Loucuras com o amigo do meu marido - O troco

Um conto erótico de Adriane
Categoria: Heterossexual
Contém 1823 palavras
Data: 22/01/2026 13:14:00
Assuntos: Heterossexual

Adriane, 38 anos, saí de casa na quarta cedo fingindo aeroporto pro voo das 17h pra Florianópolis, mas desviei pro meu apê funcional no centro de Curitiba – esconderijo pra "trabalhos extras". Leonardo, 40 anos, chegou às 14h pós-almoço, antes do voo dele pra São Paulo. Olhares nos churrascos e boatos de traição dos nossos maridos acenderam tudo.

Abri a porta com robe solto, já nua por baixo, buceta pingando mel viscoso grosso pelas coxas internas, clitóris de 1,2cm inchado latejando como um mini-pauzão sob os lábios carnudos depilados (externos gordos cor de mel 4cm largos, internos evertidos vermelhos 3cm salientes reluzindo umidade, entrada vaginal rosada 2cm piscando contrações famintas, ânus rosado 1,5cm logo abaixo exalando calor). — Entra logo, seu corno filho da puta traidor do caralho, e fode essa buceta casada gulosa antes do voo, porra! — rosnei rouca, trancando a porta dupla com chave e empurrando ele com força contra a parede fria, minha mão direita apertando violento o volume rígido e pulsando na calça social dele, sentindo as veias do pauzão latejarem através do tecido fino como se fossem explodir de tesão reprimido.

Na cozinha americana minimalista, servi doses fartas de vodka Grey Goose gelada com limão espremido fresco nos copos lowball de cristal, o líquido cristalino descendo como gasolina pura queimando a garganta seca, aquecendo o estômago em fogo lento. — Puta que pariu, seu merda, pega esse fogo químico pra te deixar insano de vez, caralho! — mandei grossa, abrindo o compartimento falso na adega embutida com um clique discreto. Tirei o sachê ziplock de pó branquinho puro, despejei generoso na superfície impecável do mármore preto laqueado da bancada, usando o cartão de crédito pra montar quatro linhas longas e perfeitas reluzindo como trilhas de diamante sob a luz LED fria – ofereci o canudo de cristal curvo primeiro pra ele. Ele se inclinou e aspirou as duas dele de uma tacada só, narinas dilatando violento enquanto o choque químico flamejante subia como raio pelas fossas nasais, pupilas explodindo em buracos negros, pele toda formigando em hipersensibilidade insana onde cada brisa do ar-condicionado virava carícia elétrica subindo pelos poros. Eu funguei as minhas duas com um arquejo animalesco gutural, jogando a cabeça pra trás com cabelo castanho selvagem chicoteando as costas nuas, o robe de seda preta escorregando dos ombros como uma sombra líquida e caindo em poça no piso de taco português gelado – minha buceta exposta contraindo ritmada, clitóris mini-pauzão inchando ainda mais proeminente e latejante, entrada vaginal piscando mel grosso e pegajoso que escorria em fio contínuo 10cm longo pelas coxas musculosas oleadas de pilates, cheiro almiscarado doce-salgado impregnando o ar já pesado.

A euforia vodka+cocaína explodiu em maníaco puro: agarrei a camisa social dele com unhas longas vermelhas cravando tecido caro, rasgando os botões plásticos que voaram tilintando pelo piso enquanto expunha o peito definido e suado de 40 anos, músculos peitorais marcados por veias saltadas do tesão químico. Devorei a boca dele num beijo bruto feral, línguas se estocando como punhais em duelo selvagem misturando gosto cítrico alcoólico picante com resíduo amargo nasal da droga, dentes colidindo e mordendo o lábio inferior carnudo dele até romper pele e soltar um filete doce metálico de sangue que escorria pingando pelos queixos colados, saliva abundante trocada em golfadas guloso. — Chupa esses peitos fartos de puta casada agora, seu porco nojento imundo do caralho! Torce e range os dentes nos meus mamilos grossos até eu gritar de dor, vai, lambeiro de merda! — ordenei empurrando os seios 38D pesados e empinados direto na cara dele, auréolas rosadas de 5cm diâmetro inteiras sugadas voraz pela boca faminta, dentes rangendo os mamilos eretos de 1cm de espessura como se fossem balas duras, língua rodopiando insana no topo sensível enquanto eu mesma enfiei dois dedos médios grossos na minha buceta fervente e escorregadia, curvando pra massagear o G-spot inchado e esponjoso com pressão rítmica violenta que fez squirt fino e quente jorrar em arco 30cm pro piso taco, molhando minhas canelas em poças reluzentes.

