A Puta da Família - Parte 2

Um conto erótico de AuroraMaris
Categoria: Heterossexual
Contém 2398 palavras
Data: 29/11/2025 12:51:45

No dia seguinte, a primeira coisa que pensei ao acordar foi que eu teria que terminar o relacionamento com Arthur. Eu não ia conseguir ficar com ele depois daquilo. E vai saber, o Sr. Carlos pode até ter falado algo pra ele já. Vai ver aquilo que aconteceu ontem foi um teste, e eu nem me liguei.

Antes de tudo, coloquei uma roupa para tomar o café da manhã: um shortinho bem curto, que vez ou outra mostrava a polpa da minha bunda gigante, e um cropped rosa. O ar abafado da cidade entrava pelas janelas, e alguns dos meus fios de cabelo já grudavam em gotas de suor.

Encontrei a família toda reunida na mesa da cozinha, incluindo um homem que eu não conhecia.

- Amor, que bom que acordou! - Arthur me deu um selinho. - Deixa eu te apresentar meu irmão mais velho, o Lucas.

Lucas era um homem muito, mas muito bonito. Devia ter por volta dos 37 anos, era alto como o Sr. Carlos, tinha a pele bronzeada e o cabelo escuro, usava barba, parecia um galã de novela. Com certeza fazia academia, porque tinha os ombros largos e os braços fortes. Ele e o Arthur nem sequer pareciam irmãos.

- Cunhadinha! Caramba Tuzinho, que gata você arrumou! Prazer te conhecer - ele me abraçou forte com uma das mãos na minha cintura.

- O prazer é meu, o Arthur sempre me fala de você - sorri.

- Ah, espero que tenha falado só coisa boa, né Tuzinho? - ele riu.

- Não me chama assim, você sabe que não gosto - Arthur disse com um semblante sério.

Lucas continuou dando risada.

- É só brincadeira cara, calma! Ah, já sei! Vou te chamar de Fineco igual quando a gente era adolescente.

- Fineco? É porque você é bem magrinho desde adolescente? - eu perguntei ao meu namorado enquanto Lucas continuava a rir, se divertindo com a situação.

- Não é isso não, deixa pra lá amor - Arthur disse com a cara fechada, enquanto seu irmão gargalhava. - Olha, eu vou ao centro da cidade, preciso comprar algumas coisas. Te vejo mais tarde no churrasco amor - ele me deu um selinho.

Me sentei na mesa para tomar café me sentindo um pouco deslocada, mas Dona Rosa logo engatou uma conversa animada.

Sr. Carlos me olhava de relance algumas vezes, e isso fazia eu me questionar se ele estava tão bêbado na noite passada que talvez tenha esquecido o que aconteceu.

Lucas, sentado ao meu lado, parecia fazer questão de ficar o tempo todo roçando sua perna na minha.

Assim que terminei de comer, já fui levando os pratos para a pia.

- Cunhadinha, preciso pegar umas cadeiras na garagem pro churrasco, você me dá uma mão? - Lucas me pediu.

Um frio percorreu minha espinha. A memória da noite anterior veio à tona com força total, e a última coisa que eu queria era ficar sozinha em um lugar fechado com outro homem daquela família.

- Eu... Acho que a Dona Rosa precisa de ajuda na cozinha – tentei recusar.

- Imagina querida - minha sogra disse, para minha tristeza. - Você é visita, não vai tocar em nenhuma louça.

- Isso aí, ela dá conta. Vem, não vai demorar – ele insistiu, e havia uma firmeza final em seu tom que não admitia discussão.

Ao seguir Lucas, puxei o shortinho para baixo repetidamente, o que era inútil, já que a cada dois passos a polpa da minha bunda voltava a ficar exposta. Senti que a costura do shorts estava totalmente enterrada na minha bunda, fazendo o contorno certinho. Olhei pra trás e vi Sr. Carlos virando o pescoço, com os olhar vidrado na minha bunda. Eu não quis admitir pra mim mesma na época que isso tudo aconteceu, mas hoje em dia vejo que ser desejada por aquele homem de meia idade me deixou com um tesão absurdo.

