O Vizinho HORRÍVEL Fudeu a Gostosa Da Minha Esposa - PARTE 12

Um conto erótico de maridoamoroso
Categoria: Heterossexual
Contém 5917 palavras
Data: 20/01/2026 20:39:44

Nos próximos dias, uma carga sexual passou por eles que nunca sentiram antes. O Bruno chegava em casa e encontrava a Bruna só de calcinha. Algo que ela nunca costumava fazer. Começou a se vestir com mais confiança em público. Passaram de transar algumas vezes por semana para algumas vezes por dia. A Bruna e o Bruno estavam felizes. Não se sentiam culpados sobre o que tinham feito. Se amavam. Não mudou como se sentiam um pelo outro.

Dissemos ao Osvaldo que ele podia ter o dia na piscina no segundo domingo de cada dois meses e a Bruna iria até a casa dele no último domingo de cada dois meses. O Bruno e a Bruna acharam que fazendo assim ainda veriam o Osvaldo ocasionalmente, mas não tomaria conta das vidas deles. Não queríamos que a fantasia nos consumisse.

Decidimos que teríamos um mês de pausa. O Osvaldo ficou devastado. Isso não o impediu de fazer de tudo. O Osvaldo foi o vizinho perfeito nos próximos dias. Cortava nossa grama. Trazia o jornal pra gente. Colocava o lixo pra fora. Agia como o vizinho educado e prestativo que sempre desejamos ter.

— Acho que devíamos provocar o Osvaldo já que ele tem ajudado ultimamente. Jogar um ossinho pro cachorro velho — brinquei com a Bruna numa manhã no café.

— Chupar o pauzão dele não é provocação suficiente? — A Bruna sorriu de canto, mostrando a língua pra mim.

Ri da resposta dela:

— Tava pensando em algo menos físico.

— O que você tem em mente?

— Lembra de uma das condições dele de mandar fotos todo dia, mas fizemos ele mudar para a cada duas semanas?

A Bruna acenou.

— Então tava pensando... e se você mandasse todo dia?

— Sério? Você quer que eu mande?

Dei de ombros:

— Você já fez pior.

A Bruna bateu no meu ombro:

— Ah é mesmo!?

Ri tentando desviar de outro golpe.

— Tá, tá, me rendo.

— Escolha esperta! — Ela disse me beliscando. — Então todo dia, né?

— O que você acha?

A Bruna me encarou com um olhar de brincadeira e descrença de como embalei meu desespero crescente de vê-la provocar o Osvaldo como uma piada. Ela viu através de mim:

— Vou fazer... sei que você quer que eu faça. Mas você precisa ser punido por me provocar. — A Bruna disse com um sorriso safado.

Meu coração começou a acelerar vendo aquele olhar. Aquele mesmo olhar de antes de chupar o pauzão do Osvaldo. Ela se inclinou sussurrando no meu ouvido:

— Não vou só mandar fotos pra ele... vou mandar mais!

Engoli seco ouvindo isso. Me perguntei o que ela tinha em mente.

— ...e não vou deixar você ver nenhuma delas. Vai ser só entre mim e o Osvaldo! Vou dizer pra ele que você não sabe que tô fazendo isso.

— Porraaa, amorrr!! — Me joguei nela e a levantei, colocando no balcão. Transar em diferentes partes e áreas da casa tinha se tornado nosso novo jogo. Em poucos momentos, estava dentro da Bruna com as pernas dela enroladas em mim.

— Então você não vai me deixar ver, né!? Porra!! Você é tão safada! — Estava eufórico enquanto bombeava na minha linda esposa.

— Hmm. Vou ser tão má pra você, amor. — A Bruna disse com um olhar sensual. Estava curtindo ter prazer em me dar o que sabia que eu queria. A Bruna estava me deixando absolutamente louco. O fato de ter uma conversa privada com o Osvaldo era tão errado. Porra! Estava ficando insano de ciúmes enquanto metia na minha esposa. Nas estocadas frenéticas, meu pau escorregou para fora. A Bruna estendeu a mão e gentilmente apertou. Ela começou a masturbar enquanto eu segurava as pernas dela e ela se apoiava no balcão com o outro braço. A Bruna me olhou nos olhos e com um sorriso, perguntou:

— Então você pensou sobre isso?

Ofegante, perguntei:

— Pensei sobre o quê? — A mão macia dela era incrível enquanto amorosamente masturbava meu pau brilhando com os sucos dela.

— Como seria ver o pauzão do Osvaldo esticar minha buceta — ela disse com um olhar sensual. Reagi imediatamente. — Haha! Isso te deixou tão duro! — ela disse, rindo enquanto agarrava meu pau inchado.

— Sua provocadora! Você só quer me deixar excitado! — Ri.

