Deitado entre Fábio e Ronan eu sentia o meu cu aberto e pulsante expelindo lentamente a porra deles. Aqueles dois haviam se revezado no meu cu e minha boca por mais de uma hora sem parar, e não era só meu cu que tinha porra, no meu rosto como todo tinha porra ressecada, eu tinha dado muito, mas a vontade de dar mais ainda me consumia, queria mais. Segurei o pau deles com as mãos, mas foi logo repelido. Primeiro pelo Fábio.
- Para Carlinhos, caralho, porra, você é um poço sem fundo? Gozei 2 vezes, agora não consigo mais nada, me deixa quieto, mais tarde depois que eu dormir.
Ronan nem se deu ao trabalho de falar nada, só virou para o lado tirando o pau dele da minha mão fingindo dormir profundamente.
Eu não consegui ficar ali deitado entre os dois, levantei, andando até o banheiro senti mais um pouco da porra dos dois sair do meu cu aberto. No banheiro, eu peguei um tubo de Neutrox, um condicionador de cabelo muito usado naqueles anos 1980 e enfiei sem muita dificuldade no meu cu, usei a porra deles como lubrificante, mas essas coisas não se comparam a um pau pulsante no cu, era no máximo um pequeno alívio para o que eu queria. Então, eu me lembrei do vigia da construção. Ele não foi nada educado comigo, mas eu queria mesmo era ser esculachado e levar pica, como era domingo como da outra vez, olhei a rua, olhei os dois nus no colchão, então coloquei um shortinho, mas sem cueca, uma camiseta regata do meu Cruzeiro, calcei os chinelos e fui para a rua, só faltava rebolar de tanta vontade de dar o cu. Sentia ainda o rabo deslizar com o resto de porra dos outros dois. Para não dar sopa para o azar, entrei diretamente na obra, o tesão me consumia. Procurei pelo segurança da outra vez, que era já quase um senhor, mas não foi ele que eu achei, encontrei outro segurança na obra, um mulato bem alto, devia ter quase uns dois metros de altura, estava sem camisa, o dia estava quente, dava para ver o peito largo, musculoso, os braços fortes, usava uma calça larga e chinelos.
- O que quer aqui moleque?
- Eu, eu, eu, vim pegar uma bola de futebol que caiu aqui mais cedo.
Inventei essa desculpa esfarrapada
- Não tem bola de futebol aqui não.
- Puxa, desculpa, de uma outra vez a bola caiu aqui e o senhor que trabalhava aqui me devolveu.
- O seu Chico?
- Não sei o nome dele.
Era verdade, o segurança havia me comido e não tinha a menor noção do nome dele.
- Aqui só tem eu e o seu Chico, só pode ser ele.
- É um senhor mais escuro.
- Então é ele mesmo, tem quanto tempo que essa bola caiu aqui?
- Ah, não sei, não faz muito tempo não, foi há duas, também era domingo.
- Sei, tem certeza que é atrás de bola de futebol que está atrás?
Ele falou isso e pegou no pau, no saco.
- Sim, é isso, uma bola de futebol.
Não consegui disfarçar para onde eu olhava.
- Seu chico me contou de um moleque que veio aqui, me deu um toque, achava que esse moleque poderia voltar aqui, mas esse moleque veio atrás de outra coisa.
- Atrás de que?
- De algo que tem bola no meio, mas não era das de futebol.
- É?
Não tirava o olho do meio das pernas dele.
- Tem certeza que é atrás de bola de futebol que você veio? Estou achando que quer é outra coisa.
Terminou a frase já com o pau e as bolas para fora. Tenho que falar do pau desse cara, seu o pau do seu Chico era grande, o dele, apesar de não ser tão comprido, era muito grosso, nada comparável ao que eu já havia visto ou experimentado até então.
- Vem cá, vem pegar o que você quer.
Fui até ele, peguei no pau, senti aquele pedaço de carne pulsar na minha mão, meu cu piscava loucamente cheio de vontade de ser preenchido por aquilo.
- Achou aquilo que queria, não é moleque?
- Achei!
- Putinha safada, isso, assim bate punheta para mim, pega no Cição.
- Oi?
- Esse é o Cição, meu nome é Maurício, mas esse é o Cição.
