A Semana Mais Safada da Minha Vida: Casa de Praia com a Mãe e Filhas - PARTE 3

Da série A Casa De Praia
Um conto erótico de Gil
Categoria: Heterossexual
Contém 1958 palavras
Data: 20/01/2026 22:28:57

# Capítulo 3: A Feira

Depois do último gole do Copo do Rei ter sido engolido, Cláudia se levantou e declarou, "Bom, já chega pra mim essa noite. Vou ter que ir pra cama. Mas vejo vocês às 8h pra ir na feira comigo. Tô ansiosa pros looks de vocês." Nesse ponto, já passava da meia-noite e eu também estava me sentindo exausto das atividades do dia. Depois de apagar o fogo da fogueira, todos voltamos pra casa e fomos pros respectivos quartos. "Não se divirtam demais aí dentro. Lembrem que as paredes são finas," Tainara provocou enquanto Samara e eu deslizávamos pro quarto maior com as duas camas de casal.

Quando me enfiei na cama, repassei os eventos do dia: Primeiro, Eu Nunca no carro, depois provocação lá na praia, e finalmente uma rodada movimentada de Rei da Cerveja na qual assisti três mulheres lindas se tocarem até o fim, recebi um boquete de uma das minhas amigas mais antigas, e vi a mãe vizinha engolir minha porra. Nunca imaginaria que as coisas terminariam assim nem nos meus sonhos mais loucos.

"Ei, a gente pode conversar um minuto?" Samara interrompeu enquanto eu estava relembrando.

"Claro, qual é?"

"Hoje foi muita coisa. Como você tá se sentindo sobre isso? Sei que você e eu nunca realmente cruzamos nenhuma dessas barreiras e agora estamos fazendo coisas com minha família inteira de repente." Ela parecia incerta sobre como tudo estava se desenrolando.

"Sinceramente, tô vivendo o melhor momento da minha vida. Sempre admirei vocês quatro e achei todas tão lindas que me sinto realmente um dos caras mais sortudos da Terra hoje."

"Sério? Você sempre pensou na gente assim? Achei que só me via como mais uma amiga. A garota da casa ao lado."

"100%. Lembra quando fiquei super esquisito no primeiro ano do ensino médio perto de você e você me acusou de estar afim da sua amiga Jennifer? Na verdade era você que eu tava a fim. Levei quase um ano inteiro pra superar."

"O quê?! Sério?? Nunca soube disso!"

"É, só no segundo ano que consegui ficar na mesma sala que você de novo sem meu rosto ficar todo vermelho."

"Caraca. Isso é loucura. Sabe, eu também tava a fim de você. Por isso fiquei tão irritada achando que você gostava da Jennifer!"

"De verdade?!"

"Sim. Juro."

Depois de um momento de silêncio, ela perguntou, "Então, e se a viagem continuar assim, o que isso vai significar pra gente?"

"Sabe, não sei muito bem. Tem tanta coisa no ar agora comigo indo pra São Paulo e você indo pra faculdade no Rio. Mas tô disposto a só viver o momento essa semana e descobrir quando a gente voltar."

"Acho que funciona pra mim também," Samara disse com um sorriso.

"Então, é sempre assim que as férias na casa de praia vão pra você e sua família?" Perguntei, tendo me perguntado isso a tarde toda.

"Uh, não. Nem de longe. Normalmente a gente passa tempo na praia, bebe, fofoca e assiste filme, mas nada assim. Teve aquela vez uns anos atrás que a Tainara achou que seria boa ideia tentar banho de mar pelada, mas a mãe percebeu e trancou a porta dos fundos antes da gente voltar. Ela nos deixou entrar eventualmente, obviamente, mas só com bastante provocação junto. E a gente sempre foi bem aberta uma com a outra sobre nudez e sexualidade, mas isso é outro nível. Você estar aqui parece ter deixado todo mundo excitada de um jeito especial. Eu incluída," ela acrescentou com uma piscadinha. "Falando nisso, não liga se eu precisar me cuidar antes de dormir essa noite. Aliás, parece que não sou a única." Quando ela ficou quieta, eu de fato conseguia ouvir gemidos vindo de outros quartos da casa. "Fique à vontade pra fazer o mesmo," ela disse enquanto apagava a luz e levava a mão pro meio das pernas embaixo do cobertor.

