Todo casal já passou por momentos difíceis. Crise financeira, pouco tempo para sexo, baixa autoestima de um dos lados. Coisas que fazem algumas fases parecerem quase irreversíveis. No meu caso, essa crise veio numa hora bem delicada emocionalmente. E me prendeu a uma pessoa que chegou sem pedir licença.
Eu já estava consolidado na empresa em que trabalhava. Duas promoções em três anos, uma pós-graduação custeada pela firma, parecia tudo bem ali, apesar de em casa as coisas não estarem do mesmo jeito.
Maria, minha namorada desde a faculdade, andava muito estressada. Era de se imaginar os motivos: pai acamado, reta final de TCC e eu mal parando em casa por conta do trabalho. Porém, pra mim, parecia injusto ser tratado grosseiramente, já que mesmo nas piores fases da vida, nunca levantava a voz.
Eu seguia tentando levar da melhor forma a situação, não brigava, apenas fazia minha parte, cuidava da casa no tempo que tinha e a ajudava no que era possível. Não dava pra dizer, também, que a gente não fazia sexo, quando a procurava na cama, normalmente ela mal reagia. Oferecia a buceta de costas, gozava comigo, mas não era a mulher fogosa de uns meses antes. Todo dia tinha, mas estava ficando monótono, coisa que ela nunca foi.
No tempo em que as coisas estavam meio mal em casa, fui designado para um projeto que requeria mentes frescas e ousadas. A equipe? Um grupo de estagiários recém chegados. O problema é que alguns deles eram parentes dos sócios, o que tornava minha missão mais difícil.
Entre eles, estava Micaela. Eu cheguei a conhecê-la numa confraternização no ano em que comecei, o chefe apresentou a família dele e disse que a filha (Micaela, uma de duas gêmeas) queria fazer a mesma faculdade que eu. Na época, ela era meio tímida, mal nos cumprimentou. Mas, na primeira reunião, percebi que tinha mudado. Falava mais, propunha as coisas, interrompia sempre que tinha uma observação e conversava com uma colega ao lado.
Micaela era o estereótipo de patricinha. Loirinha, pele bem cuidada, corpo perfeito, falava apenas com quem era superior na empresa, dirigia um Fiat 500. Garota interessante.
Por ser filha do chefe, não era exatamente uma estagiária e, portanto, não tinha horários. Chegava depois do pessoal, mas sempre ficava até quase o horario das aulas. Costumava ficar me ajudando a adiantar alguns serviços e parecia sempre bem a vontade na baia onde eu trabalhava.
Na segunda-feira da segunda semana de projeto, ela chegou consideravelmente mais cedo, veio direto até mim e entregou um pen-drive.
- Bom dia, chefe. Depois dá uma olhada, mas só quando tiver tempo.
Ela saiu e me deixou ali. Achei curioso, sua expressão era neutra, imaginei que tivesse trabalhado em alguma solução para alguns problemas que relatei na sexta. Quando conectei, meu computador parou. Era algum tipo de Malware personalizado, que havia sobrecarregado a RAM e desabilitado o botão de energia. Eu enlouqueci na hora, mas não imaginei que fosse proposital. Desliguei o computador da tomada e, ao religar, procurei os backups feitos na sexta-feira, foi aí que entendi que tinha algo de errado. Tudo travado. As pastas pediam senhas que não tinham sido geradas por mim. Cheguei a perguntar aos outros membros da equipe se alguém sabia, mas todos negaram. Por falta de opção, dispensei todos para atividades alternativas e fui atrás de Micaela.
Chegando na baia onde ela trabalhava, me agachei ao lado da cadeira.
- Micaela, aquele pen drive estava contaminado. Acabei perdendo os arquivos que trabalhamos. Além disso, os backups tem senhas que não foram definidas por mim. O que tá acontecendo?
Eu falei isso de forma calma, mas só Deus sabe o ódio que estava. Tinha dormido pouco no final de semana. Fui visitar meus sogros num bate e volta com Maria. Estava bem cansado de tudo.
