Fudi A Filha De 18 Aninhos Dos Novos Vizinhos - Pt. 01

Um conto erótico de Paponinfeta
Categoria: Heterossexual
Contém 5718 palavras
Data: 22/01/2026 06:49:22

Foi há quatro meses que meus novos vizinhos se mudaram. Eu já estava acostumado com a casa ao lado vazia, já que os moradores anteriores tinham se mandado alguns meses antes, o que não foi grande perda porque eu nunca me dei bem com aquela família. Aquela gente parecia achar que eu era culpado pela minha mulher ter me deixado, apesar de todo mundo saber que foi ela quem deu os chifres e me largou. Então foi bom ter uma casa vazia do lado da minha, mas ainda melhor quando os novos vizinhos se mudaram.

Fui conhecer João e Débora Santos quando eles chegaram e a gente pareceu se dar bem, embora isso não tenha sido muita surpresa porque eles têm uns 45 anos, mais ou menos a minha idade. O João tinha claramente passado tempo demais tomando cerveja e de menos malhando (diferente de mim), porque ele tinha uma barriga considerável. A Débora, no entanto, ainda era bem gostosa e devia ter sido um puta troféu pro João. Ela parecia bem mais nova que seus 43 anos, tinha um corpo violão e o cabelo loiro claro caía solto até os ombros.

Porém foi a filha do João e da Débora quem mais chamou minha atenção quando ela chegou no dia seguinte à mudança. A Cindy tinha acabado de completar dezoito anos há uns dois meses e era uma guria incrivelmente gostosa, mas com aquele ar inocente. Era loira como a mãe e usava umas saias curtinhas e leves que mostravam suas pernas longas e lisinhas. A Cindy era muito bonita, com os olhos azuis da mãe, e as blusas justas deixavam bem claro que ela tinha uns peitos jovens e durinhos.

Ter os Santos se mudando ao meu lado foi massa, e embora fosse divertido ficar olhando a Débora e a Cindy indo e vindo, eu não pretendia ter um lance com nenhuma das duas, apesar da minha mulher ter me deixado há mais de um ano. Mas elas me davam uns sonhos bons, porra. Então eu não esperava ter nada além de uma relação de vizinhança com eles. Sabe como é: cuidar da casa quando eles viajam, colocar o lixo na rua quando esquecem, receber encomenda se não tiverem em casa.

Isso tudo mudou três meses depois dos Santos terem se mudado.

Era umas oito da noite e eu estava terminando um trampo que tinha trazido pra casa quando a campainha tocou. Quando abri a porta fiquei surpreso de ver a Cindy ali, e ela estava claramente chateada. Os olhos estavam vermelhos e meio inchados e ela parecia sem fôlego. Mas isso contrastava completamente com o resto da aparência dela: ela estava vestida pra ficar obviamente gostosa. O cabelo loiro comprido caía da cabeça até logo abaixo dos ombros e ela usava uma blusa apertada com os dois primeiros botões abertos, revelando o decote farto e a pontinha de um sutiã branco de renda. A saia era uma daquelas curtinhas rodadas que ela adorava, que parava alguns dedos acima dos joelhos. As pernas estavam nuas e ela calçava uns saltos brancos caros.

Percebi que estava encarando tempo demais, olhando de cima a baixo aquele corpo gostoso, mas ela não pareceu notar. A Cindy só ficou ali parada, chateada.

"Oi Cindy, que foi?" Perguntei aquela frase nada original. "Quer entrar?"

"Quero sim, seu Marcos," ela respondeu rapidinho. "Tô trancada pra fora de casa. Minha mãe e meu pai saíram e só voltam mais tarde e eu não tô com a chave."

Fiz sinal pra ela entrar e levei ela até a cozinha onde eu também tenho uma mesa de madeira com cadeiras que uso quando como sozinho. Meus papéis de trabalho estavam espalhados pela mesa então rapidamente juntei tudo num monte e joguei de lado.

"Deixa eu pegar uma bebida pra você, Cindy, senta aí por favor."

"Obrigada seu Marcos, tô precisando muito de alguma coisa. Posso tomar um café?"

Ela parecia estar se acalmando um pouco agora, mas eu estava me sentindo meio sem jeito com aquela guria jovem e obviamente gostosa na minha casa. Especialmente porque ela tinha aparecido em tantos dos meus sonhos e fantasias.

