COINCIDÊNCIA NATURISTA (II)

Um conto erótico de ClaudioNewgromont
Categoria: Grupal
Contém 1923 palavras
Data: 28/11/2025 21:29:10
Assuntos: Bissexual, Grupal

Conheço a professora Joelma há alguns anos. Sempre nutri um tesão considerável pela minha colega de cátedra, e não apenas uma vez a homenageei em minhas punhetas de depois das aulas – algumas ainda no banheiro da universidade em que trabalhamos. Mas sempre na dela, apesar de conversarmos bastante, eu sequer sabia de sua vida afetiva, a não ser que era divorciada e tinha um filho adolescente, que morava com o pai. Pelas redes sociais, fiquei sabendo que tinha um companheiro, com quem morava atualmente.

Joelma gostava muito de fazer turismo e mais ainda de postar inúmeras fotos de suas viagens. Era quando eu me fartava de seu corpo apetitoso, que escapava generosamente dos pequenos biquinis que usava, nessas ocasiões. Também minha rola se avivava quando as fotos traziam junto o professor Mário, seu parceiro de viagens e de vida, ele também uma delícia. Mas, sabendo-a ou tendo-a por feliz no relacionamento, eu recolhia meu tesão ao nível platônico e me satisfazia com sua amizade e com minha mão e imaginação.

Determinado sábado, fui a minha habitual viagem à praia naturista que frequento há anos. Um dia normal, como todos os outros. Assim, livrei-me do curtíssimo short jeans que estava usando, passei protetor solar e comecei a caminhada até o ponto da praia onde costumo ficar, no reduto lgbt+. De longe, percebi que meu lugar preferido, embaixo de frondosa árvore estava ocupado por um casal – maldição, cheguei tarde (ou não cedo o suficiente). Claro, eu poderia chegar junto e dividir com eles o espaço, o que até poderia ser o início de uma amizade, quem sabe?! Mas, tímido e introspectivo como sou, com enorme dificuldade para fazer novas amizades, preferi seguir adiante, buscar outro lugar.

– Professor Cláudio! – Surpreendeu-me o chamado.

Quem poderia ser? Decerto alguma aluna. Eu já me preparava para os cumprimentos formais de sempre, as brincadeiras convencionais, quando, ao me virar, defronto-me com a professora Joelma, em toda sua exuberância corporal. Reconheci o professor Mário, pelas fotos das redes sociais, já que não o conhecia pessoalmente.

– Cláudio, que coincidência boa! Não lhe falei que um dia ainda viria conhecer uma praia naturista?!

Ela não demonstrava qualquer constrangimento, apesar de ser sua primeira vez. Eu estava meio que em êxtase. Pelo acaso do encontro, por finalmente poder apreciar seu corpo (e confirmar o que minha imaginação construía, nos momentos masturbatórios), e de quebra ainda conhecer o Mário, que ela se apressou em me apresentar.

Claro está que fiquei por ali mesmo. Armei minhas coisas e a conversa engatou-se e prosseguiu, animada pela cerveja que partilhávamos. Sempre que possível, e o mais discretamente que eu julgava ser, passava rabos de olho para os seios redondos e pontudos, as coxas roliças e a buceta depilada de Joelma; a pele morena clara, os mamilos escuros e a rola levemente ereta de Mário – o que, implicitamente, me autorizava a não me preocupar com a minha própria pica, um pouco mais rígida do que a dele.

Três professores, naturalmente o assunto predominante seria escola, sala de aula, alunos... essas coisas. Saímos daí para falar sobre viagens, as muitas que eles faziam juntos, as poucas que eu realizava sozinho... Em certo momento, Joelma perguntou se poderiam – ela e Mário – dar um mergulho, que o mar estava convidativo; convidaram-me para irmos juntos, mas falei que não curtia muito a água do mar – na praia preferia a areia, sombra, água fresca e cerveja. Riram os dois, levantaram-se, deram-se as mãos e saíram em direção ao mar, proporcionando-me a mais bela visão que eu poderia ter, a rara oportunidade de poder acompanhar a bunda perfeita de Joelma requebrando-se, ao lado das nádegas apetitosas de Mário.

