Natália suspirava, arrumava o cabelo atrás da orelha e passava pela mesa de Miguel, completamente envolta em ansiedade, havia pouco trabalho e pouco contingente de funcionários hoje então o tempo livre estava reinando.
- Miguel, acabou o papel da impressora, pode me ajudar a pegar lá naquela prateleira que é meio alta e eu não alcanço?
- Claro.
Como de costume os dois seguiram até o almoxarifado, não era a primeira vez que isso acontecia, era a terceira? Quarta? Quinta? Uma certa preocupação crescia na garota e um pequeno medo de acabar perdendo as contas de quantas vezes aquele cara já tinha devorado seu rabo se acumulava.
A cada visita ao pequeno cômodo os dois trocavam menos palavras, Natália por conta própria levantava a saia branca que que apesar de não ser indecente, se tornava completamente sexy por culpa dor par de coxas e bunda quase desproporcionais em relação a sua cintura fina, peitos e ombros pequenos. Apesar disso nenhuma marca de calcinha visível, afinal o minúsculo pedaço de tecido de renda completamente atolado no meio daquela montanha macia de carne era quase imperceptível, o pequeno monte de tecido guardava sua buceta lisa que era de uso exclusivo do namorado.
Puxando a calcinha pro lado ela por conta própria ela apoiava as mãos nas caixas já amassadas pelas fodas anteriores, com a ajuda do salto ela empinava fazendo uma curva maravilhosa com as costas, o rabo automaticamente apontava para cima na direção de Miguel e deixava exposto o pequeno buraco que parecia ser apenas um ponto completamente fechado no meio daquela bunda.
- Eu trouxe algo pra ajudar.
Natália tinha um pequeno vidro nas mãos, escondido no bolso do blazer, ela entregava para Miguel com o rosto vermelho tentando evitar contato visual.
- Isso é o que?
- Lubrificante… É difícil aguentar sabe… Parece que quando desliza o meu negócio fica pegando fogo… E também…
- E também?
- Você sempre enfia a língua lá, é um lugar sujo Miguel.
- Você só pode tar brincando.
Miguel de uma risadinha, apanhou o vidro e deixou no chão, agarrou o par de carne na frente dele e o afastou abrindo aquele rabo numa visão linda, parte da buceta aparecia com a calcinha puxada que lutava apertando contra a bunda de Natália e afundando na pele macia.
- Seu cuzinho é o mais delicioso dessa empresa.
- E o que isso quer- Ah~~!
Logo Miguel caiu de boca, a língua foi diretamente no centro do seu alvo enquanto Natália soltava um suspiro profundo sentindo a coisa macia, quente e molhada invadir seu anel, a língua mexia com suas lindas pregas enquanto ela se arrepiava e suas mãos se contorciam com a sensação que ela dificilmente achava que ia se acostumar. Era agoniante sentir Miguel revirando as bordas do seu rabo com a língua enquanto ela soltava pequenos gemidos e sentia um tesão aos poucos tomar conta dela.
- Como sempre seu rabo é delicioso, como pode um cuzinho além de lindo cheirar tão bem…
- M- Miguel!?
O rosto da loira corava enquanto a língua deslizava, entrava, passava e rodeava, ela não conseguia controlar o piscar do próprio cu sentindo o ataque incessante nas suas pregas, os gemidinhos eram completamente melosos e sem perceber o restante da calcinha que ainda tapava sua buceta começava a mudar de tom conforme ficava completamente molhada.
Não demorou para que a boca de Miguel cessasse a provocação, ao olhar para trás por entre os cabelos dourados ela espiava por pouco a grossa tora que novamente ia alargar seu anel, um misto de excitação e ansiedade tomavam conta do corpo dela enquanto ela via Miguel lambuzar a pica com o viscoso produto que ela deu a ele, ela admirava a grossa veia que cruzava o corpo daquele mastro e para pra pensar no formato daquela cabeça deslizando pelos lugares sensíveis dentro dela, foi o suficiente pra fazer o grelo da loirinha parecer se enrijecer de vontade de ser invadida enquanto seu cu piscava mais uma vez, Miguel via o pequeno buraco pulsar enquanto aceitava aquilo como um convite.
