Vale tudo por duas gêmeas

Um conto erótico de Quase Alguém
Categoria: Heterossexual
Contém 2559 palavras
Data: 22/01/2026 13:40:05

Eu contei para minha namorada sobre o ocorrido mais cedo com uma estagiária, com um sentimento de remorso, mas não de arrependimento de fato. Ela ouviu e me confessou que, um pouco antes de oficializarmos tudo, no começo da faculdade, chegou a beijar um garoto aleatório numa dessas calouradas que não pude ir.

Evidentemente, fiquei em choque, nunca sequer desconfiei, mas as confissões nos fizeram conversar sobre como tudo estava ultimamente. Nossas poucas palavras em casa, as transas sem muito vigor, as coisas que ela sentia sobre tudo que estava acontecendo. No final, nos acertamos, eu a perdoei, ela me perdoou, prometemos ser sempre um do outro e nunca mais deixar o sexo passar batido. Que as coisas da vida fossem paralelas ao nosso relacionamento e que um se tornasse o refúgio do outro independente da circunstância. Depois de uma longa DR, Maria foi para o banho e eu a acompanhei. Transamos a primeira vez naquela tarde, ali no banheiro mesmo. Gozei mais gostoso do que com Micaela pela manhã.

Ao sair do banho, desliguei meu celular, o notebook de trabalho e fui me dedicar a minha deusa. Sequer vestimos alguma roupa, passamos a tarde inteira juntos e pelados. Assim que meu pau endurecia, nós transávamos. Gozei na boca, na buceta, no cu, na mão. Ela me acompanhou em todos os orgasmos. Inclusive, um que chegamos juntos durante o 69.

A noite, já exaustos e prontos para dormir, surgiu uma breve conversa:

- Eu disse que não conhecia o cara que me beijou e é verdade. Mas queria saber quem foi a garota que você comeu.

Eu fiquei em silêncio um bom tempo, tentando matar o assunto, mas sabia que ela seria insistente.

- Eu não vou brigar com você, amor, nem ir atrás dela. Só fiquei curiosa. Certamente é alguém do trabalho. Mas também não pedirei que se demita.

- Foi a filha do Marcos, um sócio da empresa e meu chefe direto. Ela começou a estagiar lá.

- Ele tem gêmeas não é? Qual das duas foi?

- Micaela.

- Bom, não lembro bem delas, mas sei que são idênticas, então dá no mesmo. Ela era novinha quando a conhecemos. Deve ter o que? Uns 18 agora?

- Acho que sim, ela parece ter algo nessa faixa. 19, no máximo.

- Você gosta de novinhas, gatinho? - Ela sorriu enquanto perguntava, meio que tirando sarro de mim.

- Eu tenho 25, não sou um velho. E na verdade nunca me interessei por ela, só reagi a uma provocação, como eu disse.

- Não se preocupe, amor. Essa história acaba aqui. Mas lembre-se, prometemos sinceridade um ao outro, sempre! - Maria encostou no meu colo e fechou os olhos pra dormir.

Eu fiquei um tempo pensando no dia, em tudo que tinha acontecido. E, no final, apesar de ter comido Micaela, não parecia fazer diferença de fato para mim.

No dia seguinte, pela manhã, fui acordado com um boquete. Gozei na boca da minha mulher, que se levantou correndo depois de engolir tudo.

- Minha professora orientadora marcou uma reunião agora cedo. - Disse. - Consegue me levar antes de ir trabalhar?

- Claro, amor! Levo sim.

Nos aprontamos e eu deixei ela na faculdade, depois rumei para o trabalho. Os dias seguintes foram bem calmos em casa, Maria e eu voltamos ao eixo. Fazia questão de transar com ela de um jeito diferente todo dia. E repetia a dose várias vezes. Na sexta pela manhã, ela disse que estava pensando se poderíamos visitar seu pai, que apresentara uma melhora considerável e queria vê-la. Infelizmente, apesar da calmaria em casa, a brincadeira de Micaela na segunda atrasou muito o projeto no qual trabalhávamos. Então, teria que esticar no escritório e não acompanharia minha namorada.

Combinamos de ela me levar para o trabalho. Ela iria até a casa dos pais, mais no interior, e voltaria a noite. Se tudo desse certo, as 22h estaríamos juntos novamente. E ela prometeu uma noite de tirar o fôlego para mim.

