Ex é bom. Ex cunhada é melhor ainda!

Um conto erótico de Quase Alguém
Categoria: Heterossexual
Contém 1870 palavras
Data: 21/01/2026 10:39:24

Existem algumas histórias na minha vida das quais não me orgulho muito, mas sempre dão tesão de lembrar. Essa é uma delas.

Meu relacionamento mais longo aconteceu no Ensino Médio: Larissa, uma menina linda, alto astral e muito inteligente. Ficamos juntos durante o segundo ano e uma boa parte do terceiro, até que acabou. Não acabou mal, pelo contrário. Nos tornamos amigos depois e a vida correu, entre idas e vindas nossas.

Já um pouco mais velho, num ano sabático pré universidade, trabalhava viajando com meu pai, então, quando em casa, tinha pouco tempo para sair. De qualquer maneira, não tinha muito interesse também, já que gostava de desfrutar do conforto do lar.

Num desses períodos de ócio em casa, descansando de uma longa viagem recente, Larissa resolveu me chamar para um rolê. Coisa leve, uma social na casa de um antigo colega, na qual ela gostaria que eu fosse. Apesar de tentar pensar em maneiras de dispensar, não quis dizer não. Andava muito ausente da vida dos amigos e precisava relaxar um pouco.

Não me arrumei muito, mas tratei de tomar um bom banho e sair bem perfumado, cogitando, quem sabe, até uma recaída com minha ex.

Na festa, estavam todos curtindo tranquilos, bebidas leves e refrescantes, música boa, mas sem atrapalhar as conversas, um clima gostoso. Reencontrei um pessoal que a muito não via, troquei ideia com quase todo mundo e passei a noite bebendo pouco, mas sempre com algo na mão.

Já perto da meia noite, resolvi que era hora de me despedir, todo mundo parecia alto demais, clima de pré final de festa. Ao chamar Larissa para avisar, ela pediu que ficasse um pouco mais e sua irmã, Juliana, me levaria para casa.

Quando ouvi o nome, várias coisas me passaram pela cabeça. Juliana era um pouco mais velha que Larissa, mais madura, sei lá. Sempre achei ela muito gostosa, parecia ser uma mulher mandona, chata, mas que sabia fazer um homem feliz.

Resolvi adiar minha partida e ver como estava minha ex-cunhada.

Quando ela chegou, parecia melhor do que eu poderia imaginar. Não consigo explicar em palavras, nem gosto de dar notas para mulheres. Mas, digamos que Larissa fosse um 10 na escola e se tornou um 12 com o passar do tempo. Juliana era um 12 e virou um 50. A mulher tinha presenca, aura, simpatia e se vestia como uma puta das mais caras.

Ela veio feliz me cumprimentar, um beijo no rosto, um abraço apertado e meu pau já não se controlava mais. Enquanto a observava conversar com o pessoal conhecido, pensava no que faria se pudesse comê-la. Mas, apesar dos pensamentos, precisava me manter na realidade, era impossível.

Após a chegada de Juliana, não demorou para que saíssemos. Além de nós três, ela deu carona para mais duas amigas, alongando o itinerário, mas não que fosse um problema para mim, apesar de ser o último. Ao chegar em casa, me despedi de ambas, inclusive dando um beijo mais molhado no rosto de Larissa, que era meu plano aquela noite, que infelizmente não deu certo. Deitei na cama, ainda com a imagem de Juliana na cabeça e comecei a bater uma punheta.

Ia me tocando de leve, sem abaixar a roupa completamente, de olhos fechados e sem pressa. Já perto de gozar, meu celular vibrou e a notificação me deu um leve susto. Quando olhei a tela, meu coração parou por um segundo: mensagem de Juliana. Nem sabia que ela tinha meu número, só lembrei das conversas protocolares que tivemos após abrir o app e ver as mensagens anteriores.

"Oiiii. Tá acordado ainda?"

Foram alguns minutos olhando a tela e pensando no que dizer, até que meus pensamentos organizaram.

