Ninguem nasce corno ou HotWife ... - Lucia rasgada no Cu e o corno sendo humilhado no Futebol**

Um conto erótico de dona do corno da Lu
Categoria: Heterossexual
Contém 4853 palavras
Data: 22/01/2026 12:28:32

**Episódio 4: Rasgada no Cu – Humilhação no Futebol**

Acordei no sábado com o corpo inteiro gritando lembranças da noite anterior no Ibis. O sol entrava pelas frestas da cortina do quarto, iluminando as marcas roxas que subiam pelo meu pescoço como um colar de possessão, cada uma delas pulsando com uma dorzinha gostosa que me fazia lembrar das mordidas brutas de Gustavo. Cada respiração profunda fazia os peitos siliconados latejarem — mamilos ainda duros, inchados e sensíveis dos chupões e mordidas fortes, a pele avermelhada brilhando de suor seco da noite anterior, cheiro de sexo impregnado no ar. A bunda ardia em fogo lento, a carne quente, inchada e vermelha dos tapas que ele deu sem dó, cada movimento na cama enviando ondas de calor doloroso e prazeroso que desciam pelas coxas grossas, roçando uma na outra com fricção suave, e subiam pela coluna como eletricidade. A buceta inchada pulsava ritmadamente, lábios vermelhos e abertos, vazando resquícios do leite grosso dele misturado com meu mel, o cheiro salgado, viscoso e forte de sêmen grudado na pele interna das coxas, impregnando o quarto inteiro, um aroma pesado de sexo cru que me fazia molhar de novo só de respirar fundo, o gosto dele ainda na minha língua, salgado, amargo, masculino, como se eu tivesse engolido tudo de novo.

Passei a mão devagar entre as pernas, sentindo a textura pegajosa e quente do resíduo, o ardor delicioso me fazendo gemer baixinho, dedos escorregando nos lábios inchados, circulando o clitóris sensível que ainda pulsava de excitação. Fiquei ali deitada por uns minutos, pernas abertas, o lençol úmido colando na pele, dedos explorando devagar, lembrando cada detalhe da noite: o risco nas escadas do hotel, o carpete áspero roçando meus joelhos enquanto chupava o pau dele no corredor, o som da porta abrindo e fechando no quarto, o entregador arregalando os olhos ao ver meu cu marcado e aberto, Gustavo abrindo minhas nádegas com dedos grossos, exibindo tudo pro garoto enquanto eu gemia de vergonha e tesão, o pau dele batendo na minha cara, tapas leves no rosto pra excitar, mordidas nas costas marcando território, sexo forte quase selvagem, gozadas múltiplas enchendo minha buceta e boca, o gosto viscoso escorrendo pela garganta. Meu Deus... eu estava molhada de novo só de pensar, buceta apertando sozinha, corpo tremendo de saudade. O corpo doía, mas doía gostoso — marcas que eu ia esconder com maquiagem e roupas, mas que me faziam sorrir toda vez que via no espelho, sentindo o poder de ser uma hotwife livre, uma ninfomaníaca assumida que ama ser usada por macho de verdade.

Levantei devagar, pernas trêmulas, o ar fresco roçando a pele suada, desci as escadas com cuidado, camisola de uma peça so, tecido fino roçando os mamilos duros, sem sutiã, peitos balançando pesados a cada degrau, o atrito enviando choques elétricos direto pro clitóris já sensível. Luiz estava na cozinha, preparando o café como sempre, mas hoje tinha caprichado: uma cestinha com pão fresco quentinho, cheiro de forno misturado com manteiga derretida, queijo cremoso derretendo devagar, frutas cortadas em pedaços perfeitos, morangos vermelhos brilhando de frescor, suco de laranja recém-espremido com cheiro cítrico subindo no ar, arrumadinha como se fosse um café da manhã romântico em hotel. Ele me viu, olhos brilhando de esperança misturada com submissão, pauzinho já duro marcando a cueca fina, veio até mim com um sorriso tímido, me abraçou forte pela cintura, beijou minha boca devagar e profundo, o pau duro pressionando minha barriga através do tecido, cheiro de suor nervoso dele misturado com o aroma de café fresco subindo da cafeteira.