Me virei e comecei a fazer o café pra Cindy enquanto tentava descobrir o que tinha de errado com ela essa noite. "Como assim você não tá com a chave, Cindy?"

"Ah, é que eu não ia chegar em casa tão cedo porque tinha ido numa festa e meus pais só iam me buscar às onze. Mas tive que sair mais cedo."

"Por que você teve que sair?" Perguntei.

"Ah, problema com namorado. É que..." e ela deixou a frase no ar.

Do jeito que ela falou me deu a impressão de que ela queria conversar com alguém, e embora eu não quisesse muito falar sobre o namorado dela, achei que devia pelo menos ajudar a filha dos meus vizinhos.

"Aqui tá seu café, Cindy. E você avisou seus pais que saiu da festa mais cedo?"

"Não, ainda não." Ela pegou a caneca de café e segurou com as duas mãos, esquentando-as. Reparei que ela tinha pintado as unhas de vermelho vivo.

"Deixa eu ligar pra eles e avisar que você tá aqui. Aí eles podem voltar mais tarde e te buscar."

Fui pro corredor e achei o número do celular do João e liguei. Expliquei o que tinha acontecido, que eu não sabia por que a Cindy tinha saído mais cedo, mas que eu podia cuidar da Cindy até eles voltarem mais tarde. O João ficou de boa com isso porque eles tinham saído pra jantar na casa de uns amigos e pelo jeito o João estava aproveitando pra encher a cara com a cerveja dos outros.

Voltei pra cozinha onde a Cindy ainda estava sentada, tomando o café devagar. Ela estava de costas pra mim então parei por um momento pra olhar. Ela estava levemente inclinada pra frente sobre minha mesa, com o cabelo loiro e reluzente caindo da cabeça. Sorri quando um dos meus sonhos voltou na minha cabeça e senti meu pau inchando, mas aí lembrei que isso era real e era melhor ajudar ela.

"Falei com seu pai e eles voltam um pouco depois das onze. Disse que você ia ficar de boa aqui até lá. Espero que você não se importe."

Ela se virou quando atravessei a cozinha e me encostei na bancada, de frente pra ela. "Claro, valeu seu Marcos."

"Você falou sobre problema com namorado. Quer conversar sobre isso?" Perguntei, torcendo pra que ela dissesse não e a gente pudesse ir assistir TV ou algo assim.

Ela pareceu pensativa por um momento, segurando a caneca branca perto dos lábios vermelhos macios, e então notei uma lagrimazinha se formando no canto daqueles olhos lindos. Ela olhou pra mim.

"Posso conversar com o senhor, seu Marcos? É que eu não consigo falar com meus pais, é constrangedor demais. O senhor não vai contar pra eles, né?"

Os olhos dela brilhavam enquanto enchiam de lágrimas e tinha um solucinho enquanto ela parecia implorar comigo.

"Cindy, claro que pode conversar comigo. Vou fazer o que puder mas faz tempo que não saio num encontro." Dei risada, tentando deixar o clima mais leve. Sabia que ia ser tudo sobre amor ou paixonite, que não são meus tópicos favoritos.

"O Mike, meu namorado, ele tentou me tocar essa noite. Sabe, ele meteu a mão no meu sutiã e tocou meus peitos, até nos meus bicos. Mas eu não quero isso, não pareceu certo."

Agora eu estava interessado, e pensei "sortudo do caralho esse Mike por conseguir apalpada", mas em voz alta disse "Por que você acha que não pareceu certo?"

"Bom, sabe seu Marcos..." ela pausou e vi que as bochechas dela estavam ficando vermelhas. Ela estava corando.

Ela começou de novo, desviando os olhos, "Bom, é que eu não sou mais virgem. Eu transei uma vez, faz mais ou menos um ano, mas foi horrível. O cara na época foi horrível. Doeu, e eu me senti tão vagabunda depois. Eu odiei. E não quero fazer aquilo de novo, não quero outro cara fazendo aquilo comigo."

Ela soluçou enquanto falava, cabeça baixa e obviamente chateada com a lembrança da primeira vez.

Saí da bancada, fui até a mesa e puxei a cadeira em frente à Cindy e sentei devagar enquanto tentava pensar no que devia dizer.

"Cindy, sinto muito que você teve uma experiência ruim. Mas sexo não precisa ser assim. Não deveria doer, deveria ser prazeroso, maravilhoso e excitante. Parece que você só teve uma primeira vez ruim. Relaxa, não vai ser sempre assim."