"Oi, Juliana, aconteceu algo? Tá tudo bem?"

"Tá sim, tudo ótimo. Só queria saber de você. Tá fazendo o que?"

Não sei exatamente o porquê, mas naquele momento eu respondi instintivamente. A conta era simples: mensagem de uma gostosa àquela hora da noite, só podia ser coisa boa.

"Tô batendo uma punheta"

Os segundos seguintes, com o 'digitando' na tela, quase me fizeram infartar. Pensei em todas as possibilidades, tudo que poderia acontecer dali, as explicações que teria que dar à Larissa sobre o acontecido. E se eu entendi errado?

"Tá pensando em mim ou na minha irmã?"

"Em você"

"Eu tava uma gostosa hoje né?"

"Sim, muito. Pena que não pude admirar por mais tempo"

"Quer olhar mais um pouco? Para ajudar sua punheta?"

Nessa hora comecei a imaginar os peitos dela na tela do meu celular. Já respondia com mais dificuldade, segurando firme o pau com uma mão e digitando com a outra.

"Claro. Quero ver tudo."

A partir daí, silêncio. Um silêncio bizarro. Minha preocupação aumentou, minha punheta foi interrompida. Enquanto eu olhava ansioso a tela, esperando uma resposta que não vinha.

Foram 13 minutos, lembro bem disso, de olhar quase todo o tempo para a tela. Depois: 'digitando'. E minha atenção estava presa ao celular mais do que nunca. Pensando no que viria a seguir.

"Tô aqui na porta, abre"

Eu corri até a frente, abri a porta e a vi acenar para mim de dentro do carro.

- Eu posso fazer barulho na sua casa? - Ela perguntou a deu uma boa gargalhada.

- Vai acordar todo mundo, mas porque não?

- Melhor não então. Entra, vamos ali.

Eu voltei para trancar a porta e em seguida fui pra carro, quase como o Flash. No caminho, em silêncio, pensava se devia tocá-la, ou onde ia dar aquele caminho, meu pau marcava na calça e ela olhava e sorria.

Poucos minutos depois, chegamos ao motel, era meio vagabundo, mas as melhores opções eram muito afastadas. Entrei no quarto primeiro, depois ela veio, trancou a porta e ficou olhando para mim. Àquela hora e a maquiagem ainda estava perfeita, um vestido curtinho, salto baixo e elegante e um sorriso tarado no rosto.

- Você não disse que queria olhar um pouco mais? Aqui estou eu.

- Eu quero bem mais do que olhar!

- Vou pensar no seu caso. Mas primeiro, bate uma punheta pra mim vai? - Ela olhava nos meus olhos e acariciava levemente o corpo, se mostrava para mim.

Eu ia apenas abaixar um pouco as calças, mas ela se aproximou e tirou tudo. Já que estava naquela situação, tirei também a camisa. A situação estava me dando um tesão louco, ela seguia se exibindo, enquanto eu me masturbava freneticamente.

- Tira a roupa, gata. - Meu pedido saiu quase como uma súplica, apesar de se mostrar, estava louco de vontade pra saber o que ela escondia por baixo de tudo.

Ela virou de costas primeiro, começou a rebolar e levantar suavemente o vestido. Meu pau pulsava na minha mão, que masturbava numa velocidade menor. Quando terminou de deixar a bunda exposta, percebi que estava sem calcinha. Minha vontade era levantar e enfiar a cara naquele rabo maravilhoso, mas segui admirando o show e punhetando. Ela se aproximou e subiu na cama, com o vestido até a cintura. Ficou de pé em cima de mim, me olhando de cima e acariciando a buceta. Depois, se abaixou, achei que ia sentar em mim, mas apenas esticou a mão melada e enfiou na minha boca.

- Gostoso né? - Disse depois de morder os lábios enquanto me assistia provando seu gosto.

- Muito, gostoso. Traz essa pepeca gostosa pra eu chupar. Vou te fazer gozar na minha cara.