— Funcionou — ela piscou de volta. A Bruna pegou meu pau duro latejante e mirou de volta na buceta quente e molhada. — Hmm — ela ronronou, balançando o cabelo loiro sedoso com a cabeça. — Me come com esse pau duro. — Fiquei feliz em obedecer. O pensamento do pauzão do Osvaldo grudado no corpo nojento dele entrando na minha linda esposa me deixou tão excitado que estava prestes a gozar em dúzias de estocadas. A Bruna sentiu que estava perto. — Oooh, amor, goza dentro de mim — ela disse enquanto me puxava para um beijo. Nos abraçamos enquanto gemia na boca da Bruna e soltei minha carga na vagina aveludada e escorregadia. Eu amava demais essa mulher.

— Haha, nossa, você REALMENTE gostou disso — ela disse com um sorriso depois que me acalmei. — Sei que você gosta de apertar meus botões — assegurei a ela.

— Sim, você me conhece tão bem. — Ela sorriu, se inclinando para frente em ambas as mãos e me dando um beijo. Assistir os peitos lindos espremidos enquanto ela fazia me fez pensar em quão sortudo era de tê-la.

O Osvaldo estava contando os dias até o próximo encontro com a Bruna. Todo dia ele recebia múltiplas fotos e às vezes vídeos da Bruna. Ela mandava fotos de decote, vídeos da bunda, lambendo os lábios, etc. O Osvaldo mandava o pau duro de volta quase toda vez. No começo, a Bruna não respondia muito. Apenas mandava as fotos e dizia que o marido não sabia que estava fazendo todo dia. O que excitava o Osvaldo sem parar. Então eventualmente ele conseguiu ela comentar sobre o pau dele. Logo estavam trocando mensagens sujas ocasionalmente. O Osvaldo estava ficando louco com a provocação dela.

Ele não podia esperar para pegar a esposa gostosa na frente do marido dela de novo. Fazer ela engolir a semente dele mais uma vez. Logo, logo. O fatídico dia da piscina do Osvaldo chegou.

***

Eu e a Bruna acordamos cedo naquele domingo. Eu diria que estávamos nervosos, mas seria mentira. Nós dois sabíamos o que estava acontecendo hoje. A tensão sexual entre mim e a Bruna vinha escalando quanto mais perto chegava. O sexo nos últimos dias estava fora deste mundo.

Estava planejando acender a churrasqueira, então a Bruna sugeriu pegar uns hambúrgueres da padaria junto com outros petiscos e bebidas. Concordei, por que não. O Osvaldo só ia chegar meio-dia, então tínhamos algumas horas de sobra.

A Bruna demorou mais do que achei que demoraria, mas disse que o mercado estava bem cheio. O Osvaldo chegaria logo, então ela deixou as compras na cozinha e foi se arrumar.

Depois de preparar toda a comida e colocar as bebidas na geladeira, acendi a churrasqueira. Pouco depois ouvi nosso portão lateral abrir. O Osvaldo caminhou usando uma corrente de ouro fina sem camisa. A barriga gordinha caindo sobre o short de natação preto. Tinha uma toalha jogada sobre o ombro com um sorrisão no rosto. Olho a hora vendo que ele está adiantado. 'Não conseguiu esperar, né', pensei.

— Opa? Merda! Não achei que ia ter entretenimento e comida! — O Osvaldo disse. Isso até me arrancou uma risada.

— Só achei que ia acender a churrasqueira. Nunca tenho chance de usar.

O Osvaldo apenas sorriu para o comentário:

— E cadê a patroa?

— Ainda tá se arrumando. Vou pegar uma cerveja, quer uma? — Pergunto caminhando em direção à casa. Ele apenas acenou enquanto sentava na mesa que tínhamos no deck. Enquanto caminhava para dentro da cozinha, peguei 2 cervejas quando ouvi a Bruna descendo as escadas. Parei e olhei, finalmente vendo ela. Quase derrubei as duas cervejas na mão.

Ela estava usando um biquíni branco. Era estilo brasileiro, com calcinha fio dental. Tinha uma saída de praia de malha branca que era basicamente transparente. O cabelo estava todo preso bagunçado no topo da cabeça com uma fita branca. Também tinha uns óculos escuros na mão.

— Gostou da minha roupa nova? — Ela perguntou com um sorriso sexy. Não consegui nem responder. Apenas acenei com a cabeça. O jeito que o cabelo loiro e os olhos azuis ficavam era de tirar o fôlego. O branco também realmente destacava como a pele bronzeada ficava boa.

— Espero que goste! Comprei hoje de manhã quando fui ao mercado. — Então era por isso que demorou tanto mais cedo.

— Essas cervejas são pra você e o Osvaldo? — De novo apenas acenei com a cabeça.

— Bom, não quero ser uma anfitriã ruim. Vou levar pra ele...