Durante o dia, Micaela, que seguia como se nada tivesse acontecido, me auxiliou de perto em cada passo que eu dava. Ela era prestativa, mas parecia mais observadora do que o normal. Na reunião final da semana, 15h, fez vários questionamentos e observações pertinentes. A garota era boa, muito inteligente mesmo. Os estagiários mais novos, que tinham recebido uma boa recompensa pelo que havíamos apresentado até ali, marcaram um happy hour num barzinho bacana. Mas eu, ansioso pelo encontro com minha amada, disse que não poderia ir.

Como ia voltar de Uber, resolvi esticar o turno, para escapar de pagar um rim no horario de pico. Fazendo isso, poderia chegar mais tarde na segunda, com horas pagas e algum trabalho adiantado. Achava estar sozinho no escritório, quando ouvi gargalhadas e passos de alguém se aproximando.

Era Micaela, claro. Ela estava atrás da bolsa com a carteira e estava atrasada para o encontro com os demais estagiários.

- Dedicado hein, chefinho?

- Esperando o Uber baratear, na verdade. - dei uma resposta curta, na esperança de ela sair logo.

- Não quer uma carona? Eu te deixo em casa.

- Não precisa, você tem compromissos.

- Vamos, por favor. Prometo que vou me comportar.

Eu pensei bem, lembrei que poderia preparar um jantar para Maria, caso chegasse mais cedo. Entao resolvi aceitar. Micaela correu na mesa de trabalho e pegou a bolsa. Enquanto íamos em direção ao carro ela não parava de digitar no celular. Claramente conversando com alguém. Quando cheguei, entendi quem era. Michele, sua irmã. Que estava espremida no banco de trás do minúsculo FiatQual foi, Micaela. Você não disse nada que sua irmã estava aqui.

- Tá preocupado, chefinho? Relaxa, a gente vai te levar em casa, depois vai no barzinho.

Eu nem questionei mais. Afinal, já estava ali mesmo. Elas iam batendo papo, quase que me ignorando completamente. O trânsito estava intenso, esperado de uma sexta-feira. Mas a motorista não parecia com muita pressa.

Distraído com o barulho e as luzes, minha atenção só voltou a Michele, quando ela soltou uma pergunta que me assustou... e excitou:

- Verdade que você comeu minha irmã?

Elas riram ao perceber meu susto.

- Achei que tínhamos combinado de não contar nada pra ninguém. - Disse me virando mara Micaela, que apenas sorria enquanto olhava o trânsito.

- Relaxa! - Michele seguiu. - Não contei pra mais ninguém. Na verdade, prometo continuar assim apenas se você fizer comigo o mesmo que fez com ela.

Eu estava atordoado. Ela achava mesmo que estava me ameaçando? Se sim, quem ela pensava que era para fazer isso. Eu estava numa ótima posição, a pessoa que mais importava, Maria, já sabia do acontecido.

Ainda assim, o orgulho brilhou novamente.

- Vai para o mesmo motel, Micaela. Farei isso só uma vez, ok?

Micaela estava próxima e sabia disso. Pegou o acesso e logo estávamos na frente do motel. Esperando atrás de mais dois ou três carros.

- Vocês já transaram juntas?

- Nunca. E nem iremos. - Michele respondeu de imediato.

- Vou só assistir, chefinho. Mas, você tem que fazer com ela tudo que fez comigo.

- Tudo bem. Escolha o mesmo quarto daquele dia.

A partir daí o silêncio imperou. Eu sabia o que Michele estava atrás, o mesmo pulso que adestrou a outra gêmea vagabunda. Liguei para Maria, que disse estar a 3h de distância, já em direção a nossa casa. Eu avisei que iriamos pedir a pizza preferida dela, ela comemorou e desligou.

No quarto, Micaela foi até o canto e se sentou numa daquelas poltronas eróticas.

Michele sentou na cama, esperando enquanto eu trancava a porta. Me virei e olhei as duas. Gêmeas, loiras, gostosas. A receita do sucesso.

- Quero as duas peladas.

Micaela olhou com estranheza, mas não questionou. Tirou a roupa junto com a irmã, então se sentou novamente.

