Corpos, Desejos e Silêncio... Historias que Nunca Ousamos Dizer. Capítulo 13 — O Que Fazemos Quando Ninguém Vê.

Um conto erótico de Bernardo
Categoria: Gay
Contém 5474 palavras
Data: 22/01/2026 18:25:05

O som do chuveiro vinha abafado do banheiro do quarto do Arthur, um ruído constante, quase confortável. A água caía sem pressa, e eu sabia exatamente o que aquilo significava: eu estava ali, tomando banho, tentando organizar a cabeça, enquanto ele me esperava do outro lado da porta.

Quando desliguei o chuveiro, o silêncio voltou a tomar conta do quarto. Peguei a toalha, amarrei na cintura sem muita cerimônia e passei a mão pelo cabelo ainda molhado. Respirei fundo antes de sair do banheiro, como se aquele passo mudasse alguma coisa — e, no fundo, mudava.

Assim que abri a porta, vi Arthur deitado na cama, apenas de cueca. O corpo apoiado com cuidado por causa da perna, mas o olhar inteiro em mim. Havia algo diferente naquele jeito de me observar, como se ele estivesse absorvendo cada detalhe sem pressa, sem vergonha.

— Nossa… — ele disse, sorrindo. — Você consegue ficar bonito de todas as formas.

Sorri de volta, meio sem saber onde colocar as mãos.

— Obrigado… desse jeito, então.

— Ah, que nada — respondeu. — Vem cá.

Caminhei até a cama e me sentei ao lado dele. O colchão afundou um pouco sob meu peso, e a proximidade se instalou sem esforço. Minha mão encontrou a perna dele quase automaticamente, quente, firme, familiar de um jeito novo.

— Hoje somos só nós dois — ele disse, olhando direto nos meus olhos. — Sem ninguém por perto. Sem restrições.

Inclinei um pouco a cabeça, curioso.

— Como assim?

— Você sabe que não tem ninguém em casa.

Ele sorriu daquele jeito que sempre me desarma.

— Justamente por isso. A gente pode se permitir. Até o barulho não precisa ser contido.

Aquilo me atravessou de um jeito diferente. Inclinei o corpo e o beijei. Um beijo sem pressa, mas carregado de vontades. Minha mão subiu pela perna dele, passou pelo quadril, pelo abdômen, sentindo cada detalhe do corpo que eu já conhecia — mas que agora parecia outro.

— Então hoje — murmurei, com os lábios ainda próximos — eu posso ser seu. Completamente seu. Do jeito que você quis… do jeito que você me pediu naquela chamada de vídeo.

Ele fechou os olhos por um instante, respirou fundo.

— Sem rodeios — respondeu. — Somos só eu e você. Um do outro.

Não falei mais nada.

Soltei a toalha.

O gesto foi simples, quase íntimo demais para qualquer tipo de encenação. Passei uma das pernas sobre o corpo dele e me acomodei com cuidado, sentando sobre ele, atento à perna machucada, respeitando cada limite, cada espaço.

Arthur riu baixo.

— Nossa… atacante.

Sorri, sustentando o olhar.

— Você ainda não viu nada.

— Eu gosto disso — ele disse, a voz um pouco mais baixa. — Mas…

Toquei o queixo dele, levantando seu rosto até que nossos olhos se encontrassem de novo.

— Fala.

— Eu não vou conseguir me soltar tanto… por causa da perna.

Aproximei o rosto do dele, roçando de leve, descendo pelo maxilar até o pescoço. Minha respiração se misturou à dele. Mordi de leve sua orelha, sentindo o corpo dele reagir.

— Deixa comigo — sussurrei. — Hoje eu trabalho por você. Eu sei exatamente o que faço.

Ele riu, um riso curto, nervoso, satisfeito. Me puxou para um beijo mais profundo, mais entregue, como se aquele gesto dissesse tudo o que ainda não tinha sido colocado em palavras.

E ali, naquele quarto fechado, naquela tarde suspensa no tempo, eu tive certeza de uma coisa:

Quando ninguém vê, a verdade aparece inteira.

— Seu corpo é tudo que preciso agora — sussurrei com a voz rouca de tesão enquanto deslizava minhas mãos pelo seu peito definido e musculoso. Senti cada duro sob meus dedos, sentindo a força e o calor de sua pele. Hoje você é meu, completamente meu. Meu homem, meu macho gostoso.

Arthur gemeu baixinho, os olhos claros brilhando com desejo e motivação.