- Vou colocar, Natália.
- Tá bom… Com calma…
A mão firme do rapaz segurava no quadril de Natália, os dedos praticamente afundavam na pouca carne da cintura dela impedindo ela de fugir, claro, não que ela quisesse, ela olhava distante por entre as dezenas de caixas enquanto esperava a sensação, logo ela veio, aquela pica melada que era dura e macia ao mesmo tempo tocou na entrada fazendo ela soltar um suspiro, Miguel deslizou a cabeça por cima do delicado buraco fazendo as pregas se afastarem de leve, encaixando ele lentamente começou a empurrar o pau para dentro daquele rabo farto.
- Ahh~~
Um gemido longo e baixo saiu dos lábios de Natália, ela logo em seguida mordia esses mesmos lábios pintados de batom vermelho rosado aguentando a sensação que estava por vir, aquela carne dura e que parecia maciça alargava as pregas do seu cu fazendo ela novamente ter a sensação que algo estava preenchendo seu corpo inteiro, o formato da cabeça que ela ainda mentalizava deslizava lentamente por dentro dela enquanto ela sentia Miguel aos poucos tocar em partes mais e mais profundas das suas tripas, ela sentia o seu cu implorando pra poder fechar novamente sem poder o fazer, ela tentava controlar a vontade de piscar ele enquanto mantinha suas pernas firmes que logo nessa primeira estocada já pareciam querer abandonar a força.
- Caralho que cu apertado da porra!
Qualquer comentário parecia piorar a situação de Natália, ouvir o “elogio” fez ela sem querer apertar o anel logo na última parte do trajeto, assim que Miguel enterrou o pau até a base Natália cerrou as bordas do seu cu, fazendo sentir completamente a grossura da base da pica alargando ela enquanto também sentia a cabeça do pau parecer que estava tocando nos lugares mais profundos dela, lugares que pareciam proibidos mas que o pau de Miguel empurrava e fazia pulsar junto com sua pica, era como ela pudesse sentir aquele pau do início ao fim atolado no seu rabo.
- Ai Miguel….! Ainda não mexe! Ah… Ah…
Natália respirava profundamente, seu cu apertou aquele pau e parecia não querer relaxar de novo, demorou alguns segundos para ela respirar profundamente enquanto aos poucos se acostumava com a pica que havia sumido completamente dentro dela, uma das suas mãos deslizava pela sua própria bunda e os dedos passavam pela pelve de Miguel, ela tocava confirmando que não havia praticamente nada de pica pra fora. Não satisfeita ela olhou para trás vendo a pelve do rapaz colada na sua bunda, por entre os cabelos loiros curtos completamente jogados na cara ela via a cena que ainda não havia se acostumado.
Para Miguel a cena era linda, aquelas mãos delicadas com as unhas grandes pintadas, mãos macias apalpando seu pau que estava completamente enterrado naquele paredão enorme de bunda, a cintura fina com a saia toda enrolada nela subindo para as costas delicadas com o e aquele cabelo liso jogado por cima do rosto… Foi impossível resistir.
Ele começou a mexer, Natália não estava pronta mas era impossível parar ele, um gemido mais intenso saiu daquela boca enquanto ele fazia aquele pau ia para frente e para trás, Natália não conseguia controlar aquele anel que parecia estar com as pregas completamente pressionadas contra a pica de Miguel, ela sentia o pau deslizando, puxando e empurrando completamente não só por essas ditas pregas mas também pulsando conforme deslizava por dentro das partes sensíveis dela.