Michele estava sentada na beira da cama, pelada. Não fosse o corte de cabelo, eu nem saberia quem é quem, a situação era bem curiosa. Me despi e fui para perto dela, meu pau quase na altura da sua boca.

- Eu sei o que você quer. O mesmo que a vadiazinha ali do lado. Vou te dar esse privilégio, mas me obedeça.

Ela sorriu, parecia completamente envolvida de tesão e nem tínhamos começado.

- De costas para mim.

Michele virou e empinou bem a bunda. Eu dei um tapa forte, como tinha feito com Micaela antes, deixando minha marca na bunda. Comecei a dedar a buceta, enquanto ela empurrava a bunda para trás, intensificando o toque da minha mão. Ela gemia baixinho e de vez em quando olhava para mim, por cima do ombro.

Micaela estava se masturbando, enquanto assistia, gemia ainda mais alto que a irmã, parecia gostar da cena.

- Você - Apontei Micaela - traz esse lubrificante para mim, junto da camisinha.

Micaela não questionou em nenhum momento. Apenas pegou o que eu pedi e me trouxe. Quando virou pra voltar para a cadeira, eu segurei seu braço.

- Ajoelha, cadela. Baba bem meu pau pra entrar na sua irmã.

Ela tinha deixado claro que não participaria, mas abocanhou minha piroca sem pensar duas vezes. Ela chupava bem, babava, lambia tudo, inclusive os ovos. Eu dedava Michele, que seguia rebolando e aproveitando meu dedo. Eu abri o saquinho de lubrificante e passei na bundinha de Michele, que chegou a olhar pra trás assustada, mas logo se conformou.

Micaela tirou meu pau da boca e sorriu, pegou a camisinha e vestiu em mim com a boca mesmo. Babou bem, posicionou minha pica logo atrás do cu da irmã e então soltou.

- Você disse que se comesse ela, teria cuzinho não foi? Abre bem a bunda dela pra mim.

Micaela segurou as nádegas da irmã e as afastou, apresentando para mim o cuzinho rosado dela. Depois de uma cuspida no rabo rosinha, comecei devagar, até chegar ao final. Não deu muito trabalho. Pelo que percebi e pelo que foi dito por Micaela no dia em que transamos, Michele era experiente.

Assim que chegou ao fundo eu comecei a foder forte aquela bundinha. O cuzinho rosado envolvendo meu pau, com a outra gêmea segurando a irmã pra mim. Que sensação incrível. Eu poderia fazer o que quisesse com as duas, desde que as fizesse gozar.

O cu de Michele me engolia e ela gemia alto. Era muito mais barulhenta que Micaela, que seguia ajudando a irmã, se deleitando com aquela imagem.

- Micaela, pode soltar agora. Vem aqui do meu lado.

Micaela se levantou e ficou junto a mim, a esquerda. Assistia de traz eu bombar no cu da irmãzinha, eu beijei sua boca e chupei seus seios, ela gemeu fundo e me agarrou pelos cabelos. Eu tirei uma das mãos de Michele e comecei a masturbar Micaela. Ela gemia e se contorcia, as vezes arqueava as pernas, parecia fraquejar, mas não se afastava.

- Achei que você fosse a mais vagabunda, mas olha pra sua irmazinha. - Dei um tapa forte na bunda de Michele. - Dando o cuzinho pra mim logo de início.

- Bate mais, gostoso. Bate. - Michele gritava implorando.

- Eu não, sua irmã vai te dar o que você merece.

Segurei o braço de Micaela e a coloquei de volta na posição em que estava inicialmente. Dessa vez, queria vê-la espancar a irma. Ela entendeu de imediato e enquanto eu socava, dava tapas cada vez mais fortes.

- Boa garota, eu te adestrei bem não foi?

Micaela acenou que sim, então tirei o pau da bunda da irmã, arranquei a camisinha e coloquei na frente dela.

- Aqui, prova o gosto do meu cacete junto do rabo da sua irmã.

Ela abocanhou meu pau sem pensar duas vezes. Eu masturbei Michele enquanto isso e batia na bunda dela também. Em seguida, entreguei outra camisinha, que Micaela colocou novamente com a boca na minha pica, numa maestria invejável

- Pronto, bem babado pra finalizar ela. - Coloquei a cabecinha na entrada do cu de Michele, que fazia certa pressão contra mim. - Agora, Micaela, você vai abaixar. E vai chupar sua irma enquanto eu meto nela.