— Você é meu, Bernardo - murmurou, as mãos grandes e fortes deslizando pelas minhas costas, puxando meu corpo ainda mais perto do seu. — Você é meu, meu amor. Meu tesouro mais precioso. Finalmente tenho você aqui comigo, finalmente posso te tocar, te sentir, te fazer meu.

Comecei a beijar sua boca com vontade, minha língua explorando cada centímetro de sua cavidade bucal. Nossos lábios se movem juntos num ritmo perfeito, nossas respirações se misturam num beijo profundo e intenso. Senti meu pau latejar contra sua cueca branca, sentindo o volume grosso e pulsante do seu mastro sob o tecido fino.

— Você me quer, tudo isso né Arthur? — disse com uma voz rouca, mordiscando seu pescoço e sentindo seu pau pulsando acelerado sob meu corpo.

— Quer sentir meu pau duro e pulsante te penetrando, quer sentir meu mastro grosso te fodendo até você não aguentar mais?

— Você ser completamente meu Ber... Não adiantar tentar fugir!

Com desejo, as mãos deslizando pela minha bunda redonda e apertando com força. Arthur me comia com os olhos ardendo de desejo.

— Quero sentir cada centímetro do seu pau me arrombando, me destruindo por dentro. Comecei a beijar seu corpo com tesão, minha boca explorando cada centímetro de sua pele quente e suada. Senti o gosto salgado do seu suor na ponta da minha língua enquanto deslizava por seus músculos definidos e delineado. Arthur gemeu alto, o som ecoando pelo quarto enquanto eu o provocava com beijos e mordidinhas.

— Quero te fazer meu, quero te possuir completamente.

Apertei os lábios contra os dele, sentindo o gosto da sua boca misturando-se ao meu. Minha língua deslizou para dentro, explorando cada canto, cada recanto, provando a essência do seu ser. Arthur correspondeu ao meu beijo com uma intensidade que nunca tinha sentido antes, sugando a língua com uma fome voraz, como se quisesse me engolir inteiro.

Minhas mãos percorreram as curvas do seu corpo, sentindo a textura da pele macia e quente sob meus dedos. Arthur tinha um corpo perfeito, com músculos bem definidos e uma silhueta que parecia ter sido esculpida por um deus, tudo na medida certa. Eu podia sentir cada centímetro do seu corpo se movendo sob o meu toque, reagindo ao meu toque com uma sensibilidade que me deixava louco de tesão.

Arthur começou a beijar meu pescoço, sua boca quente e úmida deixando um rastro de beijos molhados na minha pele. Senti suas mãos percorrendo minhas costas, seus dedos traçando as linhas dos meus músculos. Ele estava me tocando com uma reverência que me deixou emocionado. Era como se estivesse adorando cada parte do meu corpo, como se estivesse me venerando.

Arthur começou a mexer nas laterais de sua cueca para baixo, seus dedos tremendo de desejo e agilidade... Seu pau duro e pulsante de uma forma frenética abaixo da minha bunda exposta. Ele ficou olhando para meu corpo por um longo tempo, seus olhos cheios de admiração e luxúria.

— Porra, você é tão gostoso — Sussurrei, voz rouca de tesão. "Seu pau é perfeito, tão grande e grosso está fazendo impulso embaixo de mim.

Eu pude sentir o dele pau latejando sob o olhar intenso de Arthur, seu membro pulsando de desejo. Arthur se inclinou me beijando suavemente...

Eu puxei Arthur para perto, transmitindo seus lábios contra os meus em um beijo apaixonado. Nossos corpos se fundiram em um abraço apertado, nossas peles suadas e quentes se misturaram. Eu podia sentir o calor do seu corpo, a força dos seus músculos, a batida do seu coração. Era como se fôssemos uma única pessoa, duas almas gêmeas se fundindo em uma.

Nós nos beijamos por um longo tempo, nossas línguas dançando e se enroscando em uma dança erótica. Eu pude sentir meu pau ficando ainda mais duro, meu membro atrasado de desejo contra o corpo quente de Arthur. Ele estava gemendo baixinho, sua voz ecoando em meus ouvidos e me deixando ainda mais excitado.

— Quero você dentro de mim, quero sentir você me preenchendo, me completando.

Arthur gemeu novamente, sua mão acariciando meu pau com uma reverência que me deixou louco de tesão.

Saí de cima do corpo do Arthur e, com um movimento rápido, retirei sua cueca branca. O cheiro almiscarado do seu pau pulsante encheu minhas narinas, me fazendo gemer de desejo. Não pude resistir e comecei a cheirar a cueca, inalando profundamente o cheiro intenso da sua excitação.