Ela pegou as cervejas da minha mão e saiu direto. Enquanto assistia da janela, a Bruna caminha até o Osvaldo entregando uma cerveja. O rosto dele estava em choque igual ao meu quando vi ela pela primeira vez. Quando o Osvaldo pegou a cerveja dela, a Bruna colocou a outra na mesa. Ela olha para a janela sabendo que estou olhando, então senta direto no colo do Osvaldo. Meu pau já estava prestes a explodir vendo ela tão íntima com ele.

Vi eles conversando perto, mas não conseguia distinguir o que estavam dizendo. Finalmente não aguento mais. Fui dar um passo para fora, mas antes que pudesse, vejo que a Bruna deixou o celular no balcão bem ao meu lado. Meus olhos saltam do celular para a Bruna sentada no colo do Osvaldo. Aquela vadia safada, pensei! Ela quer que eu leia as mensagens dela enquanto ela senta no colo do Osvaldo? Porra!

Rapidamente pego o celular. Sem senha. Ela definitivamente armou esse cenário. Queria que eu lesse as mensagens com o Osvaldo, enquanto assistia eles flertando lá fora! Encontrei a conversa que procurava. Estou passando pelas mensagens enquanto constantemente olho da Bruna para o celular. As mãos do Osvaldo estavam por toda a Bruna, mas as mãos dela estavam debaixo da mesa.

Lendo as mensagens, meu estômago parecia que estava em nós. Ela começou mandando uma selfie das pernas longas esticadas ao sol enquanto sentava no nosso gramado que o Osvaldo tinha cortado. Ela agradeceu por toda a ajuda em casa.

O Osvaldo disparou de volta: *"Você pode me agradecer com mais fotos assim."*

As trocas deles não eram muito mais apimentadas que isso por algumas rodadas de mensagens. O Osvaldo sempre empurrava um pouco. A Bruna sempre respondia inocentemente o suficiente, mas parece que tentava provocar ele um pouco. Talvez seja só como eu estava lendo. Isso continuou assim até o Osvaldo perguntar: *"O Bruno sabe que você tá fazendo isso?"*

*"O Bruno não sabe"*, a Bruna respondeu dentro de 1 minuto da pergunta do Osvaldo com carimbo de tempo.

*"Prova. Me manda as coisas boas."* O Osvaldo exigiu. Foi quando realmente começou a decolar.

*"É isso que você quer?"* A Bruna mandou uma foto dela posando para fazer a bunda empinar em calça de yoga na academia.

*"Com certeza. Essa bunda é minha."* A Bruna começou a mandar todo tipo de foto da bunda e dela em poses. Tinha um vídeo curto dela balançando a bunda. A legenda acompanhante dizia: *"Só pra você"*

Continuei rolando. Estavam ficando mais quentes. Uma tinha ela chupando uma banana com a legenda: *"Queria que isso fosse seu pauzão!"*

De tudo isso, as mensagens sujas que o Osvaldo coagiu ela a fazer é o que achei extremamente excitante.

Ela mandou uma foto da bunda dela sentada numa pia. As bochechas redondas saltavam contra as bordas retas e duras do balcão. Só olhando a foto, já estava babando. Não conseguia imaginar como o Osvaldo devia ter se sentido. Mas ele devia estar tão desesperado e excitado que respondeu com uma foto do pau.

*"Você sente falta desse pauzão?"*

*"Talvez... você sente falta do meu corpo?"*

*"Você tem a maior bunda que já vi. Seu corpo inteiro foi feito pra um pauzão como o meu."*

No dia seguinte: *"Pena que você nunca vai meter com seu pauzão suculento!"* Anexada estava uma foto da Bruna num biquíni de costas para a câmera enquanto puxava a cintura, mostrando a bunda e pernas incríveis.

*"Vadia provocadora. Vou fazer você pagar."* O Osvaldo mandou uma foto do pau duro, basicamente roxo de quanto sangue estava pendurado lá.

Um dia depois nos carimbos de tempo, a Bruna respondeu: *"Aposto que você queria poder colocar isso dentro de mim"*. A Bruna incluiu uma foto da boca aberta e língua de fora. Os mamilos estavam saltando do top e o decote parecia magnífico.

*"Pena que você vai ter que esperar, aposto que ia ser tão gostoso agora."* A Bruna respondeu, adicionando mais insulto à situação do Osvaldo.

*"Pra você ou pra mim?"* O Osvaldo perguntou.

*"Acho que nunca vamos descobrir..."*

*"Agora é uma boa hora pra dar uma passada aí?"* O Osvaldo pressionou. Não havia resposta de texto da Bruna.

Um dia passou nos carimbos de tempo. O Osvaldo mandou uma foto do pau duro ao lado de uma lata alta de Monster Energy Drink. Obviamente ele não era tão grande quanto a lata, mas definitivamente mostrava que pauzão ele tinha.

*"Hmm, que monstro."* A Bruna respondeu.

*"Bebe tudo."* O Osvaldo mandou um vídeo rápido de pré-gozo escorrendo do pau enquanto masturbava.