- Ai, chefinho, me desculpa, não foi por mal. - Ela falou com um sorriso perverso na cara, então virou de frente para mim, que ainda estava agachado na sua frente.
Meu corpo congelou na hora. Ela estava com uma saia dessas de advogada, comprida, mas justa. A questão é que, embaixo da saia não tinha nada. Minha boca salivou, meu pau endureceu. Ao perceber que eu já tinha visto, ela virou para a tela do computador.
- Que porra é essa, Micaela? - Agora eu já estava mais exaltado, pegando fogo por dentro. Quem aquela piranha pensava que era pra me provocar?
Ela inclinou o corpo e se abaixou até mim, para um sussurro que me tirou do chão.
- Tá molhadinha, você percebeu? Resolve o problema da minha pepequinha e eu resolvo o seu problema na empresa.
Eu fiquei parado sem reagir por uns segundos, até ouvir gritarem meu nome. Era meu chefe, vulgo pai da Micaela, me chamando.
Fui até a sala sem saber o que fazer.
- Você dispensou os estagiários do projeto?
- Apenas hoje, chefe. Preciso ir a faculdade, tem um professor lá desenvolvendo algo que vai nos ajudar. - Não sei como pensei nisso tão rápido, mas era a saída perfeita.
- Está ótimo então, garoto. O mais importante é que não perca os prazos.
- Senhor, poderia levar a Micaela comigo? Afinal, ela tambem conhece o professor e tem sido a mais dedicada da equipe.
Ele apenas acenou que sim, eu pedi licença e saí de volta até Micaela.
- Arruma as coisas e me encontra no meu carro. Vamos até a faculdade.
Ela apenas ria e mordia os lábios, chegou ao carro logo depois de mim.
Eu não abri a boca um segundo, ela ia cantando as músicas da rádio. Meu destino foi certeiro e rápido, um motel perto da empresa, que frequentemente era usado pelos colegas que gostavam de pular a cerca. Enquanto entrava, eu cheguei a lembrar da minha namorada, pensei em desistir. Mas o tesão e o orgulho falaram mais alto. Eu não poderia ser feito de bobo daquela maneira.
No quarto, eu tranquei a porta e fiquei olhando Micaela na cama, apoiada nos braços e me encarando.
- O que você quer com isso?
- Foder, não ficou óbvio? - Ela respondeu de imediato, sem pestanejar.
- Por que comigo?
- Te achei interessante desde que te vi a primeira vez. Mas não podia rolar nada né. Agora eu sou maior de idade. Experimentei várias picas desde então. E queria você.
- Você é do tipo que sempre tem o que quer né?
- Sempre. - Ela disse isso de forma clara, alta, enquanto abria as pernas pra mim.
Eu pulei na cama e me encaixei no meio das pernas dela. Me inclinei e dei um beijo. Ela era safada, beijava bem, com tesão. Pós beijo eu a encarei nos olhos e segurei seu pescoco mais firme.
- Acontece que eu não sou como as outras pessoas na sua vida. Quer foder? Vai ser nos meus termos, putinha. Você não controla nada aqui.
Ela sorria enquanto me ouvia falar isso. Eu me levantei, tirei toda a roupa e fiquei na beira da cama.
- Anda tira tudo. - Ordenei. - Fica pelada, deixa eu ver se você vale a pena.
Ela tirou sem muita cerimônia, mas não tirava os olhos de mim, esperando, talvez, uma reação de excitação extrema ao vê-la nua. Ela era mesmo gostosa. Tinha um corpo perfeito em todos os sentidos. Mas eu precisava manter o controle. No fundo, sabia que ela queria mais que uma foda.
- Vem, chupa meu pau.
Com os braços cruzados, ela deu de ombros para mim, como se não fosse obedecer. Eu a puxei pelo braço e coloquei de quatro, com a cabeca virada pro meu pau. Segurei seu cabelo e encostei meu pau na boca.
- Chupa meu pau, cachorra. Eu tô mandando.