Em seguida, passei a língua pela cueca, sentindo o gosto salgado da seu pré-gozo. Era um gosto forte, mas delicioso, que me deixava ainda mais louco de tesão. Arthur estava me observando com um sorriso safado no rosto, seus olhos brilhando com tudo que estava acontecendo.

— Vamos, Bernardo — ele disse com uma voz rouca.

— Chupa meu pau. Quero sentir sua boca em mim, quero sentir você me chupando com vontade.

— Não precisa dizer duas vezes.

Com um sorriso malicioso, joguei pra longe a cueca que estava em minhas mãos completamente melada de pré-gozo. Meu olhar se fixou no pau duro e pulsante de Arthur, que estava apontando para o teto. Era grande, grosso e lindo, com veias salientes que pareciam pulsar de desejo.

Cheirei o pau de perto, sentindo o cheiro forte e masculino que emanava dele. Então, passei a língua pela cabecinha inchada, saboreando o gosto salgado da pré-gozo que escorria da fenda. Arthur gemeu alto ao sentir meu toque, sua mão segurando meu cabelo com força.

Comecei a lamber o comprimento do pau, minha língua traçando as veias que o cobriam. Era grosso e quente, e eu podia sentir a pulsação acelerada do sangue sob a pele macia. Arthur estava gemendo sem parar, seu corpo se contorcendo de prazer com as minhas carícias.

— Porra, Ber... — Ele disse com a voz entrecortada.

— Sua boca é incrível. Você é tão bom nisso, tão talentoso. Continua, por favor, me chupa com vontade.

Não hesitei em obedecer ao seu pedido. Abri a boca e envolvi o pau de Arthur com meus lábios, sentindo o gosto intenso e salgado da sua pele quente. Comecei a chupar com vontade, minha boca subindo e descendo pelo comprimento do seu membro duro.

Arthur estava gemendo alto, seu corpo se contorcendo de prazer com as minhas carícias. Sua mão estava puxando meu cabelo com força, me mantendo no lugar enquanto eu o chupava com entusiasmo. Eu podia sentir o pau dele pulsando dentro da minha boca, ficando ainda mais duro e inchado com cada sugada.

— Isso, assim — Arthur disse com uma voz entrecortada. — Continue me chupando, Ber. Quero sentir sua boca em volta do meu pau, quero sentir você me engolindo inteiro, até fuder sua garganta. Continuei o chupando com vontade, minha língua envolvendo o pau de Arthur em movimentos circulares. Eu queria agradá-lo, queria lhe dar prazer, queria deixar ele louco de tesão. Queria que ele sentisse meu desejo através da minha boca e da minha língua.

— Caralho Ber.... — Arthur gritou novamente, seu corpo tremendo de prazer. "Você é incrível. Nunca tinha sentido nada tão gostoso assim. Você é tão bom em me chupar, tão talentoso na arte de agradar um homem.

Fiquei feliz em saber que tinha agradado Arthur tanto. Queria continuar o chupando, queria deixar ele ainda mais excitado e louco de tesão. Queria que ele sentisse meu amor e meu desejo através da minha boca e da minha língua.

— Arthur — sussurrei com a voz rouca. "Eu Amo seu pau, amo seu corpo, amo tudo em você. Quero continuar te chupando para sempre, quero te deixar louco de prazer.

— Continua, Bern — Arthur disse com uma voz baixa. "Continue me chupando, me deixando louco de desejo. Quero sentir sua boca em volta do meu pau, quero sentir você me chupando forte e rápido. Não pare, por favor, não pare. Quero sentir sua boca agasalhando meu pau, quero sentir você sugando com força e rapidez. Não pare, por favor não pare...

Em um movimento rápido saí do pau do Arthur, cuspindo em minha mão e começando a massagear seu membro duro e pulsante.

Arthur estava ofegante, seu corpo tremendo de desejo e antecipação. Eu poderia ver o desejo intenso em seus olhos, o desejo de me comer, de me fazer seu.

— Arthur — Sussurrei com uma voz rouca de tesão. — Quero você dentro de mim. Quero sentir você me preenchendo, me completando. Quero ser dar pra você, só ora você!

Arthur gemeu ao ouvir minhas palavras, sua mão alcançando meu quadril e me puxando para perto.

— Por favor, Ber — Ele disse com uma voz entrecortada. — Dê-me seu cuzinho. Quero sentir sua bunda apertando envolta do meu pau, quero te foder com força e intensidade.