Ri do jeito dele.
- Prazer Cição!
Falei isso já ajoelhado diante do pau, dei um beijinho na chapeleta e a seguir, tive que abrir muito a boca para pode chupar aquele monumento de pau. Custei, mas abocanhei tudinho.
- Que viadinho safado, sabe o que faz hein.
- Adoro!
- Vai dar para mim?
- Claro!
- Será que aguenta o Cição?
- Você duvida que eu aguento?
- É grosso hein.
- Assim que é bom!
- Viado safado.
- Senta ali na poltrona, segura o Cição para eu poder sentar nele.
Ele fez o que eu pedi, usando como lubrificante a minha saliva e a porra dos meus dois amantes prévios, eu encaixei o Cição na entrada do meu cu. Eu sentei e senti o Cição alargar as minhas pregas. Sempre gostei de pau grosso, o Fábio meu primeiro, foi ideal para tirar o meu cabaço e meu medo de dar, mas depois eu vi que o bom mesmo é pau grosso. Cavalguei um tempo, mas acabei me cansando, levantei, pedi para ele ficar de pé, eu subi no segundo degrau da escada que tinha entre o chão e o barracão dos fundos, depois peguei uma cadeira de botequim que tinha lá para me servir de apoio e arrebitei a bunda.
- Mete o Cição em mim.
Meu cu estava largo depois de ter dado para o Fábio e o Renan, bastou o Maurício lubrificar o pau com mais um pouco de cuspe e entrar sem dentro de mim.
O cara me pegou pela cintura e meteu vara em mim, fechei os olhos e curti aquele pauzão em mim, nem quis bater punheta, estava tão bom aquele entra e sai que não queria confundir o prazer que vinha do meu cu com o de uma reles punheta, mas no meio daquela onda de prazer maravilhosa um sexto sentido, uma sensação de que alguém nos olhava começou a crescer em mim. Abri os olhos e com o canto do olho direito eu vi o seu Chico, na minha cabeça a única ideia que veio foi, "oba, mais um pau!".
- Voltou viadinho?
- Você chegou cedo seu Chico, é esse o tal pó de arroz da rua que o senhor tinha falado.
- É sim, num falei que ele iria voltar um dia.
- Vai dar pra nós dois hoje viadinho.
- Por mim, quanto mais pau melhor.
- É um puto muito do oferecido.
- Assim que é bom seu Chico.
O pau do seu Chico já estava de fora e logo que já estava com ele na mão, mas ele queria mesmo era me foder a boca, algo que eu resolvi logo a seguir, naquela posição estava tudo perfeito, eu sentia o meu pau sacudir à medida que Cição entrava e saía do meu cu e o pau do seu Chico da minha boca.
Seu Chico me esculachava.
- Gosta de pau, não é bichinha?
Eu olhava para ele, de um jeito safado e desafiador, pedindo pau e para ser mais humilhado.
- Não tem vergonha não, viado safado, tão novo e levando pau que nem puta velha Guaicurus. Fode o cu da bichinha.
- Cu gostoso demais seu Chico, bem que o senhor falou.
Maurício meteu por muito tempo tempo no meu cu, eu estava no céu, meus amigos de rua em geral gozavam rápido, quando duravam muito não passavam de 5 minutos, o segurança já metia no meu cu fazia no mínimo quinze minutos.
- Goza logo Maurício, quero meter também.
- Tô quase gozando seu Chico, tá vindo, tá vindo.
O grandão me segurou com força, senti a ponta dos dedos dele me apertando a cintura ele passou a meter o pau todinho no meu cu até gozar no meu cu.
- Ahhh, toma gala viado filho da puta!
Gozou e desengatou de dentro de mim, minha vontade era de beijar aquele macho, mas pelo jeito deles, sabia que eu sempre seria apenas um buraco para enfiar pau. Do rombo que ficou o cu desceu muita porra, aquilo não foi problema para o seu Chico, mas o estado do meu cu sim.
- Porra Cição você acabou com o cu do viado, parece que eu estou socando meu pau num pote de manteiga.
Eu mal sentia o pau dele em mim, era apenas um leve sentir de algo entrava e saía, contraí o meu cu para apertar o pau do seu Chico, mas não adiantou de muito, ele acabou saindo de dentro de mim decepcionado.
