhã e começamos a juntar nossas coisas pra praia. Era muito estranho estar carregado com cadeiras, toalhas, bebidas alcoólicas e suprimentos variados de areia, pronto pra sair pela porta, enquanto estava completamente despido. Obviamente tínhamos passado bastante tempo dentro de casa pelados, mas isso era outro nível.
Caminhamos pro nosso ponto na areia pra montar. Então todo mundo começou a passar protetor solar. Terminei o meu rapidinho e imediatamente ouvi, "Espera, por que tô fazendo isso sozinha? Ah, garoto manequim, por favor venha passar meu protetor solar," Tainara pediu.
As meninas todas riram. "A gente tem que dizer 'por favor'?" Samara provocou.
"Bom, isso depende de você," Tainara respondeu. "Vem, manequim. Tô esperando," ela brincalhonamente exigiu.
Ela estava deitada na canga de bruços. Colocou a cabeça pra baixo e alcançou pra trás com o protetor enquanto puxava o cabelo pra fora do caminho. "Não esquece nenhum lugar. Não quero queimar," ela instruiu.
Comecei com a parte superior das costas e lentamente trabalhei pra baixo passando pelas omoplatas e lombar. "Certifica de pegar essas bundas bem e completamente. São sensíveis ao sol." Não posso dizer que não aproveitei poder esfregar minhas mãos por toda a bunda suculenta dela e meu pau respondeu da mesma forma, ficando mais duro a cada minuto. Eventualmente continuei todo o caminho pelas pernas e terminei nos tornozelos. Mas quando estava me levantando, ela rolou de costas e repreendeu, "Onde você acha que tá indo? Só fez metade."
Ajoelhando de volta, comecei com as pernas e trabalhei meu caminho pra cima. Estava grato por ir sem a sunga hoje, porque minha ereção teria causado um desconforto sério, especialmente do jeito que estava ficando excitado tocando a Tainara. Continuei a trabalhar meu caminho das canelas pras coxas. "Por favor pausa nessa seção e vai pro meu abdômen por enquanto," ela instruiu. Continuei aplicando o protetor no estômago dela e então, finalmente num dos destaques - os peitos dela.
Brincalhonamente massageei os peitões dela com intencionalidade cuidadosa. Tudo em nome de garantir que estavam totalmente cobertos de protetor solar, claro. "Mmmmhm. Isso é gostoso," ela ronronou.
"Agora, meu manequim. Por favor abaixa sua boca na minha virilha. Você vai me fazer gozar."
Segui o comando dela enquanto beijava descendo pelo corpo, passando pelo umbigo, e descendo pra buceta depilada dela. Mordi gentilmente cada um dos lábios enquanto gentilmente umedecia a área com minha saliva. Beijei as coxas internas dela provocativamente. E então finalmente fiz meu caminho pro clitóris. Comecei com beijos gentis e então lentamente introduzi minha língua. "Ahhhhhhh" ela gemeu suavemente enquanto trabalhava nela com mais e mais intensidade.
Introduzi um dedo na buceta dela o que fez ela gemer ainda mais alto. "Sim! Bem aí!" Ela berrou enquanto continuava meu ataque no clitóris enquanto adicionava um segundo dedo. As pernas dela começaram a se contorcer em volta de mim enquanto a mão agressivamente penteava pelo meu cabelo.
Ela reboleou no meu rosto enquanto segurava firme a parte de trás da minha cabeça. Minha língua tinha se tornado uma ferramenta pro uso dela. Conforme o movimento crescia pra uma contorção furiosa ela soltou um grito final, "PORRAAAAAAA!" Cada músculo no corpo dela pareceu contrair ao mesmo tempo em volta de mim, quase cortando meu suprimento de oxigênio.
E então de repente, ela ficou mole. Olhei pra cima pra ver os olhos dela fechados e os braços deitados do lado. Enquanto continuava observando ela, os olhos começaram a vibrar levemente e então se abriram.
"Puta merda. Acho que você me fez desmaiar," ela disse com um sorriso gigante no rosto. "Você é muito foda nisso."
Mal tinha rolado de entre as pernas dela quando ouvi Vitória me chamar: "Você ainda não terminou, garoto manequim. Só tem uma buceta que você ainda não comeu e acho que tá na hora."
Depois que levei um minuto pra perceber sobre o que ela tava falando, olhei pra Samara pra ver ela deitada de bruços na canga me encarando. O rosto dela estava ficando levemente vermelho. "É isso que você quer, Samara?" Perguntei sinceramente.