Não hesite em obedecer ao seu pedido. Com um sorriso safado, virei de costas para Arthur e comecei a me sentar no seu pau. Era difícil, muito difícil. Arthur tinha um pau extremamente grosso o que mesmo eu acostumado tive dificuldades, mas eu queria agradá-lo, queria lhe dar o prazer que ele tanto desejava.

Arthur gemeu ao sentir meu cuzinho apertado roçando contra a cabecinha do seu pau.

— Você é tão apertado, tão estreito. Seu cuzinho é perfeito, tão gostoso e convidativo.

Continue me empinando no pau do Arthur, meu corpo tremendo de esforço e desejo. Era difícil, muito difícil, mas eu não queria parar. Queria sentir o pau de Arthur me preenchendo, me fazendo seu, entrando por completo...

— Isso, assim. — Arthur disse com uma voz entrecortada. Continue se sentando no meu pau, Bernardo. Quero sentir seu cuzinho me apertando, me ordenhando porra. Você é meu, todo meu e eu não vou parar até te fuder todinho.

Finalmente, com um gemido alto e prolongado, senti-me completamente no pau de Arthur. Meu corpo estava tremendo, meu cuzinho estava doendo, mas eu me sentia completo. Arthur estava dentro de mim, me preenchendo por completo.

— Sentir meu cuzinho envolvendo seu pau por completo. Isso é tão gostoso, tão perfeito. Você é meu, todo meu. Seu corpo parece uma obra de arte assim, nessa posição, suado e ofegante de tesão.

Comecei a me mover no pau de Arthur, subindo e descendo devagar. Era difícil, muito difícil, mas eu queria agradá-lo, queria lhe dar prazer. Arthur estava gemendo alto, seu corpo se contorcendo de prazer com cada movimento meu.

— Arthur disse com uma voz autoritária: Você é incrível. Seu corpo é perfeito, tão gostoso e convidativo. Quero te foder a tarde toda, quero encher seu cuzinho de leite.

Continuei me movendo no pau de Arthur, subindo e descendo cada vez mais rápido. Meu corpo estava suando, meu coração estava acelerado, mas eu não queria parar. Queria cansar Arthur, queria lhe dar o máximo de prazer possível.

Continuamos nos movendo juntos, nossos corpos se fundindo em uma sinfonia apaixonada. Eu pude sentir o pau de Arthur pulsando dentro de mim, pude sentir meu próprio pau latejando de prazer. Era uma sensação incrível, uma sensação de completo e total prazer.

Arthur esclarece ao sentir seu orgasmo se aproximando. — Estou quase lá, quase gozando. Quero te encher de porra, quero te preencher completamente.

— Arthur — sussurrei com uma voz manhosa. — Goza em mim, goza dentro de mim. Quero sentir sua porra quente me enchendo, quero ser seu por completo.

Com um gemido alto e prolongado, Arthur chegou ao seu clímax. Seu corpo tremeu e se contorceu de prazer, seu pau pulsando dentro do meu cuzinho. Eu pude sentir seu sêmen quente e grosso me enchendo, me preenchendo por completo...

— Puta que pariu, Bernardo — Arthur disse ao sentir seu orgasmo diminuir. Isso foi incrível, tão gostoso.

Mesmo depois de gozar, Arthur ainda estava excitado. Eu podia sentir sua pica pulsando dentro de mim, ainda dura e extremamenteinchada. Então, aproveitando a situação, girei meu corpo com calma e me posicionei de frente para ele, sentando em sua pica com força.

— Quero que você me domine, quero que me faça seu. Quero sentir sua força, seu desejo, sua maior vontade.

Arthur não precisou ouvir duas vezes. Com um sorriso safado no rosto, levou a mão ao meu quadril e me levou com força para perto. Seu pau pulsava dentro do meu cuzinho, me fazendo gemer de prazer.

— Você é uma putinha safada, não é Ber? — Rle disse com uma voz imponente.

— Adora isso, adora ser fodido com força, adora ser dominado por um homem de verdade.

Não tive tempo de responder antes de Arthur dar um tapa forte na minha bunda. A dor do tapa foi logo derivada pelo prazer intenso de ter seu pau pulsando dentro de mim. Comecei a rebolar em cima dele, subindo e descendo com força, sentindo meu próprio pau latejar de tesão.

— Isso, Arthur — grunhi enquanto continuava sentando com força na sua pica.

— Me bater, me dominar. Quero sentir sua mão em mim, quero sentir sua força.