Não demorou muito até eu soltar minha segunda carga da noite debaixo dos lençóis e rapidamente apagar no sono, os sons de mulheres gemendo servindo como minha canção de ninar.

~~~~~

"Você tá atrasado! Bora!" Samara gritou enquanto sacudia meu ombro. "A gente vai pra feira em 10 minutos!"

"Uhhhh o quê? Que feira?" Perguntei enquanto lutava pra lembrar onde estava ou em que cama tinha dormido ontem à noite.

"Lembra que minha mãe disse que a gente tinha que ir na feira hoje? Você tem que tomar banho e se preparar pra ir! Agora!"

"Ah é, verdade." A noite passada finalmente começou a voltar pra mim. Rei da cerveja, o boquete, tudo. Percebi que nem tinha vestido roupa de dormir quando olhei pra baixo e vi meu pau duro da manhã protestando contra a gravidade no aberto, grudento com minha última carga da noite.

"Entra no chuveiro! Bora!"

Finalmente percebendo o que tava rolando, comecei a agir meio sonolento. Peguei algumas roupas e corri pro único banheiro da casa pra tomar banho. Por sorte, o resto das mulheres tinha acordado muito mais pontualmente e liberado o espaço. Tomei banho o mais rápido que pude, escovei os dentes, passei o pente no cabelo e vesti minha cueca, bermuda de handebol e uma camiseta antes de sair pra sala bem na hora.

"Que porra você acha que tá fazendo?" rugiu Vitória. "Lembra das regras da minha mãe? Do jogo?"

"Uh, sim, mas vocês tão todas vestidas."

"Sim, estamos todas vestindo precisamente uma peça de roupa," Vitória retrucou enquanto se virava e momentaneamente levantou a parte de trás do vestido pra que eu pudesse ver a bunda nua dela.

Ah. Olhei em volta e percebi que as outras mulheres juntando as coisas na cozinha também estavam usando vestidos. E isso deve significar que elas, também, não tinham nada por baixo.

"Escolhe teu veneno," Vitória exigiu. "O que você vai escolher? Só a bermuda? ... Ou só a camisa?" ela questionou com uma piscada.

"Não posso ir pra feira sem camisa," eu disse, ignorando a sugestão dela de ir totalmente sem nada embaixo.

"Claro que pode. Essa é uma cidade de praia e uma feira ao ar livre. Aposto que vai ter um monte de outros caras lá sem camisa."

Considerando que ela provavelmente estava certa, comecei a voltar pro quarto quando ouvi, "A gente não tem tempo. Tira aqui mesmo!" Tainara ordenou enquanto todas se dirigiam pra sala a caminho da porta da frente. Rapidamente arranquei minha camisa, bermuda e cueca antes de reinstalar a bermuda. "Todo mundo feliz agora?" Perguntei.

"Eu teria ficado de boa se você tivesse deixado tudo de fora," Tainara disse com um sorrisinho enquanto caminhávamos pro carro. Não consegui deixar de notar como todos os vestidos delas eram curtos. Será que elas estão todas realmente sem calcinha? Como se respondendo minha pergunta silenciosa, naquele exato momento Tainara agarrou a bainha do vestido da Samara, levantou pra expor a bunda dela e deu um tapa forte na bochecha esquerda. Não, sem calcinha por baixo, pensei enquanto meu pau começava a se mexer. "Ei!" Samara gritou enquanto se virou e tentou pegar a irmã de volta antes da Tainara fugir e pular no carro.

"Bom dia, André. Como você dormiu?" Cláudia me perguntou enquanto chegava perto de mim.

"Incrivelmente. E você?"

"Muito bem. Obrigada. E obrigada por me ajudar a... relaxar antes de dormir. Pensei em você enquanto gozava pra dormir," ela disse enquanto lembrei dos gemidos prazerosos que ouvi vindo de outros quartos da casa na noite anterior.

"Ah, uhm, de nada." Disse enquanto meu rosto ficava levemente vermelho e minha ereção crescia. Por mais confortável que a bermuda de handebol fosse, sabia que se ficasse duro, não teria onde esconder sem cueca pra manter as coisas sob controle. "Mal posso esperar pra ver o que mais essas férias reservam," acrescentei.

"Você e eu," ela disse enquanto entrava no banco do motorista. Sendo uma SUV bem alta, peguei um flash da bunda nua dela enquanto pulava pra dentro, mas não tinha certeza se o flash foi intencional ou não.