A Cindy olhou pra mim e limpou as lágrimas das bochechas vermelhas e macias. Eu queria estender a mão e abraçar ela, mas não queria assustá-la. Ela disse "Mas minhas amigas dizem que todos os caras são assim."

"Isso é só porque eles são moleques e não tiveram experiência pra saber o que é preciso pra garantir que uma menina curta sexo. Eles vão aprender e você vai curtir depois."

"O senhor sabe como fazer ser gostoso?" Ela perguntou de repente.

Dei um pulo com a pergunta dela, todo tipo de fantasia passando pela minha cabeça enquanto me perguntava o que ela quis dizer.

Ela deve ter visto meu choque porque acrescentou: "Desculpa seu Marcos, é só que eu odeio pensar que nunca vai ser bom, que eu sempre vou ter medo do toque de um homem. Não quis dizer nada com minha pergunta."

Parei enquanto pensava. Olhei pra Cindy jovem e bonita sentada do outro lado da mesa, os peitos fartos pressionando contra a blusa de seda e meus olhos foram atraídos pra pele macia do decote. Tomei minha decisão: não ia deixar essa oportunidade passar. Ela podia estar cansada, triste e vulnerável, mas tudo isso significava que agora era a hora de seduzir essa guria linda. Meu pau se mexeu com o pensamento de comer a Cindy, mas sabia que tinha que fazer isso direito porque não queria meus vizinhos putos comigo. Vou fazer ela manter segredo e de qualquer jeito, se eu conseguisse comer essa loira gostosa de dezoito anos, valeria qualquer problema depois.

Me levantei e dei alguns passos ao redor da mesa, ficando ao lado da Cindy, e olhei pra baixo pra ela. Tinha uma visão ótima do decote gostoso enquanto dizia "Os moleques só vão rápido demais e tudo o que eles querem é entrar na calcinha de uma menina. Mas os homens sabem como relaxar uma menina sem isso levar a nada. Eu te mostro?"

Terminei minha frase como uma pergunta, pra ver se ela hesitava, mas ela não disse nada, só segurou a xícara nas mãos e continuou olhando pra dentro dela. Me movi pra trás dela e gentilmente acariciei os ombros dela, massageando os músculos tensos.

Não tive muita resposta no começo e conseguia sentir ela segurando os ombros tensos, sem relaxar nem um pouco. Devagar, porém, consegui sentir os ombros dela começando a se mover e relaxar, e então ouvi o clique quando ela colocou a xícara na mesa na frente dela. Enquanto massageava os ombros, me curvei e afastei o cabelo loiro sedoso do pescoço macio dela antes de colocar meus lábios contra aquela pele linda e de gosto doce. Ouvi o gemido suave quando a beijei e senti uma queda súbita nos ombros dela enquanto relaxava.

Passei alguns minutos beijando o pescoço dela e mordiscando as orelhas, o tempo todo conseguia ouvir a respiração ficando mais lenta enquanto ela relaxava sob minhas atenções. Agora que ela estava relaxada, eu pretendia deixá-la excitada.

Devagar comecei a esfregar mais abaixo na frente dela, traçando o contorno do sutiã por baixo da blusa e senti o corpo dela começar a tremer. Prendi a respiração e sem pausar desfiz habilmente o botão da blusa dela, e então o próximo. A Cindy não me impediu. Continuando pra baixo desfiz todos os botões restantes na blusa de seda e voltei a acariciar a pele macia e sensível.

Deslizei minha mão pelos peitos dela e senti os bicos duros através do material fino do sutiã branco de renda. A respiração dela começou a ficar mais rápida quando toquei nos peitos e imaginei que ela gostava de ser tocada ali e estava antecipando o que ia acontecer, assim como eu.

Aproveitando a chance girei a cadeira na qual ela estava sentada para que não ficasse mais de frente pra mesa e fiquei de pé na frente dela. Ela tinha os olhos desviados, olhando pra baixo como se ainda não tivesse certeza sobre o que estava acontecendo. Olhei pra baixo pro corpo lindo dela e vi a pele macia do decote e os peitos jovens encaixados no sutiã de renda.

Me curvando peguei um dos peitos dela na boca e chupei através do material de renda enquanto passava gentilmente a língua pelo bico. Ouvi um gemido baixo quando minha boca tocou ela pela primeira vez e soube que estava chegando em algum lugar. Encorajado, passei um tempo beijando, apalpando, chupando e lambendo os peitos dela e ela respondeu gemendo e tremendo enquanto sentava na minha cozinha.