- Ai Miguel… Ah~~Eu falei que… Ai Caralho…
Logo o ritmo acelerou, ele segurava ela pela cintura e pelo pulso da mão dela que tentava inutilmente parar o ritmo que só aumentava, propositalmente ele tirava a pica até a cabeça quase sair e enterrava tudo novamente, por várias e várias vezes Natália sentiu essa sensação do pau pulsando de tesão enterrando naquele anel que agora parecia pulsar como se estivesse devorando o pau do rapaz.
- Esse seu cu tá mais apertado hoje. Puta que pariu Natália. Desse jeito não vou durar…
- Ai… Caralhooo… Cala a boca eu não fiz nada… Aiee!!
Aos poucos ele socava mais e mais, cada enterrada fazia as pernas da loira bambarem fazendo seus joelhos se aproximarem um do outro em fraqueza enquanto ela tentava se manter pelo menos apoiada, suas mãos batiam nas caixas, arranharam, apertavam, as unhas riscavam no papelão na tentativa de aguentar a velocidade que o pau deslizava pelo anel do cu, aquela maldita sensação de algo quente começava a surgir, ela começava a ofegar entre os gemidos que ficavam descompassados, a bunda dela agora batia contra Miguel enquanto ela sentia a cabeça da pica ir cada vez mais fundo, batendo nas curvas delicadas das suas tripas, o pau deslizava vigorosamente pelos limites quentes e agora melados daquele intestino.
- Ai Miguel! Essa porra vai pegar fogo!
Apenas um sorriso no rosto de Miguel fazia ele acelerar mais ainda, agora o rapaz já fodia aquele cu sem pudor, enterrava, socava, segurava o quadril e puxava todo o peso daquele bunda direto pra ele, Natália, magra e leve era facilmente puxada com vontade toda em direção a pica, aos poucos a sensação começava a tomar conta dela, aos poucos ela ficava ofegante, mal conseguia respirar, parecia que aquele pau empurrava sua barriga de alguma forma, as sensações iam ficando mais e mais intensas, ela já bufava e continuava sentindo que algo queria sair, mesmo ela tendo certeza que “esvaziou” tudo de manhã, a cabeça parecia rodar e a visão ficava escura, parecia que seu corpo estava ficando anestesiado pela sensação que esse corpo dela dizia ser errado, ele pedia pra parar, mas Natália em si começava a discordar do próprio corpo, ela queria mais, ela queria que Miguel acelerasse, ela queria que ele socasse mais e mais, no fundo, sem saber ainda, sem se dar conta, ela queria isso, mas a comportada e respeitada superior do escritório não podia admitir essas coisas.
- Puta que pariu tô quase...!
- Ah~~ Miguel… Miguel!
A essa altura Natália não conseguia mais formar uma frase, seu esforço estava todo em manter suas pernas que pareciam querer ceder e em se concentrar em suportar a sensação completamente avassaladora que vinha da sua pelve, suas tripas pareciam estar se revirando e o anel do cu parecia derreter, ele pulsava no pau de Miguel intensamente e o rapaz mal parava para recuperar o fôlego e já voltava a socar, parecia um animal enfurecido que apenas fazia aquela pica arregaçar aquele cu, uma mão de Natália segurava contra sua barriga como se algo estivesse sendo empurrado, a sensação que a enganava vinha acompanhada da mistura de todas as outras coisas, ela já começava a suar frio enquanto seu corpo inteiro denunciava algo.
A buceta já completamente encharcada havia feito a calcinha completamente molhada em sucos de buceta, a carne firme da bunda fazia uma leve onda a cada vez que ia de encontra com Miguel, as pregas daquele rabo completamente vermelhas recebiam o pau que deslizava facilmente com ajuda do lubrificante, a pelve de Natália pulsava, mais e mais forte, mais e mais intenso, algo estava vindo, ela respirava forte, mordia o próprio lábio e tinha medo, mas suportava.