Ela abriu a boca e lentamente colocou meu pau nela, indo até a metade e voltando, chupando sem muita pressão. Eu tirei, segurei mais firme pelos cabelos, fazendo-a olhar direto nos meus olhos.
- Você é uma putinha mimada, acha que sabe o que está fazendo não é? Chupa direito essa porra, se não eu não dou o que você tanto quer.
Ela arregalou os olhos de surpresa, depois sorriu. Voltou a me mamar, dessa vez com mais força, enterrava até quase o final e soltava, lambia as bolas, a glande, depois da base até a cabeça, então enfiava quase todo na boca. Eu gemia e aproveitava, mas sabia que dava pra ir mais. Segurei seu pescoço mais forte que nunca, travando para que não voltasse. Com a outra mão, agarrei meu pau na base e guiei a mamada. Parei de enfiar quando senti o queixo dela nas minhas bolas. Quando tirei de volta ela puxou o ar forte, ficou ofegante e depois de uns segundos abriu a boca. Voltei a foder sua boquinha, cada vez mais forte.
- Você gosta não é? Piranha suja. Sabia que era isso que você queria. Agora você sabe como é ter o pau de um homem de verdade na boca.
Entre engasgos, suspiros e meus gemidos, ela ia se tocando. O rosto já estava completamente acabado, a maquiagem desfeita, o cabelo bagunçado. A saliva escorria pelas minhas bolas e pernas, ou pelo queixo dela.
- Pronto, tá bom assim. - Disse isso e tirei a pica de uma vez, evitando gozar naquele momento - Quem manda aqui?
- Você. - Um sussurro rouco saiu de sua garganta, que ainda se recuperava das minhas bombadas anteriores.
- Fala direito, cadela, quem manda aqui?
- Você. - Agora já dava pra ouvir com mais clareza.
- Vira de costas pra mim então.
Ela se virou, arqueou as costas, deixando a bundinha toda empinada. Antes de meter, colocando a camisinha, dei um tapa bem forte, só para ver a minha marca na sua pele. Ela gemeu baixinho. Encostei o pau na entrada da bucetinha rosada dela, que parecia brilhar de tão melada. Enfiei de uma vez só, até o fundo. Ela gemeu alto, dessa vez, mas não reclamou de nada. Eu socava sem pena nela, dava tapas na bunda, deixando toda vermelha.
- Assim que você gosta, vadia? Ser comida forte, por um homem de verdade. - Eu agarrei seu cabelo e puxei. Queria que ela ouvisse cada palavra minha.- Disse que experimentou varias picas, mas hoje eu vou te fazer mulher de verdade.
Ela gemia mais e mais alto. Eu a segurava pelo cabelo com uma das mãos e batia na bunda com a outra. Eu não sentia cansaço, não sentia remorso, apenas tesão, muito tesão. A bundinha dela empinada pra mim me fazia querer meter no cuzinho, mas consegui resistir a tentação.
- Imagina seu pai vendo eu te comer assim hein? Ver a princesa dele sendo feita de cadela por mim.
Nesse momento, ela fechou os olhos e praticamente gritou. Nunca vi uma mulher gozar daquele jeito, ela gemia alto, fazia força contra meu corpo intensificando ainda mais a penetração. Quando eu soltei seus cabelos e tirei meu pau da sua buceta, ela desabou na cama. Respirava profundamente, ainda desfrutando do êxtase, com os cabelos bagunçados, a bunda vermelha e a pepeca inchada. Eu fiquei em pé mesmo, me masturbando enquanto admirava aquela cena, uma ninfetinha gostosa, acabada pela minha rola.
- Só aguenta isso? Que puta de merda. Você não vale os sapatos caros que usa.
Micaela virou-se para mim, o olhar de satisfação era evidente, brilhava como nunca.
- O que você quer agora? - Perguntou.
- Olha meu pau. Ainda está duro. Você tem que me fazer gozar.
- Quer que eu sente em você?
- Boa ideia.