Quando entrei na segunda fileira, Samara olhou pra mim e provocou, "Ainda tá com esse pau duro da manhã? Não teve tempo de cuidar disso com sua rotina matinal encurtada?" As meninas riram enquanto olhavam pro meu pau.

"Tenho uma ideia pra um jogo divertido: Vamos ver quanto tempo conseguimos manter o André de pau duro essa manhã," Tainara sugeriu.

"Oooh gosto da ideia," Vitória afirmou enquanto se virava pra mim e começava a apalpar os peitões dela por cima do vestido pra me manter excitado. Não conseguia decidir se isso me fazia o vencedor ou o perdedor desse jogo.

Quando chegamos na feira, minha ereção não tinha diminuído, mas as meninas estavam caminhando na minha frente pra me ajudar a não ficar muito envergonhado... ou pra me manter excitado. Não sei qual. Vitória estava certa - eu estava longe de ser a única pessoa sem camisa lá. Andamos olhando os produtos frescos, peças de artesanato e comida deliciosa de origem local (parando pra uns crepes deliciosos de café da manhã no caminho). Infelizmente tive dificuldade em focar nos itens à venda porque as meninas ficavam atrás do meu pau. De vez em quando uma delas passava a mão no meu pau, encostava a bunda em mim e balançava um pouco, ou me dava um flash rápido da bunda quando achavam que ninguém estava olhando. Teve o efeito desejado e senti que ia explodir dentro da bermuda.

Finalmente, demos a volta completa na feira e voltamos pro carro carregados com mantimentos pro resto da viagem, vários buquês de flores pra casa, e uma garrafa grande de vodka de uma destilaria local. Samara pulou no banco da frente dessa vez e Vitória me empurrou pro banco do meio atrás antes que eu tivesse tempo de protestar. Ela olhou pra baixo e disse, "Sabe, isso parece muito desconfortável nessa bermuda. Você não ficaria mais confortável se só... abaixasse." E com um movimento rápido ela tinha de alguma forma puxado minha bermuda até os joelhos expondo totalmente meu pau pro carro inteiro e qualquer um olhando pra dentro. Cláudia e Samara deram uma olhada pra trás enquanto saíamos do estacionamento, mas pareciam mais focadas na própria conversa por enquanto. Tainara estava encarando meu pau como uma loba faminta.

Vitória continuou, "Tava pensando. A Tainara teve a primeira provadinha rápida de você ontem à noite. E depois a Samara teve uma bela provada longa antes de dormir. Quando é minha vez?" Com isso, ela se curvou no banco dela, abaixando o rosto no meu pau. Começou com uma lambida longa da base até a ponta. "Meu Deus, isso é mais gostoso que os crepes." Ela lambeu cada centímetro quadrado do meu pau antes de deslizá-lo habilmente pra dentro da boca. Pra dentro e pra fora ela continuou bombando, antes de me levar totalmente até o fundo da garganta e pressionar o nariz contra meus pelos aparados curtos. Meu Deus, que sensação incrível. Nesse ponto, Tainara tinha se juntado massageando minhas bolas embaixo do queixo da irmã.

Estava prestes a explodir quando avisei, "Se você não parar, vou gozar!" Mas isso só a encorajou enquanto começava a chupar ainda mais vorazmente. A baba escorria livremente pelo meu caralho. De repente, minha carga explodiu direto no fundo da garganta dela enquanto não conseguia evitar segurar o rabo de cavalo dela como se minha vida dependesse disso. Meu pau pulsou a cada jato de porra esvaziando na boca dela, e ela continuou chupando até a última gota. Impressionantemente, ela manteve tudo dentro, terminando mostrando a língua pra provar o sucesso.

"Mãe, você não tá brincando. Isso ficaria bom numa margarita."

"Eu te disse!" Cláudia respondeu entusiasticamente enquanto eu puxava minha bermuda de volta e entrávamos na garagem da casa de praia.

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Em Breve o próximo capítulo!

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