— Bom dia, amor... fiz tudo pra você... com carinho... queria te mimar um pouco... — murmurou ele, voz tremendo de emoção, mãos na minha bunda me puxando para um beijo molhado, pauzinho pulsando contra mim como se implorasse por atenção.

Eu senti pena dele, mas também um tesão cruel vendo aquela esperança patética. Ele estava tão vulnerável, tão ansioso por um momento de intimidade que eu sabia que não ia durar. Suspirei, acariciei o rosto dele com as unhas pintadas de vermelho, sentindo a barba por fazer roçando minha palma macia.

— Você tá bem, amor? Tá tudo certo com isso tudo? Com o Gustavo... com o que aconteceu ontem? — perguntei, voz suave e carinhosa, olhando nos olhos dele, testando se ele ainda queria continuar nesse estilo de vida, sentindo o calor do corpo dele contra o meu, o pauzinho duro vazando pré-gozo que eu podia sentir úmido através da cueca fina.

Ele assentiu, olhos baixos por um segundo, depois me olhando com sinceridade e uma pitada de desespero, voz baixa e honesta.

— Tô bem, amor... é estranho... mas eu gosto de te ver feliz... só... tenho saudade de te penetrar... de sentir você de verdade... de ser homembem que voce podia deixar eu te comer, por favor... deixa eu tentareu te amo tanto... só um pouco... pra matar a saudade...

Eu ri baixinho, peguei na mão dele, levei pro sofá da sala, o sol da manhã entrando pela janela e iluminando o tecido do sofá desgastado. Sentei no braço do sofá, abri as pernas devagar, buceta exposta e ainda inchada do Gustavo, marcada com arranhões leves e mordidas, cheiro de sexo residual no ar, lábios entreabertos brilhando de umidade natural, clitóris sensível pulsando ao ar livre.

— Tá bom, corno... vem cá. Só porque você tá pedindo tão bonitinho e fez esse café lindo. Mas devagar... eu tô toda ardida... sensível do que Gustavo fez ontem... mas acho que ja sei como vai ser .... !

Ele tirou a cueca rápido, pauzinho pequeno, vermelho e inchado, latejando com veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo abundante, o cheiro salgado subindo forte no ar da sala. Se posicionou entre minhas coxas grossas, pauzinho roçando a entrada molhada com um som suave e úmido, entrou com um gemido patético e aliviado — mal senti, só uma pressão leve e quente, nada preenchendo como o pau grosso de Gustavo, nada esticando minhas paredes internas. Começou a mexer, quadril tremendo como se fosse a primeira vez, respiração ofegante e irregular, olhos fechados em êxtase, mãos nas minhas coxas apertando de leve, sentindo a carne macia e quente roçando os dedos.

— Amor... que delícia... você tá tão quentinha... tão molhada... eu te amo... sinto tanto sua falta assim... vou tentar segurar...

Eu ri baixinho, sentindo o pauzinho escorregar dentro de mim sem esforço, sem dor, sem prazer real, só uma fricção fraca e superficial, quase ridícula comparada aos tapas fortes, estocadas profundas e veias pulsantes de Gustavo. Ele socava rápido e desajeitado, som molhado fraco e inconsistente, quase patético, o pauzinho entrando e saindo sem resistência, sem me fazer gemer de verdade, só um suspiro de pena. Menos de dois minutos — nem um minuto e meio — e ele travou de repente, corpo convulsionando como se tivesse levado um choque, gemendo alto como uma criança desesperada, gozando dentro de mim com jatos fortes, quentes e em grande quantidade (ja que fazia um tempo que ele nao gozava), pauzinho pulsando pateticamente, leite escorrendo logo em seguida pela minha entrada ainda sensível, misturando-se com o resíduo seco de Gustavo, textura fina e clara vazando devagar.

Ele desabou sobre mim, ofegante, tremente, rosto vermelho como tomate, olhos cheios de vergonha misturada com alívio, respiração pesada no meu pescoço, suor dele pingando na minha pele.