*"Tô com sede..."* A Bruna disparou de volta com um vídeo curto dela mesma. A câmera estava apontada para baixo na virilha enquanto puxava os dedos da buceta. Na luz, eu podia ver os sucos brilhantes cobrindo o dedo enquanto deixava um rastro pendurado no ar.

Caralho! Enquanto rolava por essas mensagens, estava chocado com o quão excitante a troca era. Meu coração estava batendo na garganta e sentia que ia estourar uma veia. Continuei a ler.

*"Foda-se o acordo. Se é isso que você precisa, vou te dar."* Franzi com desprezo. Esperava esse comportamento dele, mas ainda me fez murmurar para mim mesmo sobre que babaca esse cara era, tentando pelas costas foder minha esposa. Não houve resposta da Bruna por quase dois dias.

*"Gosto do nosso acordo do jeito que tá"*, a Bruna respondeu com uma foto do corpo envolto num top esportivo brilhante e shorts de yoga combinando na academia. Ela parecia um lanche delicioso. Bem domesticado em comparação com algumas coisas que acabei de ver. *"Além disso, você é grande demais. Chupar esse pau gigante já é cansativo o suficiente."*

*"Claro que vou respeitar nosso acordo. Te vejo num desses domingos de manhã."* O Osvaldo respondeu, lembrando ela de um dos termos onde ela seria o mais perto dele que ele conseguiria. *"Você ficaria surpresa em como vai fazer você se sentir bem. E aposto que seu maridinho ia querer ver. Mas acordo é acordo."* O Osvaldo disse, tentando ter a última palavra.

*"Bom. É o único jeito de você chegar perto disso."* A Bruna disse com uma foto dela ajoelhada apenas de calcinha preta ao lado da nossa cama. A bunda estava empinada e ela fotografou o reflexo no espelho. Queria dar uma mordida só olhando a foto. Ela usou uma mão para fotografar e uma para segurar o cabelo para trás. Podia ver os detalhes das costas lindamente tonificadas, linha longa do pescoço e lindo perfil facial. Do ângulo da foto, podia ver partes do peito por trás. Ela realmente era uma mulher de tirar o fôlego. Ela nunca mandou essas nem pra mim e me senti sortudo de estar vendo em segunda mão. Meu ciúme cresceu ao pensar em como a Bruna fotografou todas essas para o Osvaldo. Estava tão excitado que estava quase cego. Havia tantas mensagens e poderia ter passado o dia todo ficando duro lendo todas, mas senti que já estava demorando demais. Comecei a rolar para o final, passando por muitas fotos lindas da bunda, peitos, rosto e corpo da Bruna. E muito do pau do Osvaldo. Uma troca em particular se destacou:

O Osvaldo mandou: *"Você ama ser má. Você ama quando o Bruno e eu te damos atenção por ser a vadia sexy que você é."*

A Bruna respondeu no dia seguinte com uma selfie dela sorrindo com a língua de fora. Estava levantando a camisa, expondo os peitos nus no espelho com o corpo lindo em exibição. *"Só diz 'obrigado'"*, ela escreveu.

*"Obrigado, sua linda vadia."* O Osvaldo respondeu.

Continuei rolando. Havia alguns links para vídeos do Pornhub, e alguns para vídeos gifs que o Osvaldo tinha mandado.

*"Esses parecem divertidos"*, o Osvaldo escreveu. *"Seria divertido tentar esses da próxima vez."*

A Bruna normalmente não respondia a esses, mas parecia surpresa em ver o Osvaldo mandando esses links. *"Desculpa, não aceito pedidos"*, a Bruna brincou. Mas olhando os links, tinham mudado de azul para roxo. Ela tinha clicado. Estava assistindo. Continuei rolando.

*"Você vai brincar com meu pauzão essa semana?"* O Osvaldo perguntou na segunda-feira.

*"É essa semana?"* A Bruna respondeu com uma foto do rosto numa expressão curiosa e inocente, dedo segurado nos lábios carnudos fazendo biquinho. *"Ou na próxima?"*

Até hoje, a Bruna estava impiedosamente provocando e flertando com o Osvaldo! O Osvaldo provavelmente tinha as bolas tão roxas que estavam prestes a cair.

*"Você tá empolgada pro nosso encontrinho como eu tô?"* O Osvaldo perguntou, mostrando o contorno do pau duro em moletom cinza.

*"Hmm, sim. Espero que seja divertido..."* A Bruna anexou uma foto apenas das pernas e bunda no biquíni de hoje. *"Pode vir quando quiser!"* O Osvaldo nem respondeu, apenas veio direto depois de ver a mensagem.

Não é à toa que aquele desgraçado estava adiantado.

Vendo a Bruna ainda sentada no Osvaldo, não esperei mais. Peguei outra cerveja e saí para cumprimentá-los. Enquanto caminhava até eles, a Bruna e o Osvaldo se levantaram. Percebi o volume enorme no short do Osvaldo.