Mergulhavam, pulavam as ondas que se quebravam em seus corpos, se abraçavam, se beijavam. Decerto sarravam também sob a água. Eu aproveitei para relaxar um pouco, olhos fechados, imaginando safadezas. Minha rola ainda estava fortemente ereta quando ouvi as risadas dos dois se aproximando; procurei me posicionar de uma forma que não ficasse tão evidente e os recebi em sorrisos – a rola de Mário também ereta.

Mais alguns minutos de conversa e Mário se mostrou interessado em vasculhar a natureza em volta da praia. Joelma explicou-me que ele fazia isso sempre. Como era professor de Biologia, quando viajavam, deixava-a sozinha (que ela não curtia muito andar pelo meio do mato, muito menos atrapalhá-lo em suas observações) e enveredava pela mata, à cata de novidades. Pelo menos desta vez não a deixaria solitária – acrescentou rindo. Beijaram-se e ele saiu, subindo uma barreira próxima à árvore em que estávamos, e me oferecendo uma espetacular visão de seu cu, visto de baixo – tônico para reforçar a ereção.

Tão logo ficamos sozinhos, Joelma, com a sinceridade que nos aproximou e nos mantinha amigos, comentou, olhando para minha pica:

– Cláudio, você sempre me falou que não poderia haver manifestação de conotação sexual na praia naturista, mas não é fácil, principalmente para vocês homens... Mário estava o tempo todo de pau duro; você está aí, armadão...

– É, Joelma, é meio que inevitável a excitação, com tantos corpos bonitos e atraentes... A questão é manter a discrição e não constranger os demais banhistas. Você não está com tesão também?

– Sim, estou molhada, mas no caso de nós, mulheres, é bem mais fácil disfarçar, não é?

A conversa foi caminhando por aí, e chegando a interessantes revelações – apesar de amigos há vários anos, percebemos que pouco sabíamos sobre o outro, principalmente porque nossos assuntos não iam muito por essa área. Agora, ela ficou sabendo da minha bissexualidade e eu da deles; fiquei sabendo que tanto ela quanto Mário já haviam ficado, respectivamente, com outra mulher e com outro homem, mas nunca rolara ficarem juntos assim. Aproveitei a brecha escancarada e falei das minhas punhetas (“Cláudio, sério?!” – ela fingindo-se envergonhada, mas demonstrando adorar saber), e de quanto Mário me atraía também.

Ela então confessou-me o plano “diabólico” dos dois: foram sozinhos para a água a fim de conversarem do desejo mútuo que os consumia – ele ficara a fim de ficar comigo e conosco; ela já pensava nessa possibilidade antes de ele revelar. E agora Mário aproveitava sua mania de biólogo explorador para nos deixar a sós, para que pudéssemos conversar sobre o assunto, já que éramos amigos há mais tempo. Senti uma descarga boa de energia, e falei que eu não pensava em outra coisa, desde que os via nas fotos das redes sociais. E mais não precisamos nos falar, o pacto estava selado, principalmente pelo beijo que trocamos, e pude finalmente constatar o quanto seus lábios carnudos eram deliciosos.

A conversa fluiu por outros caminhos, Joelma agora deitada, com a cabeça sobre minhas coxas, as madeixas negras ao vento acariciando minha rola rígida. Foi assim que Mário nos encontrou, ao voltar da mata, e ao nos ver, já abriu um belo sorriso, entendendo que a companheira já esquematizara tudo. Joelma também sorriu, permanecendo na mesma posição em que estava.

– E aí? Teremos festinha neste sábado? – Mário falou, entre sorrisos, ao se aproximar.

– Claro! Só organizar tudo... Senta aí, descansa e vamos conversar... – falei, também sorrindo.

Mário sentou e nos pusemos a confabular, desta feita com a abertura proporcionada pelas recentes revelações. Ele perguntou de minhas preferências sexuais, eu lhe disse que tudo que resultasse em prazer eu topava. Ele também. Joelma alertou que nunca fizera anal, mas queria experimentar. Óbvio que um papo desse era combustível para o endurecimento e palpitação de nossas rolas e o encharcamento da xoxota de Joelma. Reconhecemos que a situação estava ficando insustentável e, antes de sermos inconvenientes ali, precisávamos arrumar as coisas e partir.

– Sim, sim! – Aquiesci. Só quero fazer uma coisa antes...