Eu ri alto, voz cruel e divertida, empurrando ele devagar pra fora com as mãos nas suas ombros, sentindo o pauzinho murchando rápido, escorregando para fora com um som molhado e fraco, deixando um rastro pegajoso na minha coxa.

— Tá vendo, corno? Menos de dois minutos... gozou rápido demais de novo. Você não nasceu pra isso... nao adianta... nao tem,jeito ! Eu sou muito para voce !. Sente o quanto você é patético? Gustavo me fode toda, me faz gozar gritando... e você? Nem dois minutos. Aceita isso de uma vez, o que temos é amor e nao sexo ! Agora anda que vai cair no sofa, me me chupar que quero gozar ... Diz pra mim... Voce nao gosa de me mimar, então arranje homens roludos ! aceita logo sua condição ?

Silêncio pesado no ar, só o som da respiração dele acelerada e o cheiro de gozo subindo. Ele ficou ali, pauzinho murchando completamente, leite dele misturado com o resíduo do Gustavo escorrendo pela minha buceta, caminhando para pingar no sofá. Olhos baixos, rosto queimando de vergonha, lágrimas se formando nos cantos, mãos tremendo ao lado do corpo, voz saindo baixa e rendida.

— Eu... eu sei, amor... eu aceito... nao sei viver sem voce !, Se para ter voce, tiver que ser assim eu aceito... amo te mimar e limpar depois... perdoa... eu só tinha saudade... mas eu aceito minha condição... sou patético sim... obrigado por me mostrar...

Eu abri as pernas mais, toquei a buceta com dois dedos, mostrando o gozo ralo dele escorrendo, textura fina e clara, cheiro fraco subindo misturado com o meu tesão residual.

— Agora limpa com língua, corno. Com cuidado... eu tô toda ardida do Gustavo... lambe tudo devagar... o teu leite fraco misturado com o cheiro do macho de verdade que ainda tá em mim. Lambe até eu ficar limpinha e seca. E agradece por eu te deixar fazer isso, por te humilhar assim... porque é isso que você merece. Diz... agradece.

Ele caiu de joelhos sem dizer nada no começo, rosto enterrado entre minhas coxas grossas, língua tímida e hesitante lambendo a entrada com cuidado, sentindo o gosto salgado do próprio gozo misturado com o meu mel doce, depois mais fundo, gemendo baixo de humilhação, cheiro de sêmen misturado subindo forte no ar da sala. Eu acariciei a cabeça dele devagar, esfreguei a buceta na boca dele com movimentos lentos e circulares, gozando de leve só do poder, o clitóris inchado roçando a língua dele com textura áspera.

— Isso... lambe bem... devagar... eu gozo com voce fazendo isto ! .. bom menino... agora mais fundo... limpa tudo... agradece, corno... alto.

— Obrigado, amor... obrigado por me deixar limpar... obrigado por me humilhar... obrigado por me deixar ser seu corno... eu te amo... eu aceito tudo... sou patético mesmo... obrigado por me mostrar...

Ele lambeu até não sobrar nada, língua explorando cada dobra, cada gota, pauzinho duro de novo só de humilhação, vazando pré-gozo no chão, mas sem tocar, gozando sem estímulo só da vergonha, eu rindo alto, corpo tremendo de prazer com o controle.

— Pronto... agora vem aqui, amor. Vamos namorar um pouco.

Ficamos namorando na sala o resto da manhã (um casal que se ama, mas nao tem penetração) — eu o provocando, e impresionente ele ja de pau duro... sentei no colo dele, beijos lentos e suaves, língua dele na minha boca com gosto residual do gozo, ele acariciando meus peitos com carinho, dedos roçando os mamilos sensíveis com textura áspera, eu provocando baixinho no ouvido dele: "Você é perfeito assim... meu corno manso... não precisa me penetrar nunca mais... só precisa me amar e me chupar, me mimar e limpar depois do macho... você gosta disso, né? Gosta de ser submisso... de me ver feliz com pau grosso..." Ele assentia, olhos brilhando de gratidão e vergonha, pauzinho duro contra minha coxa e eu dando tapinhas em sua bolas, mas sem tentar nada, só abraçando forte, cheiro de suor dele misturado com o meu.