— Amor, eu e o pa—quer dizer, o Osvaldo vamos nadar um pouco. — A Bruna disse com uma risadinha. Percebi que ela já estava um pouco tonta. Devia ter tomado uma ou duas antes de descer.

— Tudo bem. Vou terminar de fazer a comida. Se comporta agora... — Disse, com luxúria no final da frase.

— Vou ficar de olho nela. — O Osvaldo disse, agarrando e balançando as bochechas da bunda da Bruna. A Bruna brincalhonamente bateu na mão dele. Então os dois caminharam em direção à piscina. A Bruna tirou as sandálias e a saída de praia. Não que cobrisse nada de qualquer forma, mas o Osvaldo mostrou apreciação por poder ver o corpo jovem e em forma melhor.

Assisti em agonia enquanto a Bruna e o Osvaldo flutuavam pela piscina. Estavam conversando perto um do outro. A Bruna tinha as pernas enroladas no Osvaldo enquanto ele a girava na água. Era difícil notar, mas podia ver a Bruna rebolando a parte inferior do corpo nele.

Porra. Estava duro como pedra assistindo minha esposa com esse babaca. O Osvaldo sorria aquele sorriso de merda enquanto falava putaria para a Bruna. Ver o Bruno assistindo eles de longe excitava o Osvaldo sabendo que essa esposa era dele por enquanto. Não conseguia dizer o que ele estava falando, mas o Osvaldo tinha as pernas flexíveis e tonificadas da Bruna enroladas no corpo gordo e ela estava rindo, se divertindo muito. A Bruna sabia que as risadinhas eram fofas e que me excitava ouvi-la usar com o Osvaldo, mas os sorrisos para os sussurros do Osvaldo no ouvido me fizeram questionar o quanto a Bruna estava curtindo ser o centro da minha atenção e o quanto era ela curtindo o Osvaldo. As risadas da Bruna pareciam familiares, como os tipos de risadas que ela me dava quando éramos só nós sozinhos. A confiança e destreza inesperada do Osvaldo em flertar estava me dando uma sensação estranha. Todos nós sabíamos agora por que ele era um babaca tão arrogante, mas enquanto assistia ele sussurrar no ouvido da minha esposa e fazê-la rir, dar risadinhas e arrulhar enquanto a aquecia com as mãos errantes, uma pequena parte de mim lá no fundo da mente se perguntava se tinha cometido um erro com nosso acordo.

Depois de uma rodada alta de risadas tanto da Bruna quanto do Osvaldo, ouvi o Osvaldo dizer para a Bruna com um sorriso travesso:

— Lembra do que aconteceu da última vez que estávamos aqui?

Sem perder o ritmo, o Osvaldo esfregou o pau duro entre o tecido fino dos maiôs. A Bruna podia sentir a cabeça e contornos do pênis através de tudo enquanto excitava cada terminação nervosa nos lábios da buceta.

— Quer dizer o que fazemos toda vez que estamos aqui? — Ela respondeu com um sorriso. Na excitação da Bruna, a boca levemente aberta só podia mover as respirações pesadas em resposta. Depois de nadar por um bom tempo, a Bruna decidiu que tinha provocado o Bruno o suficiente e queria fazer algo um pouco safado. Ela se soltou do Osvaldo.

— Vou tomar sol. Você se importa de passar um óleo em mim? — A Bruna sussurrou para o Osvaldo. Ele nem conseguiu responder. Apenas acenou com a cabeça. Os dois saem da piscina. A churrasqueira e as espreguiçadeiras não estavam longe uma da outra. No começo achei que minha esposa estava caminhando em minha direção.

A Bruna caminhou até a espreguiçadeira, lentamente deitando o corpo molhado nela enquanto me encarava. O Osvaldo ficou em pé sobre ela, admirando as costas firmes e a bunda carnuda. Estava me perguntando o que estavam fazendo. Assisti o que estavam fazendo de perto. A comida podia queimar pelo que me importava.

— Osvaldo, o óleo tá bem ali... não usa muito agora. — Ela apontou para uma garrafa na mesa perto deles enquanto dava uma piscadela para o Osvaldo. O Osvaldo pegou a garrafa com velocidade de raio. Ele abriu a garrafa e famintamente admirou o corpo delicioso da minha esposa na frente dele.

'Isso vai ser divertido', o Osvaldo pensou. Imediatamente começou a derramar o óleo bronzeador por todas as costas tonificadas da Bruna, coxas e a bundinha redonda.

— Osvaldooo! Você tá espalhando em mim todaaaa! — O choramingo sexy da Bruna encheu o quintal. Meus joelhos quase cederam ouvindo. O Osvaldo não disse uma palavra. Estava agora amassando as bochechas da bunda espalhando o óleo por todo o lado de trás.