Busquei o rosto de Mário e sorvi toda a seiva que o biólogo prometia no pleno sorriso que enfeitava sua boca. Beijamo-nos com todo o tesão que estava posto em nós, enquanto Joelma se levantava e começava a catar as coisas. Organizamos tudo e saímos, rindo e felizes, antevendo os momentos de intenso prazer a três que aconteceriam logo.

Deixei meu carro no estacionamento de uma padaria, no centro da cidade, embarquei no veículo dirigido por Mário e rumamos para um motel. Era palpável o clima lúbrico que preenchia aquele ambiente. Ao entrarmos no quarto, fui para o banheiro, enquanto os dois se misturavam num beijo de desnudamento e de “sarração”. Quando saí, o casal, nus e agarrados, entraram juntos sob a forte ducha. Eu me enxuguei minimamente, deixando o frescor da água no meu corpo e deitei na confortável cama, vasculhando o celular.

Em instantes, senti duas mãos frias, ainda úmidas, acariciando minhas nádegas e separando-as, fazendo meu cu se projetar, para receber uma língua aquosa e vibrante. Mário lambia as bordas enrugadas e ia descendo pelo meu buraquinho, até onde possível. Eu gemia e requebrava, feito uma puta lasciva. Ele então aprumou seu cacete e começou a me penetrar com suavidade, até o ter completamente afogado dentro de mim, passando a estocar, gemendo nós dois. Uma leve mudança de posição e ele se pôs atrás de mim, eu sentado sobre sua rola e quicando como eu nem imaginava conseguir.

Joelma, à porta do banheiro, acompanhando o companheiro me fodendo, se tocava os seios e a buceta, ao mesmo tempo, no rosto, sintomas de prazer e ansiedade. Aproximou-se do leito e catou minha rola, que se balançava dura enquanto Mário me estocava. Pude então sentir toda a delicadeza dos lábios da professora e da sua boca a sugar meu pau. Os sons guturais e selvagens emanados por aqueles três seres que se comiam, era uma sinfonia sexual. Mário sobrepôs seu urro de gozo sobre nossos gemidos, e senti os jatos fortes de seu sêmen invadindo-me as entranhas e escapando por baixo, rio de leite desenhando caminhos entre as minhas coxas.

Não mais me contive, delicadamente tomei Joelma, coloquei-a deitada, abri suas pernas e vasculhei sua buceta alagada, seu grelinho rígido, enquanto ela dizia putarias escabrosas, envolvendo os dois machos ali presentes. Coloquei-me sobre seu corpo, e, enquanto mordiscava de leve seus mamilos duros, fazia minha rola deslizar para dentro de sua caverna ardente. Novo movimento e ela sentou-se cavalgando sobre meu pau, enquanto Mário, recuperado do gozo, lambia e lambuzava o cu de sua amada. A mão ágil de Joelma ajudava na obtenção de prazer e seu gozo veio de imediato, gritado, ensandecido.

Ela estava ansiosa para o experimento anal, pois sabia minha pica mais delgada que a de seu companheiro. Pôs-se de quatro e arreganhou seu cuzinho rosado e a essa altura todo lubrificado pela competente língua de Mário. Direcionei a cabeça de minha rola e, com uma leve pressão, fui enfiando-a por ali. Num pulo involuntário, seu corpo avisou de dor, e parei, mas sem puxar a pica. Dado um tempinho, voltei a pressionar e novo salto. E assim fomos, aos cuidados, penetrando-a de leve, mas sem retroceder. Até que me senti completamente dentro dela. As nádegas volumosas com que sempre sonhei eram pressionadas pela minha barriga, enquanto meu pau sentia o aperto de seu cu virgem.

Ao seu comando, fui adequando as enfiadas, controlando as estocadas, enquanto Joelma se requebrava dengosamente, aos gemidos. Quando comecei a sentir os raios de prazer se concentrando em minha genitália, parei de me mexer, deixando que apenas o rebolado daquela mulher deliciosa e os impulsos da própria natureza agissem. E gozei intensamente dentro de seu rabo, experimentando um prazer extraordinário, denunciado pelos ganidos graves que escapavam de minha garganta. A minha mente imaginativa complementava o quadro, concebendo o semblante de Mário assistindo, extasiado, à mulher amada sendo enrabada por um homem que há pouco ele fodera...

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Comentários

Foto de perfil de Jota_

Delícia demais, professor! Heheh

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