Até sentir o peso da mão na sua bunda, o tapa que ecoou na pequena sala veio acompanhado do arder na bunda e remexer do corpo, sem querer, Natália apertou o próprio anel enquanto Miguel continou a socar com velocidade, força e vontade, a sensação do pau deslizando violentamente pelas suas pregas enquanto elas apertavam aquela pica culminou em algo estranho.
As pernas tremeram, sem poder controlar ela revirou os olhos enquanto sua visão escurecia, sua buceta parecia pulsar de uma forma que quase doía enquanto seu grelo ficava tão sensível que ela passava a sentir até o tecido da calcinha esfregando nele, um raio pareceu cortar da sua buceta até a sua garganta e uma onda de algo indescritível correu pela loira, ela ficava sem ar enquanto Miguel urrava destruindo aquele rabo, o barulho dos corpos deles indo de encontro ao outro parecia ser a única coisa na cabeça dela enquanto todos seus pensamentos iam embora e sua mente ficava branca, seu corpo parecia pesado e leve ao mesmo tempo e algo deliciosamente incrível tomava conta dela.
Ela não queria acreditar, não podia acreditar, nunca, nem uma vez em todos esses anos ela sequer vislumbrou um orgasmo, e aqui? Agora? Em cima dessas caixas com esse cara? Dando o cu? Mas tudo aquilo não mentia, suas pernas deixavam ela enquanto seu peito ficava pesado, ela parecia flutuar e logo se perdia na quantidade incontável de sensações.
A cabeça da loira não aguentou e pareceu apagar por algum tempo, segundos? Minutos? Ainda zonza e com a vista estranha ela olhava pra trás e via Miguel ainda conectado, completamente atolado no seu cu, puxava o corpo pra frente ela via o pau sair lentamente até saltar pra fora e repousar na bunda enorme riscando a pele dela com um resquício de porra que ficou naquele pau. Ele tinha gozado? Ela nem ao menos sentiu, provavelmente estava naquele transe inexplicável. Ela sentia um vazio, um rombo, como se o anel do seu cu não quisesse fechar e fosse lentamente percebendo que não tinha mais aquela pica atolada nele.
- Ah~~ Porra...
Ela soltou um gemido de alívio como se pudesse respirar agora que aquela tora saiu dela, completamente acabada ela tinha a sensação de que correu uma maratona, seu corpo estava sensível, seu grelo pulsava só de ela se mexer, ela sentia as pregas do cu inchadas e não se arriscava a piscar o cu para saber. Miguel parecia não ter percebido, o colapso que ela tinha acabado de passar, envolto no próprio orgasmo não viu o corpo dela se desfazendo em algo que ela mesma ainda não queria aceitar.
- Caralho Miguel… Dessa vez…
- Foi mal, teu rabo tava mais delicioso que da última vez, e mais delicioso ainda que da outra, acho que não vou me cansar tão cedo.
- Olha... Não adianta falar com você mesmo.
- Vamo voltar pro escritório, antes que alguém perceba.
- É, melhor mesmo.
Logo os olhos de Miguel se arregalaram assim que ligou a tela do telefone.
- A gente ficou uma hora aqui.
- Mentira Miguel.
- Tô falando sério.
Dizia o rapaz enquanto abotoava as calças. Natália engoliu seco. Se alguém suspeitasse de algo e o namorado ficasse sabendo a vida dela acabaria, tanto dentro da empresa quanto fora.
- Eu tô um caco Miguel, meu cabelo não presta pra nada.
- Vamo falar que a gente tava arrumando essa sala por que tava tudo jogado beleza? Não tem ninguém hoje quase, vão só achar que a gente tava matando tempo, deixa de desespero Natália.
- Aff…
Os dois voltaram para o escritório, Miguel não se importava tanto, mas Natália claramente estava nervosa, suada, apreensiva, perto deles uma figura cheia de curvas e muito atenta observava os dois.
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Oi? Olá? Vim terminar essa série.
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