Eu me deitei do seu lado e puxei seu corpo sobre mim. Ela ainda estava se recuperando, então só se mexia um pouco, estimulando meu pau com o corpo inteiro. Já um pouco melhor, ela ficou de pé na cama, se posicionou corretamente sobre mim, então foi agachando aos poucos. Engoliu facilmente toda a minha rola, ficou parada uns segundos, com os olhos revirando de prazer, enquanto eu apenas olhava.
- Você acha que eu valho a pena?
A pergunta me surpreendeu, mas eu precisava ser firme na resposta.
- Não. Você é gostosa, mas não vale o tempo. Minha mulher fode bem melhor que você.
Ela começou a se mexer lentamente, rebolando a princípio.
- O que ela faz que eu não faço?
Ela gemia enquanto perguntava, seguia rebolando com meu pau enterrado até o fundo.
- Você não se compara em nada a ela. Ela chupa até o fundo sem esforço. Senta como ninguém. Aguenta com toda a força no cuzinho. Ela é mulher de verdade. Você é só uma putinha descartável.
Ela ia gemendo enquanto me ouvia falar, aumentava o ritmo e logo estava subindo e descendo no meu pau.
- Você se faz de superior, mas é só mais uma menininha querendo atenção, querendo que alguém te ponha no seu lugar. - Eu segurei seu pescoço e ia apertando um pouco e soltando, apertando e soltando. - E esse é seu lugar, um brinquedo na mão de um homem. Sua buceta é só mais um depósito. Sem esse corpinho bonito você não é nada.
Micaela já nem me olhava mais nos olhos, apenas gemia mais alto a cada sentada e segurava meu braço que apertava o pescoço. Não tinha tanta intensidade a posição, mas a situação como um todo tinha.
- Aliás, nem com esse corpo bonito você tem utilidade. Nem para amante. Você quer que eu apague seu fogo, mas nunca vai ser suficiente para apagar o meu. Puta inútil.
Eu dei alguns tapas na cara, depois na bunda. Novamente, seus gemidos pareciam gritos e ela gozou. Eu não esperava aquilo, acho que ser humilhada era mesmo a praia dela. Ela desabou sobre mim, mais ofegante que nunca. Eu aproveitei a situação para sussurrar um pouco mais no ouvido.
- Gozou denovo, cachorra? Meu pau ainda está duro. Nem pra isso você serve né. Nem duas de você serviriam pra mim.
Eu a tirei de cima de mim e voltei a ficar em pé ao lado da cama.
- Vem termina o que começou. - Disse isso arrancando a camisinha.
Micaela quase se arrastou até mim. Chupava com muita pressão, mas sem intensidade. Porém, eu já estava bem no limite mesmo, o saco já doía de tanto tempo naquela situação excitante.
- Engole tudo.
Eu segurei com as duas mãos a cabeça dela e enterrei até o fundo. Gozei intensamente, despejando toda a porra acumulada de alguns dias. Micaela engasgou e não conseguiu finalizar tudo, o que acabou fazendo ela ficar melada com meu sêmen. Terminei de gozar e deitei na cama. Micaela foi banhar.
Na volta, ela ficou encostada na porta do banheiro, me encarando e sorrindo.
- Vem me limpar. - Apontei pro meu pau melado.
Ela se aproximou e lambeu todo o resto de porra que tinha nele. Eu me levantei e fui banhar tambem.
Na volta, mais uma vez, silêncio da minha parte, enquanto ela parecia ainda mais animada com a música. Quando parei no estacionamento, ela virou para mim.
- Você acha que faria o mesmo com duas de mim?
A pergunta caiu como uma bomba, revivendo instantaneamente minha pica. Eu encarei ela, que estava com um sorriso diabólico e tesudo na cara.
- Esquece isso, Micaela. Temos que entregar o projeto. Isso fica entre nós e nunca mais vai se repetir.
- Tudo bem então. Mas, eu sei que você não vai resistir. Se comer a minha irmã, ela até o cuzinho dá. - Ela disse isso, gargalhou, se olhou no espelho para arrumar e saiu.
Eu fiquei estático, de pau duro no carro. Nem consegui voltar para o trabalho. Fui para casa, precisava ter uma longa conversa com minha namorada...