— Sim, amor... eu gosto... te ver feliz é tudo pra mim... mesmo que doa... eu aceito... te amo mais que tudo.

Passamos o dia assim, conversando, assistindo TV, eu contando mais detalhes do Ibis pra ele, ele ouvindo com pauzinho duro, vazando, mas aceitando a condição, mão na minha perna, acariciando a pele macia.

Sábado à noite, Gustavo mandou zap pro celular de Luiz:

**Gustavo:** "E aí, corno? Sua esposa me prometeu repeteco, com disse que ia dar aquela maravilhosa bunda? Terça eu quero rasgar o cu dela. Prepara tudo direitinho ou eu mesmo vou cobrar."

Luiz mostrou a mensagem, rosto vermelho, voz tremendo.

— Amor... ele cobrou... terça... tá mandando eu preparar você...

Eu ri, peguei o celular dele, respondi digitando devagar, lendo alto pra ele ouvir:

**Luiz:** "Sim, Gustavo... terça ela tá pronta. Vou preparar tudo... obrigado por foder ela."

**Gustavo:** "Boa, corno, ela lembra de quando faziamos, pode perguntar a ela! "

Conversamos na cama, luz baixa do abajur iluminando o quarto, ar condicionado zumbindo suave, cheiro de creme hidratante na minha pele misturado com o dele.

— Amor... você quer mesmo esse anal? Não é perigoso? — perguntou ele, voz baixa e preocupada, mão na minha barriga, acariciando a pele quente com dedos suaves, sentindo o calor do meu corpo.

— Quero. Muito. Nem me lembro qdo foi a ultima vez e com quem foi, mas eu quero sim, É tesão puro... a dor virando prazer... Gustavo sabe fazer, nao se preocupe... e você vai me preparar pra não doer tanto ne corno ? Faz o seguinte pesquise anal sem dor na internet, veja kits e geo lubrificante apropriados... você topa? Vai me ajudar a ficar pronta pra ele?

— Topo, amor... tudo pra te ver feliz... mesmo que me humilhe... eu gosto de te servir... de te preparar pra ele... me excita te ver gozando com pau grosso... mesmo que eu seja só o corno...

Ele passou a noite de sábado pesquisando no celular ao lado, luz da tela iluminando o rosto dele, voz tremendo ao ler alto pra mim, cada palavra saindo com uma mistura de vergonha e excitação.

— "Como preparar anal sem dor: use seringa com água morna e sal para chuca... duas ou três vezes pra limpar o intestino... cheiro leve de sal, água quente pra relaxar... dilatação progressiva com plug, comece pequeno e vá aumentando... lubrificante à base de água pra não irritar... respire fundo, vá devagar... evite acidentes... o plug deve ser de silicone macio, lubrifique bem... sinta a pressão crescendo devagar... durma com o plug pra acostumar o corpo..."

Eu gemi baixinho, tocando a buceta devagar enquanto ouvia, cheiro do meu tesão subindo na cama, dedos escorregando nos lábios úmidos.

— Isso... compra tudo nao poupe dinheiro corno. Veja se acha um plug com luz e outro com a letra G gravado... vai ser legal..

— Sim, amor... vou comprar tudo... quero te ver radiante ... pode deixar...

Segunda à tarde, o material chegou pela entrega: seringa chuca (plástico transparente, fria ao toque, leve e flexível), 2 plugs médios de de aco um com luz verde e outro com um "G" gravado na base (pesado, textura lisa e ligeiramente flexível, frio como metal), lubrificante à base de água (garrafa com pump, textura escorregadia e pegajosa nos dedos, cheiro neutro e suave). À noite da segunda, teste drive no banheiro, luz branca refletindo no azulejo branco, vapor do chuveiro anterior ainda no ar, cheiro de sabonete misturado com ansiedade nervosa.