Encorajado estendi a mão e desfiz o sutiã dela, puxando as taças pra baixo pra revelar os peitos jovens. E que peitos maravilhosos eram aqueles; macios, lisos e empinados enquanto ficavam ali sem o suporte do sutiã. Ansiosamente voltei a chupar e lamber e ela gemeu mais alto ao toque da minha boca e língua nos peitos jovens e nus.

Ainda tocando e beijando os peitos dela, me abaixei até ficar ajoelhado, e cuidadosamente me movi entre as pernas dela, gentilmente forçando as pernas a se abrirem enquanto me aproximava pra que ela não percebesse na empolgação. Não consegui resistir tocar naquelas pernas longas e gostosas e suavemente deslizei minhas mãos pela parte de fora das pernas, e então pela parte de dentro. O corpo dela tremeu quando toquei as pernas e ela inconscientemente se moveu pra frente na cadeira, o corpo aparentemente ansioso pra chegar mais perto de mim.

Deslizei minhas mãos pra cima, por baixo da minissaia e acariciei mais alto na parte interna das coxas macias. Meu próprio coração estava batendo mais rápido agora que estava chegando mais perto do meu prêmio. Ela estava usando calcinha branca de renda combinando e arrastei meu dedo pela buceta dela por cima do tecido fino. Senti ela voluntariamente abrir as pernas mais e ela se moveu contra minha mão agora que estava tão excitada com minha atenção aos peitos.

Empurrei e esfreguei ao redor da entrada da buceta, a calcinha de renda ficando molhada enquanto eu pressionava na fenda dela. Ela estava gemendo de novo, a bunda se mexendo na cadeira enquanto tentava conseguir mais do meu toque. Habilmente movi a calcinha pro lado pra abrir a buceta dela pras minhas mãos. Agora acariciei a buceta nua com minhas mãos e fiquei surpreso ao descobrir que ela era depilada e lisinha. Os gemidos eram mais altos e esfreguei pra cima e pra baixo na buceta, espalhando os sucos que entregavam a excitação dela.

Me curvando trouxe minha cabeça perto da buceta dela e respirei fundo, inalando o aroma delicioso de buceta jovem. Me movi ainda mais perto e lambi a buceta dela, e ela tinha gosto maravilhoso. Encontrando o clitóris descobri que estava inchado e lambi ao redor antes de chupar gentilmente. Ao meu toque ela deu um gritinho, e então um gemido lento e os quadris se moveram enquanto ela se movia contra minha língua.

Movi um dedo pra entrada da buceta dela e tracei ao redor enquanto chupava o clitóris sensível. Empurrei meu dedo pra frente, abrindo os lábios da buceta e entrando nela, até a primeira junta e então a segunda. Ouvi um suspiro daqueles lábios bonitos enquanto ela sentiu meu dedo invadir a buceta apertada, mas ela não se afastou.

Os suspiros ficaram mais rápidos quando comecei a esfregar o interior da buceta dela, meu dedo deslizando pelo ponto G num ritmo gentil. Então comecei a foder a buceta jovem e apertada com meu dedo, enfiando o dedo pra dentro e pra fora num ritmo com a lambida no clitóris. A buceta dela estava apertada ao redor do meu dedo mas consegui enfiar um segundo dedo e continuei a foder enquanto ela gemia e grunhia acima de mim.

A bunda dela estava se mexendo na cadeira, empurrando pra frente, ansiosa pra sentir meus dedos fundo dentro da buceta. Meus dedos estavam cobertos dos sucos doces dela e conseguia sentir que ela estava perto de gozar. Mantive o ritmo regular no clitóris e fodi com mais força deslizando os dedos fundo a cada estocada.

De repente senti a buceta apertar ainda mais ao redor dos meus dedos e então a buceta começou a pulsar ao redor deles. Ouvi ela gritar "Ai meu Deus, issoooo" e ela berrou enquanto continuei a lamber o clitóris.

O orgasmo dela pareceu durar minutos enquanto ela se contorcia contra mim, forçando meus dedos mais fundo, até que gradualmente desabou de volta na cadeira e relaxou.

Tirei meus dedos da buceta dela e endireitei as costas, olhando pra cima pra ela. Vi uma expressão satisfeita no rosto bonito e os olhos estavam meio fechados com um meio sorriso nos lábios vermelhos.