Arthur continuou me batendo, seu tapa ecoando pelo quarto. Meu corpo estava quente, minha pele estava vermelha, mas eu não queria parar. Queria continuar, queria sentir mais, queria ser fudido completamente por Arthur.

— Porra, Ber... — Arthur rosnou ao ver meu corpo se contorcendo de prazer.

— Você é uma putinha tão gostosa. Seu corpo é perfeito, seu cuzinho é uma delícia. Quero te foder o dia todo, quero te deixar louco de tesão.

Continuei rebolando em cima dele, meu corpo suando e tremendo de prazer. Meu pau estava duro e pulsando e molhado de pré-gozo, meu cuzinho estava preenchido por todo seu leite que havia gozado minutos atrás, pelo pau grosso e rígido de Arthur. Era uma sensação incrível, uma sensação de completo e total prazer.

— Grunhi ao sentir meu orgasmo se aproximando. — Estou quase lá, quase gozando. Quero gozar, quero sentir meu sêmen quente jorrando para fora.

— Goza, Ber... — Arthur disse com uma voz entrecortada. — Goza na minha boca, quero sentir seu leite quente e grosso escorrendo pela minha garganta abaixo.

Não tive tempo de responder antes de Arthur me beijar com força, sua língua invadindo minha boca. Seu beijo era intenso e apaixonado, cheio de imponência e luxúria. Então, com uma mão, segurou meu pau com força e começou a se masturbar com vigor.

— Mais forte, me punheta com mais força. Quero gozar, quero sentir meu corpo inteiro, tremendo de prazer.

Arthur obedeceu, punhetando meu pau com força e intensidade. Seu toque era tão bom, tão gostoso, que não demorei muito para chegar ao meu clímax. Em um movimento rápido sai de cima do pau do Arthur, sentindo seu leite escorrer.

Com toda rapidez, me aproximei de sua boca, que prontamente Arthur abriu, recebendo o meu pau já levemente babado de pré-gozo. Com um gemido alto e prolongado, comecei a gozar, meu sêmen quente e grosso jorrando na boca de Arthur.

Mas, para minha surpresa, Arthur tirou meu pau da sua boca e tentou sair. Mas eu não deixei, segurando sua cabeça com força e forçando meu pau para dentro da sua boca.

Grunhi ao sentir meu gozo sendo engolido por ele.

— Engole tudo, quer assistir você engolindo cada gota do meu leite. Quero que você sinta meu gosto, meu cheiro, minha essência.

Arthur não fez escolha para não obedecer. Começou a engolir meu gozo, seu rosto se contorcendo de prazer ao sentir meu sêmen quente descendo pela sua garganta abaixo. Eu pude sentir suas mãos em volta do meu quadril, me puxando para perto, me fazendo gozar ainda mais.

Arthur tossiu um pouco depois de engolir meu leite, seu rosto ainda corado pelo esforço.

— Porra, Bernardo — ele disse com uma voz rouca.

— Seu leite é doce e gostoso. Nunca tinha provado nada tão delicioso antes.

Mas eu não tinha intenção de deixar que isso acabasse tão cedo. Com um sorriso malicioso, me virei e me posicionei para chupar o pau ainda duro de Arthur. Houve alguns resquícios da gozada que ele havia dado anteriormente, em volta do seu membro, então comecei a lambê-lo, saboreando o gosto misto do nosso prazer combinado.

Arthur gemeu ao sentir minha língua na volta do seu pau.

— Não acredito que você ainda quer continuar. Você é insaciável, uma verdadeira puta no cio.

Não respondi, apenas continuei a chupar com vontade. Meu objetivo era deixar Arthur exausto de tesão. Queria que ele sentisse como é comer um homem, como é de fato transar com alguém mesmo gênero.

— Isso, assim — Arthur disse em voz alta quase gritand.

— Continue chupando, continua me deixando louco de prazer. Você é uma putinha tão talentosa, tão boa em chupar o pau do seu macho.

Continuei a chupar com força e vigor, minha língua envolveu o membro duro e pulsante de Arthur. Ele estava gemendo alto, seu corpo se contorcendo de prazer com cada movimento meu. Eu pude sentir seu pau latejando na minha boca, pude sentir o gosto do da sua porra pela minha garganta abaixo.

— Eu vou gozar outra vez.

— Caralho

—Quero gozar na sua boca, quero te encher de porra quente e grossa.

Não parei, apenas continuei a chupar com ainda mais desejo. Queria sentir o gosto do leite fresco e quente do Arthur, queria que ele gozasse na minha boca e me deixasse provar seu sabor.