Joguei ele pra trás no sofá de couro preto com violência, me ajoelhando entre as pernas abertas dele e rasgando o cinto de couro com dentes caninos afiados num som metálico rasgante, calça social e cueca boxer preta caindo pros tornozelos revelando as coxas peludas dele tremendo de antecipação. O pauzão ereto saltou livre como mola de animal selvagem – 20cm de comprimento reto e imponente, 5,5cm de diâmetro médio engrossando pra 6cm na glande bulbosa arroxeada e inchada brilhando uma camada espessa de pré-lubrificante viscoso e transparente que pingava em fios elásticos 15cm longos e grossos direto no taco frio, tronco liso marcado por veias azuis protuberantes de 0,8cm pulsantes como cabos vivos sob a pele esticada ao limite, escroto enrugado e pendurado com bolas assimétricas de 4cm cada exalando cheiro almiscarado forte e masculino que invadiu minhas narinas hipersensíveis da coca, virilha suada com pelos curtos e escuros roçando a base grossa. — Lambe e mama essas bolas sujas primeiro, seu cachorro imundo sarnento do caralho, chupa até eu sentir a próstata pulsar! — mandei grossa, mas mergulhei voraz: língua plana serpenteando devagar das veias rugosas do tronco até a base, sugando cada testículo com vácuo guloso e barulhento que fez as bolas se contraírem na boca quente, depois engoli a glande inteira num movimento fluido – garganta relaxada pela droga permitindo descida total e profunda até o nariz pressionado na virilha suada dele, gorgolejos obscenos e molhados ecoando alto no apê vazio como uma sinfonia pornô, baba copiosa misturada ao pré-lubrificante escorrendo em cascatas pelos queixos, melando meus seios fartos e pingando pros mamilos duros em fios pegajosos.

Ergui ele brutalmente pelos braços musculosos, jogando meu próprio corpo de costas na bancada de mármore gelado e preto que arrepiou minha pele sardenta – pernas escancaradas no ar tremendo, buceta totalmente exposta e implorando (lábios internos evertidos 3cm reluzentes de mel espesso como melado, clitóris 1,2cm latejante e proeminente como um mini-pênis ereto visível pulsando, ânus rosado de 1,5cm piscando ritmado logo abaixo exalando calor úmido). — Monta aqui na puta e me arromba seca agora, porra, seu pauzudo fraco! Dilata minha entrada apertada com essa glande roxa até eu rasgar! — gritei rouca. Montei mais duas linhas grossas e perfeitas bem na minha barriga lisa marcada pela fina linha cesariana; aspiramos alternando com narinas em brasa ardendo como ferro quente, e ele alinhou o pauzão na minha entrada vaginal rosada de 2cm dilatando violentamente pra 6cm num impulso seco e fundão que esticou minhas paredes quentes e contrácteis ao limite máximo, preenchendo cada centímetro das câmaras internas com veias pulsantes roçando como lixas vivas – urrei primal cravando unhas roxas nas costas dele rasgando pele até sangue fino escorrer. — Fode mais forte agora, caralho, me parte ao meio e estoura meu útero, seu merda covarde pau grande! Bombas insanas de 300 por minuto: palmadas carnudas e sonoras ecoando como tiros no apê, bolas pesadas estalando direto no meu ânus exposto e piscante com baques molhados, cada saída lenta esticando visivelmente os lábios evertidos da buceta minha pra fora em forma de coração invertido, entrada jorrando squirt quente e abundante a cada recuo profundo que batia no colo do útero.