A Cindy abriu os olhos lindos e olhou pra mim, "Eu... eu... nunca imaginei que podia ser assim," ela suspirou.

Sorri de volta pra ela "E isso é só o começo."

Ela abriu os olhos mais, imaginando o que ia acontecer, mas não se afastou nem me disse pra parar.

A Cindy ainda estava desabada na cadeira da cozinha com a blusa aberta revelando os peitos empinados descobertos. Ainda estava respirando pesado depois do clímax recente e observei enquanto os peitos jovens subiam e desciam enquanto ela respirava.

A saia curta tinha caído de volta quando me afastei dela e então a buceta lisinha estava escondida da minha vista, mas ainda conseguia sentir o cheiro doce do sexo dela. A expressão satisfeita no rosto bonito estava mudando e parecia que ela estava ansiosa pra continuar a educação, e não foi surpresa pra mim que meu pau estava endurecendo de novo na cueca.

Me levantei e estendi a mão e, segurando as mãozinhas dela nas minhas mãos, puxei ela pra ficar de pé. A sobrancelha franziu sob o cabelo loiro e conseguia perceber que ela estava confusa sobre o que ia acontecer em seguida. Rapidamente sentei na cadeira que ela tinha desocupado e ela se virou pra me encarar.

"O que a gente vai fazer, seu Marcos?" A Cindy perguntou, ainda confusa.

"Ajoelha, Cindy," ordenei, "é sua vez de me ajudar."

Vi o rosto bonito da Cindy ir de franzido pra um súbito 'ah' de surpresa quando percebeu o que ia acontecer.

"Eu nunca, sabe, toquei num homem lá com minha boca antes, seu Marcos."

"Só ajoelha Cindy, vai vir naturalmente." Assegurei ela, meu pau endurecendo ainda mais com o pensamento de ser o primeiro a ter meu pau na boca jovem dela.

Guiei ela pra baixo até que estivesse ajoelhada entre minhas pernas aos meus pés. A Cindy olhou pra cima pra mim, o cabelo loiro emoldurando o rosto jovem e bonito, enquanto pausava, imaginando o que fazer em seguida. Tomando a liderança desfivelo meu cinto e abri o zíper da calça e enfiei a mão e puxei meu pau quase ereto pra fora.

Segurei meu pau ali, e a Cindy olhou pra baixo, encarando meu comprimento inchado. Por um momento me perguntei se ela ia se levantar e ir embora, mas então assisti uma visão maravilhosa. O rosto da Cindy mudou de choque pra uma cara de tesão. Os olhos se iluminaram e ela franziu os lábios, passando a língua ao redor dos lábios vermelhos enquanto encarava meu pau. Em resposta meu pau pulou em resposta ao olhar de desejo dela e ela sorriu um sorriso lindo.

Estendendo a mão ela envolveu a mãozinha bonita ao redor da haste do meu pau duro. A mão dela era tão fresca e macia no meu pau e conseguia sentir o sangue bombeando pro pau enquanto inchava maior ao toque dela. A Cindy começou a bombear a mão pra cima e pra baixo no meu pau e fiquei surpreso com a firmeza que ela segurava meu pau até perceber que ela obviamente já tinha feito punheta antes porque parecia tão confiante.

Quando meu pau estava totalmente ereto fiz sinal pra Cindy se curvar. Me obedecendo ela se inclinou sobre meu pau e tive uma visão maravilhosa da frente dela enquanto os peitos empinados caíam completamente livres da blusa. Gentilmente ela beijou a ponta do meu pau e em resposta ele pulou. Rindo, a Cindy beijou meu pau de novo e ele pulou de novo. Era maravilhoso quando os lábios macios tocaram a cabeça sensível do meu pau duro.

"Põe na boca, Cindy," urgi ela.

Sorrindo pra mim ela puxou a pele do meu pau duro pra trás e se curvou sobre ele de novo. Dessa vez ela abriu a boca e deslizou os lábios vermelhos sobre meu pau, puxando ele pra dentro da boquinha quente. Não consegui resistir empurrar os quadris um pouco quando senti a língua dela deslizar sobre a cabeça sensível do meu pau, encaixado na boca dela. Ela podia não ter feito isso antes mas já era natural.