— Goza, Arthur", sussurrei com uma voz rouca. — Goza na minha boca, quer que eu sinta seu leite quente e grosso escorrendo pela minha garganta abaixo?!

— Engole minha porra, sua puta safada — Arthur rosnou ao sentir seu pau pulsando na minha boca.

— Engole tudo, cada gota do meu gozo. Você é uma puta no cio, uma verdadeira vagabunda que adora engolir leite de macho.

Não tive tempo de responder antes de Arthur gozar com força na minha boca. Seu gozo quente e grosso encheu minha boca rapidamente, me fazendo engasgar um pouco. Mas não parei, continuei a engolir com vontade, querendo sentir cada gota do gozo de Arthur descendo pela minha garganta abaixo.

— Continue engolindo, minha putinha. Você é uma verdadeira bezerra, uma vagabunda que adora engolir porra. Você é minha, completamente minha.

Fiquei muito grato pelo prazer intenso que Arthur me proporcionou. Era incrível sentir seu pau pulsando na minha boca, seu gozo quente e grosso enchendo meu estômago. Eu me senti completo, completamente satisfeito e feliz por ter podido proporcionar tanto prazer a Arthur.

— Arthur — Sussurrou com uma voz rouca. — Obrigado por essa experiência incrível.

— Você também é incrível, Arthur — Respondi com um sorriso safado no rosto.

Você se transforma em uma verdadeira putinha no cio, uma vagabunda que adora engolir leite de macho. Nunca tinha conhecido alguém como você antes. — Disse Arthur

Demorei alguns segundos para recobrar totalmente a consciência depois de tudo o que tinha acontecido. Era como se o tempo tivesse se dissolvido em algum ponto entre os toques, as respirações misturadas e o silêncio confortável que veio depois.

Quando finalmente voltei a mim, Arthur ainda estava ali, recostado na cama, nu, com aquele sorriso meio desacreditado no rosto — o mesmo sorriso de quem acabou de viver algo que não sabia que precisava.

A gente se olhou e, quase ao mesmo tempo, sorrimos.

Aproximei o rosto do dele e o beijei, um beijo tranquilo, sem pressa, diferente de tudo o que tinha vindo antes. Encostei a cabeça no peito dele, sentindo o ritmo ainda acelerado do coração, o calor da pele, a presença inteira.

— Foi incrível — eu disse, quase num sussurro.

Arthur respirou fundo antes de responder.

— Realmente… eu nunca tinha vivido nada assim. Foi… incrível mesmo.

Sorri de canto.

— Achei que você tivesse sentido — brinquei.

Ele riu.

— Senti. Muito.

Nos beijamos de novo, rápido, leve, como se aquele gesto fosse apenas uma confirmação do que já estava claro. Depois disso, o corpo começou a pedir outras coisas — calma, cuidado, água.

— Vamos pro banho? — sugeri.

— Vamos — ele respondeu, sem hesitar.

Ajudei Arthur a se levantar com cuidado. A perna machucada exigia atenção, e naquele momento o toque tinha outro significado: apoio, presença, zelo. Caminhamos juntos até o banheiro, devagar, rindo de pequenos desequilíbrios, de como tudo parecia meio surreal.

A água quente caiu sobre nós como um alívio.

Embaixo do chuveiro, abracei Arthur, sentindo os braços dele se fecharem em volta de mim. Não havia pressa, nem expectativa. Só o agora.

Ele me beijou, encostando a testa na minha depois.

— Durante… você disse algumas coisas — comentei, meio sem jeito. — Como se eu fosse seu.

Ele Sorriu, sem me afastar.

— Desculpa, se isso soou estranho.

Arthur balançou a cabeça.

— Não… — disse. — Naquele momento, eu fui seu. E você foi meu.

Aquilo fez sentido de um jeito simples demais para ser questionado.

— Se foi isso… então tá tudo bem — respondi.

Terminamos o banho em silêncio confortável. Saímos, nos secamos, e voltamos para o quarto. Arthur se vestiu com calma, eu fiz o mesmo, como se aquele ritual também fosse parte de tudo.

Quando me sentei na beira da cama, já vestido, olhei pra ele e falei:

— Foi muito bom tudo o que aconteceu hoje à tarde.

Ele sorriu de novo, daquele jeito sincero.

— Eu repetiria… várias e várias vezes.

Ri.

— E olha que com a perna assim já foi bom.

— Imagina quando eu estiver inteiro — completou ele.

— Quando puder, né? — provoquei.

— Quando puder — concordou, rindo.

