Mamãe gostosa - parte 9

Um conto erótico de castro
Categoria: Heterossexual
Contém 775 palavras
Data: 29/11/2025 02:52:49

Novamente, voltei, com um novo relato. Se chegou aqui agora, recomendo ler mamãe gostosa para entender como cheguei aqui.

Nesse dia, somente eu e ela fomos ao sitio. Tivemos que buscar água no poço, fica um pouco distante da casa, mas nem tanto. Havia um pequeno morro, e nesse morro tinha uma torneira, cansamos e estava um calor, estão tivemos a ideia de pegar um balde na mangueira e encher de agua para beber.

Para quem não sabe, mangueira é o local onde se guarda vacinas e etc para os animais, também é o local onde se vacina os bois, cavalos e etc. Nossa mangueira era bem organizada, tinha um local lá dentro dela limpo, onde guardávamos as coisas, foi lá que pegamos os baldes para buscar água, já que não tínhamos garrafas mas tinha copos ali.

Bom, sem mais delongas, vamos lá. O balde de água gelada escorria pelo meu corpo enquanto eu tentava me refrescar naquele calor infernal do sítio. Minha mãe vinha descendo o morro com mais um balde, sorrindo daquele jeito safado que só ela tinha. "Filho, tá precisando de mais uma água, né? Tá todo suado", ela disse, passando a língua nos lábios devagar.

Antes que eu pudesse responder, ela já estava encostando o corpo molhado no meu, e eu senti aquele cheiro doce de melancia misturado com suor que sempre me deixava louco. "Você tá pensando naquilo de novo, não tá, putinha?", grunhi, agarrando a cintura dela com força. Ela gemeu baixo, esfregando a bunda no meu pau já duro. "Só se você prometer que vai me usar feito uma cadela hoje", sussurrou, mordendo meu ombro.

Entramos na mangueira e já fui arrancando o shorts dela de uma vez. "Vai reclamar se eu enfiar esse pau na sua bucetinha agora, safada?", perguntei, cuspindo na mão antes de esfregar na boceta já molhada dela. Ela sacudiu a cabeça, ofegante, abrindo as pernas ainda mais. "Nunca, filho... mete logo antes que eu goze só de te sentir assim".

O primeiro tapa na bunda dela ecoou pelo sítio, e eu não me importei se alguém ouvisse. Enfiei dois dedos nela enquanto chupava os peitos duros, ouvindo os gemidos altos que ela não tentava esconder. "Tá gostoso, sua puta? Quer mais?", grunhi, vendo ela se contorcer. "Quero tudo, filho... tudo que você tem pra me dar", ela gritou, arranhando minhas costas como uma gata no cio.

Empurrei ela de joelhos na terra úmida, colocando meu pau pulsando na frente da cara dela. "Abre essa boquinha de vadia, mãe", ordenei, segurando os cabelos dela com força. Ela obedeceu na hora, babando na cabeça do meu pau antes de engolir até as bolas. O calor daquela garganta era melhor que qualquer inferno, e eu comecei a bombar sem pena. "Vai engolir até o último gozo, entendeu, cadela?", eu rosnava, sentindo ela engasgar enquanto tentava acompanhar o ritmo.

Quando puxei ela de volta, virando-a de quatro, a buceta escorrendo me deixou ainda mais louco. Enfiei com tudo de uma vez, fazendo ela gritar e enterrar as unhas no chão. "Isso! Rasga essa puta, filho! Eu sou só sua!", ela urrava, empinando mais ainda. Cada socada era acompanhada de um tapa na bunda que deixava a pele vermelha. O cheiro de sexo e terra molhada enchia o ar enquanto ela começava a tremer. "Tá gozando, mãe? Já?", eu provocava, diminuindo o ritmo só pra ver ela implorar.

"Por favor, não para... eu faço qualquer coisa!", ela choramingou, tentando rebolar pra pegar mais profundamente. Agarrei os quadris dela e enterrei até o talo, sentindo as paredes dela apertando como um punho quente. "Vou encher esse útero de leite, sua vagabunda", grunhi, sentindo as bolas contraindo. Ela gemeu alto quando gozamos juntos, a porra escorrendo pelas coxas dela enquanto ela caía no chão, ofegante e completamente arrebentada.

Eu quase sem forças mas com um tesão do caralho, coloquei meu pau naquele cu apertado que ela ofereceu sem hesitar. "Cadê minha putinha agora?", provocava, dando um tapinha na bunda vermelha. Ela virou a cabeça, com os lábios inchados de tanto mamar, e respondeu "Aqui, filho... sempre aqui pra você", com aquela voz rouca de quem levou pau o dia todo. Comecei a estocar no cuzinho rosado dela sem dó, logo após uns minutos gozei mais um pouco bem no fundo naquele cú, marcando minha propriedade. "Amanhã você vai acordar com o cu arrombado de novo, entendido?", ordenei, passando o dedo no cuzinho já dilatado.

Ela assentiu, tentando segurar minha porra no cuzinho dela. "Pode botar fogo nessa buceta e nesse cú de novo quando quiser, dono", sussurrou, com uma voz de cansada.

Até a próxima. Meu email: blackmoneyhack1000@gmail.com

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