Deitei de lado na banheira vazia, bunda empinada pra ele, pele arrepiada do frio do porcelana contra a pele quente. Luiz preparou a chuca — água morna saindo da torneira com som constante de fluxo suave, sal dissolvendo com leve chiado e bolhas, cheiro leve de sal misturado com o vapor quente que subia da seringa cheia, mão dele tremendo ao segurar.

— Abre devagar, amor... respira fundo... como a internet disse... não quero te machucar...

Eu empinei mais, cu piscando aberto, vermelho e sensível. Bico da seringa frio e liso roçando a entrada com textura plástica suave, apertou devagar — som de sucção suave e água morna enchendo meu intestino com pressão crescente, enchendo-me por dentro como um balão lento e quente, barriga inchando levemente, eu gemendo baixo, mãos apertando a borda da banheira fria, sensação de plenitude interna misturada com desconforto delicioso, som molhado da água se movendo dentro de mim, ecoando no banheiro úmido.

— Isso... enche mais... segura um pouco... agora solta devagar... ai, amor... tá cheio... tá bom...

Eu soltei, água morna saindo com som de jorro controlado e úmido, cheiro leve de sal e resíduo subindo, repetiu duas vezes, cada vez mais fundo, pressão maior, eu gemendo mais alto, corpo tremendo, suor começando a perlar na pele, barriga se movimentando com o fluxo.

— Ai, corno... tá limpando tudo... Tá pronto pro pau grosso dele amanhã... obrigada por me ajudar... você é um bom mansinho...

Ele limpou com papel higiênico macio — som do papel rasgando com ruído seco, textura áspera e absorvente roçando a carne sensível e úmida, eu estremecendo de sensibilidade, gemendo baixinho com o toque delicado.

— Pronto, amor... agora o plug... abre mais... vou lubrificar bem...

Lubrificou devagar, lubrificante escorregadio brilhando nos dedos dele, cheiro neutro subindo, textura pegajosa grudando na pele, encostou o plug frio na entrada, pressão lenta e insistente — aço liso e frio esticando as paredes internas já dilatadas, textura firme roçando cada nervo sensível com fricção suave, dor aguda lancinante virando prazer quente e pulsante, eu gritando baixo, unhas cravadas na borda da banheira, som de respiração acelerada e gemidos ecoando no banheiro úmido, peso do plug se acomodando dentro, "G" gravado pressionando contra a entrada, ardor profundo me fazendo tremer as coxas grossas, sensação de plenitude constante e excitante.

— Ai... corno... tá dilatando... que sensação gostosa! Vou dormir com ele ? Amanhã Gustavo vai meter os 19 cm grosso aí... quero sentir as bolas pesadas batendo na minha bunda... ficou bonito amor, e me posicionei de 4 na cama ! gostou ?

— Gostei, amor... gosto de te ver assim safada, estou pensando em investir mais nisto... estou com umas ideias aqui !

— Nosssaaaa amei, esta aceitando.... depois vc me conta, quero saber tudo ! ... obrigado te amo !

Trocamos e colocamos o que tinha um luz, que lindo, o da letra "G" era ligeiramente mais grosso ! Entrou até a base, peso interno constante, ardor profundo e prazer latejante. Dormi com o plug "G"! , sensação de plenitude o tempo todo, corpo se acostumando durante a noite, Luiz ao lado, mão na minha barriga, acariciando a pele quente.

— Boa noite, amor... sonha com o Gustavo te rasgando amanhã... porque eu vou sonhar com você feliz.

— Boa noite, corno... sonha comigo gemendo pro macho... porque é isso que vai acontecer.

Terça nasceu... e estávamos eufóricos o dia demorou a passar ! , Luiz combinou com Gustavo: usar a casa do bairro São João as 20:00. Preparei-me: cinta-liga branca colando na pele suada e quente, tecido elástico roçando as coxas grossas, salto alto vermelho erguendo as pernas, clicando no chão de madeira, plug de luz no cu pressionando a cada passo, ardor constante misturado com tesão, por cima um sobretudo tipo camisola pra cobrir, tecido leve roçando a pele nua por baixo. Luiz dirigiu, eu do lado, plug roçando com cada solavanco da estrada, buceta pingando de tesão, cheiro doce enchendo o carro fechado.