Ela então levou meu pau mais fundo na boca, deslizando os lábios vermelhos pela haste até a ponta do meu pau bater no fundo da boca dela. Devagar ela se moveu pra trás, os lábios apertados ao meu redor enquanto deixou meu pau duro sair da boca com um estalo. *Pop.* Então ela começou um ritmo ótimo no meu pau enquanto me fodia com a boca, o tempo todo olhando pra mim daqueles olhos azuis e sexy enquanto eu assistia meu pau aparecer e então desaparecer na boca jovem dela. A Cindy começou a gentilmente brincar com minhas bolas enquanto me chupava e conseguia sentir minha porra começando a subir no meu pau.

"Vou gozar," falei baixinho embora minha respiração estivesse ficando mais rápida com o toque requintado da boca e língua dela no meu pau.

*Ela continua tão focada, os olhinhos azuis fixos em mim, a boquinha trabalhando... puta que pariu, essa menina é uma dádiva.*

A Cindy olhou pra cima pra mim e segurou meu pau com a mão e deixou ele cair da boca.

"O que eu devo fazer?" ela me perguntou.

Frustrado respondi "Continua fazendo o que você tava fazendo, Cindy, então bombeia meu pau com a mão e provoca a ponta com a boca e a língua. Quando eu começar a gozar você precisa pegar tudo na boca."

Ela pausou por um momento, mas então acenou timidamente com a cabeça e levou meu pau fundo na boca de novo. Ela começou a chupar forte e conseguia sentir a língua dela provocando a base da cabeça do meu pau, fazendo ele pulsar na boca dela. A Cindy de repente apertou minhas bolas gentilmente e aquela foi a estimulação final que eu precisava.

Com um gemido de "Tô gozandoooo," minha porra esguichou do meu pau duro e encheu a boca da Cindy. Por um momento ela pareceu que ia engasgar, mas então continuou a bombear meu pau enquanto eu jorrava minha porra quente e grossa na boquinha disposta dela.

Devagar meu orgasmo diminuiu e as últimas gotas da minha porra grossa pingaram na boca jovem da Cindy. Observei o rosto bonito dela enquanto o cabelo loiro caía e cobria minha perna. Devagar ela se ajoelhou ereta, meu pau caindo da boca, ainda duro mas não mais cheio de porra.

"Mmmmm," ouvi ela dizer, a boca cheia da minha porra, e sem ser mandada ela engoliu, levando minha porra pra dentro da barriga. "Gostoso," ela sussurrou e se curvou e lambeu alguns dos pingos de porra que tinham coberto meu pau.

"Você gosta do gosto da minha porra?" Perguntei pra ela.

"Eu adoro, seu Marcos, eu nunca soube como era gostoso," ela respondeu, e reparei que a mão dela estava lá embaixo entre as pernas e tinha mergulhado por baixo da minissaia e ela estava bem visivelmente se tocando.

Meu pau ainda estava duro e a visão da Cindy dedilhando a buceta era suficiente pra me deixar com tesão de novo. Olhei pro relógio na parede e ainda tínhamos meia hora antes dos pais da Cindy voltarem. Eu gostaria de mais tempo mas teria que ser tempo suficiente pra mostrar pra Cindy o que o pau de um homem podia fazer com ela.

"Tô vendo que você quer mais," falei, acenando pra onde a mão dela estava ocupada debaixo da saia.

A Cindy timidamente abaixou a cabeça e murmurou, "Tô tão quente, eu só quero mais, seu Marcos."

"Hora da sua próxima lição, Cindy."

Me levantei e ajudei a Cindy a ficar de pé. Não tinha muito tempo e queria enterrar meu pau grosso dentro da buceta apertada dela o mais rápido possível. Passei minhas mãos pelo cabelo macio dela e sorri pra ela enquanto olhava nos olhos lindos que agora brilhavam de tesão.

Movi minhas mãos pra baixo até a cintura dela e disse "Vira e se debruça na mesa pra mim."

Obedientemente a Cindy se virou pra ficar de frente pra minha mesa de cozinha e ela se inclinou pra frente, colocando as mãozinhas delicadas na superfície pra se apoiar. Ela não estava realmente curvada o suficiente pra mim então fiz ela se mover mais pra baixo, de forma que ela estava apoiada nos cotovelos, e a bunda gostosa estava levantada na minha direção. Reparei enquanto arrumava a posição dela que a blusa estava aberta e os peitos empinados estavam livres e apoiados na mesa de madeira dura.