- Vai me fazer gozar com a boca viado.
Não podia deixar um macho na mão e caprichei, me coloquei de joelhos, que é o meu lugar e mamei seu Chico sentindo meu cu pulsar querendo mais, peguei o pau do Maurício com a mão direito e comecei a mexer nele, não deu outra, o cara que era bem jovem logo ficou de pau duro de novo.
- Mete o Cição dentro de mim de novo enquanto eu mamo o Seu Chico. Voltei para a posição em cima do degrau e apoiado na cadeira.
- Que moleque guloso, vou te dar mais pau.
- Dá próxima vez eu meto primeiro Cição.
- Tá bom seu Chico
Seu Chico estava com tesão e gozou na minha boca bem rápido, engoli tudinho, porra grossa e gostosa, ele depois ficou de lado vendo o Cição entrar e sair do meu cu.
Maurício dessa vez não demorou tanto para gozar, eu apertava com força o pau dele com o meu cu, fiz assim até ele gozar de novo .
Aí veio aquela sensação de culpa nos dois depois de terem seus baixos instintos satisfeitos, Maurício foi se vestindo e falando que tinha que voltar para casa, seu Chico, me mandou sair da obra.
- Vai para casa menino, vê se vira homem.
Mentira que ele queria isso, queria mesmo era me foder de novo, mas antes do Cição no próximo final de semana.
Não voltei para casa, não queria virar homem, com o cu cheio de porra, voltei a deitar no meio dos meus dois machos, eles estavam dormindo, vi o pau do Fábio, eu estava sem limites naquele dia, tirei toda a roupa, a pomba gira deve ter baixado em mim nesse dia, o pau dele estava meia bomba, toquei no seu corpo, ele virou de lado, o pau começou a apontar para cima, peguei nele, segurei, punhetei um pouco, ficou duro, mamei meu macho, não conseguiria nunca ser fiel a querm que fosse, mas ele era meu macho, meu primeiro homem, o cara que há quase quatro anos em 1978 tinha me iniciando no sexo, mas sentia de alguma forma que eu era dele e ele meu na época. Fábio pegou minha cabeça e forçou contra o sexo, chupei, era grande a diferença entre os dois paus que me foderam há poucos minutos antes, pequeno, fino, mas era o meu primeiro pau, se fechar os olhos ainda lembro dele. Fábio fez carinho nos meu cabelos.
- Vira Carlinhos, deixa eu te foder.
Fiquei de ladinho. O pau dele simplesmente foi engolido pelo buraco negro que meu cu havia se tornado.
- Caralho Carlinhos, o que aconteceu com o seu cu, tá muito aberto.
- Dei muito hoje, né?
- Mas já deveria ter voltado ao normal
- Vocês machos me arrombaram.
- Putinho.
- Tá ruim?
- Não, está até gostoso, o pau entra e sai fácil.
Ronan acordou e viu a gente fudendo.
- Esse menino está impossível, Carlinhos vou contar tudo para a sua mãe, seu safado.
- Me dá pau.
- Você virou um puto, quem te viu e quem te vê.
- Culpa de vocês.
- Culpa do Fábio que tirou seu cabaço.
Eu fazia caras e bocas provocando o Ronan.
- Vou socar rola na sua boca seu viado safado.
- Soca no cu dele cara, veja como está.
Fábio saiu de dentro de mim, eu virei logo a bunda para o Ronan que já estava de pau duro, peguei o pau dele e encaixei no cu.
- Que cu frouxo é esse, Carlinhos, o que você fez enquanto a gente estava aqui no quarto? Uma hora acordei e você não estava aqui, no quarto.
- Saí para dar, vocês não quiseram me comer.
- Fala sério!
- Ah fui lá no banheiro e brinquei com o tubo de Neutrox, vocês não me quiseram.
- Você é foda Carlinhos.
Ri dos dois, falei a verdade, mas não a aceitaram totalmente. Eles para mostrar que eram viris e que mandavam no meu corpo me foderam alternadamente o resto da tarde. Voltei para casa com o cu cheio de porra e pulsando e se pudesse, sairia pela noite de BH atrás de mais machos.