— Hmm. — A Bruna gemeu, curtindo as mãos ásperas apalpando ela. Ele esfregou óleo para cima e para baixo nos braços tonificados, pelas costas enquanto afunilava na cintura fina, e passou as mãos ensebadas de óleo pelos quadris curvilíneos da Bruna. Num movimento coordenado, passou óleo na parte externa das pernas antes de subir pela parte interna delas, subindo, amassando, espalhando e saboreando cada parte do corpo flexível. Deu atenção extra na bunda e coxas internas. A Bruna tinha um olhar calmo no rosto enquanto o Osvaldo massageava a parte interna das coxas e trazia as mãos para a borda da vagina, então para cima na bunda, agarrando com as mãos grossas. Tinha estado nadando, mas no sol quente, estava claro que a Bruna estava extra molhada.

Depois de cobrir todo o lado de trás, a Bruna virou. Os olhos dela olharam para o marido, encarando eles a não mais de alguns passos. O Osvaldo pegou a garrafa de novo, espalhando o óleo por toda a Bruna. O Osvaldo foi igualmente minucioso, massageando as pernas e barriga, trabalhando as coxas internas. A Bruna deixou mais suspiros de prazer escaparem dos lábios carnudos.

Estava fazendo a comida mas nem conseguia me concentrar. Finalmente apenas tirei do fogo. O Osvaldo estava pegando e massageando os peitos da Bruna quando desliguei a churrasqueira e fui dar uma olhada mais de perto. A Bruna estava apenas coberta de óleo. O cabelo ainda estava molhado. Parecia uma deusa brilhante deitada ali. Esse porco de homem estava agarrando ela em todo lugar. Era um contraste tão grande. Como céu e inferno.

A Bruna estava deitada ali cobrindo o rosto do sol. Sentiu o Osvaldo esfregar o óleo em cada centímetro do corpo. Então viu o Bruno em pé não muito longe, com uma ereção completa esticando o short de banho. Sorrindo para o Bruno, então virando para encarar o Osvaldo enquanto ele continuava a massagear o corpo, a Bruna estendeu a mão para acariciar o volume enorme do Osvaldo.

O Osvaldo continuou dando prazer à Bruna com as mãos ensebadas vagando livremente pelo corpo e deixou ela liberar o pau do short. Enquanto ela puxava para baixo pelas pernas, o pau do Osvaldo saltou para fora, lisonjeando ela como sempre, como ele estava sempre pronto e em atenção para ela.

— Obrigada — a Bruna disse, olhando para cima para o Osvaldo. — Deixa eu retribuir o favor.

Podia sentir meu pulso batendo no pescoço enquanto a Bruna escalava a situação. Uma grande mancha molhada de pré-gozo tinha crescido constantemente no meu short, e estendi a mão para apertar meu pau através dele.

O Osvaldo se moveu para dar à Bruna um ângulo melhor. Quando virou o corpo, ela seguiu, a mão gentilmente agarrando a ferramenta massiva e dura. O Osvaldo sentou na cabeceira da espreguiçadeira da Bruna. Os raios quentes do sol encharcavam os corpos enquanto a Bruna deitava no colo do Osvaldo masturbando ele. Estava olhando de volta para o Osvaldo enquanto virada para frente. Finalmente ela virou para me olhar. Continuou a masturbar o pau e afundar mais no abraço dele. O Osvaldo tinha os braços enrolados nela, sentindo a pele sedosa.

— Sente como tô duro por você? Sei que você sentiu falta disso — o Osvaldo declarou, empurrando o pau para fora. A bunda bronzeada e brilhante da Bruna cutucava através do biquíni preto. Não conseguia dizer se era óleo ou os sucos dela escorrendo pela coxa interna.

— Acho que você é quem mais sentiu falta disso — ela respondeu com um sorriso confiante. Sem tirar os olhos de mim enquanto respondia ele. Como se estivesse falando comigo. O Osvaldo estendeu a mão para a bunda, agarrou uma bochecha para si e deslizou o dedo por baixo do biquíni, acariciando a buceta inchada. A Bruna imediatamente soube que estava jorrando. Puxando o dedo de volta, os sucos da Bruna brilhavam no sol. Acho que não era óleo.

O Osvaldo riu:

— Prova você mesma — ele disse enquanto segurava o dedo perto do rosto da Bruna.

A Bruna hesitou. Nunca tinha se provado antes. Por curiosidade trouxe os lábios para o dedo, a língua chupando.

— Hmm — ela ronronou. — Acho que senti falta desse pauzão mesmo.

Minha boca estava escancarada vendo ela se provar nos dedos do Osvaldo.