A Cindy ainda estava usando a saia curta que cobria a bunda gostosa mas tudo isso só me deixou ainda mais excitado, sabendo que estava prestes a enfiar meu pau na buceta jovem dela. Levantei a saia pra revelar a bunda lisa e firme e reparei que a calcinha tinha se movido pra cobrir a buceta de novo.

Agarrei a calcinha e devagar deslizei sobre os quadris e pelas pernas longas e lisas. Ela saiu delas e agora conseguia ver a buceta molhada claramente, que ainda parecia apertada mesmo depois do orgasmo anterior.

Me movi mais perto e segurei meu pau duro e provoquei o clitóris e a buceta, o que espalhou os sucos dela pela entrada e a ponta do meu pau grosso. Coloquei minhas mãos nos quadris dela, segurando a saia levantada enquanto facilitava meu pau entre os lábios apertados da buceta. Devagar empurrei pra frente, observando enquanto meu pau duro abria os lábios molhados, esticando-os bem enquanto minha haste grossa entrava nela.

"Ah sim, seu Marcos, consigo sentir seu pau me enchendo."

A Cindy estava gemendo enquanto continuei a devagar enfiar meu pau na buceta apertada. Coloquei minha mão nas costas lisas dela e pressionei firmemente, mantendo ela presa na mesa enquanto comecei a facilitar meu pau pra dentro e pra fora da buceta quente. Ela estava tão ansiosa pra ter meu pau dentro do corpo jovem que começou a mover a bunda pra trás na minha direção, me incentivando a encher ela ainda mais. Sorri ao perceber que ela voltaria pra mais outro dia se isso fosse alguma indicação, mas por enquanto precisava satisfazer minhas necessidades imediatas.

"Mexe pra frente e pra trás, Cindy, sente meu pau dentro de você," instruí ela. Usei minhas mãos nos quadris dela pra mostrar o que ela precisava fazer, fazendo ela deslizar a bunda pra frente e pra trás enquanto eu ficava parado. Logo ela estava ditando o próprio ritmo, deslizando a buceta apertada pra cima e pra baixo no meu pau inchado enquanto eu assistia.

Não era o ritmo que me faria gozar então estava prestes a tomar controle de novo quando comecei a ouvir a Cindy fazendo alguns sons estranhos. No começo ela fez uns sons de miado quase inaudíveis mas logo estava gemendo mais alto e começou a se mover mais rápido no meu pau, empurrando a bunda contra mim pra forçar meu pau fundo dentro dela, e então se afastando pra sentir ele deslizar quase todo pra fora.

Olhei pro relógio e vi que teria tempo suficiente então estendi a mão por baixo dela e acariciei o clitóris no ritmo dos movimentos dela contra mim. De repente ela estava gritando em êxtase enquanto começou a gozar de novo, dessa vez com meu pau dentro da buceta pulsante.

"Ah sim, ai meu Deus, ah simmmm, seu Marcos, vou... vou... ai caralhooo!" ela gritou enquanto de repente gozou em cima do meu pau, o corpo tremendo e a buceta apertada ao redor do meu pau grosso.

Devagar ela desabou na mesa, descansando depois do clímax selvagem. Mas eu precisava terminar logo tanto por causa do tempo mas também porque conseguia sentir minha porra subindo nas bolas pelas sensações da buceta apertada no meu pau inchado.

Olhando pra baixo pra ela agarrei os quadris gostosos de novo, e observei meu pau reluzente deslizar pra dentro e pra fora do corpo fino enquanto ela ficava desabada na minha mesa ainda superada pelo orgasmo recente. Comecei a foder ela rápido, enfiando meu pau duro fundo dentro da buceta quente e enchendo ela a cada estocada.

Conseguia sentir meu pau empurrando fundo dentro da buceta dela e abrindo os lábios da buceta a cada estocada urgente. Fodi ela com força, minhas mãos fortes cavando na cintura fina pra segurar ela parada enquanto empurrava meu pau mais fundo e mais fundo a cada estocada. A Cindy começou a responder à minha fodida se movendo contra mim de novo, e conseguia sentir a buceta apertar ao redor do meu pau. Ela se levantou nas mãos enquanto eu pegava ela, curvada sobre minha mesa de cozinha.

Olhei pra cima pra parte de trás da cabeça onde o cabelo loiro macio estava balançando pra frente e pra trás no tempo das minhas estocadas fundas. Não consegui resistir estender uma das mãos e entrelaçar o cabelo loiro entre os dedos. Puxando gentilmente mas insistentemente o cabelo levantei a cabeça dela e puxei o corpo contra meu pau no tempo das minhas estocadas.

