Mirante debruçado sobre o vale verde e profundo. Três bundas miram. Três bundas se encantam, sorriem. Como Bandeira ante as três mulheres do sabonete Araxá, encanto-me.
Toco as nádegas da primeira. Arqueia-se, abre-se: sugo-lhe o cu. Lubrifico bem. Enfio-me – gemidos e requebros. Quase gozo.
Massageio os glúteos da segunda. Escancara-me o cu piscante: enfio a língua. Lubrifico bem. Penetro-a – requebros e gemidos. Gozo iminente.
A terceira é ânsia: meu dedo molhado passeia entre as nádegas. Arrepios. Separo bem as bandas da bunda – minha língua, meu dedo, meus dedos. Ela pinota. Adentro furo a dentro. Ela mastiga-me.
Vou gozar... vou gozar... vou... gozei...
Chove porra da terceira bunda. Salpica na pedra. Minha pica também.
As três bundas atentas à paisagem. Esperam recompensa.
Sento-me à pedra, diante da última. Seu pé na grade, abre-me a buceta molhada. Lábios se beijam. Língua vadia. A vadia geme. Encontro o clitóris: sugo, sugo, sugo. Ela mexe, mexe, mexe. Intensidade. E goza.
A bunda do centro pinga de encharcada a buceta. Mal minha língua lhe toca, a coxa eriça-se. Geme, sugo, geme mais, sugo, geme muito mais, sugo sem parar – goza. Quase desfalece ante a paisagem linda do verde vale.
A primeira buceta me espera. Aberta e vermelha. A ponta da língua liga o ponto G. Desespero bom. Insisto. Insiste em gritar – eco no vale. Toca minha nuca: proibido afastar – até que... goza! Com escândalo.
Sol ocultou-se. Foi gozar, decerto.
Como as três mulheres do sabonete Araxá, de Bandeira, bouleverso-me. Como as três bundas mirantes. Comi. Gozei. Fi-las gozar.
*** *** ***
Mirante debruçado sobre o vale verde e profundo. Três bundas o miram. Três picas se viram, sorriem. É manhã e o sol acaricia os lombos, toca as nádegas, lambe de luz os cus.
Ajoelho-me ante sacro espetáculo. A primeira rola pulsa de dura. Cato-a, acarinho-a, coloco-a na boca. Chupo-lhe a cabeça. Sugo-lhe toda. Toco-lhe suave as bolas. Requebros e gemidos. Levanto, beijo-lhe a boca e me viro. A rola me entra cu adentro. Vai-vem. Intensidade. Enxurra meu rabo, que pinga na pedra. Gozado, vira-se ao vale.
A segunda rola está voltada para cima. Quase na vertical. Toco-a. Pressiono-a. Genuflexão ao sagrado, que se faz hóstia na minha língua. Maná. Chupo e meu dedo circunda seu cu. Entra nele. Gemidos e requebros. Minha língua transporta o gosto da pica para sua língua. Me viro de costas, me esfregando em seu peito. A pica para o alto sequestra meu cu. Toma posse. Desliza no já gozado. Ainda mais prazer. Até gozar, aos jatos e gritos. Cascata de porra sobre a pedra. Gozado, vira-se ao vale.
O terceiro traz a pica grossa, dura, vanguarda. Tomo-lhe a cabeça, lambo, sugo, engulo quase. Ele buceteia minha boca. Anima-se. Entusiasma-se. Meu dedo enfia-se no seu cu. Alcança a próstata. E ele explode em mim. Ganidos e fortes estocadas. Como represa estourada, seu sumo desce-me aos borbotões. Some-se na pedra. Gozado, vira-se ao vale.
Três bundas, três cus – uma escolha. Minha vara rocha. Os três miram no mirante o verde vale e o sol nascido. Abaixo-me ante o cu da bunda central. Lambuzo-o. Bebo-lhe o gosto de foda. Ao levantar-me mordisco-lhe a nuca. Arrepios. Minha rola se enfia, resoluta. E freme. E entra e quase sai, para voltar a entrar. Gemo. Geme. Meus dedos dedam os extremos cus. O cu que eu como remexe, rebola, sinuoso. Sinto o gozo chegando. Enfio forte e paro. Ele para. O dia para. A natureza para. O silêncio se faz. E a minha explosão hecatombe arromba o cu que como. Retiro-me da caverna de luxúria de prazer. Meu mel desce à pedra.
As três bundas que miram o vale me levam a Bandeira. Deixo-os. Vou ao dia. A Bandeira...