'O que você acha, amor?' — A Bruna disse, olhando para mim. — Devo chupar o pauzão dele agora? — Ela disse tão relaxada e casual, quase baixinho, como se estivesse falando seus próprios pensamentos privados sem pensar. Ela preguiçosamente masturbava o Osvaldo, encarando o pau bem no nível dos olhos. Devia parecer ainda maior de onde estava deitada. Ela parecia hipnotizada. As mensagens constantes, flertes e provocações tanto de mim quanto do Osvaldo tinham começado a afetar a Bruna, do seu próprio jeito.

Não conseguia acreditar no que estava vendo e ouvindo. Isso era muito mais erótico que das últimas vezes. O jeito que ela estava falando mandava arrepios pela minha espinha repetidamente. Ele tinha aprendido com a provocação implacável dela. Hoje, ele estava aqui pela boca dela.

— Para de provocar. — O Osvaldo disse enquanto ria confiante. A Bruna olhou para cima e riu.

— Além disso, fizemos um acordo, né, Bruno? — O Osvaldo piscou para mim enquanto minha esposa virava para olhar no meu rosto. Ela ainda segurava o pau dele nas mãos. O sol lançava raios quentes sobre os dois. Ela parecia a Princesa Leia deitada sobre Jabba The Hutt. Pensando de volta nas mensagens e nas vezes que a Bruna me provocou, achei que seria divertido assistir ele se contorcer na vida real. Já estava excitado pra caralho, talvez quisesse ver mais também.

— Vai em frente, Bruna, continua provocando ele. Ele aguenta. — Os três rimos como se fôssemos velhos amigos, quando éramos tudo menos isso.

A Bruna não tinha certeza se era o sol, o pauzão do Osvaldo, ou o marido em pé a alguns passos, mas o corpo estava pegando fogo. Estava confortável com o Osvaldo agora. Mesmo o desprezando, o corpo não conseguia evitar. Ele sabia exatamente como levá-la aonde queria: bêbada de luxúria.

A Bruna queria tentar algo diferente, dar ao Bruno um show melhor. O Osvaldo tinha ajudado ela a encontrar o caminho para pornografia na internet e vídeos através das mensagens. Tinha estado estudando e brincando com diferentes tipos de boquetes que queria tentar. Estava começando a gostar de assistir pornô. Dava ideias que estava animada para tentar. Essa era uma delas. A Bruna sabia que o Bruno ia pirar vendo o que tinha planejado.

A Bruna deslizou o corpo para baixo. A cabeça agora estava na espreguiçadeira olhando para cima para o Osvaldo. O pau dele pairando bem sobre o rosto. O Osvaldo ficou surpreso de vê-la nessa posição, se perguntando o que essa esposa gostosa tinha planejado.

Também fiquei confuso quando vi ela. A cabeça estava enterrada entre as coxas do Osvaldo e estava embaixo do pau e bolas dele. Literalmente. Ela ia chupar ele assim?

A Bruna inclinou a cabeça para cima e lambeu a parte de baixo do pau do Osvaldo. Lambeu para cima. Começou na cabeça e lambeu para baixo em direção às bolas. Era uma sensação tão incrível.

O Osvaldo encarou maravilhado. Enquanto olhava para baixo, via uma linda esposa loira adorando e lambendo o pauzão. Os olhos azuis olhavam direto para cima para ele enquanto fazia. A pele bronzeada ainda brilhando do óleo. O biquíni molhado estava escondendo quase nada. Ele apenas olhou para baixo para o corpo e viu a barriga tonificada que levava aos peitos redondos e empinados. Apenas ficavam lá implorando para serem lambidos e chupados. As coxas cruzadas juntas mostrando o quão carnudas realmente eram. Ela trabalhou tão duro por esse corpo e ele conseguiu aproveitar. O Osvaldo agradeceu aos céus pela sorte, mas também agradeceu ao Bruno por fazer isso acontecer.

O Osvaldo não aguentou e começou a esfregar o corpo dela da barriga aos dois peitos. A Bruna fez questão de dar acesso enquanto lambia e levantava o pau por todo o rosto. Às vezes até indo tão longe para colocar as duas bolas na boca. O Osvaldo soltava gemidos altos toda vez que ela fazia. Queria saborear o momento. Peguei meu celular e imediatamente comecei a gravar. O Osvaldo não aguentava mais, precisava do pau chupado.

— Bora, sua vadia do caralho. Enfia isso fundo na sua garganta. — A Bruna deu um olhar para ele, mas ouviu as instruções. Arqueou as costas e conseguiu colocar a boca de cabeça para baixo o suficiente para o Osvaldo enfiar o pau na boca. Fiquei em choque vendo minha linda e sofisticada esposa ser tratada como uma puta comum. Estava de cabeça para baixo tendo a boca recheada com pau muito maior que o meu. O Osvaldo agarrou o lado da cabeça da Bruna e começou a estocar na boca. Ela engasgou e babou por todo ele.