Eu estava no controle completo agora e a Cindy não podia fazer nada exceto responder à minha fodida enquanto enterrava meu pau fundo dentro da buceta apertada e doce. Esse controle que eu tinha sobre ela estava excitando ela de novo e ela começou a fazer os sons de miado de novo, que agora eu sabia que resultariam em outro orgasmo se eu continuasse. Conseguia sentir minha própria porra subindo nas bolas e no pau e sabia que logo estaria gozando dentro dessa linda garota de dezoito anos.

*Porra, ela é perfeita. Apertada, molhada, obediente... essa menina vai ser minha sempre que eu quiser.*

"Vou gozar logo, Cindy, vou gozar dentro de você," falei enquanto continuava a foder ela.

"Ah sim seu Marcos, eu quero sua porra, por favor, me enche com sua porra," ela implorou pra mim, as palavras pontuadas com os gemidos de um clímax iminente.

Com um grunhido puxei o cabelo dela pra trás então a bunda foi forçada contra mim e pressionei meu pau fundo dentro dela, e com um grito comecei a gozar dentro dela. De novo e de novo senti minha porra quente esguichar dentro da buceta apertada, enchendo ela com minha semente. Mantive meu pau enterrado completamente dentro do corpo dela enquanto minha porra continuava a jorrar do meu pau duro e ouvi os gritos de alegria dela enquanto ela gozava de novo, o corpo tremendo e a buceta ordenhando meu pau enquanto o orgasmo consumia ela.

A Cindy devagar se recuperou e murmurou baixinho pra mim "Mmmm, eu amo a sensação de você dentro de mim, seu Marcos, sua porra tá tão quentinha em mim."

Olhei pro relógio de novo e de repente percebi que os pais dela deviam chegar a qualquer minuto, então não tinha tempo nenhum pra saborear as sensações do meu pau gentilmente amolecendo dentro da buceta jovem da Cindy. Apertei meu pau pra depositar o resto da minha porra na buceta dela, e puxando pra trás deslizei meu pau pra fora e alcancei uma toalha, limpando a porra que já estava escorrendo da buceta esticada.

"Rápido Cindy, a gente precisa limpar tudo," falei, apontando pro relógio quando ela olhou em volta.

Ela tinha uma cara sonhadora e não estava se movendo muito rápido mas consegui fazer ela colocar a calcinha de volta pra impedir mais porra de vazar e ajudei ela a abotoar a blusa pra que os peitos ficassem cobertos de novo. Pegando uma escova do cabelo da bolsa dela, ela devagar escovou o cabelo enquanto me arrumei. O tempo todo ela parecia estar me observando, um brilho no olho. Nesse momento a campainha tocou e rapidamente olhei ao redor da minha cozinha e vi alguns dos nossos sucos brilhantes na cadeira e no chão que podiam entregar o jogo.

"Vem Cindy, devem ser seus pais," e agarrei a mão dela, levando ela pro corredor. Logo antes de chegar na porta a Cindy me parou e ficou de frente pra mim e me surpreendeu beijando forte, a língua procurando a minha na minha boca.

Quase imediatamente ela se afastou e exclamou "Valeu seu Marcos, essa foi a melhor noite de todas!"

Atordoado por um momento ela se virou e abriu a porta pros pais. A Cindy imediatamente saiu dizendo pros pais como eu tinha sido prestativo e que tinha sido um verdadeiro cavalheiro com ela.

Mal conseguia olhar os pais dela nos olhos enquanto me agradeciam e saíram pra levar a filha de dezoito anos pra casa, sem saber que a buceta jovem e apertada dela estava cheia da minha porra quente.

Fechei a porta quando eles saíram e soltei um suspiro grande ao perceber o quão perto tinha chegado de ser pego fodendo a filha deles, mas então meus lábios viraram num sorriso grande quando lembrei dos eventos da noite e a sensação de ser chupado pela Cindy e a fodida incrível do corpo jovem dela. Esperava que ela voltasse pra mais.

*Caralho, que noite. Essa guria vai voltar, tenho certeza. E da próxima vez vou ter ainda mais tempo com ela.*

***

>> Fim da parte 1! Comentem e deem estrelas se gostaram! Obrigado por ler até aqui! Lanço a próxima parte em breve se quiserem!

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