A casa ficava em frente a um barzinho lotado — Ainda bem que meu lado ficava proximo ao portao, homens de camisa aberta, cerveja gelada na mão, conversas altas sobre futebol e mulheres, cheiro de fritura subindo da rua. Desci com o sobretudo, mas o vento abriu um pouco — viram as pernas em cinta-liga branca e a luz em minha bunda, salto alto vermelho, coxas grossas roçando uma na outra com fricção suave. O corno se perdeu tentando achar as chaves e eu igual a um vagalume...

Assovios baixos ecoaram, comentários altos: "Ei la em casa ! olha a luz ? assobios . Eu sorri por dentro, sentindo os olhos famintos queimando minha pele através do sobretudo, tesão subindo com a exposição, coração acelerado, buceta pulsando, caminhando devagar, salto clicando no asfalto rachado e irregular, plug pressionando mais com cada passo, ardor misturado com prazer, cheiro de asfalto quente misturado com o meu perfume doce.

Luiz fechou o portao, rosto vermelho como brasa, voz tremendo de vergonha.

— Amor... os caras do bar estão olhando... viram tudo... assoviaram... comentaram alto... disseram que você tá de cinta-liga... que parece que tem algo na bunda

— Deixa eles verem e imaginarem, corno. Vão ficar o dia inteiro falando da casada safada que entrou na casa vazia de cinta-liga e salto alto... me excita pra caralho. Agora vai pra quadra... acho que Gustavo chegou !

Gustavo chegou minutos depois, moreno magro, peludo, cheiro forte de suor viril misturado com colônia barata invadindo o ar da casa vazia, pau já duro marcando a calça jeans, volume grosso visível. Me viu de sobretudo aberto, cinta-liga branca, salto alto vermelho, plug no cu acesso, sorriu predador como um lobo vendo a presa.

— Isto sim é mulher ... já veio pronta pro anal. agora vem ca que quero te ver ...

Luiz trocou com Gustavo e foi para a quadra ...

Eu tirei o sobretudo devagar, tecido pesado caindo no chão com som suave, revelando o corpo mignon em cinta-liga branca esticada, peitos siliconados volumosos quase escapando, cintura fina marcada, coxas grossas roçando, bunda empinada com plug no cu, salto alto erguendo tudo. Ele admirou, olhos escuros percorrendo cada curva, mão roçando minha pele suada.

— Olha isso... bunda perfeita... morena tipo exportação, safada e me abria toda !

Ele me virou de costas, admirou a bunda empinada, deu tapas fortes — som seco e alto ecoando na sala vazia, carne tremendo e ardendo, marcas vermelhas surgindo na pele mignon, eu gemendo de dor e prazer, corpo arrepiando.

— Olha essa bunda... empinada pra mim... tem as marcas do Ibis ainda...

Tirou o celular, flash piscando, fotos múltiplas: closes da bunda vermelha de tapas, plug piscando enfiado fundo, cinta-liga esticada nas coxas grossas roçando uma na outra, salto alto no chão da sala empoeirada, aliança dourada brilhando na mão esquerda apoiada no sofá.

— Abre mais, vadia... mostra pro celular... quero close do cu pronto pro pau.

Eu abri as pernas mais, empinei a bunda, cu piscando ao redor do plug, ele tirou close extremo do plug, depois puxou devagar — som de sucção molhada e úmida, silicone escorregando para fora, cu piscando aberto, vermelho e sensível, ar fresco batendo na carne exposta, leite do lubrificante escorrendo pela perna.

— Olha isso... cu pronto pro meu pau. sera que vai entrar facil ? colocou o plug novamente.

Colocou-me sentada no sofá, ele de pé na minha frente, pau veiudo saltando da calça, cabeçorra vermelha brilhando de pré-gozo. Eu abri a boca, chupei devagar, língua rodando nas veias saltadas e pulsantes, saco pesado na boca, bolas quentes e peludas roçando meu queixo, baba escorrendo pela garganta, ele gemendo rouco, mão no meu cabelo puxando pra frente, forçando fundo.