Ficamos ali mais um tempo, juntos, conversando coisas pequenas, dividindo o silêncio, como se nada tivesse mudado — e, ao mesmo tempo, tudo tivesse.

Antes de eu me levantar, Arthur me olhou com atenção.

— Posso te fazer uma pergunta?

Sorri.

— Todas as que você quiser. Tenho tempo… pelo menos pelas próximas horas.

Ele riu, e aquele riso dizia mais do que qualquer resposta.

Arthur ficou em silêncio por alguns segundos, como se estivesse organizando os próprios pensamentos. O olhar dele não fugia do meu, mas havia ali uma curiosidade nova, quase inquieta.

— Você… sempre é assim? — ele perguntou de repente.

Inclinei levemente a cabeça, tentando entender o alcance da pergunta.

— Assim como? — respondi, com um meio sorriso.

Ele respirou fundo antes de continuar, escolhendo as palavras.

— Sexual… intenso. É seguro… transar com você? — disse, quase como se fosse uma pergunta que carregava medo e desejo ao mesmo tempo. — Ou é só… conquista?

Aquilo me pegou de um jeito diferente. Não por desconforto, mas porque percebi o quanto ele estava se expondo.

Olhei pra ele com calma e falei, sem elevar a voz:

— Arthur… eu fui seu naquele momento. E você foi meu.

A forma como você me descreveu, como tudo aconteceu… não foi performance, nem jogo. Foram dois corpos em movimento que simplesmente se encaixaram. Foi vontade, foi desejo, foi entrega. Isso não é algo que acontece sozinho. É compartilhado.

Ele abaixou um pouco o olhar, pensativo, e depois voltou a me encarar.

— Mas… — hesitou. — Como foi com o Miguel… foi assim também?

Na hora, senti meu corpo reagir. Não com raiva, mas com um alerta silencioso. Meu olhar mudou, ficou mais sério, mais firme.

— Arthur… — falei com cuidado. — Já tem anos desde que estive com o Miguel. Ele já foi outra pessoa, assim como eu também fui. E, sinceramente, eu não acho justo comparar.

Ele me observava com atenção, sem interromper.

— Cada pessoa é única. Cada troca é diferente. Se você está tentando entender se foi “melhor” ou “igual” a alguém do meu passado… isso não é uma competição.

E eu preciso que isso fique claro entre a gente, principalmente porque a nossa base sempre foi a amizade.

Ele assentiu devagar.

— O que eu te peço, com carinho, é que a gente evite esse impulso de comparação. Vamos deixar as coisas acontecerem do jeito que aconteceram hoje: confortáveis, leves, verdadeiras.

O silêncio que se seguiu não foi pesado. Pelo contrário. Era um silêncio de compreensão.

Me aproximei, beijei o rosto dele com cuidado e, num gesto quase automático, o peguei no colo novamente. Ele segurou as muletas, rindo de leve.

— Vamos descer — falei.

— Vamos — ele respondeu, tranquilo.

Descemos as escadas devagar. No sofá, sentamos lado a lado por alguns minutos. Olhei o relógio e suspirei.

— Já tá ficando tarde… essa era pra ser minha tarde livre.

— E eu ocupei ela toda, de uma forma gostosa. — ele respondeu, meio brincando.

Sorri.

— Pois é… mas já são quase seis. Eu preciso ir.

Ele me olhou por alguns segundos antes de falar:

— Por que você não espera o Arthuro chegar? Posso pedir pra ele te levar.

Balancei a cabeça.

— Não vai ser necessário. Eu já vou. A gente vai se falando, tá bom?

— Tá bom… — respondeu, mesmo que com um leve desapontamento.

Já em pé, com a bolsa no ombro, me inclinei para beijá-lo. Foi quando, por impulso, ele se levantou também, apoiando-se nas muletas.

— Vou te acompanhar — disse.

Fomos até a porta juntos. Eu andando, ele seguindo com cuidado. Antes de abrir, Arthur me puxou levemente e me beijou — um beijo longo, intenso, daqueles que dizem mais do que qualquer despedida ensaiada.

Quando nos afastamos, encostei minha testa na dele.

— A gente se vê — falei baixo. — Se cuida.

— Você também — respondeu.

Ele abriu a porta, e eu fui embora com a sensação clara de que algo tinha mudado — não de forma caótica, mas profundamente real.

E isso, de alguma forma, me deixou em paz.

Ao sair da casa do Arthur, decidi ir andando até a minha. Não era tão longe, e eu precisava daquele tempo a pé, daquele intervalo entre o que tinha acabado de acontecer e o que ainda me esperava quando chegasse em casa. O corpo seguia quente, mas a mente começava a organizar as sensações, como quem tenta guardar algo precioso sem amassar.