A garagem era quente e escura, cheirava a gasolina e grama cortada. As cadeiras, eu conseguia ver, estavam posicionadas no meio das bagunças da garagem e só tinha um espaço estreito no corredor que dava até elas, onde tinha uma caixa enorme.

- Vamos fazer assim, você segura essa caixa enquanto eu passo com as cadeiras, tá?

Assenti e peguei a caixa do chão, tentando apoiar em outras bagunças que estavam ao lado.

- Perfeito, deixa eu só passar aqui... - Lucas disse, ao mesmo tempo que passou atrás de mim. Pude sentir o volume na sua bermuda roçando na minha bunda.

Ele passou, puxando a primeira cadeira como se nada tivesse acontecido.

Tinham quatro cadeiras, e quatro vezes Lucas passou pelo corredor estreito me encoxando, eu podia sentir o pau dele ficando cada vez mais duro em cada encoxada.

- Prontinho - ele disse, com a maior naturalidade do mundo, a rola dura marcada em sua bermuda.

Eu estava congelada no lugar, com o rosto queimando. "Não é possível, agora além daquele tarado do Sr. Carlos, vou ter que aguentar o filho dele que é outro tarado?", pensei, incrédula.

Coloquei a caixa no chão. Ele me usou. Esfregou o tesão dele em mim como um animal. E o pior de tudo: meu corpo, traiçoeiro, tinha respondido. Eu conseguia sentir minha buceta latejando de tesão.

- Valeu cunhadinha - a voz dele saiu carregada de duplo sentido.

Lucas pareceu procurar mais algo no meio da bagunça da garagem enquanto eu o esperava, doida pra ir embora daquele lugar.

- Então... - ele puxou assunto – O Fineco sempre foi um moleque sortudo, mas dessa vez ele arrumou uma mulher de verdade. Dá pra ver de longe que você é areia demais pro caminhão dele.

- Obrigada, eu acho - disse, cruzando os braços instintivamente. Meu coração batia forte contra as costelas.

Ele me olhou enquanto abria uma caixa empoeirada.

- O que você viu nele? Sério? - a pergunta saiu como um cuspe, carregada de desdém. - Um cara que a gente ainda chama de Fineco... Ele nem deve saber o que fazer com uma mulher como você. Deve achar que transar é igual resolver uma conta no caderno - me olhou dos pés à cabeça.

- Como você sabe o que ele faz ou deixa de fazer comigo? - retruquei, tentando soar firme, mas minha voz falhou.

Um sorriso lento e confiante abriu seus lábios.

- Eu sei pelo jeito que você ficou parada ali, tomando encoxada e sentindo minha rola sem reclamar - ele falou quase sussurrando. - Mulher satisfeita não aceita esse tipo de coisa, ainda mais na garagem do sogro. Não precisa mentir pra mim, cunhadinha.

As palavras dele foram como um tapa no meu rosto, que logo já senti ficar vermelho. Antes que eu pudesse encontrar as palavras para responder, Lucas pegou as quatro cadeiras em um braço só, como se fossem de papel, e saiu, assobiando baixinho.

Eu mal podia esperar o final de semana acabar.

Subi para meu quarto quase correndo e me joguei na cama, o corpo todo em alerta. As imagens do Sr. Carlos olhando minha bunda, as encoxadas do Lucas na garagem... Era uma mistura nojenta e eletrizante que eu não conseguia expulsar da mente. Tirei o shorts, minha mão deslizou entre as pernas, encontrando meu grelinho já inchado de tesão. Fechei os olhos, me sentindo uma puta por ter prazer com aquelas memórias.

Estava no ápice, toda melada e prestes a gozar, quando abri os olhos por um instante.