Mão dele no meu pescoço apertando as veias jugulares pra hipóxia controlada que fez minha visão piscar branca, dedos calejados no clitóris frenético rodando círculos duplos insanos: orgasmo meu detonou como bomba nuclear – corpo arqueando em arco convulso total, buceta apertando o pauzão dele como torno mecânico de aço vivo com contrações rítmicas viciosas expelindo jatos transparentes e escaldantes de 40cm que alagaram inteiro o pênis+escroto+virilha dele em lençol pegajoso. — Goza dentro já, seu puto covarde de merda, enche meu útero de porra quente e espessa até transbordar, vai, porco! — ordenei gritando. Ele rugiu gutural animalesco, pauzão pulsando violento com 8 golfadas densas de sêmen alvíssimo e viscoso totalizando 20ml jorrando em jatos potentes direto contra o colo do útero inundando tudo, overflow imediato em bolhas cremosas e espumosas vazando pelas coxas trêmulas minhas em rastros grossos e leitosos que pingavam pro mármore em poças fedendo sexo puro.

Sem trégua da cocaína, piso de taco frio sob os pés: chupei a haste semi-rígida lambuzada de toda mistura genital minha e dele – veias salinas lambidas devagar com língua plana, glande sensível pós-orgasmo sugada com vácuo até endurecer meia-mast de novo na garganta gulosa gorgolejando resquícios. Sofá couro preto: me posicionei de costas pra ele na prensagem alternada insana – cuspi generoso no ânus piscante meu dilatando o orifício rosado de 1,5cm pra 3cm com polegar fundo até a segunda falange fodendo ritmado, pauzão mergulhando de volta na buceta quicando bunda empinada e redonda com tapas vermelhos e ardentes nos glúteos que ecoavam como chicotadas. — Arromba meu cu agora de verdade, vai seu fraco de merda pauzudo! Fode anal fundo e rasga, caralho! — exigi implorando. Ele obedeceu alternando selvagem: 10 estocadas profundas na vagina esticada (veias roçando paredes massageando G-spot), 3 anais superficiais com glande mel-untada forçando entrada anal apertada 3cm com queimação deliciosa, mão livre punhetando o clitóris exposto e latejante meu com palma inteira frenética.

Mais pó na mesa de centro de vidro – quatro linhas grossas de joelhos no tapete persa: aspiramos fungando como viciados desesperados. Nova posição no lugar de 69: eu de pé curvada no parapeito da janela panorâmica (risco voyeur insano pra rua 8 andares abaixo), ele por trás chupando meu ânus com língua profunda e molhada enfiada 4cm roçando paredes intestinais quentes enquanto punhetava a próstata dele próprio com óleo corporal escorrendo, dedos duplos na minha buceta+cu simultâneo fodendo em pistão sincronizado. — Mais rápido agora, animal filho da puta sádico, me faz gozar esguichando pela janela, porra! Dedos mais fundo no meu cu sujo! — ordenei no clímax final dele me destruindo. Posições cascatearam sem fim: missionário no tapete felpudo (minhas pernas nos ombros dele dobradas ao máximo, penetração vertical batendo cérvice com glande roxa a 2cm do limite), de lado no sofá (ele por trás colado, uma mão torcendo mamilo esquerdo até roxo, outra no clitóris punhetado), quatro no parapeito janela (bunda voyeur arrombada com tapas sangrando leve, unhas minhas rasgando coxas dele até marcas vermelhas permanentes). — Fode sem dó, caralho, me enche de porra de novo, seu corno traidor do inferno! — gritei no segundo orgasmo meu, jatos misturados com sêmen residual dele.

Colapsamos às 16h suados e pegajosos totais, crostas secas de fluidos nos corpos inteiros, cheiro denso de sexo cru impregnado em cada canto do apê como névoa tóxica. Vodka final reabastecida nos copos sujos: — Nosso apê de putaria segue eterno, corno de merda... voos esperam depois. Fode Andressa pro inferno e me avisa pra próxima foda — sussurrei lambendo o lóbulo suado da orelha dele com dentes mordendo. Saímos separados às 16h30, malas no aeroporto fingindo coincidência casual pros outros.

Mesma quarta-feira, à noite: Andressa e Marcelo ocupariam a garagem dela vazia, consumando adultério paralelo no mesmo dia insano de traições cruzadas – teia suja e invisível pulsando rumo à colisão explosiva total.

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