Meu nome é Jorge, 22 anos, moro no interior de São Paulo. Há uns dois meses, resolvi passar uns dias em Florianópolis na casa da minha tia Alice, irmã da minha mãe. Eu nunca imaginei que aquela viagem ia virar a experiência mais louca e proibida da minha vida.
Tia Alice tem 42 anos, mas parece bem mais nova. É alta (uns 1,75 m), loira de cabelo liso que vai até os ombros, olhos verdes que hipnotizam, cintura fina marcando um corpo violão perfeito. Os peitos são enormes e firmes, uma bunda grande, redonda e empinada que faz qualquer short ou legging parecer pequeno, coxas grossas e uma pele bronzeada de quem vive na praia. Ela tem algumas tatuagens discretas — uma rosa na costela, uma frase pequena na nuca e uma borboleta na base das costas que aparece quando ela se abaixa. Desde adolescente eu já batia punheta pensando nela, mas sempre vinha aquela culpa pesada depois.
Ela mora só com o filho, meu primo Lucas, que tem 18 anos, magrelo mas definido do surfe e academia.
Cheguei numa sexta à tarde. Ela me recebeu com um abraço apertado, daqueles que colam o corpo inteiro. Aproveitei pra sentir aqueles peitões macios no meu peito e dei uma apertadinha sutil na bunda dela. Achei que era o máximo que eu ia conseguir naquela visita.
Nos primeiros dias notei que o clima entre ela e o Lucas era… diferente. Abraços demorados demais, beijinho no canto da boca, mão dela na coxa dele no sofá enquanto viam TV. Eu achava estranho, mas pensava “deve ser jeito carinhoso de mãe mesmo”.
Na terceira noite, já de madrugada, eu tava no quarto de hóspedes tentando dormir. Precisei mijar e lembrei que a descarga do banheiro de baixo tava quebrada. Ela tinha dito que eu podia usar o do andar de cima. Subi as escadas devagar pra não fazer barulho.
No corredor ouvi gemidos abafados vindo do quarto dela, no fundo, e o clássico barulho ritmado da cama batendo na parede. Meu coração acelerou na hora. Cheguei perto da porta entreaberta — a luz tava acesa — e espiei.
Caralho. O que eu vi me deixou congelado. Tia Alice completamente nua, de quatro na cama, aquela bunda perfeita empinada, balançando a cada socada forte que o Lucas dava por trás. Ele tava pelado, suado, metendo com vontade enquanto ela mordia o travesseiro pra não gritar. Eu via tudo: os peitões balançando, a buceta dela engolindo o pau dele, o suor escorrendo nas costas tatuadas dela. Depois de uns minutos ele gozou gemendo alto, enchendo ela, e caiu do lado exausto. Ela ficou ali de quatro ainda, ofegante, a buceta vermelha e escorrendo porra. Eu corri pro banheiro, bati uma das punhetas mais rápidas e intensas da minha vida e só depois usei a descarga.
Quando saí, ela tava encostada na porta do banheiro, já de camisola fina, me olhando com cara de quem sabia de tudo. Troquei ideia rápida, fingindo normalidade, e voltei pro quarto com o coração na boca.
No dia seguinte, no café da manhã, ela apareceu com uma camisola curta que marcava cada curva: os peitos quase pulando, a bunda aparecendo quando ela se abaixava pra pegar algo. Sentou do meu lado, bem perto, e sussurrou:
— Jorge… ontem de madrugada, você viu alguma coisa no meu quarto, né?
Eu tentei negar, mas ela insistiu com calma até eu admitir.
— Tá, vi sim. E, porra, tia… você é absurdamente gostosa.
Ela deu um sorriso safado, passou a mão na minha coxa por baixo da mesa e disse:
— Se você jurar que isso nunca sai daqui, que ninguém da família nunca vai saber… eu te dou um presentinho que você vai lembrar pra sempre.
Meu pau endureceu na hora. Ela sentiu, apertou de leve e já foi me beijando com vontade. Em segundos tava de joelhos na cozinha, tirando meu pau da bermuda e falando baixinho:
— Puta merda, que pauzão grosso e bonito… bem maior que o do Lucas.
E caiu de boca. O boquete foi insano — chupava fundo, engolia até o talo, lambia as bolas, olhava pra cima com aqueles olhos verdes enquanto babava tudo. Eu segurei o máximo que pude, mas gozei forte na boca dela. A safada engoliu tudo, limpou a boca com a língua e disse que à noite teria muito mais.
Passei o dia inteiro duro, ansioso pra caralho. Às 22h ela me chamou pro quarto. Quando entrei, surpresa total: o Lucas tava lá também, só de cueca, já com o pau marcando.
Tia Alice deixou a toalha cair devagar, mostrando o corpo nu perfeito — buceta depiladinha com um triângulo loiro em cima — e falou com voz rouca:
— Sempre sonhei em ser comida por dois machos ao mesmo tempo. Hoje vocês dois vão realizar isso pra mim.
Mandou o Lucas ficar na frente pra ela chupar e eu atrás pra meter na buceta. Segurei aquela bunda tatuada, encaixei e entrei devagar. Caralho, que buceta quente, molhada, apertada. Meti fundo enquanto ela mamava o pau do filho com gula, gemendo abafado na garganta.
Trocamos posições algumas vezes: Lucas metendo forte de cachorrinho enquanto eu recebia um boquete dos deuses, os peitões dela balançando na minha cara.
Aí veio o pedido que me deixou louco:
— Agora quero os dois dentro de mim ao mesmo tempo. Um na buceta, outro no cu.
Deitei na cama, ela sentou devagar no meu pau com a buceta (quase gozei só de sentir ela descendo centímetro por centímetro). O Lucas veio por trás, lubrificou com cuspe e porra que já escorria, e foi enfiando devagar no cu dela. Quando os dois estavam dentro, começamos devagar até pegar ritmo.
A sensação era indescribível: sentia o pau do Lucas roçando no meu através daquela parede fina, enquanto ela rebolava desesperada, gemendo alto, dizendo putaria:
— Isso, me fodem os dois buracos… encham a tia de porra…
Ela gozou primeiro, gritando, o corpo convulsionando, apertando a gente de um jeito absurdo. Eu não aguentei e gozei fundo na buceta, jatos grossos enchendo ela toda. Segundos depois o Lucas gozou no cu, gemendo “mãe… porra…”.
Caímos os três na cama, suados, ofegantes, ela no meio rindo de satisfação. Ficamos um tempo ali deitados, fazendo carinho, até o Lucas ir pro quarto dele. Eu dormi agarrado com ela, sentindo aqueles peitões no meu peito a noite toda.
No dia seguinte o Lucas foi pra escola e ela faltou no trabalho. Transamos o dia inteiro: no quarto, no chuveiro (onde ela me deu o cu pela primeira vez — apertadíssimo e delicioso), na cozinha, na sala. Foi sexo sem parar, ela pedindo mais, eu e ela suados, gozando várias vezes.
Voltei pra São Paulo com a cabeça girando. O segredo tá bem guardado, mas as lembranças… essas eu revivo toda vez que bato uma. Já tô planejando a próxima viagem pra Floripa. Aquelas férias foram, sem dúvida, as melhores da minha vida.