Ela se virou de costas, deixando a bunda um pouco acima da minha cabeça. Eu fiz um esforço, segurei no quadril e puxei pra baixo, fazendo minha língua encontrar exatamente com aquela bunda maravilhosa. Chupava como um animal, o cu, a buceta, beijava, lambia, mordia de leve. Ela gemia forte, sem nenhum pudor. Nesse momento entendi o porquê de ela perguntar sobre barulho na minha casa.

Sentia o mel escorrer de suas partes, misturado com minha saliva, ela rebolava na minha cara e segurava meu pau, colocando-o na boca de vez em quando, chupava gemendo, mas logo tirava para respirar.

No ápice da intensidade, senti-la tentando se desvencilhar, mas segurei mais firme. Depois ela tentou novamente, me pedindo para parar um pouco de forma quase inaudível. Eu parei meio sem entender, ela se virou para mim novamente e sentou de uma vez só no meu pau.

A sensação era maravilhosa, minha ex-cunhada sentando no meu pau, gemendo igual uma cachorra. A mulher era barulhenta, mas era delicioso. O som da bunda batendo no meu corpo enquanto quicava só perdia para ela mesma gemendo.

Eu já estava nas últimas, me masturbei muito tempo, ganhei uma espécie de boquete e passei a noite inteira com o pau duro.

- Deixa eu por uma camisinha, tô perto de gozar. - Pedi sem muita convicção, torcendo para que ela nem se importasse.

Acontece que não obtive resposta, pelo contrário, ela aumentou a intensidade e ficou em silêncio por um segundo. Após essa breve pausa, ela começou a praticamente gritar, diminuir o ritmo e apertar meu corpo. Estava gozando. O rosto lindo em colapso, o corpo suado, a voz já falhando. Que mulher intensa.

Eu já não sabia o que fazer para me segurar, ela agora só se esfregava de leve em mim, com o corpo apoiado no meu. O cheiro era incrível e eu não tinha pressa, mas estava explodindo de vontade.

- Quer ouvir um segredo? - Um sussurro baixo, com a boca colada no meu ouvido. Eu não respondi nada. Apenas fiquei atento para o que viria a seguir. - A putinha da minha irmã ficou falando de você até chegar em casa. Me disse que você parecia querer comer ela hoje. Eu resolvi tirar a prova da sua safadagem.

Ela ergueu o corpo, me olhou sorrindo, voltou a rebolar mais forte e beijou minha boca.

- Qual buceta você gostou mais? Pode falar, não vou me chatear.

- Vocês duas são maravilhosas, por mim, foderia as duas.

- Garoto esperto. Mas minha irmã não pode saber nunca disso. - Nesse momento ela já sentava sem receio novamente.

- Você deveria ter vergonha de querer o homem que era da sua irmã.

- Não vai dizer isso enquanto estiver gozando na minha boca.

Juliana se levantou, colocou meu pau na boca e começou a chupar com muita pressão. Ela massageava as bolas, enfiava a maior parte na boca, depois voltava ate a cabeça e lambia. Eu resisti pouco a isso, anunciei que ia gozar. Ela engoliu no começo, depois tirou da boca, punhetou e fechou os olhos enquanto eu jorrava na cara.

Ficamos alguns minutos deitados quietos. Depois, ela tomou a frente, se limpou e vestiu, seguida por mim. Quando estávamos recompostos, ela, sentada na cama, me puxou para mais um beijo bem gostoso.

- Isso não é muito certo né? - Perguntei, meio sem saber direito.

- Você gozou, eu gozei, então é muito certo sim.

- Eu ainda vou comer sua irmã. Quem sabe um dia a gente reate.

- Nesse dia, num churrasco lá em casa qualquer, vou te fazer me foder na cozinha, ou no banheiro, enquanto minha irmazinha te espera na mesa.

Não vou mentir, meu pau endureceu novamente, mas já estávamos de saída. A partir dali, nenhuma palavra mais, até o boa noite na porta da minha casa.

Porém, a partir dessa noite, minha ex cunhada virou buraco certo quando eu precisava de uma transa boa.

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