"Eu quis isso por muito tempo, André. Mais que qualquer coisa," ela respondeu com olhos grandes.
"Como você quer?" Perguntei.
"Deita de costas. Vou cavalgar em você," ela disse, enquanto podia ver ela retomando a confiança.
Rolei de costas entre Tainara e Samara, meu rosto pro sol. Pra minha surpresa, Samara primeiro andou e montou meu rosto enquanto se abaixava na minha boca, os joelhos no chão do lado das minhas orelhas enquanto encarava o resto do meu corpo. "Preciso de um aquecimento primeiro," ela notou enquanto os lábios adoráveis dela pairavam sobre minha boca. "Até sua respiração é boa," ela gemeu enquanto estiquia língua e gentilmente umedecia a fenda, clitóris e coxas internas dela. "E sua língua é ainda melhor." Logo, ela tinha largado o peso todo pra baixo e estava vigorosamente cavalgando meu rosto enquanto focava minha energia no clitóris dela.
De repente, ela deslizou do meu rosto enquanto ofegava, "Não quero gozar ainda."
Ela se moveu em direção aos meus quadris e se virou. "Tá pronto?" Perguntei.
"Tô pronta faz tanto tempo, André," ela respondeu enquanto ficava de cócoras e alinhava meu pau com o buraco pingando dela. Saboreando cada momento, ela me levou centímetro por centímetro, os olhos fechados em foco no prazer puro que começou a dominá-la.
"Meu Deus. É ainda maior do que pensei. Isso é sensacional," ela resmungou enquanto os lábios finalmente alcançaram minhas bolas.
"Porra, você também é incrível," suspirei. Empoleirada nas plantas dos pés, ela gradualmente se levantou de volta até minha ponta estar mal mal ainda dentro. E então mergulhou pra baixo. Forte. O som da bunda dela encontrando meus quadris bateu pela areia. Dali, ela não aliviou. Continuou me cavalgando com a intensidade de uma mulher cuja vida dependia disso.
Olhei pra cima pra deusa acima de mim. Ela não conseguia evitar agarrar os peitos enquanto quicava pra cima e pra baixo no meu pau. Quando se largou uma última vez antes de começar a balançar os quadris num círculo, se rebolando em mim, me usando pro prazer dela. As mãos vieram pro meu peito enquanto encarava nos meus olhos. "Me vira, André," ela instruiu.
Levantei ela com meus quadris, nos virei, e gentilmente abaixei ela na canga embaixo. "Agora me come com toda força. Não quero conseguir andar amanhã," ela exigiu com um fogo nos olhos. Ela puxou os joelhos de volta pros ombros, apresentando a fenda pra eu fazer o que bem entendesse. Não precisava de mais convite enquanto enfiava meu pau o mais fundo dentro da buceta dela o quanto possivelmente conseguia ir. Tive que segurar ela pra baixo pra impedir de deslizar pela canga por causa da força das minhas estocadas. Meti nela de novo enquanto minhas bolas davam um TAPA poderoso enquanto balançavam nela. A praia era uma cacofonia dos nossos gemidos e o som dos nossos encontros violentos a cada estocada.
Os olhos dela começaram a rolar pra trás da cabeça enquanto gritava. "Me come mais forte! Me come mais forte!" Continuei a meter nela com toda minha força, meus quadris começando a queimar da tensão, mas meu próprio prazer subindo das profundezas dos meus testículos. Sabia que estava ficando perto do orgasmo enquanto ela começava a berrar, "Tô gozando! Ai meu Deus! Ai meu Deus! AI MEU DEUSSS!" O corpo dela entrou em espasmos embaixo de mim enquanto pulsos de prazer atravessavam o centro dela. Ela gemeu inintelivelmente enquanto a buceta contraía em volta do meu pau. Era simplesmente demais pra mim.
"Porra! Tô gozando também!" Gritei enquanto experimentava prazer vibrando pela minha alma, minha porra explodiu dentro dela. Meu pau continuou a pulsar com cada jato de sêmen enchendo ela até a borda.
O corpo dela lentamente começou a se acalmar enquanto as pulsações cresciam cada vez mais distantes até ambos derretermos um no outro deitados lado a lado na canga, minha porra vazando da buceta dela, descendo pela perna, e no tecido embaixo.
"Meu Deus, isso foi melhor do que jamais teria sonhado. Obrigada, André," ela ternamente sussurrou no meu ouvido. Me virei pra olhar nos olhos dela enquanto nossas bocas se encontravam num beijo intenso. Continuamos o quanto pudemos até ambos nos afastarmos um do outro em exaustão.