E o vi.

A porta do quarto não estava mais trancada. Lucas estava parado na entrada, encostado no batente, assistindo a tudo. Ele devia ter a chave. Não sei há quanto tempo estava ali. Seu olhar era pesado, intenso, e ele apertava o pau por cima da bermuda, o volume enorme e definido em sua mão.

Dei um pulo e tentei me cobrir.

- Lucas???

- Continua - ele ordenou, sua voz rouca. - Mostra como fica sua bucetinha de puta depois de sentir a rola do cunhado te encoxando - ele tirou a bermuda e sua rola pulou, balançando, completamente dura. Era mais ou menos do mesmo tamanho da de Arthur, mas muito, muito grossa, cheia de veias, e com a cabeça gigante. O pau do Arthur era um palito perto daquilo.

- Meu Deus Lucas, não faz isso - eu disse incrédula, ainda sentindo a buceta latejando.

- Mostra quem você é de verdade, cunhadinha gostosa - Lucas se aproximou da cama. - Fica de quatro pra sentir minha rola em você, vai - ele começou a punhetar devagar enquanto me olhava e esperava eu seguir seu comando.

Minha mente gritava "não", mas meu corpo, excitado além da razão, já começava a se mover. A vergonha queimava meu rosto, mas entre as pernas, eu conseguia sentir minha buceta ainda mais molhada. Virei de quatro na cama, enterrando o rosto no travesseiro para não encarar o meu próprio reflexo no espelho do quarto.

- Isso... Assim mesmo, cadela. Gosto assim, bem obediente.

Empinei a bunda para o meu cunhado enquanto ele se ajoelhava na cama, se posicionando atrás de mim. Deu um tapa na minha bunda e, sem se importar em usar camisinha, apontou a cabeça úmida de seu pau na entrada da minha buceta, pincelando.

- Esse rabo é um monumento - segurou minha bunda com as duas mãos, abrindo e deixando meu cu totalmente exposto.

Eu sentia o rosto arder.

- Faz logo o que você quer fazer - eu disse, quase em um sussurro.

Ele apontou a cabeça da rola na entrada do meu cuzinho.

- Vou colocar nesse rabão gostoso - ele não estava pedindo. Estava informando.

Eu estava paralisada, o tesão e a vergonha me invadiam completamente e eu mal acreditava que aquilo estava acontecendo, que eu estava obedecendo as ordens daquele cafajeste. Pressionando, aquele rola grossa dele começou a abrir minhas pregas, e cada centímetro que entrava no meu cuzinho era uma confirmação da minha traição.

- Caralho... Que cu apertado - ele gemeu, as mãos firmes nos meus quadris.

Ele começou a meter, devagar no início, depois com mais força. Cada investida era um lembrete: eu estava de quatro na casa dos meus sogros, tomando rola no cu, enquanto meu namorado nem imaginava que seu irmão me fazia de puta. A vergonha se transformou em puro tesão. Meu corpo respondeu, me contorcendo de prazer, meus gemidos abafados pelo travesseiro.

- Geme baixinho rabuda, pra ninguém ouvir - ele sussurrou, acelerando o ritmo. - O Arthur nunca comeu esse cu, né? Ele não sabe o que é bom.

Ele estava certo. Arthur nunca tinha nem tentado. Aquilo era novo, era proibido, era nojento... E me deixava com um tesão incontrolável. Esfreguei o grelinho melado com os dedos e não demorou nem cinco minutos: gozei com um tremor violento, meu corpo todo contraindo em torno do pau do Lucas.

Sentindo meu orgasmo, ele perdeu o controle. Segurou meus quadris com força e meteu com uma fúria possessiva.

- Ai, caralho! Puta gostosa, vou encher esse seu cu de leite! - ele gemeu, enterrando a rola o mais fundo possível enquanto gozava. Eu sentia ela latejar conforme Lucas esporrava dentro do meu rabo.