Não aguentei. Tinha que ter minha esposa. Toda vez ficava de fora. Embora gostasse de assistir, às vezes queria me incluir também. E que eu fosse amaldiçoado se alguém me impedisse. Joguei meu celular para o lado e marchei direto até eles. Abri as pernas dela, o que provocou uma reação dos dois.

A cabeça da Bruna levantou e me viu:

— Ai meu Deus! Amor?? Você vai me comer bem aqui!? — Ela gemeu.

— Porra, Bruno! Beleza. Vai. Essa vadia precisa. — O Osvaldo riu, puxando a cabeça dela de volta para baixo.

Logo ela tinha ele na garganta de novo. Ouvir os barulhos que estavam fazendo fez minha luxúria ficar ainda mais louca. Puxo meu short para baixo e o biquíni da Bruna para o lado. Rapidamente estoco até o fundo nela. Não acho que já senti minha esposa tão molhada antes.

Apenas comecei a meter com tudo nela. Enquanto o Osvaldo focava em enfiar o pau na boca dela.

A Bruna não conseguia acreditar nas coisas que estava sentindo agora. Tudo que sabia é que nunca se sentiu tão excitada antes. Sentiu o marido deslizando até o fundo nela. O orgasmo estava construindo rapidamente com os dois homens usando ela. Isso era o táxi de novo, exceto muito mais intenso. O marido e o 'amante' estavam apenas usando ela como queriam. O corpo estava experimentando prazer que a maioria das mulheres nunca pensaria em ter.

Estava fora de mim comendo minha esposa. A Bruna travou as pernas ao meu redor e imediatamente soube que estava prestes a gozar.

Olhei para cima para o Osvaldo e vi ele limpando o suor da testa. Estava tão perto quanto o Bruno e a Bruna.

A Bruna estava sendo estimulada como nunca antes. Amava a sensação de estar cheia. Começou a perceber que todo esse tempo brincando com o Osvaldo tinha tanto excitado ela de formas que nunca soube, mas também que o corpo implorava por pau quando fazia. Essa era a única explicação para a sensação de realização que sentiu naquele momento enquanto o Bruno bombeava para dentro e para fora da buceta latejante e escorregadia e o Osvaldo enchia a garganta. A Bruna foi a primeira a ter orgasmo. O corpo dobrou para frente e para trás entre os dois. Imediatamente não aguentei também. Comecei a gozar fundo dentro da minha esposa enquanto a buceta quente e apertada me ordenhou seco. As contrações dos orgasmos dela sempre me mandam embora. Sempre que a Bruna goza, os músculos da buceta fecham. Hoje parecia uma morsa. Não sei se era eu ou ela. Foi bom.

Quando o casal finalmente se acalmou, o Osvaldo finalmente estava pronto e começou a enfiar o pau de volta na boca da Bruna. Em poucos momentos estava disparando cargas fundo na garganta. Ela engoliu cada gota.

Todos recuperamos o fôlego antes da atmosfera começar a ficar estranha. O Osvaldo, sentindo que era hora de ir, se despediu e juntou as coisas antes de partir. Eu e a Bruna apenas ficamos deitados quietos.

— Que dia, né? — Digo.

— Mhmm — ela ronronou. — Acho que você nunca me comeu tão forte antes.

Ri:

— Bom, vamos ver se conseguimos mudar isso. — A carrego para dentro de casa antes de passar o resto do dia nos reconectando.

***

Os dias seguintes foram uma montanha-russa emocional. Eu e a Bruna transamos como animais, mas também conversamos profundamente sobre o que tinha acontecido. Sobre como nos sentíamos. Sobre onde isso estava indo.

A Bruna admitiu que tinha gostado — muito mais do que esperava. Não apenas por mim, mas por ela mesma também. Havia algo libertador em ser desejada tão intensamente por dois homens. Algo poderoso em saber que podia fazer o que quisesse e eu ainda a amaria.

Mas também havia medo. Medo de que isso pudesse mudar quem éramos. Medo de que pudéssemos perder o controle.

Por mim, estava em êxtase e terror ao mesmo tempo. Ver minha esposa daquele jeito — tão livre, tão sexual, tão *viva* — era o maior presente. Mas também havia aquela vozinha lá no fundo me perguntando: *e se ela gostar demais? E se o Osvaldo não for apenas um brinquedo sexual?*

Conversamos sobre tudo isso. Abertamente. Honestamente. E no final, decidimos continuar. Mas com limites mais claros. Com mais comunicação.

E com a certeza absoluta de que, não importa o que acontecesse, éramos *nós* primeiro. Sempre.

O Osvaldo, claro, estava nas nuvens. Mandava mensagem para a Bruna constantemente. Fotos do pau. Vídeos dele se masturbando. Mensagens dizendo o quanto queria comer ela de novo.

A Bruna mostrava tudo para mim. Cada mensagem. Cada foto. E juntos decidíamos como responder.

Era nosso jogo agora. Nosso segredo sujo compartilhado.

E eu não conseguia negar — estava viciado.

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