Mais uma vez, nenhum questionamento, quando ouvi o gemido de Michele, sabia que tinha sido obedecido, daí enterrei com toda a força no cuzinho dela novamente.

Bombei mais forte que nunca, queria que ela não conseguisse sentar depois daquilo. Ela gemia loucamente enquanto tinha o cu rasgado e a buceta chupada pela irmã. Foram poucos minutos até o climax. Um orgasmo barulhento e delicioso, Michele se contorcia toda. Eu a segurava pelas nádegas, apertando firme e admirando a cena deliciosa.

Assim que Micaela saiu de baixo, ela se jogou na cama, desfrutando do relaxamento da gozada.

Micaela sorria, acariciava a bunda da irmã e a olhava nos olhos. Michele com um sorriso de quem se cansou um pouco, ficou paradinha.

- Vem cá. Vamos ver se pelo menos serve pra ser meu depósito ainda.

Puxei Micaela e a coloquei de pernas abertas na minha frente. Ela fez questão de se abrir toda e travar as pernas com o braço. A buceta e o cuzinho na minha frente. Abertos pra mim.

Eu sabia que ela estava ensopada, entao enterrei fundo na pepequinha dela. Ela gritou, então começou a gemer.

- Me fode, gatinho. Me rasga também.

Eu agarrei seu pescoco e apertei forte. Ela sufocava, eu soltava, então ela suspirava fundo. Eu enterrava forte na buceta, sem muita velocidade, mas com muita firmeza. Michele ia se posicionando para assistir, mas eu toquei suas pernas e sinalizei que chegasse perto, tinha que retribuir a ajuda de antes.

- Mama os peitos dela.

Michele se colocou deliciosamente entre meu corpo e da Micaela. Eu estava apoiado nos braços, fodendo-a sem pudor. Não tinha a menor preocupação de machucar, mas sabia que ela queria assim. Michele mordia de leve os biquinhos da irmã e dava chupadas fortes, fazendo Micaela gemer como uma cadela no cio.

- Vou gozar, vou gozar, não para.

Surpreendente, ao ouvir isso, Michele beijou a irmã. Beijo longo e de língua. Eu fui ao extremo da minha força, enterrando o mais fundo que podia. Elas se soltaram apenas quando Micaela gozou. Ela gritava de prazer, literalmente. Já não tinha força para segurar a perna erguida e então se encolheu com a buceta piscando ao redor do meu pau.

Me levantei imediatamente e sentei numa cadeira, virado para elas. Fiquei assistindo as duas se acariciarem, sorrindo satisfeitas. Quando olharam para mim, eu pedi que se aproximassem.

- Me segurei pra gozar na boca de vocês. Chupem agora.

Elas iam mamando, revezando entre quem estava nas bolas, ou na cabeça. Competindo para ver quem conseguia ir mais fundo. Michele era claramente uma puta das boas, tinha um pouco mais de facilidade. As vezes, elas lambiam juntas a cabeça e falavam sacanagem.

- Gostoso ver duas gêmeas te mamando né? - Micaela. - Sabia que você não ia resistir.

- Vamos dar pra você quando quiser. Esse pau é delicioso. - Michele.

Eu me levantei da cadeira e elas não se afastaram nem um pouco. Me seguiram e intensificaram a punheta, apenas com as línguas pra fora, lambendo a glande.

Gozei na cara das duas, que esfregavam a porra ao redor dos peitos e lambiam uma a outra. Ficaram naquilo até sugar todo o sêmen que eu tinha jorrado.

Elas foram ao banheiro e, na volta, me despedi. Já havia autorizado a saída das duas sozinhas. Me lavei, pedi um Uber e fui embora.

Cheguei em casa cedo, ainda consegui arrumar as coisas e tomar mais um banho. Maria chegou com fome. De comida e de pau. E mesmo depois daquela aventura com as gêmeas, não iria negar fogo pra minha gostosa...

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Comentários

Foto de perfil de Loiro Safado RJ

Puta tesão essa sua história... quem já comeu duas gatas junto, sabe o quanto é bom... que delicia! Adoraria ter em meu "currículo" tambem duas gêmeas tesudas e safadas como essas duas rs

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