— Isso... chupa o macho... engole fundo, vadia... sente o gosto. teu corno nunca teve um pau assim pra você chupar.

Admirou o plug mais uma vez — "E este plug heim, voces são loucos ! Estão me acostumando mau !" —, colocou-me de quatro de novo no sofá, tirou o plug completamente, passou KY frio e escorregadio no pau veiudo e no cu dilatado — cheiro neutro subindo, textura gelada e pegajosa roçando a entrada sensível —, enfiou devagar a princípio — textura grossa do pau esticando cada centímetro das paredes internas hipersensíveis, dor aguda lancinante virando prazer quente e pulsante, eu gritando baixo, unhas cravadas no sofá velho, corpo tremendo de antecipação e dor gostosa.

— Ai... Gustavo... devagar... tá doendo ...

Ele subiu em mim como um cavalo selvagem, pau fundo até o talo, bolas pesadas tocando minhas coxas grossas, som de carne batendo na carne ecoando na sala vazia. Socou ritmado, devagar no começo pra torturar, sussurrando sacanagens no ouvido — barba roçando a orelha, respiração quente e úmida no pescoço:

— Sente o pau grosso te abrindo toda... teu corno nunca fez isso... ele goza em dois minutos, eu te fodo horas... goza pra mim, vadia... implora pro macho rasgar teu cu casado.

Subiu em mim como um animal, e ja dedilhou meu clitóris inchado com dedos grossos e calejados, curvando pra dentro da buceta, me fazendo gozar tremendo, cu apertando o pau dele como torno, som molhado de gozo escorrendo pelas coxas grossas, gotas pingando no sofá. Acelerou, fodeu forte agora, tapas na bunda ardendo, som seco e alto ecoando, mão no cabelo puxando pra trás, me obrigando a arquear as costas, bunda empinada pro alto, pau entrando até o fundo, veias pulsando dentro, bolas chapando com força, cheiro de suor e sexo forte no ar. Gozou dentro — jatos quentes e grossos enchendo o cu, escorrendo pela perna em fios viscosos, cheiro salgado forte invadindo o ar, eu gritando êxtase, corpo convulsionando, cu piscando aberto vazando leite branco grosso.

Tirou fotos do cu aberto vazando leite grosso — close extremo, fios viscosos pingando, cu vermelha e escancarado, aliança brilhando na mão apoiada no sofá.

— Agora pega cerveja, vadia. Vi que o corno preparou uma caixa de isopor.

Fui de cinta-liga branca rasgada, salto alto clicando no chão, peguei cerveja gelada da caixa, vapor frio subindo, ele bebeu admirando meu corpo marcado, pau endurecendo de novo.

Colocou colchão no meio da sala, me deitou de bruços, entrou na buceta devagar — pau escorregadio de KY e leite, esticando a entrada inchada, eu gemendo em baixo dele e levando tapas, logo ele me pôs a galopar, meus peitos siliconados balançando no rosto dele, ele mordendo mamilos duros, xingando rouco: "Casada safada... quica no pau do teu macho... goza pra teu dono... teu marido corno tá na quadra imaginando isso". Gozei forte, tremendo, cu ainda vazando leite da foda anterior.

Depois de bruços no colchão sujo, ele por trás como animal — estocadas brutas e selvagens, tapas na bunda ardendo, som seco misturado com carne batendo, sentia prazer de tirar tudo e colocar tudo rapidamente, mão no pescoço sufocando levemente, pau entrando fundo, veias roçando paredes internas.

Levou-me até a porta da frente — quase exibindo pro bar, tinha 3 homens —, me colocou de frente a janela (que fica de frente para a rua e para o bar) e me amassando socou o pau no cu de novo, socou forte, me fazendo gemer alto — "Ai... Gustavo... devagar... assim dói ... " — os homens do bar perceberam a cilueta (a sala estava com as luzes apagadas), alguns comentários altos: "Olha lá... a morena que entrou parece que ta trepando na janela ...". Gozamos juntos, leite enchendo mais o cu, escorrendo pelas coxas.