"É, acho melhor dar um descanso pra ele," ouvi Vitória dizer. "Mas pode apostar que pego minha vez depois."
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Acordei num torpor tentando lembrar onde estava. O sol batia no meu corpo nu enquanto lembrava dos momentos antes de apagar. Veio inundando de volta enquanto meu pau ficava duro de novo das memórias.
"Descansou bem?" Cláudia perguntou da cadeira de praia acima de mim. Levantei meu olhar pro corpo nu dela e me peguei encarando diretamente entre as pernas na buceta linda dela. Não tinha mais ninguém por perto.
"É, tô ótimo. Cadê as meninas?" Me perguntei.
"Foram nadar, mas não queria te deixar aqui pelado e inconsciente. Você dormiu provavelmente uma hora. Embora não possa dizer que tô surpresa - você tava trabalhando duro lá com a Samara." Ela riu enquanto adicionava essa última parte. "Tem um sanduíche aqui pra você. Todas nós almoçamos enquanto você tava descansando."
Me levantei pra sentar numa das cadeiras de praia vazias enquanto devorava o sanduíche. Realmente tinha trabalhado um apetite. "Obrigado por me trazer nessa viagem essa semana," disse sinceramente pra Cláudia. "Realmente significou muito estar aqui com todas vocês."
"É só seu pau falando?" Cláudia brincou.
"Não, sério! Indo pra faculdade mês que vem, foi muito bom reconectar com todo mundo. Especialmente com a Samara - somos amigos faz tanto tempo."
"Sim. Só... amigos faz tanto tempo. Sabe, sempre me perguntei quando algo ia acontecer entre vocês dois. Notei que você tinha uma queda por ela uns anos atrás, mas ela não dava bola pra você. E depois as coisas viraram. E agora vocês dois estão saindo pra faculdade. Nunca a hora certa."
Suspirei. "É, é verdade. Talvez perdemos nossa chance."
Com um sorriso ela disse, "A vida tem seu jeito. Quem sabe o que tá reservado pro futuro." Quando terminei meu sanduíche, ela acrescentou, "Por enquanto, tudo que temos é hoje. Vamos aproveitar. Devíamos ir nos juntar às meninas?" Concordei e fizemos nosso caminho até a praia.
Enquanto caminhávamos em direção às meninas, elas se viraram em direção a nós e começaram a rir. "Estávamos falando de você!" Tainara disse. "Agora que todas já provamos, estávamos tentando decidir se você é a melhor trepada que todas já tivemos."
"Tô dizendo definitivamente sim," Samara se meteu com um sorriso gigante. "Um sim pra mim!" Tainara acrescentou. "Teria que pensar," Cláudia disse. "Só porque tenho muito mais anos pra pensar do que vocês duas," ela acrescentou rapidamente pra não me ofender.
"Não tô convencida ainda, acho que vou precisar de outra rodada," Vitória disse com um sorriso provocador.
"Acho que isso pode ser arranjado," sorri maliciosamente.
"O que estamos esperando?" Vitória retrucou.
"Acho que ainda não terminei aqui," Samara disse enquanto Tainara e Cláudia acenavam. "Divirtam-se, vocês dois."
"Depois de você," disse, virando de volta em direção à praia. Enquanto Vitória caminhava à minha frente, alcancei pra frente pra apertar a bunda dela.
Achei que ela ia parar na nossa montagem de praia, mas ela continuou caminhando pra casa. Continuei a seguir sem questionar enquanto enxaguávamos os pés com a mangueira e depois continuamos pra dentro. Ela me agarrou pelo pau endurecido e me puxou pra dentro do quarto master, passando pela cama king gigante, e pro banheiro. A banheira e o chuveiro lá eram massivos, com chuveiros vindo de todos os ângulos.
"Caraca, sua mãe tem escondido isso de nós!" Disse enquanto ela ligava a água quente e me puxava sob o spray relaxante. Sem uma palavra, ela me puxou contra o corpo dela e esmagou os lábios contra os meus enquanto a língua dela disparava pra dentro da minha boca. Envolvi meus braços em volta dela enquanto a água cascateava pelas nossas costas. Minha mão deslizou gentilmente da coluna até alcançar a bunda. Dei um aperto na bochecha direita dela enquanto continuávamos a nos pegar e ela soltou um gemidinho.