Ele se retirou lentamente, e eu desabei na cama, sentindo sua porra escorrer entre minhas nádegas.

- Caralho, que tesão! - Ele falou, todo suado, vestindo a bermuda enquanto eu ficava imóvel na cama.

O peso das minhas ações agora caía como pedra na consciência. O que eu tinha feito?

Sem falar mais nenhuma palavra, Lucas colocou sua bermuda e saiu do quarto. No modo automático, aproveitei para tomar banho antes que Arthur chegasse.

Já limpa, dava para escutar que havia mais gente na casa, música rolando e o cheiro de churrasco, ainda que mínimo, já era presente.

Coloquei uma saia curta, coladinha e uma regata com decote bem profundo. Não era o ideal para a ocasião, mas estava muito calor para colocar qualquer outra coisa. Ou, pelo menos, era o que eu tentava me convencer.

Mal havia colocado o pé no último degrau da escada quando Arthur veio ao meu encontro.

- Amor, você está tão linda! Mal posso esperar pra te apresentar ao resto da família. Está todo mundo aqui fora, vem! - Arthur me puxou pela mão até a área externa.

A família era grande mesmo. Haviam pelo menos 25 pessoas lá, e Arthur disse que ainda faltava chegar mais gente.

Eu fingia naturalidade, mas o que havia acontecido no quarto com Lucas ainda me assombrava.

- Bom, pessoal, essa é a Eduarda! - Arthur começou a falar enquanto todos prestavam atenção. Ele segurou minhas mãos e se virou para mim, seus olhos brilhando com uma sinceridade que me perfurou. - Dois meses podem parecer pouco para muita gente, mas desde o primeiro dia que você entrou na minha vida, naquela biblioteca da faculdade, eu soube que tudo seria diferente. Você é a pessoa mais incrível que eu já conheci, inteligente, divertida, e de uma beleza que me tira o ar - ele disse, e eu pude ouvir os "awwns" da família. Meu rosto queimava de uma vergonha que ninguém mais podia entender.

Ele então soltou minha mão e se ajoelhou. Um burburinho de excitação percorreu os convidados. Dona Rosa levou as mãos ao rosto, comovida. Do canto do meu olho, vi Sr. Carlos com seu copo de cerveja, observando atentamente. E um pouco atrás dele, Lucas, encostado no batente da porta, com os braços cruzados e um sorriso de canto.

- Eduarda - Arthur continuou, abrindo uma caixinha de veludo que revelou uma linda aliança de prata. - Você faz meus dias melhores e meus sonhos maiores. Não quero passar mais um único dia sem te chamar oficialmente de minha. Quer namorar comigo?

O mundo parou. A música, as vozes, tudo se transformou em um ruído de fundo abafado. Na minha frente, o homem que eu estava apaixonada, de joelhos, me oferecendo um futuro.

Respirei fundo.

- Sim, meu amor. Eu quero - eu ainda conseguia sentir meu cuzinho ardendo, mas minha voz saiu clara e doce.

Uma explosão de aplausos e gritos de alegria tomou conta do jardim. Arthur, com um sorriso largo e genuíno, colocou a aliança no meu dedo e se levantou para me beijar. O beijo dele era suave, puro, cheio de amor. Quando me abraçou, meus olhos se abriram por cima do ombro dele. Lucas, no meio da multidão que aplaudia, não batia palmas. Ele apenas levantou seu copo de cerveja em minha direção, num brinde mudo, seu sorriso maléfico se alargando.

(N.A.: A terceira parte está quase pronta e logo postarei. Me contem tudo: o que gostaram, o que não gostaram? Adoro saber de tudo. Se acharam a primeira parte um pouco lenta, saibam que foi de propósito. É a calmaria antes da tempestade de prazer e autodescoberta que preparei para nossa protagonista. Tenho planos perversos pra ela, aguardem 😈)

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