Peguei o celular enquanto caminhava, mais por hábito do que por urgência. Algumas notificações piscavam na tela, mas nada que exigisse resposta imediata. Mesmo assim, antes de seguir direto pra casa, resolvi entrar numa padaria no caminho. Era quase automático: comprar algo para um café da tarde com meus pais sempre me dava a sensação de normalidade, de chão firme.

Escolhi alguns pães, um bolo simples, daqueles que têm gosto de casa. Paguei, agradeci, e só então voltei a olhar o celular com mais atenção.

Tinha uma mensagem do Yan. Curta e fofa, como ele costuma ser.

— “E aí, tudo bem? Como foi seu dia?”

Respondi dizendo que estava tudo certo, que tinha sido um dia tranquilo. Nada além disso. Coisas de rotina. Ele respondeu quase de imediato, falando também do dia dele, trabalho, horários, nada que pedisse aprofundamento naquele momento.

Logo abaixo, uma mensagem do Arthuro.

Nada demais também. Um “chegou bem?”, um “qualquer coisa me chama”. Simples. Familiar. Reconfortante. Respondi no mesmo tom, dizendo que estava tudo certo e que a gente poderia se falar mais tarde, com calma.

E então vi a mensagem do Jonas.

Sorri sozinho ao ler. Ele dizia que não tinha conseguido me ver naquele dia porque precisou participar de uma reunião externa, que tinha sido uma pena, porque já estava virando um ritual nosso almoçar juntos. Desejou bom descanso e disse que esperava me ver no dia seguinte.

Achei engraçado como a palavra “ritual” soava certa. Respondi dizendo que também tinha achado uma pena, que nosso ritual de conversa e fofocas tinha feito falta, e que no dia seguinte poderíamos almoçar juntos e continuar falando sobre o passeio do final de semana.

Enviei a mensagem e segui o caminho.

Quando cheguei em casa, cumprimentei meus pais, deixei as coisas da padaria na cozinha e subi direto para o meu quarto. Como já tinha tomado banho na casa do Arthur, só precisava trocar de roupa. Mesmo assim, aquele simples ato de me despir e vestir de novo parecia carregar um peso diferente.

Enquanto trocava a camiseta, parei por um instante.

Arthur é uma pessoa muito especial. Meu melhor amigo. Alguém que sempre esteve ali. Mas, ao mesmo tempo, eu não tinha como ignorar que ainda existia uma falta de segurança — não por ele ser quem é, mas pelo momento em que ele está. E, inevitavelmente, minha mente puxou a lembrança do Miguel.

Fazia muitos anos desde que me relacionei com ele. Comparar não fazia sentido, eu sabia disso. Sentimentalmente, eram histórias diferentes, tempos diferentes, versões diferentes de mim. Ainda assim, o pensamento veio.

Sorri sozinho quando lembrei que, de certa forma, sempre existiu uma espécie de competição silenciosa com o Miguel naquela família. Mesmo sendo tio do Arthur, a diferença de idade sempre foi pequena demais para que as posições ficassem tão claras. Família é assim: os lugares se misturam.

— “Imagina se ele soubesse de tudo que aconteceu com o Arthuro”, pensei.

Balancei a cabeça levemente, como se afastasse a ideia. Eu precisava resolver algumas coisas dentro de mim antes de tentar resolver qualquer coisa fora. Principalmente quando envolvia dois irmãos, sentimentos novos e uma história que ainda estava sendo escrita.

Respirei fundo.

Tudo tem seu tempo.

Por enquanto, eu só quero viver. Aproveitar cada segundo como se fosse único. Sem criar nós antes de precisar desatá-los. O mais importante era não perder a amizade — nem do Arthur, nem do Arthuro. Isso, pra mim, era inegociável.

Terminei de me vestir, peguei o celular e desci as escadas para o primeiro andar da casa. Enquanto descia, outro pensamento me atravessou, quase como um sussurro interno.

Fazia muito tempo que eu não tinha contato real com o Miguel. Mesmo tendo terminado de forma tranquila, éramos ex. A amizade continuava, sim, mas nunca da mesma forma que antes. Algumas portas, quando se fecham, nunca mais se abrem do mesmo jeito — e tudo bem.

Entrei na cozinha com essa certeza silenciosa.

Algumas histórias seguem. Outras ficam.

E eu estava aprendendo, pouco a pouco, a aceitar isso.

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