Ela se afastou da minha boca enquanto beijava uma trilha pelo meu pescoço, esterno e abdômen até alcançar meu pau duro como pedra. Ela beijou o caminho pelo caralho e quando chegou na ponta, levou pra boca. "Deixa eu adorar esse pau divino," ela resmungou enquanto olhava pra cima pra mim de joelhos. Ela me levou de volta pra boca e se saciou com meu membro enquanto se tornava o centro da existência dela.
Obviamente nunca tinha tido meu pau "adorado" e tinha que admitir que era muito excitante. Ela chupou e babou e engoliu e lambeu até eu começar a ficar perto do limite. Ela pareceu sentir isso porque então se levantou de volta e deslizou a língua de volta pra minha boca enquanto nossos lábios dançavam um com o outro. Alcancei pra buceta dela, passando pelo tufinho pequeno de pelo e senti pelos lábios até deslizar na umidade escorregadia dela. "Oooh," ela choramingou. "Gosto quando você me toca." Puxei meu dedo pra fora e deixei vibrar em volta do clitóris dela enquanto ela gemia mais. Se afastando de mim levemente, ela disse simplesmente, "Vamos pra cama."
Depois de secar, achei que íamos pro quarto que eu tinha dormido, mas ao invés ela nos levou pra cama king na suíte master. Ela deitou e abriu as longas pernas lindas pra mim. "Começa gentil dessa vez. Quero ir devagar por enquanto," ela pediu docemente.
"Vou," respondi.
Comecei beijando descendo pelo interior das coxas até alcançar a buceta. Gentilmente pressionei meus lábios nos dela enquanto começava a introduzir minha língua. Ela tinha um gosto muito bom, muito parecido com o resto da família. Cautelosamente vibrei minha língua contra o clitóris dela. Era suave e devagar enquanto ela começava a gemer. "Ah sim, isso é tão gostoso. Continua." Mantive meu ritmo com uma firmeza gentil enquanto os gemidos dela cresciam mais alto e senti a mão dela ir pro meu cabelo enquanto começava a se aproximar do limite.
"Vamos transar," ela ofegou dolorosamente. Dei duas lambidas finais antes de levantar meu pau pra entrada dela. Com a mesma gentileza que tinha acabado de usar, comecei a deslizar pra dentro dela. Ela estava muito mais apertada do que lembrava da outra noite - embora estivéssemos todos bem bêbados naquele ponto. Permiti que a buceta dela me recebesse, cuidadoso pra não empurrar através de qualquer resistência. "Obrigada por ir devagar," ela disse com um sorriso gentil. "Tá muito gostoso." Eventualmente, meu pau entrou todo. Deixei lá enquanto abaixava minha boca pra dela e beijava profundamente. Ela parecia estar atrás de uma experiência sensual por enquanto e eu estava feliz em dar pra ela.
Com nossos lábios ainda trancados, lentamente puxei pra fora e me trouxe de volta pra dentro. "Ahhhhh André. Assim mesmo." E continuei 'assim mesmo,' saboreando cada centímetro de movimento com intencionalidade cuidadosa. Levantei meu torso antes de colocar meu polegar no clitóris dela e ternamente comecei a esfregar círculos em volta. "Puta merda. Sim por favor," ela resmungou. Levou todo o autocontrole que tinha, mas nunca acelerei ou mudei meu tempo. E ainda assim, apesar do ritmo relaxado, parecia incrível pra mim também. Me peguei sendo capaz de realmente absorver cada sensação que estava sentindo com ela. Claro, meter com força é incrível, mas isso também era especial.
A intensidade dos gemidos dela cresceu enquanto continuava no meu ritmo metronômico com meu pau e meu polegar. A respiração dela veio mais rápido e mais rápido enquanto apertava o peito e começava a se contorcer embaixo de mim. "Ai caralho. Vou gozaaaaaar," ela berrou enquanto a represa de prazer estourou dentro dela e ela enrolou as pernas em volta de mim com toda força, os tornozelos trancando em volta da minha lombar. A buceta dela esquentou em volta do meu pau enquanto sentia o poder do orgasmo dela lavar sobre ela como uma onda de maré em câmera lenta. Ela puxou minha cabeça de volta pra dela enquanto nossos lábios se encontravam mais uma vez e ela me beijava com uma intensidade graciosa.
Enquanto continuávamos a deitar na cama entrelaçados, meu pau ainda implantado na buceta dela, ela disse, "Ainda tem uma coisa que quero de você. Mas você deve permanecer tão gentil quanto tem sido."
"O que é?" Perguntei curiosamente.