Tomamos banho juntos — água quente escorrendo pelos corpos suados, vapor embaçando o espelho, ele lavando meu corpo marcado com sabonete, dedos roçando as marcas vermelhas, cheiro de sabonete floral misturado com suor, eu chupando ele no chuveiro. ele saiu tomou mais uma cerveja e sentou no sofa com pau semi duro, e mandou eu sentar no chão entre sua pernas !

Fotos e mais fotos... eu com as bolas dele na boca, chupando o pau, mostrando a aliança, de 4, abrindo o cu, com o plug... ate que lembrei o segundo plug, e qdo disse que o corno tinha feito uma supresa para ele, ele ficou curioso !

Fui ate a bolsa e peguei.. mostrando para ele !

— Agora sim, vc é minha ! mais tapas, ate ele ficar duro novamente, me colocou no sofa e socou sem do o pau em minha buceta, eu sentia o plug a me preencher ... era uma sensação incrivel ... ele me fodeu sem parar ate comecar a gozar dentro de mim me enforcando e batendo em minha cara !

Tomou mais uma cerveja, se vestiu e disse que ia para a quadra para mostrar as fotos ao pessoal ! Deixando claro que nao ira mostrar minha cara !

Luiz me contou que qdo chegou na quadra dirigindo o carro de Gustavo. Pedro (dono do lava-rápido, amigo do time) percebeu na hora:

— Luiz... esse carro é do Gustavo, né? Como assim?

— Ah... meu carro quebrou... ele emprestou...

Jogaram futebol, Luiz pagou as 10 cervejas com todos rindo, falando bobagens e comentando sobre o jogo e mulheres !

Neste momento Gustavo chega... e Pedro rapidamente comenta

— Gustavo chegou com teu carro... Uai que coincidência, né? — riu

Gustavo apareceu (não era o combinado — deveria trocar na casa), pediu copo, e ja entrou nas conversas afoito !

Não demorou e mostrou fotos no celular: morena de quatro, chupando, cu arregaçado vazando porra, sem rosto, mas corpo perfeito.

— Olha a casada que tô comendo... comi o cu dela hoje... olha a porra vazando e olha como eu a deixei !

Todos impressionados: "Que mulher gostosa ... coxas grossas... bunda empinada... cu com plug com a letra "G"... quem é o corno?"

Luiz super assustado, pau duro, disse que precisava ir embora, saiu tropeçando.

Chegou em casa, me encontrou pernas abertas no sofá.

— Vem, corno... limpa.

Ele lambeu, língua no na buceta vazando, gemendo, e eu perguntei :

— E ai como foi la ? O Gustavo disse que ia mostrar as fotos de hoje ! Os amigos viram fotos... desconfiaram...

Ele confirmou e continuou a me chupar !

Gozei na boca dele. dizendo...

— Hoje voce vai gozar! Foi um bom corno !

Eu sentada, pedi para ele abaixar a roupa, comecei a punheta-lo... pedi para ele lamber o plug, e direcionei para o seu rabo— Agora sua vez, corno. Abre as pernas.

Ele tremeu, empinou, eu tentei enfiar devagar, KY — ele gemendo de dor e vergonha.

— Ai... amor... dói... e de repente entou !e eu disse :

— Dói gostoso, né? Igual o meu doeu. Deixa aí até amanhã. Vai dormir com o plug no cu... lembrando que meu cu é do Gustavo agora... e o teu também é pra sofrer.

Ele gozou sem tocar, tremendo e ficou envergonhado !

— Obrigado, amor... gozei gostoso !

Eu ri, abraçei ele, dizendo eu tambem !

Nos preparamos, o bar ja estava fechado... chegamos em casa, banho, creme e dormimos de conchinha !

**Fim do Episódio**'''

Gostaram ? Se tiverem duvidas podem mandar mensagens ! de pendendo podemos mostrar as fotos ! rsrs

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Comentários

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Se tivesse uma reviravolta nessa trama seria show de bola , o esposo dando a volta por cima

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