"Levanta e vou mostrar!" ela ordenou com um sorriso. Saí dela e fiquei de pé ao lado da cama. Ela rolou e abriu a gaveta do criado-mudo pra pegar algo. Na mão dela estava uma garrafa de lubrificante. Ela se manobrou de quatro e se posicionou na beirada da cama. "Quero que você coma meu cu," ela comandou. "Mas você tem que ir devagar. Confio em você."
"Nunca fiz isso antes," confessei, inseguro se deveria abrir essa vulnerabilidade.
"Tudo bem. Vou te guiar. Só usa muito e muito e muito lubrificante e vai extraordinariamente devagar, e tudo vai ficar bem. Você seria o maior que já tive lá atrás, de longe, mas acho que vai caber. Começa me encharcando de lubrificante."
Espirrei o que achei que era uma quantidade generosa e comecei a espalhar com meu polegar. "Mais," ela exigiu. "Não existe isso de lubrificante demais." Ela não ficou satisfeita até eu ter triplicado minha quantidade inicial. "Bom. Agora começa com um dedo. Vai devagar." Segui o exemplo dela enquanto gentilmente inseria um dedo. E depois dois. E depois três. "Ok vamos tentar a cabeça do seu pau. Mas ensopa esse monstro primeiro." Lubriquei meu caralho com quantidades copiosas de lubrificante antes de alinhar minha cabeça com o cu levemente esticado dela.
"Tá pronta?" Perguntei enquanto gentilmente pressionava contra a entrada dela. "Vai em frente. Devagar," ela respondeu. Na verdade não levou muita pressão pra minha cabeça deslizar pelo ânus franzido (e agora muito escorregadio) dela. Ela inalou bruscamente enquanto fazia. "Tá bem?" Perguntei, não ousando ir mais longe.
"Ah issssss," ela disse com um gemido. "Continua, só gentilmente." Tão devagar quanto tinha estado inserindo meu pau na buceta dela, fui ainda mais devagar enquanto deslizava pra dentro milímetro por milímetro. Parecia similar à vagina, mas de alguma forma diferente, como se atingindo pontos de pressão diferentes no meu pau. Gostei. "Tudo bem?" Perguntei quando cheguei na metade. "Maravilhosamente! Tá ótimo! Você tá indo ótimo, André!" ela aprovou.
Continuei pressionando nela até finalmente meus quadris encontrarem as bundas. "Tudo dentro!" Anunciei orgulhosamente.
"Meu Deus do céu tô tão cheia. É incrível!" ela respondeu. "Vamos continuar! Você pode se mover um pouco mais rápido agora."
Com a bênção dela, acelerei levemente e comecei a deslizar de volta pra fora. E depois de volta pra dentro. Ela resmungou agressivamente de um jeito que ainda não tinha ouvido. Era irreal olhar pra baixo e ver meu pau desaparecendo no cu da irmã da minha amiga. Pra dentro. E pra fora. Era inacreditável e podia sentir meu orgasmo subindo.
"Vick, vou gozar logo. Onde você quer?"
"Goza dentro!" ela comandou pelos gemidos intensificando. "Quero sua porra vazando do meu cu aberto!" Essa exigência me empurrou direto além do limite enquanto soltava minha carga fundo na bunda dela. De alguma forma ainda estava descarregando explosões poderosas de semente apesar de ter feito tantas vezes num dia. E ainda parecia inacreditável. Deixando meu último tiro dissipar, lentamente deslizei de volta pra fora.
"Ah isso foi tão bom," suspirei em prazer enquanto ambos caímos pra deitar na cama.
"Sim, realmente," ela disse com um profundo senso de contentamento. "Nunca gozo de anal, mas tem só algo sobre isso que satisfaz um desejo profundo que minha vagina nunca parece saciar. Obrigada por me dar isso."
"Prazer meu," disse com um sorriso. "Acho que vamos precisar de outro banho. Estamos ambos uma bagunça."
"Eu certamente concordaria. Você vai estar vazando do meu cu a noite toda. Vou precisar manter uma toalha onde quer que eu vá."
Com isso, pulamos pro banheiro, prontos pra ajudar um ao outro a limpar. Mas bem quando estávamos prestes a ligar a água de volta, ouvimos a voz da Tainara: "Que porra vocês dois acham que tão fazendo? Tomando banho sem a gente?!"
Tainara, Cláudia e Samara todas olharam fixo pro banheiro com uma fachada de desagrado. "Vamos nos juntar a vocês!" Cláudia anunciou autoritariamente enquanto todas se amontoavam pra dentro.
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